{"id":25938,"date":"2021-08-11T13:16:59","date_gmt":"2021-08-11T18:16:59","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=25938"},"modified":"2021-08-11T13:16:59","modified_gmt":"2021-08-11T18:16:59","slug":"autocensura-e-acao-coletiva-sao-estrategias-de-jornalistas-no-mexico-e-no-brasil-para-lidar-com-riscos-na-profissao-aponta-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/autocensura-e-acao-coletiva-sao-estrategias-de-jornalistas-no-mexico-e-no-brasil-para-lidar-com-riscos-na-profissao-aponta-estudo\/","title":{"rendered":"Autocensura e a\u00e7\u00e3o coletiva s\u00e3o estrat\u00e9gias de jornalistas no M\u00e9xico e no Brasil para lidar com riscos na profiss\u00e3o, aponta estudo"},"content":{"rendered":"<p>M\u00e9xico e Brasil figuram anualmente no topo de rankings globais de\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/mexico-e-um-dos-lideres-entre-os-paises-mais-mortais-para-jornalistas-apesar-da-baixa-historica-de-assassinatos-no-mundo\/\">viol\u00eancia contra jornalistas<\/a> e de\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/mexico-e-brasil-entre-os-paises-com-maiores-taxas-de-impunidade-por-crimes-contra-jornalistas-cpj\/\">impunidade dessas agress\u00f5es<\/a>. Este ambiente acaba tendo impactos na sa\u00fade mental e f\u00edsica e na vida pessoal dos jornalistas, assim como em sua vida profissional. Um estudo publicado recentemente revelou como jornalistas nos dois pa\u00edses lidam com o estresse resultante de experi\u00eancias de risco na profiss\u00e3o, e como estas viv\u00eancias est\u00e3o conectadas a quest\u00f5es estruturais que afetam o campo de trabalho do jornalismo.<\/p>\n<p>O artigo intitulado \u201c<a href=\"http:\/\/www.surlejournalisme.kinghost.net\/rev\/index.php\/slj\/article\/view\/439\">Risk, Victimization, and Coping Strategies of Journalists in Mexico and Brazil<\/a>\u201d (\u201cRisco, vitimiza\u00e7\u00e3o e estrat\u00e9gias de enfrentamento de jornalistas no M\u00e9xico e no Brasil\u201d, em tradu\u00e7\u00e3o livre) traz os resultados de uma pesquisa realizada por pesquisadoras dos Estados Unidos e do Brasil que contou com a participa\u00e7\u00e3o de 21 jornalistas do M\u00e9xico e 33 do Brasil.<\/p>\n<div id=\"attachment_25953\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-25953\" class=\"wp-image-25953\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Laura-Iesue-247x300.png\" alt=\"Laura Iesue\" width=\"300\" height=\"364\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Laura-Iesue-247x300.png 247w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Laura-Iesue-768x933.png 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Laura-Iesue.png 791w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-25953\" class=\"wp-caption-text\">Study co-author Laura Iesue of the University of Miami (Courtesy)<\/p><\/div>\n<p>Estes profissionais responderam a um question\u00e1rio online an\u00f4nimo, no qual descreveram uma situa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica que viveram no trabalho durante a qual acreditaram que sua integridade f\u00edsica ou emocional estava em risco. Tamb\u00e9m descreveram como se sentiram durante essa experi\u00eancia e quais foram as rea\u00e7\u00f5es adversas subsequentes. E lhes foi perguntado sobre as formas de apoio emocional que eles tiveram e como elas ajudaram a lidar com aquela situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cJornalistas est\u00e3o em risco constante pela exposi\u00e7\u00e3o repetida a traumas com base nos temas sobre os quais eles reportam, e os eventos que eles experienciam tanto em campo quanto na reda\u00e7\u00e3o\u201d, disse Laura Iesue, doutoranda na Universidade de Miami (EUA) e uma das autoras do estudo, \u00e0\u00a0<strong>LatAm Journalism Review (LJR).<\/strong><\/p>\n<p>Ela observou que embora a precariedade que os jornalistas enfrentam possa ser atribu\u00edda a quest\u00f5es estruturais como mudan\u00e7as no mercado de trabalho ou um Estado de Direito enfraquecido, \u201cnenhum trabalho [acad\u00eamico] de fato tentou conectar essas experi\u00eancias a essas estruturas maiores\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAl\u00e9m disso, nenhum trabalho tentou conectar essas experi\u00eancias \u00e0s estrat\u00e9gias de enfrentamento que os jornalistas usam em suas vidas cotidianas\u201d, disse ela, acrescentando que \u201cembora conectar a vitimiza\u00e7\u00e3o a estruturas em n\u00edvel macro \u00e9 certamente importante nesta discuss\u00e3o, quer\u00edamos tamb\u00e9m iluminar as estrat\u00e9gias de enfrentamento e a resili\u00eancia de muitos desses jornalistas\u201d.