{"id":20422,"date":"2021-06-09T17:51:39","date_gmt":"2021-06-09T22:51:39","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=20422"},"modified":"2021-06-11T11:12:51","modified_gmt":"2021-06-11T16:12:51","slug":"argentina-deserto-noticias-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/argentina-deserto-noticias-2021\/","title":{"rendered":"Desertos e semidesertos de not\u00edcias ocupam tr\u00eas quartos da Argentina e atingem um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Seis milh\u00f5es e 600 mil argentinos, equivalente a 16,7% da popula\u00e7\u00e3o, vivem em localidades onde n\u00e3o h\u00e1 nenhum ve\u00edculo independente de imprensa, ou seja, em desertos de not\u00edcias. Isso quer dizer que eles n\u00e3o t\u00eam acesso a not\u00edcias locais independentes sobre as regi\u00f5es onde vivem. Quando h\u00e1 jornalistas nessas regi\u00f5es, eles normalmente est\u00e3o atrelados ao discurso oficial do poder local.<\/p>\n<p>O n\u00famero faz parte da pesquisa <a href=\"https:\/\/desiertosinformativos.fopea.org\/dashboard\/index.html\">Desertos de Not\u00edcias na Argentina<\/a>, uma investiga\u00e7\u00e3o do <a href=\"https:\/\/www.fopea.org\/\">F\u00f3rum de Jornalismo Argentino<\/a> (Fopea, na sigla em espanhol) com apoio do Google. Duzentos e sessenta e oito departamentos do pa\u00eds s\u00e3o desertos de not\u00edcias, equivalente a 46,7% do total.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos desertos, a pesquisa classificou o ecossistema informativo argentino em outros tr\u00eas n\u00edveis: semidesertos, semibosques e bosques. Nos semidesertos, h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es escassas para produ\u00e7\u00e3o do jornalismo profissional. Eles representam 141 departamentos do pa\u00eds (25,2%) onde vivem 7,6 milh\u00f5es de pessoas (19,2%). Em conjunto, desertos e semidesertos correspondem a tr\u00eas quartos do territ\u00f3rio e pouco mais de um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"attachment_20384\" style=\"width: 517px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-20384\" class=\"wp-image-20384 size-full\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/DESIERTOS-DE-NOTICIAS-EN-ARGENTINA-Localidades.png\" alt=\"Tr\u00eas quartos do territ\u00f3rio argentino \u00e9 um deserto ou semideserto de not\u00edcias. Infogr\u00e1fico: LJR\" width=\"507\" height=\"340\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/DESIERTOS-DE-NOTICIAS-EN-ARGENTINA-Localidades.png 507w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/DESIERTOS-DE-NOTICIAS-EN-ARGENTINA-Localidades-300x201.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/DESIERTOS-DE-NOTICIAS-EN-ARGENTINA-Localidades-350x234.png 350w\" sizes=\"auto, (max-width: 507px) 100vw, 507px\" \/><p id=\"caption-attachment-20384\" class=\"wp-caption-text\">Tr\u00eas quartos do territ\u00f3rio argentino \u00e9 um deserto ou semideserto de not\u00edcias. Infogr\u00e1fico: LJR<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c[Isso significa] que n\u00e3o existe jornalismo ou \u00e9 muito prec\u00e1rio e, portanto, a democracia \u00e9 muito incompleta. S\u00e3o lugares onde, de alguma forma, se vive como subcidad\u00e3o. E se h\u00e1 m\u00eddia, ela depende muito da pauta oficial, ent\u00e3o n\u00e3o tem jornalismo ou \u00e9 muito limitado. Tamb\u00e9m sabemos que onde n\u00e3o h\u00e1 jornalismo, tamb\u00e9m \u00e9 dif\u00edcil para o resto da sociedade fazer com que sua voz chegue ao espa\u00e7o p\u00fablico com mais for\u00e7a,\u201d disse o presidente da Fopea, Fernando Ruiz, \u00e0<strong> LatAm Journalism Review (LJR)<\/strong>.<\/p>\n<p>J\u00e1 nos semibosques, o jornalismo profissional existe, mas enfrenta limita\u00e7\u00f5es e riscos que podem ser graves. A cobertura carece de profundidade e diversidade, especialmente sobre assuntos relacionados \u00e0 qualidade da vida p\u00fablica local. Os semibosques est\u00e3o em 96 departamentos (17,1%) e atingem 10,7 milh\u00f5es (27%) de argentinos.<\/p>\n<p>Os bosques s\u00e3o o melhor n\u00edvel de classifica\u00e7\u00e3o. Apesar de apenas 55 (9,8%) dos departamentos do pa\u00eds possam ser considerados bosques, eles s\u00e3o tamb\u00e9m as regi\u00f5es mais centrais e povoadas. Dezessete v\u00edrgula sete milh\u00f5es de argentinos (37% da popula\u00e7\u00e3o) vivem em bosques de not\u00edcias.