{"id":142265,"date":"2025-09-09T21:34:33","date_gmt":"2025-09-10T02:34:33","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=142265"},"modified":"2025-09-10T16:14:36","modified_gmt":"2025-09-10T21:14:36","slug":"estima-se-que-mais-de-900-jornalistas-da-america-latina-estejam-reconstruindo-suas-vidas-e-carreiras-no-exilio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/estima-se-que-mais-de-900-jornalistas-da-america-latina-estejam-reconstruindo-suas-vidas-e-carreiras-no-exilio\/","title":{"rendered":"Estima-se que mais de 900 jornalistas da Am\u00e9rica Latina estejam reconstruindo suas vidas e carreiras no ex\u00edlio"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">De 2018 a 2024, cerca de 913 jornalistas de 15 pa\u00edses latino-americanos foram for\u00e7ados a se mudar para outros pa\u00edses para proteger suas vidas, sua seguran\u00e7a e a de suas fam\u00edlias. Uma grande parte acaba abandonando completamente a profiss\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esta estimativa vem do relat\u00f3rio rec\u00e9m-publicado <\/span><a href=\"https:\/\/proledi.ucr.ac.cr\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Informe-Voces-Desplazadas.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">\"Vozes Deslocadas: Radiografia do ex\u00edlio jornal\u00edstico latino-americano 2018-2024\"<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, cujos autores afirmam que esse n\u00famero representa uma ferida aberta nas democracias latino-americanas.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_142216\" style=\"width: 315px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-142216\" class=\" wp-image-142216\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Voces-Desplazadas-cover-230x300.png\" alt=\"Cover of the report &quot;Voces Desplazadas&quot;. (Photo: Screenshot)\" width=\"305\" height=\"398\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Voces-Desplazadas-cover-230x300.png 230w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Voces-Desplazadas-cover-787x1024.png 787w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Voces-Desplazadas-cover-768x1000.png 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Voces-Desplazadas-cover.png 988w\" sizes=\"auto, (max-width: 305px) 100vw, 305px\" \/><p id=\"caption-attachment-142216\" class=\"wp-caption-text\">Os n\u00fameros sobre o deslocamento de jornalistas na Am\u00e9rica Latina representam uma ferida aberta nas democracias da regi\u00e3o, segundo o relat\u00f3rio. (Foto: Captura de tela)<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"O fato de 15 pa\u00edses terem expulsado jornalistas pelo simples fato de fazerem seu trabalho revela que as democracias na Am\u00e9rica Latina est\u00e3o passando por um processo bastante significativo de eros\u00e3o\", disse \u00e0 <\/span><b>LatAm Journalism Review (LJR)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00d3scar Mario Jim\u00e9nez, pesquisador da Universidade da Costa Rica e coordenador de pesquisa do relat\u00f3rio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"Vozes Deslocadas\" foi desenvolvido colaborativamente pelo Programa de Liberdade de Express\u00e3o e Direito \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o (PROLEDI, na sigla em espanhol) da Universidade da Costa Rica, pela organiza\u00e7\u00e3o Fundamedios e pela C\u00e1tedra UNESCO em Comunica\u00e7\u00e3o e Participa\u00e7\u00e3o Cidad\u00e3 na Universidade Diego Portales do Chile, com apoio da UNESCO.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O relat\u00f3rio descobriu que Venezuela, Nicar\u00e1gua e Cuba s\u00e3o os pa\u00edses dos quais mais jornalistas fogem, representando 92% dos deslocamentos na regi\u00e3o. Por outro lado, Argentina, Chile, Col\u00f4mbia, Costa Rica, Estados Unidos, Espanha e M\u00e9xico s\u00e3o os pa\u00edses que mais recebem jornalistas deslocados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, o documento constatou que as duas principais raz\u00f5es para o deslocamento internacional de jornalistas s\u00e3o a persegui\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e as amea\u00e7as do crime organizado ou de atores corruptos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"Percebemos que [o deslocamento for\u00e7ado de jornalistas] era um fen\u00f4meno em crescimento e que havia afetado v\u00e1rios pa\u00edses, mas faltava uma perspectiva regional\", disse Jim\u00e9nez. \"Isso \u00e9 como uma primeira tentativa de ter essa radiografia com uma vis\u00e3o mais global do fen\u00f4meno na Am\u00e9rica Latina\".