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No Equador, campanhas digitais de desinformação utilizam, ilegalmente, logotipos de veículos de comunicação

“Entre 31 de julho e 11 de agosto de 2026, uma rede composta por entre 60 e 90 contas na rede social X divulgou, em duas ondas sucessivas, conteúdo que usurpou o logotipo, a tipografia e o formato editorial de oito veículos de comunicação equatorianos: Primicias, Ecuavisa (Ecuavisa Play), El Comercio, Radio Pichincha, TC Televisión, Teleamazonas, Radio Centro e La Hora. Isso foi revelado pelo Ecuador Chequea (abre em uma nova aba), em uma investigação publicada em 11 de agosto de 2026.

A primeira onda, articulada sob a hashtag #ChaoCorreismo, começou em 31 de julho e ganhou força nos dias 3 e 4 de agosto, coincidindo com a sentença do Tribunal de Garantias Penais que condenou o prefeito de Guayaquil, Aquiles Álvarez, a três anos de prisão por descumprimento da vigilância eletrônica (caso conhecido como “Grillete”). De acordo com o Ecuador Chequea, essa hashtag havia permanecido inativa durante o resto do ano até essa data.

A segunda onda, sob a hashtag #AQuitoYaNoLoEspian, foi ativada em 10 de agosto, um dia após o Governo Nacional anunciar que o Ministério do Interior assumiria o controle de 632 a 800 câmeras do Centro de Comando Estratégico de Quito. O presidente Daniel Noboa declarou que o Estado “assumia o controle da videovigilância… não de redes de espionagem”.

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A usurpação sistemática de logotipos de meios de comunicação, documentada de forma recorrente desde 2024, representa um risco para o ecossistema informativo equatoriano: corrói a confiança do público em fontes jornalísticas verificadas, dificulta a distinção entre conteúdo genuíno e desinformação e expõe os meios afetados a danos à reputação, sem que haja responsabilidade editorial da parte deles”.

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Traduzido com assistência de IA e revisado por Leonardo Coelho