"A Fundação para a Liberdade de Imprensa (Flip), a Missão de Observação Eleitoral e a Associação Mundial de Rádios Comunitárias rejeitaram a decisão do sistema de mídia pública [da Colômbia], hoje conhecido como Inravisión, de suspender a programação de 20 emissoras da paz […].
Em vez disso, as emissoras passaram a transmitir música e programação centralizada a partir de Bogotá.
As emissoras surgiram após o Acordo de Paz de 2016 para levar informação e ‘promover a convivência e a reconciliação em áreas afetadas pelo conflito’. Sua criação foi estabelecida como um mandato de nível constitucional e de cumprimento obrigatório.
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O sistema de mídia pública solicitou, pelo WhatsApp, que os jornalistas suspendessem a programação habitual. “Nos disseram que era uma ordem da nova gerente”, relataram ao El Armadillo.
[…] Além disso, segundo jornalistas, a nova gerente, Ángela María Mora, designou uma pessoa para fiscalizar as decisões editoriais e os conselhos de redação.”