<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O n\u00famero de 913 jornalistas deslocados \u00e9 uma estimativa obtida a partir de uma metodologia que incluiu entrevistas com organiza\u00e7\u00f5es, pesquisas digitais e grupos focais com jornalistas no ex\u00edlio. No entanto, Jim\u00e9nez disse que o n\u00famero real certamente \u00e9 mais alto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"Estamos absolutamente certos de que s\u00e3o mais de 913 jornalistas [deslocados]\", disse. \"Muitos jornalistas n\u00e3o reportam [sua sa\u00edda] a nenhuma organiza\u00e7\u00e3o, e os Estados n\u00e3o mant\u00eam um registro das pessoas que saem ou das pessoas que entram\".<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O relat\u00f3rio classificou os pa\u00edses latino-americanos de acordo com a quantidade de jornalistas expulsos. Na lideran\u00e7a, com o maior n\u00famero de deslocamentos for\u00e7ados, est\u00e3o Venezuela, Nicar\u00e1gua e Cuba. Em seguida v\u00eam Guatemala, Equador, El Salvador, Haiti e M\u00e9xico. Depois aparecem Col\u00f4mbia, Bol\u00edvia, Honduras, Peru, Chile, Paraguai e Argentina. Por fim, Belize, Costa Rica, Panam\u00e1, Rep\u00fablica Dominicana, Porto Rico, Uruguai e Brasil s\u00e3o pa\u00edses onde n\u00e3o foram registradas sa\u00eddas for\u00e7adas de jornalistas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No entanto, desde o fechamento da pesquisa at\u00e9 hoje, a situa\u00e7\u00e3o do deslocamento de jornalistas se agravou por diversos fatores, disse Jim\u00e9nez. Entre eles est\u00e3o <\/span><a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/como-politicas-imigracao-trump-afetam-jornalistas-latino-americanos\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">a elimina\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos do \"parole humanit\u00e1rio\"<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> que o pa\u00eds concedia a venezuelanos, cubanos, nicaraguenses e haitianos, e a consolida\u00e7\u00e3o da <\/span><a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/o-exodo-de-jornalistas-em-el-salvador-sinaliza-o-avanco-autoritario-de-bukele\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">guinada autorit\u00e1ria do presidente Nayib Bukele em El Salvador<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, cujas mudan\u00e7as constitucionais aceleraram o sufocamento do jornalismo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"El Salvador, que em dezembro de 2024 estava na categoria de pa\u00eds com sa\u00edda moderada, subiu um patamar na categoriza\u00e7\u00e3o que fizemos, porque apenas nos \u00faltimos tr\u00eas meses a Associa\u00e7\u00e3o de Jornalistas de El Salvador (APES) indicou que sa\u00edram aproximadamente 40 ou 50 comunicadores do pa\u00eds\", disse Jim\u00e9nez.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A principal consequ\u00eancia do deslocamento for\u00e7ado de jornalistas \u00e9 que vai diminuindo o acesso dos cidad\u00e3os de seus pa\u00edses a informa\u00e7\u00f5es precisas e oportunas dentro de seus pr\u00f3prios pa\u00edses, concluiu o relat\u00f3rio. A maioria de um grupo de 98 jornalistas no ex\u00edlio que responderam a uma pesquisa para o estudo mencionou que sair de seu pa\u00eds significou a cria\u00e7\u00e3o de um v\u00e1cuo informativo, disse Jim\u00e9nez.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"Come\u00e7am a surgir desertos de informa\u00e7\u00e3o onde n\u00e3o se fala de alguns temas, n\u00e3o se abordam algumas tem\u00e1ticas, n\u00e3o se apontam algumas problem\u00e1ticas, o que no final acaba afetando a pr\u00f3pria democracia\", disse.