Um promotor da localidade de Yapacaní, Santa Cruz, considerou insuficientes as mensagens intimidatórias contra a jornalista Soledad Prado para processar duas pessoas pelo crime de ameaças.
As mensagens foram publicadas na página do Facebook “InfoYapacaní”, administrada por Prado, depois que a jornalista divulgou informações sobre a responsabilidade de alguns seguidores do ex-presidente Evo Morales em fatos que deixaram a população intranquila.
A jornalista, que também é correspondente do jornal El Deber, disse à Associação Nacional da Imprensa (ANP) [da Bolívia] que teve de se mudar porque as pessoas que escreveram as mensagens conheciam seu local de residência.