Como parte da série “Direto da redação”, os principais repórteres especializados em meio ambiente explicaram como os dados influenciaram sua cobertura sobre fenômenos climáticos extremos e o desmatamento.
No ano passado, o Brasil sediou a conferência climática das Nações Unidas. Neste ano, enquanto os eleitores se preparam para ir às urnas em outubro, eles contam com candidatos que enfrentem as crescentes ameaças climáticas globais. E, ao mesmo tempo, comunidades em todo o país estão se preparando para um forte fenômeno El Niño que pode trazer seca severa para algumas regiões e enchentes devastadoras para outras.
Cobrir os desafios das mudanças climáticas exige jornalistas especializados em meio ambiente e que saibam analisar dados climáticos, disse Daniel Nardin, diretor-executivo da Amazônia Vox, durante uma mesa-redonda promovida pelo Knight Center for Journalism in the Americas em 26 de maio.
“A gente é muito focado nas histórias das pessoas, mas precisa dessa robustez, esse lastro que o jornalismo de dados dá”, disse Nardin aos participantes da mesa-redonda “Direto da Redação: Como usar dados para cobrir mudanças climáticas”.
A conversa com Nardin, que moderou o evento, já está disponível na página do YouTube do Knight Center e também contou com:
Esses jornalistas explicaram como os dados os ajudaram a cobrir os impactos de eventos climáticos extremos sobre as populações mais vulneráveis da Amazônia, os riscos potenciais para os moradores do Rio de Janeiro em caso de chuvas extremas e o desmatamento em áreas agrícolas na Amazônia.
Uma mesa-redonda complementar em espanhol será realizada na quinta-feira, 28 de maio, às 11h30 CDT (Encontre aqui o horário local da sua região). A inscrição é obrigatória, mas gratuita.
As mesas-redondas fazem parte da série “Direto da Redação” do Knight Center sobre inovação e oportunidades no jornalismo em toda a América Latina.
Esta matéria foi atualizada para esclarecer a citação de Daniel Nardin.
Este texto foi traduzido com ajuda de IA e revisado por Leonardo Coelho.