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Muitos obst\u00e1culos no caminho<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com apenas 100 d\u00f3lares, uma mochila pequena com roupas e sem conhecer ningu\u00e9m, o jornalista V\u00edctor Manuel P\u00e9rez chegou \u00e0 Costa Rica em agosto de 2018, fugindo de sua Nicar\u00e1gua natal. Sua m\u00e3e havia implorado para que ele deixasse o pa\u00eds diante da investida da ditadura de Daniel Ortega contra a imprensa durante a chamada <\/span><a href=\"https:\/\/www.amnesty.org\/es\/latest\/press-release\/2018\/10\/nicaragua-uso-letal-de-fuerza-operacion-limpieza\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">\"Opera\u00e7\u00e3o Limpeza\"<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, uma onda de repress\u00e3o contra protestos sociais que surgiram naquele ano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ap\u00f3s sua chegada \u00e0 Costa Rica, P\u00e9rez enfrentou a maioria dos principais desafios para exercer o jornalismo no ex\u00edlio que o \"Vozes Deslocadas\" documentou: obter status legal; enfrentar rejei\u00e7\u00e3o e xenofobia; riscos \u00e0 seguran\u00e7a das fontes em campo; riscos \u00e0 seguran\u00e7a pessoal e da fam\u00edlia; e superar obst\u00e1culos legais e profissionais para exercer a profiss\u00e3o.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_142233\" style=\"width: 665px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-142233\" class=\" wp-image-142233\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Grafica-Voces-Desplazadas-300x221.png\" alt=\"Map of Latin America showing the number of displaced journalists by country. (Photo: Voces \" width=\"655\" height=\"482\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Grafica-Voces-Desplazadas-300x221.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Grafica-Voces-Desplazadas-1024x753.png 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Grafica-Voces-Desplazadas-768x565.png 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Grafica-Voces-Desplazadas.png 1490w\" sizes=\"auto, (max-width: 655px) 100vw, 655px\" \/><p id=\"caption-attachment-142233\" class=\"wp-caption-text\">Jornalistas deslocados da Venezuela, Nicar\u00e1gua e Cuba representam mais de 92% do total de jornalistas latino-americanos no ex\u00edlio, segundo o relat\u00f3rio. (Foto: Reportagem \"Voces despachados: radiograf\u00eda del exilio period\u00edstico latinoamericano\")<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Depois de pular de uma hospedagem a outra at\u00e9 se estabelecer em um quarto compartilhado com oito pessoas, P\u00e9rez se deparou com complica\u00e7\u00f5es para formalizar seu status de refugiado. Teve que fazer fila todos os dias de madrugada durante uma semana apenas para conseguir marcar uma consulta para fazer sua solicita\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"Eu ia das 3 da manh\u00e3 at\u00e9 \u00e0s 10h, quando fechavam, e tive que ir por pelo menos uma semana seguida, porque nunca havia vaga\", disse P\u00e9rez \u00e0 <\/span><b>LJR<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. \"Em setembro [de 2018] solicitei o ref\u00fagio. Eles me deram uma entrevista de elegibilidade para 2026, que \u00e9 a entrevista para determinar se voc\u00ea receber\u00e1 ou n\u00e3o ref\u00fagio.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Gra\u00e7as \u00e0s suas habilidades investigativas, P\u00e9rez se informou e entrou com um recurso de amparo. Cinco anos depois, em 2023, obteve o status de refugiado. No entanto, nesses cinco anos de espera esteve limitado para realizar quase qualquer atividade, desde sair do pa\u00eds, at\u00e9 abrir uma conta banc\u00e1ria e, claro, trabalhar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Contudo, assim que p\u00f4de, P\u00e9rez retomou sua atividade jornal\u00edstica. Com quatro colegas que conheceu no ex\u00edlio criou <\/span><a href=\"https:\/\/republica18.com\/quienes-somos\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">o meio digital Rep\u00fablica 18<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Juntos informavam sobre a crise na Nicar\u00e1gua. Depois, durante a pandemia, fundou o <\/span><a href=\"https:\/\/www.intertextualnic.com\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Intertextual<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, um projeto digital sobre tem\u00e1ticas LGBT+, no qual trabalha at\u00e9 hoje.