{"id":165764,"date":"2026-04-28T14:11:39","date_gmt":"2026-04-28T19:11:39","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=165764"},"modified":"2026-04-28T14:43:42","modified_gmt":"2026-04-28T19:43:42","slug":"ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/","title":{"rendered":"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Cec\u00edlia Olliveira, jornalista, foi <\/span><a href=\"https:\/\/www12.senado.leg.br\/radio\/1\/noticia\/2026\/03\/24\/na-cpi-do-crime-especialista-defende-combate-a-infiltracao-de-criminosos-na-politica-e-policia\"><span style=\"font-weight: 400;\">recentemente chamada para uma oitiva na Comiss\u00e3o Parlamentar de Inqu\u00e9rito do Crime Organizado<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, no Senado Brasileiro. O objetivo era ouvir a rep\u00f3rter sobre estrat\u00e9gias para conter o avan\u00e7o das fac\u00e7\u00f5es e das <\/span><a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/uma-jornalista-analisa-a-ascensao-das-milicias-do-rio-de-janeiro-e-por-que-as-pessoas-se-juntam-a-elas\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">mil\u00edcias no Brasil<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Durante a <\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=CMVDfAU6Ucw\"><span style=\"font-weight: 400;\">entrevista<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> aos senadores, Olliveira explicou seus posicionamentos sobre a integra\u00e7\u00e3o entre as pol\u00edcias, o combate aos bra\u00e7os econ\u00f4mico e pol\u00edtico do crime, al\u00e9m da obrigatoriedade do uso de c\u00e2meras corporais em a\u00e7\u00f5es policiais.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 mais de 20 anos Olliveira cobre seguran\u00e7a p\u00fablica no Brasil, escrevendo <\/span><a href=\"https:\/\/www.intercept.com.br\/2019\/12\/16\/rio-municoes-balas-eua-bosnia-russia-guerra-fria\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">reportagens de impacto<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, escrevendo <\/span><a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Como-nasce-miliciano-criminosa-cresceu\/dp\/6585984498\"><span style=\"font-weight: 400;\">livros<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> \u2014 e ajudando a pesquisar <\/span><a href=\"https:\/\/theintercept.com\/2017\/09\/25\/rocinha-favela-rio-de-janeiro-violence\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">outros<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> \u2014 dando entrevistas no <\/span><a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/ilustrissima\/2025\/06\/o-que-leva-policiais-a-se-tornarem-milicianos-segundo-cecilia-olliveira.shtml\"><span style=\"font-weight: 400;\">Brasil<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e no <\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=GJx3iqDDszw&amp;rco=1\"><span style=\"font-weight: 400;\">exterior<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e, ajudando a pautar o tema no pa\u00eds onde a seguran\u00e7a \u00e9 uma das maiores\u00a0 preocupa\u00e7\u00f5es do cidad\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mineira radicada no Rio de Janeiro, a rep\u00f3rter tamb\u00e9m \u00e9 co-fundadora do The Intercept Brasil e fundadora do Instituto Fogo Cruzado, que mant\u00e9m um banco de dados abertos sobre a viol\u00eancia armada da Am\u00e9rica Latina.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como parte da s\u00e9rie 5 perguntas, <\/span><b>LatAm Journalism Review (LJR)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> conversou com Olliveira sobre sua cobertura extensa de seguran\u00e7a p\u00fablica, as limita\u00e7\u00f5es e idiossincrasias desta especialidade, projetos paralelos como o Fogo Cruzado e as costuras entre crime e poder que permeiam o Brasil. A entrevista foi editada para maior concis\u00e3o e clareza.<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><b> Voc\u00ea recentemente esteve na CPI do crime organizado. O que estar no centro do poder te faz entender sobre as din\u00e2micas criminais e suas liga\u00e7\u00f5es com a pol\u00edtica?