“O presidente Javier Milei, da Argentina, intensificou na última semana seu ataque contra o jornalismo com uma avalanche de mensagens negativas que escreveu ou compartilhou nas redes sociais e com alusões em discursos oficiais. Como em seus momentos de maior agressividade, recorreu a insultos, menções escatológicas, acusações sem provas e ao uso sistemático do bordão 'não odiamos os jornalistas o suficiente'.
Um levantamento de sua conta na rede social X mostra que ele reproduziu 335 mensagens contra a imprensa entre segunda-feira, 17, e domingo, 23, escreveu outros 26 textos próprios e fez 21 menções ao jornalismo, sempre em tom depreciativo, nos dois discursos e na entrevista que concedeu entre quinta-feira e sábado. No período, ele atacou 16 jornalistas citando nomes e sobrenomes e questionou pelo menos 9 empresas de comunicação.
Entre os veículos criticados nas mensagens divulgadas por Milei estão LA NACION, Clarín, Infobae, Perfil, El Destape, Crónica TV, LN+, TN e C5N.
Em discurso no Council of the Americas, ele foi categórico ao atacar a imprensa. Falou em 'jornalistas corruptos, mentirosos, comprados, sicários do microfone', 'seres intelectualmente muito precários', 'símios com microfone', 'imbecis' e 'a escória dos jornalistas'. Ele acusou quase todos os veículos de comunicação de trabalharem 'para derrubar o governo'.
Em discurso no Council of the Americas, ele foi categórico ao atacar a imprensa. Falou em "jornalistas corruptos, mentirosos, comprados, sicários do microfone", "seres intelectualmente muito precários", "símios com microfone", "imbecis" e "a escória dos jornalistas". Ele acusou quase todos os veículos de comunicação de trabalharem "para derrubar o governo". ”
Leia a reportagem original em espanhol.
Traduzido com assistência de IA e revisado por Leonardo Coelho