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em conson\u00e2ncia com os achados do relat\u00f3rio \"Vozes Deslocadas\", P\u00e9rez disse que a seguran\u00e7a de seus colegas e suas fontes na Nicar\u00e1gua tem sido uma de suas principais dificuldades. Isso levou seu ve\u00edculo a expandir sua cobertura para outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Central.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"As fontes [na Nicar\u00e1gua] n\u00e3o est\u00e3o dando entrevistas t\u00e3o p\u00fablicas. S\u00e3o muito poucas as fontes que ainda se atrevem a falar de maneira p\u00fablica ou fornecer seu nome\", disse P\u00e9rez. \"Por uma quest\u00e3o editorial, pelas pessoas que ainda continuam dentro da Nicar\u00e1gua, mesmo que elas nos digam seu nome, para n\u00e3o exp\u00f4-las, criamos um pseud\u00f4nimo ou as mantemos no anonimato\".<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A persegui\u00e7\u00e3o transnacional e da fam\u00edlia no pa\u00eds de origem, outro dos desafios identificados no relat\u00f3rio, foi um dos desafios enfrentados por uma jornalista exilada que pediu para ser identificada como \u00c2ngela. Origin\u00e1ria de um pa\u00eds latino-americano com regime autorit\u00e1rio, Angela deixou seu pa\u00eds em 2018 devido \u00e0 estigmatiza\u00e7\u00e3o e pris\u00e3o que seus colegas enfrentavam.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com muito esfor\u00e7o conseguiu continuar trabalhando em sua profiss\u00e3o em poucos meses, primeiro na \u00e1rea de comunica\u00e7\u00e3o de uma funda\u00e7\u00e3o e depois em alguns ve\u00edculos feministas. Mas logo percebeu que a persegui\u00e7\u00e3o contra ele continuava por meio do ass\u00e9dio \u00e0 sua fam\u00edlia em seu pa\u00eds de origem.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_142206\" style=\"width: 470px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-142206\" class=\" wp-image-142206\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Victor-Manuel-Perez-1-300x201.png\" alt=\"Nicaraguan journalist V\u00edctor Manuel P\u00e9rez during a live broadcast. (Photo: Screenshot of Intersexual YouTube channel)\" width=\"460\" height=\"308\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Victor-Manuel-Perez-1-300x201.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Victor-Manuel-Perez-1-768x515.png 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Victor-Manuel-Perez-1-507x340.png 507w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Victor-Manuel-Perez-1-350x234.png 350w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Victor-Manuel-Perez-1.png 1014w\" sizes=\"auto, (max-width: 460px) 100vw, 460px\" \/><p id=\"caption-attachment-142206\" class=\"wp-caption-text\">V\u00edctor Manuel P\u00e9rez \u00e9 um exemplo de jornalista que consegue lan\u00e7ar seus pr\u00f3prios projetos jornal\u00edsticos no ex\u00edlio: ele foi cofundador dos ve\u00edculos digitais Rep\u00fablica 18 e Intertextual. (Foto: Captura de tela do canal Intersexual no YouTube)<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"O nosso medo, e isso muitos jornalistas exilados podem te dizer, \u00e9 que, mesmo estando fora, h\u00e1 repress\u00e3o contra nossas fam\u00edlias que est\u00e3o dentro\", disse \u00c2ngela \u00e0 <\/span><b>LJR<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. \"No in\u00edcio, eu n\u00e3o temia, apurava, me identificava, meu rosto aparecia e tudo, mas parei de fazer isso porque o ass\u00e9dio \u00e9 muito forte para a fam\u00edlia\".