Cinquenta veículos de imprensa mexicanos publicaram um comunicado para exigir das autoridades garantias para os jornalistas do semanário Zeta, que circula na fronteiriça cidade de Tijuana e recentemente recebeu ameaças de uma facção criminosa, informou a agência EFE.
Um jornalista paraguaio denunciou ter sido ameaçado de morte pelo senador Robert Acevedo, informou o ABC Color. O parlamentar negou as acusações, afirmando que só querem prejudicá-lo politicamente, acrescentou o ABC Color.
A cidade hondurenha de San Pedro Sula, atualmente considerada a mais perigosa do mundo por seu índice de homicídios (159 assassinatos para cada 100 mil habitantes, número superior ao da violenta Ciudad Juárez, no México), se transformou em um ambiente hostil para o exercício do jornalismo.
Um ativista e jornalista colombiano, após ser ameaçado de morte por subir um vídeo no YouTube com registro da violência policial, decidiu sair de Huila, sua cidade natal na Colômbia, informou a Fundação para Liberdade de Imprensa (FLIP).
A prefeitura da cidade de Lauderdale Lakes, no estado americano da Flórida, enviou ao blogueiro Chaz Stevens um pedido formal de interrupção de atividades, afirmando que irá processá-lo caso ele continue com "falsas acusações, ameaças, tentativas de extorsão, calúnias, injúrias, difamações e invasão de privacidade," informou o Broward-Palm Beach New Times.
Três jornalistas de um canal de televisão local de Honduras receberam ameaças de morte pela cobertura que realizaram sobre o incêndio de uma prisão que causou a morte de 350 presos em 14 de fevereiro, na cidade de Comayagua, no centro do país, informou a organização Comitê pela Livre Expressão (C-Libre).
Para tentar evitar agressões da polícia, repórteres de Ciudad Juárez optaram pela cobertura de ações policiais em grupo na cidade fronteiriça do México, considerada a segunda mais violenta do mundo - e que ocupava o primeiro lugar desde 2009. “Enquanto um conversa ou discute com os policiais, outros estão com suas câmaras, para o caso de ocorrer alguma agressão, tornando públicos esses incidentes”, explica Alfredo Quijano, diretor editorial do jornal local Norte.
Um jornalista italiano denunciou que militares hondurenhos tentaram intimidar a imprensa estrangeira durante a cobertura do Encontro Internacional de Direitos Humanos, realizado em Bajo Aguán, região onde onde há repressão e abusos contra camponeses que lutam por suas terras, informou a organização C-Libre.
Um jornalista argentino foi violentamente ameaçado com armas de fogo e intimidado junto com sua parceira na segunda-feira, 13 de fevereiro, em La Plata, província de Buenos Aires, informou o Fórum de Jornalismo Argentino (FOPEA).
O jornalista esportivo Walter Obregón denunciou por Twitter que foi ameaçado por integrantes da torcida organizada do Zamora Futebol Clube na última quarta-feira, 15 de fevereiro, no estado venezuelano de Barinas, informou a organização Espaço Público.
Após ser acusada de fazer uma cobertura tendenciosa, a favor do governo, da greve das forças de segurança do Rio de Janeiro, a TV Globo foi hostilizada e expulsa de protesto de bombeiros e policiais militares em Copacabana, Zona Sul do Rio, no último domingo, 12 de fevereiro, informou o portal Terra.
Um repórter guatemalteco recebeu ameaças de morte de um agente da Polícia Nacional Civil quando cobria um acidente de trânsito, informou o Centro de Reportes Informativos da Guatemala (Cerigua, na sigla em espanhol).