<\/p>\n<p>Nestas regi\u00f5es, \u201cexistem condi\u00e7\u00f5es razo\u00e1veis para o exerc\u00edcio do jornalismo profissional, que \u00e9 aquele que est\u00e1 a servi\u00e7o da comunidade. Neste local \u00e9 poss\u00edvel saber o que est\u00e1 acontecendo e, eventualmente, ouvir vozes cr\u00edticas, embora isso n\u00e3o signifique que n\u00e3o haja amea\u00e7as \u00e0 m\u00eddia e aos jornalistas,\u201d diz o estudo.<\/p>\n<p>\u201cTalvez o mais preocupante sejam os bols\u00f5es que cercam as grandes cidades, onde os desertos atingem mais pessoas. Em alguns casos, como na chamada Grande Buenos Aires, os sub\u00farbios t\u00eam mais popula\u00e7\u00e3o do que muitas prov\u00edncias juntas. L\u00e1 voc\u00ea tem governos cujas pol\u00edticas afetam a vida de milh\u00f5es de pessoas e que quase n\u00e3o t\u00eam controle jornal\u00edstico de sua gest\u00e3o. Do ponto de vista das prov\u00edncias, as que est\u00e3o em pior situa\u00e7\u00e3o s\u00e3o Formosa, Chaco, La Rioja e Tucum\u00e1n,\u201d disse Ruiz.<\/p>\n<div id=\"attachment_20390\" style=\"width: 517px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-20390\" class=\"wp-image-20390 size-full\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/DESIERTOS-DE-NOTICIAS-EN-ARGENTINA-populacion.png\" alt=\"Um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o argentina n\u00e3o t\u00eam acesso a not\u00edcias locais independentes e confi\u00e1veis. Infogr\u00e1fico: LJR\" width=\"507\" height=\"340\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/DESIERTOS-DE-NOTICIAS-EN-ARGENTINA-populacion.png 507w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/DESIERTOS-DE-NOTICIAS-EN-ARGENTINA-populacion-300x201.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/DESIERTOS-DE-NOTICIAS-EN-ARGENTINA-populacion-350x234.png 350w\" sizes=\"auto, (max-width: 507px) 100vw, 507px\" \/><p id=\"caption-attachment-20390\" class=\"wp-caption-text\">Um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o argentina n\u00e3o t\u00eam acesso a not\u00edcias locais independentes e confi\u00e1veis. Infogr\u00e1fico: LJR<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A pesquisa foi liderada pela jornalista Irene Benito, de La Gaceta de Tucum\u00e1n, e contou com a colabora\u00e7\u00e3o de uma rede de 27 pesquisadores espalhados pelo pa\u00eds, que foram respons\u00e1veis por identificar e catalogar jornalistas e meios de comunica\u00e7\u00e3o. Um outro time de jornalistas de dados ficaram respons\u00e1veis pela visualiza\u00e7\u00e3o dos resultados num <a href=\"https:\/\/desiertosinformativos.fopea.org\/dashboard\/index.html\">mapa interativo<\/a>.<\/p>\n<p>\u201cMinha expectativa \u00e9 que, a partir dessa pesquisa, seja poss\u00edvel debater a percep\u00e7\u00e3o da crescente aridez jornal\u00edstica na Argentina de dados, n\u00e3o meras impress\u00f5es. Pessoalmente, me entusiasma a ideia de que os cidad\u00e3os possam tomar consci\u00eancia das dificuldades existentes para o exerc\u00edcio do jornalismo profissional, e apoiar aqueles que trabalham na esfera local e eles mant\u00eam o servi\u00e7o em condi\u00e7\u00f5es \u00e0s vezes extremamente hostis,\u201d disse Benito \u00e0 <strong>LJR<\/strong>.<\/p>\n<p>O estudo Argentino partiu de experi\u00eancias realizadas em outros pa\u00edses, como <a href=\"https:\/\/www.atlas.jor.br\/\">Brasil<\/a>, <a href=\"https:\/\/ipysvenezuela.org\/desierto-de-noticias\/acerca-de\/\">Venezuela<\/a>, <a href=\"https:\/\/flip.org.co\/cartografias-informacion\/\">Col\u00f4mbia<\/a>, <a href=\"https:\/\/zonas-de-silencio.eluniversal.com.mx\/metodologia.html\">M\u00e9xico<\/a>, <a href=\"https:\/\/localnewsresearchproject.ca\/\">Canad\u00e1<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.usnewsdeserts.com\/\">Estados Unidos<\/a> para desenvolver uma metodologia de pesquisa pr\u00f3pria. Atrav\u00e9s de um <a href=\"https:\/\/docs.google.com\/forms\/d\/e\/1FAIpQLSdE__JF34AT9lyg-2Z-v9IoRC6oeNjVLENaIIM5HXfI0PZsUw\/viewform\">formul\u00e1rio<\/a>, os pesquisadores identificaram 2.464 meios e 13.597 jornalistas.<\/p>\n<p>\u201cO mais dif\u00edcil e surpreendente: tomar consci\u00eancia da falta de transpar\u00eancia do setor de m\u00eddia. \u00c9 um assunto pouco conhecido porque, em geral, a m\u00eddia investiga e n\u00e3o \u00e9 investigada. Neste estudo encontramos barreiras de acesso \u00e0 verdade e um n\u00edvel de sigilo que p\u00f5em em d\u00favida o compromisso democr\u00e1tico de um n\u00famero significativo dessas organiza\u00e7\u00f5es e nos levam a pens\u00e1-las como fachadas onde a not\u00edcia \u00e9, na verdade, propaganda,\u201d disse Benito.