{"id":113413,"date":"2025-02-05T14:27:31","date_gmt":"2025-02-05T20:27:31","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=113413"},"modified":"2025-02-05T14:30:27","modified_gmt":"2025-02-05T20:30:27","slug":"violencia-na-colombia-atinge-piores-indices-desde-acordos-de-paz-e-faz-jornalistas-locais-relembrarem-tempos-sombrioss","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/violencia-na-colombia-atinge-piores-indices-desde-acordos-de-paz-e-faz-jornalistas-locais-relembrarem-tempos-sombrioss\/","title":{"rendered":"Viol\u00eancia na Col\u00f4mbia atinge piores \u00edndices desde acordos de paz e faz jornalistas locais relembrarem tempos sombrios"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma volta de quase 30 anos no tempo, \u00e0 \u00e9poca em que a viol\u00eancia por causa do conflito armado colombiano estava no auge, \u00e9 a sensa\u00e7\u00e3o de alguns jornalistas locais da regi\u00e3o de Catatumbo, no nordeste do pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"\u00c9 como voltar no tempo, repeti-lo, com outros atores, com outras perssoas. Mas \u00e9 sempre a mesma experi\u00eancia se repetindo. Em quest\u00e3o de 16 dias [do ano novo] voltamos novamente \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de conflito armado\", disse\u00a0 Miguel \u00c1ngel Santiago, diretor da r\u00e1dio comunit\u00e1ria <\/span><a href=\"https:\/\/teuramaestereo.com\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Teurama Est\u00e9reo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, localizada em Teorama, \u00e0 LatAm Journalism Review (LJR).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Teorama \u00e9 um dos 11 munic\u00edpios que comp\u00f5em a regi\u00e3o de Catatumbo, que faz fronteira com a Venezuela e que vive ondas de viol\u00eancia desde o final da d\u00e9cada de 1980. Diferentes grupos armados, entre guerrilheiros e paramilitares, controlam a regi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No entanto, desde 15 de janeiro passado, a \u00e1rea tem vivido intensos confrontos entre o grupo guerrilheiro ELN e os dissidentes das FARC pelo <\/span><a href=\"https:\/\/www.france24.com\/es\/am%C3%A9rica-latina\/20250122-colombia-c%C3%B3mo-explicar-la-oleada-de-violencia-en-la-regi%C3%B3n-del-catatumbo\"><span style=\"font-weight: 400;\">controle do territ\u00f3rio<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e das<\/span><a href=\"https:\/\/insightcrime.org\/es\/noticias\/renovada-guerra-centro-cocaina-colombia\/\"><span style=\"font-weight: 400;\"> rotas de coca\u00edna<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. O ELN tamb\u00e9m tem <\/span><a href=\"https:\/\/insightcrime.org\/es\/noticias\/renovada-guerra-centro-cocaina-colombia\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">perseguido signat\u00e1rios do acordo de paz <\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">(membros da guerrilha Farc que assinaram o acordo de paz com o governo em 2016), que foram retirados de suas casas e assassinados.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_113389\" style=\"width: 470px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-113389\" class=\"wp-image-113389\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_3045-scaled.jpg\" alt=\"Personas desplazadas de Colombia ubicadas en un patio de un colegio. Se ven colchones en el piso, maletas y ropa colgada\" width=\"460\" height=\"345\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_3045-scaled.jpg 2560w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_3045-300x225.jpg 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_3045-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_3045-768x576.jpg 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_3045-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/IMG_3045-2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 460px) 100vw, 460px\" \/><p id=\"caption-attachment-113389\" class=\"wp-caption-text\">Fam\u00edlias deslocadas buscam ref\u00fagio em Tib\u00fa, departamento de Norte de Santander (Col\u00f4mbia), devido a confrontos entre grupos armados na regi\u00e3o do Catatumbo. (Foto: Cortesia Cristian Herrera)<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De