“A Câmara Criminal da Suprema Corte de Justiça não admitiu o recurso de cassação apresentado pela defesa e confirmou a condenação de 10 anos de prisão para o jornalista Carlos Granada, que foi condenado por atos de assédio sexual, coação e coação sexual que tiveram como vítimas jornalistas do Grupo Albavisión.
A mais alta instância do Judiciário não admitiu para análise o recurso apresentado pela defesa, o que, na prática, manteve a sentença contra o jornalista, que desde março passado está em liberdade. A Corte considerou que o recurso extraordinário de cassação apresentado não estava devidamente fundamentado, razão pela qual o declarou inadmissível.
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Granada foi condenado em novembro do ano passado, depois que um Tribunal considerou comprovado que, na condição de gerente de imprensa do Grupo Albavisión, praticou condutas reiteradas e padrões semelhantes de assédio e coação contra as vítimas. Segundo a sentença, ele escolhia determinadas jornalistas que apresentavam um perfil de vulnerabilidade, aproveitando-se do cargo que ocupava.”