<\/b><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Estar em Bras\u00edlia para um debate como este refor\u00e7a algo que eu venho mostrando tanto no meu trabalho jornal\u00edstico quanto no livro \u201c<\/span><a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/uma-jornalista-analisa-a-ascensao-das-milicias-do-rio-de-janeiro-e-por-que-as-pessoas-se-juntam-a-elas\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Como nasce um miliciano<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d, n\u00e3o existe separa\u00e7\u00e3o real entre crime organizado e pol\u00edtica no Brasil \u2014 o que existe \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o estrutural entre eles. No livro, eu parto justamente dessa ideia de que a linha entre Estado e crime vai se dissolvendo ao longo do tempo, at\u00e9 o ponto em que eles passam a operar de forma entrela\u00e7ada, em um novo modo de funcionamento. Por isso frisei que a mil\u00edcia n\u00e3o \u00e9 um \u201cpoder paralelo\u201d. Ela \u00e9 o pr\u00f3prio Estado operando em benef\u00edcio de grupos criminosos, muitas vezes com participa\u00e7\u00e3o direta de agentes p\u00fablicos e de pessoas eleitas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E isso se traduz em uma falta de a\u00e7\u00e3o que afeta todo o pa\u00eds de forma muito tr\u00e1gica e dolorosa. A CPI revelou \u2014 mais uma vez \u2014 que n\u00e3o \u00e9 falta de informa\u00e7\u00e3o sobre o crime, mas a dificuldade (ou falta de interesse) de transformar esse conhecimento em pol\u00edtica p\u00fablica que nos trouxe at\u00e9 aqui.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em minha fala de abertura na sess\u00e3o, frisei que o Brasil investiga h\u00e1 d\u00e9cadas o crime organizado, produz diagn\u00f3sticos, levanta dados \u2014 mas n\u00e3o age sobre eles. Pontuei, inclusive, que hoje estamos lidando com as consequ\u00eancias destas omiss\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O fim deprimente da CPI \u2014<\/span><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/politica\/noticia\/2026-04\/relatorio-final-da-cpi-do-crime-organizado-e-rejeitado\"><span style=\"font-weight: 400;\">que acabou em meio a jogadas pol\u00edticas muito baixas, com troca de membros e rejei\u00e7\u00e3o do texto final<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> \u2014 deixa claro que n\u00e3o h\u00e1 interesse em resolver o problema, mas apenas o usar como plataforma pol\u00edtica para angariar votos e barganhar poder.<\/span><\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><b> Como voc\u00ea acha que \u00e9 poss\u00edvel descentralizar o jornalismo de crime e seguran\u00e7a p\u00fablica do Sudeste?<\/b><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A centraliza\u00e7\u00e3o do jornalismo no Sudeste n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 geogr\u00e1fica, \u00e9 tamb\u00e9m epistemol\u00f3gica. A forma como o Brasil entende crime e seguran\u00e7a p\u00fablica ainda \u00e9 muito moldada por experi\u00eancias do Rio e de S\u00e3o Paulo, que acabam sendo tratadas como padr\u00e3o nacional. O problema \u00e9 que isso invisibiliza din\u00e2micas completamente diferentes. O Norte e o Nordeste, por exemplo, t\u00eam rotas internacionais, disputas territoriais e econ\u00f4micas ilegais que operam em outra escala e l\u00f3gica. Quando essas regi\u00f5es n\u00e3o t\u00eam cobertura estruturada, o pa\u00eds inteiro perde capacidade de compreender o fen\u00f4meno.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Descentralizar passa, primeiro, por redistribui\u00e7\u00e3o de recursos, financiamento, bolsas, editais, reda\u00e7\u00f5es regionais fortalecidas. Mas passa tamb\u00e9m por reconhecer que o conhecimento j\u00e1 existe fora dos grandes centros. N\u00e3o se trata de \u201clevar jornalismo\u201d, mas de parar de ignorar quem j\u00e1 est\u00e1 produzindo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Fogo Cruzado, quando se expande para monitorar outras cidades, mostra isso: quando voc\u00ea cria infraestrutura de dados, voc\u00ea n\u00e3o s\u00f3 melhora a cobertura \u2014 voc\u00ea muda quem pode produzir essa cobertura. Dados abertos s\u00e3o uma ferramenta de descentraliza\u00e7\u00e3o. E, por fim, h\u00e1 uma quest\u00e3o editorial. Enquanto o jornalismo continuar reagindo a crises e n\u00e3o estruturando cobertura cont\u00ednua, ele vai continuar concentrado. E aqui entramos na seara de um outro debate, sobre sucateamento de reda\u00e7\u00f5es e da profiss\u00e3o - que tem grande impacto no tipo de cobertura que temos, especialmente fora do sudeste, muitas vezes considerados \u201cmuito caros\u201d e\/ou de \u201cpouca relev\u00e2ncia\".\u00a0<\/span><\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><b> Como a experi\u00eancia \u00e0 frente do Fogo Cruzado te ajudou no seu jornalismo e como o seu jornalismo ajudou na sua trajet\u00f3ria no Fogo Cruzado?