acordo com <\/span><a href=\"https:\/\/www.defensoria.gov.co\/web\/guest\/-\/se-agrava-la-crisis-humanitaria-en-el-catatumbo-36.000-personas-desplazadas?redirect=%2Fweb%2Fguest%2Fnoticias%3Fp_p_id%3Dcom_liferay_asset_publisher_web_portlet_AssetPublisherPortlet_INSTANCE_teup%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26_com_liferay_asset_publisher_web_portlet_AssetPublisherPortlet_INSTANCE_teup_delta%3D5%26p_r_p_resetCur%3Dfalse%26_com_liferay_asset_publisher_web_portlet_AssetPublisherPortlet_INSTANCE_teup_cur%3D3\"><span style=\"font-weight: 400;\">n\u00fameros da Defensoria P\u00fablica da Col\u00f4mbia<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, estes confrontos recentes j\u00e1 causaram mais de 80 mortes e pelo menos 36 mil pessoas deslocadas. A maioria dessas pessoas chega a C\u00facuta, capital do departamento Norte de Santander, ou a outras cidades pr\u00f3ximas, como Oca\u00f1a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"Fazer r\u00e1dio, fazer jornalismo nesta regi\u00e3o \u00e9 muito complicado\", disse Santiago. \"Dentro do territ\u00f3rio s\u00f3 ouvimos barulhos, bombas e rajadas de tiros todos os dias atualmente.\"<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esses acontecimentos, que <\/span><a href=\"https:\/\/www.presidencia.gov.co\/prensa\/Paginas\/Presidente-Petro-suspende-dialogos-con-el-Eln-tras-crimenes-de-guerra-en-Catatumbo-250117.aspx\"><span style=\"font-weight: 400;\">levaram o Presidente Gustavo Petro a suspender as negocia\u00e7\u00f5es de paz<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> com o ELN, chamaram a aten\u00e7\u00e3o da m\u00eddia nacional e internacional. No entanto, chegar aos munic\u00edpios onde ocorrem os confrontos n\u00e3o tem sido f\u00e1cil.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"A verdade \u00e9 que a maior parte da cobertura foi feita a partir de C\u00facuta ou de Oca\u00f1a\", disse \u00e0 <\/span><b>LJR <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Cristian Herrera, jornalista independente do Norte de Santander que cobre o conflito armado na regi\u00e3o h\u00e1 22 anos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tendo em conta que \u00e9 <\/span><a href=\"https:\/\/www.alertasantanderes.com\/norte-santander\/cucuta\/empezo-el-traslado-de-desplazados-del-catatumbo-de-hoteles-albergues-en\"><span style=\"font-weight: 400;\">para l\u00e1 que vai a maioria das pessoas deslocadas,<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> Herrera disse que os jornalistas conseguiram obter delas informa\u00e7\u00f5es em primeira m\u00e3o sobre o que aconteceu em Catatumbo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E embora n\u00e3o haja amea\u00e7a direta contra os jornalistas, os l\u00edderes comunit\u00e1rios informaram-lhes que o ELN n\u00e3o permite a entrada de ningu\u00e9m na \u00e1rea. \"\u00c9 realmente muito perigoso\", disse Herrera.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">A ruptura com a comunidade<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Cobrir Catatumbo nunca foi f\u00e1cil, mas os jornalistas locais sabem como lidar com isso. Aqueles que cobrem a regi\u00e3o h\u00e1 anos sempre compreenderam que, para fazer seu trabalho, precisam de parcerias com a comunidade e seus l\u00edderes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Durante seus anos de cobertura, Herrera p\u00f4de viajar pelos diversos munic\u00edpios da regi\u00e3o, sempre na companhia de um l\u00edder comunit\u00e1rio, seja um l\u00edder social ou um agricultor, que por sua vez pede permiss\u00e3o a um grupo armado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"Era preciso pedir permiss\u00e3o para chegar \u00e0quela \u00e1rea, para explicar o que \u00edamos fazer\", disse Herrera, que explicou que isso acontecia tanto com grupos paramilitares quanto com grupos guerrilheiros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A afirma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi feita por um jornalista da regi\u00e3o que trabalha h\u00e1 quase 30 anos na m\u00eddia local de Catatumbo e que preferiu omitir seu nome.