<\/p>\n<p><strong>Cl\u00e1usula de transpar\u00eancia para estimular o jornalismo local<\/strong><\/p>\n<p>Os pesquisadores dedicaram aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0 cidade de Buenos Aires, capital do pa\u00eds e cidade mais populosa, rica e desenvolvida. L\u00e1, os pesquisadores investigaram bairro a bairro para conhecer a situa\u00e7\u00e3o de cada comunidade local. E o resultado \u00e9 que 25 dos 48 bairros da capital argentina (52,2%) s\u00e3o desertos de not\u00edcias. Apenas 6 deles (12,5%) s\u00e3o considerados bosques.<\/p>\n<p>\u201cQuer\u00edamos mapear a imprensa dos bairros de uma grande cidade. Buenos Aires tem a imprensa nacional, mas em seus bairros os cidad\u00e3os t\u00eam informa\u00e7\u00f5es desiguais. Da mesma forma, o governo da cidade de Buenos Aires \u00e9 o \u00fanico do pa\u00eds que conta com um sistema de certa promo\u00e7\u00e3o da imprensa local. Meu bairro, por exemplo, est\u00e1 desertificado. As not\u00edcias que procuro sobre o bairro nas redes n\u00e3o s\u00e3o confi\u00e1veis e n\u00e3o existe nenhum meio jornal\u00edstico que as forne\u00e7a,\u201d disse Ruiz.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do diagn\u00f3stico, a pesquisa oferece tamb\u00e9m sugest\u00f5es de como melhorar o ecossistema informativo na Argentina. Elas incluem propostas de capacita\u00e7\u00e3o profissional e econ\u00f4micas para promover a imprensa local. Segundo a Fopea, a mais importante sugest\u00e3o \u00e9 a implementa\u00e7\u00e3o da chamada cl\u00e1usula de transpar\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201cConsiste em que os grandes empreiteiros p\u00fablicos que realizam obras ou servi\u00e7os nestas \u00e1reas tenham a obriga\u00e7\u00e3o de informar o p\u00fablico, devidamente, atrav\u00e9s da compra de espa\u00e7os nos meios de comunica\u00e7\u00e3o locais. At\u00e9 agora, as informa\u00e7\u00f5es sobre esses contratos s\u00e3o muito escassas nos locais onde eles s\u00e3o executados. Desta forma, nestas \u00e1reas onde existe pouco jornalismo, incentiva-se o desenvolvimento de ve\u00edculos locais,\u201d explicou Ruiz. \u201cMelhorar a gest\u00e3o da publicidade oficial para que n\u00e3o seja uma ferramenta de controle do trabalho dos jornalistas.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Seis milh\u00f5es e 600 mil argentinos, equivalente a 16,7% da popula\u00e7\u00e3o, vivem em localidades onde n\u00e3o h\u00e1 nenhum ve\u00edculo independente de imprensa, ou seja, em desertos de not\u00edcias, segundo estudo da Fopea.<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":20387,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1224],"tags":[1425,2044],"coauthors":[],"class_list":["post-20422","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-pesquisa-academica-pt-br","tag-argentina-pt-br","tag-desertos-de-noticias"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.4) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Desertos e semidesertos de not\u00edcias ocupam tr\u00eas quartos da Argentina e atingem um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Desertos e semidesertos de not\u00edcias ocupam tr\u00eas quartos da Argentina e atingem um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o Pesquisa Acad\u00eamica. 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He began his career on the local desk at Jornal do Brasil, in 2003. He was a reporter, assignment editor and managing editor at R\u00e1dio CBN. He has a Master\u2019s degree in media and communication from the London School of Economics (LSE), with a scholarship from the Journalists of Vision program. He is a professor of journalism at PUC-Rio. He won the Imprensa Embratel award in 2007, the Alexandre Adler award in 2008, and is a two-time winner of the Tim Lopes Award for Investigative Journalism, in 2009 and 2014. J\u00falio Lubianco estudi\u00f3 periodismo en la Universidad Federal Fluminense (UFF). Comenz\u00f3 la carrera en 2003, en el diario Jornal do Brasil. Fue reportero, editor y editor ejecutivo en R\u00e1dio CBN. Hizo su maestr\u00eda en medios de comunicaci\u00f3n en London School of Economics (LSE), becado por el programa Jornalistas de Vis\u00e3o. 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