<\/b><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Fogo Cruzado nasce de um inc\u00f4modo profundamente jornal\u00edstico: a percep\u00e7\u00e3o de que a gente estava narrando viol\u00eancia sem conseguir dimension\u00e1-la.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No jornalismo tradicional, voc\u00ea muitas vezes trabalha com casos \u2014 e casos t\u00eam uma pot\u00eancia narrativa enorme, mas eles tamb\u00e9m podem distorcer a percep\u00e7\u00e3o se n\u00e3o forem contextualizados. O Fogo Cruzado me deu escala. Me obrigou a olhar padr\u00e3o, recorr\u00eancia, territ\u00f3rio, temporalidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Isso muda completamente a forma de apurar e de escrever. Voc\u00ea deixa de perguntar s\u00f3 \u201co que aconteceu?\u201d e passa a perguntar \u201cpor que isso continua acontecendo?\u201d e \u201cquem se beneficia dessa continuidade?\u201d Ao mesmo tempo, o jornalismo foi essencial para o Fogo Cruzado n\u00e3o virar s\u00f3 uma plataforma de dados. Dados n\u00e3o se traduzem sozinhos. Eles precisam ser interpretados, tensionados, colocados em disputa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O que eu fa\u00e7o \u00e9 justamente essa ponte: transformar dado em narrativa p\u00fablica. E, ao mesmo tempo, usar a narrativa para pressionar por uso desses dados em pol\u00edticas p\u00fablicas. \u00c9 uma rela\u00e7\u00e3o de retroalimenta\u00e7\u00e3o que se traduz na maior base de dados sobre viol\u00eancia armada da Am\u00e9rica Latina, aberta para jornalistas, pesquisadores, gestores e para quem tem interesse entender melhor porque as coisas s\u00e3o como s\u00e3o.<\/span><\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li><b> Qual voc\u00ea acha que \u00e9 o caminho para que o jornalismo passe a tratar crime como uma pauta de direitos humanos e n\u00e3o como assunto de pol\u00edcia?<\/b><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O primeiro passo \u00e9 romper com a ideia de que seguran\u00e7a p\u00fablica \u00e9 um tema t\u00e9cnico restrito \u00e0s for\u00e7as policiais. Isso n\u00e3o \u00e9 verdade \u2014 seguran\u00e7a p\u00fablica \u00e9, antes de tudo, uma agenda de direitos. Quando uma escola fecha por causa de opera\u00e7\u00e3o, isso \u00e9 educa\u00e7\u00e3o. Quando uma pessoa n\u00e3o consegue circular pela cidade porque as ruas est\u00e3o fechadas por causa de tiroteio, isso \u00e9 mobilidade. Quando uma fam\u00edlia vive sob amea\u00e7a constante, isso \u00e9 sa\u00fade mental. O crime n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 um evento \u2014 \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o que reorganiza a vida das pessoas. O problema \u00e9 que o jornalismo ainda opera muito preso \u00e0 l\u00f3gica da ocorr\u00eancia: o que aconteceu, quem morreu, quem foi preso. Isso reduz o fen\u00f4meno e, muitas vezes, reproduz a narrativa oficial. O \u201cpor que\u201d fica para tr\u00e1s, escondido no simplismo que a urg\u00eancia dos nossos dias demanda.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mudar isso passa por tr\u00eas coisas: ampliar fontes, mudar linguagem e aprofundar contexto. Ampliar fontes significa ouvir quem vive o impacto da viol\u00eancia \u2014 e n\u00e3o s\u00f3 quem a combate. Mudar a linguagem significa parar de tratar determinadas popula\u00e7\u00f5es como suspeitas permanentes e revitimizar pessoas. E aprofundar o contexto significa mostrar que o crime est\u00e1 ligado a pol\u00edticas p\u00fablicas, economia, desigualdade, racismo. E isso n\u00e3o \u00e9 simples. Exige debate sobre as prioridades do jornalismo, de sua fun\u00e7\u00e3o social e de como est\u00e1 atrelado ao modelo de neg\u00f3cios e interesses individuais de propriet\u00e1rios de ve\u00edculos, que n\u00e3o raro, s\u00e3o pessoas com cargos eletivos ou de fam\u00edlias com tradi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica na pol\u00edtica.<\/span><\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li><b> Voc\u00ea tem uma presen\u00e7a razoavelmente forte em redes sociais, com mais de 75 mil seguidores no Instagram, quase 200 mil no X, 16 mil no Tik Tok e quase 10 mil no Linkedin. Isso foi algo natural ou desenvolvido?