<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tanto para \u00c2ngela quanto para P\u00e9rez, outro dos maiores desafios tem sido alcan\u00e7ar a sustentabilidade financeira. Ambos concordam que o custo de vida nos pa\u00edses que os receberam \u00e9 consideravelmente mais alto que em seus locais de origem, por isso tiveram que desempenhar atividades paralelas ao jornalismo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"A Costa Rica custa o dobro \u2013e posso me atrever a dizer que \u00e0s vezes o triplo\u2013 do que a Nicar\u00e1gua. E com o sal\u00e1rio que ganh\u00e1vamos na Nicar\u00e1gua, aqui na Costa Rica n\u00e3o conseguimos viver\", disse P\u00e9rez. \"Eu tenho que fazer outras coisas para poder sobreviver\".<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nas horas livres, o jornalista \u00e9 motorista de Uber e faz fotos e v\u00eddeos em eventos sociais. Da mesma forma, \u00c2ngela disse que teve que aceitar empregos como limpar sal\u00f5es de beleza e embalar p\u00e3o.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Abandonar para sobreviver<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Desde que vive no ex\u00edlio, toda vez que o jornalista esportivo Diobert Tocuyo assiste a uma partida de futebol ou basquete, a nostalgia o invade ao pensar que poderia estar cobrindo o jogo em vez de se limitar a ser espectador.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Desde que chegou ao Chile em 2018, fugindo das condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias de sua Venezuela natal, ele n\u00e3o conseguiu retornar ao jornalismo, apesar de agora ter resid\u00eancia legal em seu pa\u00eds de destino.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os baixos sal\u00e1rios do jornalismo no Chile e ter perdido seu diploma profissional venezuelano for\u00e7aram Tocuyo a abandonar a busca por emprego em sua \u00e1rea e aceitar um cargo administrativo em um centro de podologia. Sua esposa, tamb\u00e9m jornalista, tamb\u00e9m n\u00e3o conseguiu se colocar profissionalmente nos meios de comunica\u00e7\u00e3o, e trabalha em uma loja de produtos para camping.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"Como jornalista n\u00e3o consegui arrumar trabalho. Por um lado ficou dif\u00edcil e por outro, os sal\u00e1rios n\u00e3o s\u00e3o muito atrativos\", disse Tocuyo \u00e0 <\/span><b>LJR<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. \"Fiquei fora do jornalismo, tendo em vista que nos trabalhos para os quais tive a oportunidade de ser entrevistado, os sal\u00e1rios s\u00e3o muito inferiores ao que eu ganho\".<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como Tocuyo, grande parte dos jornalistas deslocados acaba abandonando a profiss\u00e3o por fatores como dificuldades para formalizar sua situa\u00e7\u00e3o migrat\u00f3ria, impossibilidade de validar suas credenciais e as complexidades de empreender seus pr\u00f3prios projetos jornal\u00edsticos, de acordo com \"Vozes Deslocadas\".<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O relat\u00f3rio identificou tr\u00eas principais situa\u00e7\u00f5es profissionais dos jornalistas latino-americanos deslocados: os que conseguem se adaptar profissionalmente no ex\u00edlio, os que empreendem com dificuldade e os que abandonam a pr\u00e1tica profissional.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"Parece que a tend\u00eancia \u00e9 que a maioria dos jornalistas que vai para o ex\u00edlio, aqueles que n\u00e3o conseguem essa sustentabilidade, que \u00e9 um grupo muito reduzido, tentam empreender\", disse Jim\u00e9nez. \"Em alguns casos fazem isso por um ou dois anos, mas no longo prazo acabam deixando a pr\u00e1tica profissional\".