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"Voc\u00ea entra com os l\u00edderes comunit\u00e1rios e os l\u00edderes comunit\u00e1rios ficam encarregados de coordenar com quem eles t\u00eam que coordenar para poder entrar com eles\", disse ele \u00e0 <\/span><b>LJR<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ent\u00e3o, qual \u00e9 a diferen\u00e7a com os eventos recentes? Para estes jornalistas, tem a ver com a perda do v\u00ednculo entre estes grupos armados e a comunidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"A quest\u00e3o \u00e9 que neste momento eles est\u00e3o perseguindo l\u00edderes comunit\u00e1rios. N\u00e3o se sabe como vai ficar a situa\u00e7\u00e3o dos l\u00edderes comunit\u00e1rios: se v\u00e3o perder influ\u00eancia, se v\u00e3o perder a voz. [...] S\u00e3o eles que est\u00e3o sendo retirados e mortos\", disse o jornalista.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para Anthony Pacheco, jornalista da Emisora de Paz em Convenci\u00f3n (munic\u00edpio de Catatumbo), esta tamb\u00e9m pode ser uma mudan\u00e7a na forma como a regi\u00e3o \u00e9 coberta pela imprensa. Embora Emisora de Paz tenha um mandato espec\u00edfico criado nos acordos de paz com as Farc que se concentra na forma como os acordos s\u00e3o cumpridos e implementados, trabalhar com l\u00edderes comunit\u00e1rios tamb\u00e9m \u00e9 fundamental para o seu jornalismo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"De repente os acessos, as autoriza\u00e7\u00f5es para chegar a determinados locais, v\u00e3o<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">ficar mais complicados\", disse Pacheco \u00e0 <\/span><b>LJR<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Acredita, no entanto, que devido \u00e0 particularidade da emissora de paz, o seu contato com as comunidades e outros atores ser\u00e1 mantido ao longo do tempo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na verdade, para sua colega Johanna Lobo, tamb\u00e9m da emissora de paz, \u00e9 precisamente esta proximidade com a comunidade que tem \"mantido as portas abertas\" em toda a regi\u00e3o de Catatumbo. Embora reconhe\u00e7a que pode ser dif\u00edcil para jornalistas de fora da regi\u00e3o e do departamento faz\u00ea-lo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"A principal recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 n\u00e3o chegar logo de cara ao territ\u00f3rio assim. \u00c9 preciso tomar precau\u00e7\u00f5es\", disse Lobo \u00e0 <\/span><b>LJR<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para a jornalista, \u00e9 tamb\u00e9m importante que jornalistas de fora da regi\u00e3o a cubram n\u00e3o s\u00f3 quando ocorrem estes atos de viol\u00eancia, mas tamb\u00e9m ressaltando o positivo e a forma como as comunidades da regi\u00e3o tentam superar o estigma que o conflito criou para elas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Algo com o qual concorda Geovanny Mej\u00eda, l\u00edder da emissora de paz. Para ele, n\u00e3o s\u00f3 o positivo deve ser destacado, mas tamb\u00e9m \u00e9 preciso focar no que as comunidades da regi\u00e3o precisam neste momento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"O que estamos fazendo \u00e9 o que chamamos de informa\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o\", disse Mej\u00eda \u00e0 <\/span><b>LJR<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Em busca de rotas de ajuda<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Jonathan Bock, diretor executivo da Funda\u00e7\u00e3o para a Liberdade de Imprensa (Flip), disse que a situa\u00e7\u00e3o dos jornalistas que cobrem Catatumbo pode ser definida como \"censura sutil\".<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o \u00e9 que em Catatumbo os jornalistas n\u00e3o possam sair em busca de informa\u00e7\u00e3o ou public\u00e1-las. Mas as restri\u00e7\u00f5es \u00e0 circula\u00e7\u00e3o, os pedidos de autoriza\u00e7\u00e3o para chegar a determinadas \u00e1reas ou para permanecer em sil\u00eancio sobre determinados assuntos foram normalizados, disse ele \u00e0 <\/span><b>LJR<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"H\u00e1 um controle permanente das informa\u00e7\u00f5es e de quem as publica\", disse Bock, referindo-se a essas permiss\u00f5es e \u00e0 companhia necess\u00e1ria. \"\u00c9 claro que estas s\u00e3o condi\u00e7\u00f5es completamente arriscadas e prejudiciais porque obviamente n\u00e3o h\u00e1 liberdade para poder contar v\u00e1rias coisas sobre o que est\u00e1 acontecendo\".