<\/b><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foi um processo \u2014 e, na verdade, uma necessidade. Eu estava h\u00e1 pouco tempo na profiss\u00e3o quando o Twitter se consolidou no Brasil. Para mim, que estava de mudan\u00e7a para o Rio, foi essencial para fazer novas fontes. Ali tamb\u00e9m era o lugar primordial para que suas mat\u00e9rias alcan\u00e7assem maior visibilidade, chegasse a um p\u00fablico muito maior. Antes de se tornar um lugar com tanto discurso extremista, o Twitter foi uma plataforma muito importante de debates e trocas de ideias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Durante muito tempo, o jornalismo investigativo falou principalmente para p\u00fablicos j\u00e1 convencidos ou especializados. S\u00f3 que, quando voc\u00ea trabalha com seguran\u00e7a p\u00fablica, voc\u00ea percebe que existe uma disputa muito forte de narrativa no espa\u00e7o p\u00fablico \u2014 e que, muitas vezes, as explica\u00e7\u00f5es mais simplistas ganham porque s\u00e3o mais f\u00e1ceis de circular.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As redes sociais surgem como um espa\u00e7o de interven\u00e7\u00e3o nisso. N\u00e3o no sentido de simplificar o conte\u00fado, mas de torn\u00e1-lo acess\u00edvel sem perder complexidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os v\u00eddeos, por exemplo, s\u00e3o uma tentativa de traduzir temas que s\u00e3o densos \u2014 como pol\u00edtica de seguran\u00e7a \u2014 em uma linguagem direta, quase did\u00e1tica. \u00c9 um exerc\u00edcio constante de s\u00edntese, mas isso n\u00e3o veio pronto. Foi aprendizado de linguagem, de formato, de ritmo. E tamb\u00e9m um entendimento de que presen\u00e7a p\u00fablica tem custo \u2014 exposi\u00e7\u00e3o, ataques, tentativa de deslegitima\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Hoje, eu vejo as redes como extens\u00e3o do meu trabalho jornal\u00edstico. N\u00e3o substituem a investiga\u00e7\u00e3o, n\u00e3o substituem a reportagem, mas ampliam o alcance e, principalmente, permitem disputar interpreta\u00e7\u00e3o e contribuir com o debate.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s 20 anos cobrindo a \u00e1rea de seguran\u00e7a p\u00fablica, a jornalista Cec\u00edlia Oliveira afirma que o problema n\u00e3o \u00e9 a informa\u00e7\u00e3o, mas sim a vontade pol\u00edtica.<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":165765,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[2382],"tags":[2861],"coauthors":[3011],"class_list":["post-165764","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-5-perguntas","tag-brasil-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.4) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria 5 Perguntas. Latin American Journalism Review by The Knight Center at The University of Texas at Austin.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria 5 Perguntas. Latin American Journalism Review by The Knight Center at The University of Texas at Austin.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"LatAm Journalism Review by the Knight Center\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-04-28T19:11:39+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-04-28T19:43:42+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Cinco-Perguntas-PT-Cecilia-Olliveira-1.png\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"507\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"340\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Leonardo Coelho\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@leocoelho_jor\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@LatAmJournalism\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Leonardo Coelho\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"8 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/articles\\\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/articles\\\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Leonardo Coelho\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/f47036559b61d1b3f9413646be45dc85\"},\"headline\":\"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria\",\"datePublished\":\"2026-04-28T19:11:39+00:00\",\"dateModified\":\"2026-04-28T19:43:42+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/articles\\\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\\\/\"},\"wordCount\":1708,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/articles\\\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/04\\\/Cinco-Perguntas-PT-Cecilia-Olliveira-1.png\",\"keywords\":[\"Brasil\"],\"articleSection\":[\"5 