<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na pesquisa digital realizada para o relat\u00f3rio, 32 dos 98 participantes indicaram ter abandonado sua pr\u00e1tica jornal\u00edstica, contra 64 que continuam trabalhando como jornalistas. No entanto, a maioria dos que continuam na profiss\u00e3o, faz isso sem remunera\u00e7\u00e3o adequada, ou at\u00e9 mesmo de forma volunt\u00e1ria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar das dificuldades de sustentabilidade, P\u00e9rez e \u00c2ngela concordam que, embora tenham considerado abandonar o jornalismo, sua voca\u00e7\u00e3o para informar \u00e9 mais forte.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cAcredite, eu me fa\u00e7o a mesma pergunta todos os dias: 'Por que ainda estou fazendo isso?' Fazer jornalismo no ex\u00edlio realmente n\u00e3o \u00e9 algo de que se possa viver\", disse P\u00e9rez. \"Mas creio que tenho uma convic\u00e7\u00e3o. Acredito que apurar vai al\u00e9m de apenas escrever. \u00c9 sentir que voc\u00ea est\u00e1 contribuindo com algo para a sociedade.\"<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_142199\" style=\"width: 435px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-142199\" class=\" wp-image-142199\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Diobert-Tocuyo-300x201.png\" alt=\"Venezuelan Journalist (iz\" width=\"425\" height=\"285\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Diobert-Tocuyo-300x201.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Diobert-Tocuyo-768x515.png 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Diobert-Tocuyo-507x340.png 507w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Diobert-Tocuyo-350x234.png 350w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Diobert-Tocuyo.png 1014w\" sizes=\"auto, (max-width: 425px) 100vw, 425px\" \/><p id=\"caption-attachment-142199\" class=\"wp-caption-text\">O jornalista venezuelano Diobert Tocuyo (\u00e0 esquerda) sente falta de cobrir eventos esportivos. Desde que foi for\u00e7ado a se mudar para o Chile, ele n\u00e3o consegue exercer sua profiss\u00e3o. (Foto: Cortesia de Diobert Tocuyo)<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A partir das entrevistas e grupos focais, os autores do relat\u00f3rio identificaram tr\u00eas narrativas principais sobre o que significa fazer jornalismo no ex\u00edlio: uns veem como uma forma de ativismo democr\u00e1tico, outros como um mecanismo para preservar a mem\u00f3ria hist\u00f3rica, e outros ainda como uma maneira de lidar com a tristeza e o deslocamento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Enquanto P\u00e9rez sente que sua persist\u00eancia para continuar informando sobre a diversidade sexual no ex\u00edlio tem mais a ver como uma forma de ativismo, \u00c2ngela se identifica com a ideia de que seu trabalho \u00e9 uma maneira de contribuir para a mem\u00f3ria hist\u00f3rica de seu pa\u00eds, sobretudo em quest\u00f5es do feminismo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"Sou jornalista de cora\u00e7\u00e3o. Tenho isso assim, \u00e0 flor da pele, o buscar a informa\u00e7\u00e3o, o compartilh\u00e1-la\", disse \u00c2ngela. \"E sim, acredito que as coisas precisam estar l\u00e1, em algum lugar, escritas, ou numa foto. T\u00eam que ficar registradas na hist\u00f3ria para que n\u00e3o nos esque\u00e7amos delas\".<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um novo relat\u00f3rio aponta que esses jornalistas enfrentam desafios migrat\u00f3rios e precariedade econ\u00f4mica, o que leva muitos a abandonar a profiss\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":19,"featured_media":142213,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[2075],"tags":[1575],"coauthors":[2753],"class_list":["post-142265","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-reportagens-especiais","tag-exilio-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.4) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Estima-se que mais de 900 jornalistas da Am\u00e9rica Latina estejam reconstruindo suas vidas e carreiras no ex\u00edlio - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Estima-se que mais de 900 jornalistas da Am\u00e9rica Latina estejam reconstruindo suas vidas e carreiras no ex\u00edlio Reportagens Especiais. 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