Ramón Ángeles Zalpa, correspondente do jornal Cambio de Michoacán, foi visto pela última vez na terça-feira, 6 de abril, quando saiu de casa para dar aula em uma universidade local, informou a Artigo 19.
José Carlos Stachowiak, apresentador de um programa policial na TV Vila Velha, sistema a cabo de Ponta Grossa, no Paraná, fez graves ameaças no ar a um estudante de jornalismo que criticou seu trabalho em um blog. Assista ao vídeo neste post do Querido Leitor, da jornalista Rosana Hermann.
O ministro de Segurança de Honduras, Óscar Álvarez, ofereceu US$ 5,2 mil a quem tiver informações que ajudem a localizar os responsáveis pelos homicídios de cinco jornalistas, além de outros crimes contra promotores, juízes e advogados, informou o jornal La Tribuna.
Dois jovens foram detidos na cidade de Caleta Olivia, na província de Santa Cruz, acusados de atear fogo ao carro da jornalista argentina Adela Gómez, informou o Clarín. Mas eles foram liberados logo depois porque as provas eram inconsistentes, diz o jornal.
O jornalista José Alemán, correspondente da Radio América e colaborador do jornal Tempo, decidiu abandonar Honduras depois que desconhecidos invadiram sua casa, na cidade de San Marcos, no departamento de Ocotepeque, ao oeste do país, e tentaram matá-lo, informou o jornal Tiempo.
O repórter Evaristo Pacheco Solís, do jornal semanal Visión Informativa, foi encontrado morto a tiros na sexta-feira, próximo a Chilpancingo, capital do estado de Guerrero, ao sul do México, informou o Comitê para a Proteção de Jornalistas.
O Foro de Jornalismo Argentino (FOPEA, na sigla em espanhol) publicou um comunicado pedindo às autoridades que restabeleçam as garantias para o trabalho da imprensa na cobertura dos recentes conflitos no Parque Indoamericano de Villa Soldati, em Buenos Aires, ocupado por cerca de mil cidadãos sem-teto, muitos deles imigrantes. O comunicado também pede aos meios de comunicação que priorizem a segurança de seus funcionários na cobertura dos conflitos.
O filho do jornalista Eduardo Maldonado foi liberado na última sexta, 5 de fevereiro, quatro semanas depois de ter sido sequestrado em sua casa em Tegucigalpa, informa a revista Proceso Digital.
As notícias sobre o assassinato de três jornalistas só no mês de janeiro, e de pelo menos 15 pessoas, a maioria adolescentes, assassinadas em uma festa de aniversário em Ciudad Juárez, chamaram a atenção do mundo para a violência ligada ao tráfico de drogas no México. Apenas nos 34 primeiros dias de 2010, mais de mil mortes foram atribuídas ao narcotráfico. Enquanto isso, os jornalistas imprensa mexicana se preparam para novos ataques.
Jorge Ochoa Martinez foi assassinado em Ayutla com um tiro na cabeça em meio à onda de violência que assola o estado mexicano de Guerrero. Ochoa era diretor do semanário regional El Sol de la Costa. Ele foi o terceiro jornalista assassinado no México desde o início do ano, informa o El Universal.
Somente depois de onze dias no Haiti, os militares americanos receberam as suas cópias do Stars and Stripes, um jornal independente que circula dentro das Forças Armadas e que acompanha as tropas em frentes de guerra. A Editor & Publisher (E&P) e o New York Times descreveram a logística de distribuição do Stars and Stripes para os militares destacados no exterior.
O carro de Adriana Aguirre San Millán foi incendiado em frente a seus escritórios na cidade de Los Mochis, Sinaloa, Sinaloa, e junto a ele foi colocada uma mensagem dizendo que o mesmo vai acontecer com todos os jornalistas, informam o La Jornada e o El Universal. Aguirre é dona da rede Organización Impulsora de Radio (OIR).