Perguntas\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/articles\\\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/articles\\\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\\\/\",\"name\":\"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria - LatAm Journalism Review by the Knight Center\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/articles\\\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/articles\\\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/04\\\/Cinco-Perguntas-PT-Cecilia-Olliveira-1.png\",\"datePublished\":\"2026-04-28T19:11:39+00:00\",\"dateModified\":\"2026-04-28T19:43:42+00:00\",\"description\":\"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria 5 Perguntas. Latin American Journalism Review by The Knight Center at The University of Texas at Austin.\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/articles\\\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/articles\\\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/articles\\\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/04\\\/Cinco-Perguntas-PT-Cecilia-Olliveira-1.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/04\\\/Cinco-Perguntas-PT-Cecilia-Olliveira-1.png\",\"width\":507,\"height\":340},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/articles\\\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/\",\"name\":\"LatAm Journalism Review\",\"description\":\"Digital magazine on journalism in Latin America\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/#organization\",\"name\":\"LatAm Journalism Review\",\"url\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/05\\\/knight-latAm-review-logo.svg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/05\\\/knight-latAm-review-logo.svg\",\"width\":\"1024\",\"height\":\"1024\",\"caption\":\"LatAm Journalism Review\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/x.com\\\/LatAmJournalism\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/f47036559b61d1b3f9413646be45dc85\",\"name\":\"Leonardo Coelho\",\"description\":\"Leonardo Coelho is a Brazilian journalist. He has written for outlets such as The New York Times, Dialogue Earth, Investigate Europe, Revista Piau\u00ed, Ag\u00eancia P\u00fablica, Rest of World, Bellingcat, BBC Brasil, VICE Brasil, Noisey, Correio Braziliense, UOL, Congresso em Foco and Ponte Jornalismo. As a photojournalist, he has collaborated for Estado de Minas, Lenny Letter, Newsweek, OZY magazine and Morgenbladet. Leo can be found on Twitter @leocoelho_jor. --------- Leonardo Coelho \u00e9 um jornalista brasileiro. Escreveu para ve\u00edculos como o The New York Times, Dialogue Earth, Investigate Europe, Revista Piau\u00ed, Rest of World, Bellingcat, BBC Brasil, VICE Brasil, Noisey, Correio Braziliense, UOL, Congresso em Foco e Ponte Jornalismo. Como fotojornalista, j\u00e1 colaborou para o Estado de Minas, Lenny Letter, Newsweek, OZY magazine e Morgenbladet. Pode ser encontrado no twitter @leocoelho_jor.\",\"sameAs\":[\"http:\\\/\\\/leonardocoelho.jor.br\",\"https:\\\/\\\/www.linkedin.com\\\/in\\\/leocoelho-jor\\\/\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/leocoelho_jor\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/latamjournalismreview.org\\\/pt-br\\\/articles\\\/author\\\/leonardo-coelho\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO Premium plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria - LatAm Journalism Review by the Knight Center","description":"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria 5 Perguntas. Latin American Journalism Review by The Knight Center at The University of Texas at Austin.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria","og_description":"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria 5 Perguntas. Latin American Journalism Review by The Knight Center at The University of Texas at Austin.","og_url":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/","og_site_name":"LatAm Journalism Review by the Knight Center","article_published_time":"2026-04-28T19:11:39+00:00","article_modified_time":"2026-04-28T19:43:42+00:00","og_image":[{"width":507,"height":340,"url":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Cinco-Perguntas-PT-Cecilia-Olliveira-1.png","type":"image\/png"}],"author":"Leonardo Coelho","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@leocoelho_jor","twitter_site":"@LatAmJournalism","twitter_misc":{"Written by":"Leonardo Coelho","Est. reading time":"8 