<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Acontecimentos como os que a regi\u00e3o tem vivido nas \u00faltimas semanas chamaram a aten\u00e7\u00e3o nacional, o que de alguma forma protege os jornalistas que os cobrem, disse Bock. Contudo, o medo \u00e9 latente entre outros motivos porque n\u00e3o existem protocolos claros de atendimento aos jornalistas amea\u00e7ados e porque a busca por refer\u00eancias no passado para entender como cobrir esta viol\u00eancia n\u00e3o \u00e9 suficiente.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_113395\" style=\"width: 460px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-113395\" class=\"wp-image-113395\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/6f27e13c-579f-4fdf-8620-69b1282ced37-300x225.jpg\" alt=\"Hombre joven en una cabina de radio, sentado frente a una mesa usando aud\u00edfonos y un micr\u00f3fono sonriendo a la c\u00e1mara\" width=\"450\" height=\"338\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/6f27e13c-579f-4fdf-8620-69b1282ced37-300x225.jpg 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/6f27e13c-579f-4fdf-8620-69b1282ced37-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/6f27e13c-579f-4fdf-8620-69b1282ced37-768x576.jpg 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/6f27e13c-579f-4fdf-8620-69b1282ced37.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><p id=\"caption-attachment-113395\" class=\"wp-caption-text\">Miguel \u00c1ngel Santiago, diretor da emissora comunit\u00e1ria Teurama Est\u00e9reo, localizada no munic\u00edpio de Teorama, regi\u00e3o do Catatumbo, na Col\u00f4mbia. (Foto: Arquivo pessoal)<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O controle dos atores no passado estabeleceu uma esp\u00e9cie de \"regras\" que o jornalismo podia seguir. No entanto, as atuais gangues criminosas n\u00e3o as seguem, disse Bock. Isso fez com que C\u00facuta, capital do Norte de Santander, se tornasse a cidade que registra o maior n\u00famero de amea\u00e7as a jornalistas, <\/span><a href=\"https:\/\/flip.org.co\/pronunciamientos\/conflicto-en-el-catatumbo-silencia-y-pone-en-riesgo-a-la-prensa-local\"><span style=\"font-weight: 400;\">de acordo com a Flip<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> E dois dos tr\u00eas assassinatos de comunicadores ocorridos na Col\u00f4mbia em 2024 ocorreram nesse departamento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"Os jornalistas nos dizem que n\u00e3o sabem como responder a esta situa\u00e7\u00e3o. Muitas vezes a \u00fanica resposta que ouvem \u00e9 que \u00e9 melhor n\u00e3o falar, que \u00e9 melhor se autocensurar ou que \u00e9 melhor sair da cidade\", disse Bock.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Isto \u00e9 agravado pela falta de uma resposta estatal forte, disse Bock. Como ele disse, a <\/span><a href=\"https:\/\/www.mininterior.gov.co\/noticias\/presidente-gustavo-petro-sanciono-la-ley-de-la-paz-total\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">pol\u00edtica de paz total<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> promovida pelo Presidente Petro falhou ao n\u00e3o exigir que os grupos com quem negocia \"n\u00e3o utilizem nem transformem jornalistas em alvos militares, porque s\u00e3o eles, em \u00faltima an\u00e1lise, que est\u00e3o relatando o que est\u00e1 acontecendo\".<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Santiago, de Teorama, tamb\u00e9m pede mais aten\u00e7\u00e3o aos jornalistas que cobrem a regi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"Pensamos em todas as comunidades, mas tamb\u00e9m temos que pensar nos radialistas, nos locutores, nos jornalistas que seguem na zona e que de uma forma ou de outra tamb\u00e9m sofrem o flagelo do conflito armado\", disse Santiago. \"[Lembrar] que existimos, que tamb\u00e9m estamos aqui, que estamos trabalhando para que a comunidade se sinta informada e que \u00e9 uma tarefa que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil de fazer, mas que da mesma forma estamos aqui e continuamos avan\u00e7ando.