"O Ministério Público acusou um jornalista de terrorismo por causa de suas reportagens. Um tribunal ordenou que um colunista apagasse um artigo que associava um candidato a redes criminosas. Um juiz proibiu um jornal de mencionar um governador, a menos que o conteúdo fosse revisado por um monitor judicial.
Esses exemplos do ano passado fazem parte de uma tendência crescente em todo o México: políticos e autoridades estão cada vez mais usando as leis do país como arma para processar, multar e perseguir críticos e jornalistas, segundo grupos de defesa da liberdade de imprensa que acompanham os processos judiciais. Processos civis, criminais e eleitorais têm acusado jornalistas de violar leis antiterrorismo, regulamentações sobre inteligência artificial ou leis destinadas a proteger mulheres na política contra a discriminação, entre outras coisas.
O México há muito tempo é um dos lugares mais perigosos do mundo para jornalistas, com quase 180 mortos desde 2000. Agora, por meio de ações judiciais e ordens judiciais, a imprensa mexicana enfrenta um novo obstáculo — menos visível do que ameaças de morte e balas, mas também capaz de silenciar os críticos.”
Traduzido com ajuda de IA e revisado por Leonardo Coelho