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/"},"author":{"name":"Leonardo Coelho","@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/f47036559b61d1b3f9413646be45dc85"},"headline":"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria","datePublished":"2026-04-28T19:11:39+00:00","dateModified":"2026-04-28T19:43:42+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/"},"wordCount":1708,"publisher":{"@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Cinco-Perguntas-PT-Cecilia-Olliveira-1.png","keywords":["Brasil"],"articleSection":["5 Perguntas"],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/","url":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/","name":"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria - LatAm Journalism Review by the Knight Center","isPartOf":{"@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Cinco-Perguntas-PT-Cecilia-Olliveira-1.png","datePublished":"2026-04-28T19:11:39+00:00","dateModified":"2026-04-28T19:43:42+00:00","description":"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria 5 Perguntas. Latin American Journalism Review by The Knight Center at The University of Texas at Austin.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/#primaryimage","url":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Cinco-Perguntas-PT-Cecilia-Olliveira-1.png","contentUrl":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Cinco-Perguntas-PT-Cecilia-Olliveira-1.png","width":507,"height":340},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ha-decadas-o-brasil-vem-estudando-a-criminalidade-agir-contra-ela-e-outra-historia\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"H\u00e1 d\u00e9cadas, o Brasil vem estudando a criminalidade. Agir contra ela \u00e9 outra hist\u00f3ria"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/#website","url":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/","name":"LatAm Journalism Review","description":"Digital magazine on journalism in Latin America","publisher":{"@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/#organization","name":"LatAm Journalism Review","url":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/knight-latAm-review-logo.svg","contentUrl":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/knight-latAm-review-logo.svg","width":"1024","height":"1024","caption":"LatAm Journalism Review"},"image":{"@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/x.com\/LatAmJournalism"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/#\/schema\/person\/f47036559b61d1b3f9413646be45dc85","name":"Leonardo Coelho","description":"Leonardo Coelho is a Brazilian journalist. He has written for outlets such as The New York Times, Dialogue Earth, Investigate Europe, Revista Piau\u00ed, Ag\u00eancia P\u00fablica, Rest of World, Bellingcat, BBC Brasil, VICE Brasil, Noisey, Correio Braziliense, UOL, Congresso em Foco and Ponte Jornalismo. As a photojournalist, he has collaborated for Estado de Minas, Lenny Letter, Newsweek, OZY magazine and Morgenbladet. Leo can be found on Twitter @leocoelho_jor. --------- Leonardo Coelho \u00e9 um jornalista brasileiro. Escreveu para ve\u00edculos como o The New York Times, Dialogue Earth, Investigate Europe, Revista Piau\u00ed, Rest of World, Bellingcat, BBC Brasil, VICE Brasil, Noisey, Correio Braziliense, UOL, Congresso em Foco e Ponte Jornalismo. Como fotojornalista, j\u00e1 colaborou para o Estado de Minas, Lenny Letter, Newsweek, OZY magazine e Morgenbladet. Pode ser encontrado no twitter @leocoelho_jor.","sameAs":["http:\/\/leonardocoelho.jor.br","https:\/\/www.linkedin.com\/in\/leocoelho-jor\/","https:\/\/x.com\/leocoelho_jor"],"url":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/author\/leonardo-coelho\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/165764","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/34"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=165764"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/165764\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":165776,"href":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/165764\/revisions\/165776"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/165765"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=165764"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=165764"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=165764"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/coauthors?post=165764"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}