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto dois grupos armados lutam pelo controle do tr\u00e1fico de drogas na regi\u00e3o de Catatumbo, os jornalistas locais enfrentam novos riscos ao cobrirem a viol\u00eancia que j\u00e1 deslocou 36 mil pessoas.<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":113301,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1219],"tags":[1396],"coauthors":[2741],"class_list":["post-113413","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-liberdade-de-imprensa-pt-br","tag-colombia-pt-br-2"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.3) - 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Higuera Fl\u00f3rez es una periodista colombiana con inter\u00e9s period\u00edstico es Am\u00e9rica Latina y los derechos humanos, particularmente el derecho a la libertad de expresi\u00f3n, as\u00ed como el periodismo de investigaci\u00f3n. Estudi\u00f3 Comunicaci\u00f3n Social \u2013 Periodismo en la Universidad Pontificia Bolivariana de Bucaramanga (Colombia), y recibi\u00f3 su maestr\u00eda en Periodismo en la Universidad de Texas, en Austin en 2015. Trabaj\u00f3 para la Relator\u00eda Especial para la Libertad de Expresi\u00f3n de la Comisi\u00f3n Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) en el marco de la beca Orlando Sierra, durante 2014. Tambi\u00e9n hizo parte del diario Vanguardia Liberal y escribi\u00f3 para otras revistas colombianas cubriendo fuentes locales, econ\u00f3micas y judiciales. Algunos de sus trabajos han aparecido en The Miami Herald y El Nuevo Herald de Miami. Silvia A. 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Higuera Fl\u00f3rez is a Colombian journalist interested in covering Latin American issues and human rights, especially the right to freedom of expression, and investigative journalism. She studied Social Communication and Journalism at Universidad Pontificia Bolivariana in Bucaramanga (Colombia), and received her Master's of Arts in Journalism from the University of Texas at Austin in 2015. She worked with the Office of the Special Rapporteur for Freedom of Expression of the Inter-American Commission on Human Rights (IACHR) under the Orlando Sierra fellowship during 2014. She also worked for the Colombian newspaper Vanguardia Liberal and wrote for different magazines about local, economic and public order issues. Her work has also appeared in The Miami Herald and El Nuevo Herald of Miami. Email: silvia.knightcenter@gmail.com Silvia A. Higuera Fl\u00f3rez es una periodista colombiana con inter\u00e9s period\u00edstico es Am\u00e9rica Latina y los derechos humanos, particularmente el derecho a la libertad de expresi\u00f3n, as\u00ed como el periodismo de investigaci\u00f3n. Estudi\u00f3 Comunicaci\u00f3n Social \u2013 Periodismo en la Universidad Pontificia Bolivariana de Bucaramanga (Colombia), y recibi\u00f3 su maestr\u00eda en Periodismo en la Universidad de Texas, en Austin en 2015. Trabaj\u00f3 para la Relator\u00eda Especial para la Libertad de Expresi\u00f3n de la Comisi\u00f3n Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) en el marco de la beca Orlando Sierra, durante 2014. Tambi\u00e9n hizo parte del diario Vanguardia Liberal y escribi\u00f3 para otras revistas colombianas cubriendo fuentes locales, econ\u00f3micas y judiciales. Algunos de sus trabajos han aparecido en The Miami Herald y El Nuevo Herald de Miami. Silvia A. Higuera Fl\u00f3rez \u00e9 uma jornalista colombiana e seu interesse jornal\u00edstico \u00e9 a Am\u00e9rica Latina e os direitos humanos, nomeadamente o direito \u00e0 liberdade de express\u00e3o. Estudou Comunica\u00e7\u00e3o Social \u2013 Jornalismo na Universidade Pontif\u00edcia Bolivariana de Bucaramanga, na Col\u00f4mbia e completou seu mestrado em jornalismo na Universidade do Texas em Austin. Silvia trabalhou na Relatoria para a Liberdade de Express\u00e3o da CIDH pela bolsa Orlando Sierra, em 2014. Trabalhou para o jornal Vanguardia Liberal e escreveu para outras revistas colombianas cobrindo temas locais, econ\u00f4micas e judici\u00e1rias. 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