<\/p>\n<p><strong>Experi\u00eancias de vitimiza\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A pesquisa ouviu jornalistas que trabalham em regi\u00f5es espec\u00edficas: Tamaulipas, no nordeste do M\u00e9xico, e Acre, no norte do Brasil, s\u00e3o duas regi\u00f5es de fronteira, onde os profissionais s\u00e3o alvo de viol\u00eancia especialmente do crime organizado; e Puebla, no centro-sul do M\u00e9xico, e Minas Gerais, no sudeste do Brasil, s\u00e3o duas regi\u00f5es que \u201cest\u00e3o economicamente no quartil superior de seus pa\u00edses\u201d, e onde a press\u00e3o contra jornalistas vem especialmente de atores pol\u00edticos,\u00a0<a href=\"http:\/\/www.surlejournalisme.kinghost.net\/rev\/index.php\/slj\/article\/view\/439\">segundo o estudo<\/a>.<\/p>\n<p>A maioria dos participantes, nas quatro regi\u00f5es, relatou experi\u00eancias de intimida\u00e7\u00e3o ou agress\u00f5es f\u00edsicas perpetradas por criminosos, policiais ou pol\u00edticos, o que as pesquisadoras classificam como riscos na profiss\u00e3o relacionados a um Estado de Direito enfraquecido nos dois pa\u00edses.<\/p>\n<p>\u201cAmea\u00e7a\u201d e \u201cintimida\u00e7\u00e3o\u201d foram as palavras mais mencionadas pelos jornalistas que trabalham no Acre,\u00a0<a href=\"http:\/\/www.surlejournalisme.kinghost.net\/rev\/index.php\/slj\/article\/view\/439\">segundo o estudo<\/a>. Eles apontaram traficantes de drogas e de armas operando no rio Amazonas como os principais perpetradores de agress\u00f5es contra os profissionais na regi\u00e3o. Jornalistas de Minas Gerais e de Puebla tamb\u00e9m apontaram policiais e pol\u00edticos como respons\u00e1veis por amea\u00e7as e ataques. Profissionais em Tamaulipas disseram ser alvo do crime organizado; houve um relato de um ataque com tiros e granadas contra uma reda\u00e7\u00e3o e um relato de espancamento que resultou na perda de um olho.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-25941\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Featured-Image-Risk-300x201.png\" alt=\"Featured Image Risk\" width=\"600\" height=\"402\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Featured-Image-Risk-300x201.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Featured-Image-Risk.png 507w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Featured-Image-Risk-350x234.png 350w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Experi\u00eancias de vitimiza\u00e7\u00e3o conectadas \u00e0 precariedade no mercado de trabalho ou no local de trabalho foram mais relatadas por jornalistas no Brasil.<\/p>\n<p>\u201cNestes contextos, jornalistas comentaram com frequ\u00eancia sobre trabalhar em ambientes de trabalho hostis, e at\u00e9 sobre precariedade de renda devida a seus ambientes de trabalho\u201d, disse Iesue.<\/p>\n<p>Experi\u00eancias de \u201criscos com motiva\u00e7\u00e3o cultural\u201d, como agress\u00f5es por parte de atores pol\u00edticos e sociais movidas por \u201cdesconfian\u00e7a com base ideol\u00f3gica da m\u00eddia\u201d, tamb\u00e9m apareceram mais no Brasil, com relatos de agress\u00f5es durante a cobertura de manifesta\u00e7\u00f5es, por exemplo.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.surlejournalisme.kinghost.net\/rev\/index.php\/slj\/article\/view\/439\">De acordo com o estudo<\/a>, \u201crespondentes frequentemente lembraram o per\u00edodo anterior e posterior \u00e0 elei\u00e7\u00e3o de Bolsonaro como um dos momentos mais estressantes na reda\u00e7\u00e3o\u201d. Atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (sem partido) foi eleito em 2018 e\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ataques-jornalistas-brasil-bolsonaro-2020\/\">mant\u00e9m sua ret\u00f3rica violenta contra jornalistas<\/a> desde a campanha eleitoral.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m nas duas regi\u00f5es do Brasil e em Puebla foram identificados relatos de amea\u00e7as baseadas em discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero ou identit\u00e1ria, com mulheres rep\u00f3rteres contando sobre experi\u00eancias de ass\u00e9dio e ataques online de cunho sexista.<\/p>\n<p>Em decorr\u00eancia destas experi\u00eancias, jornalistas relataram ter se sentido \u201cdesamparados, humilhados, indignados, ansiosos, amedrontados, vulner\u00e1veis, estressados, desencorajados, irritados\u201d.<\/p>\n<p>Essas e outras emo\u00e7\u00f5es se manifestaram para alguns deles como sintomas f\u00edsicos, como palpita\u00e7\u00f5es card\u00edacas, cansa\u00e7o excessivo, ins\u00f4nia, dor de cabe\u00e7a e problemas estomacais. Alguns jornalistas disseram ter tido ataques de p\u00e2nico.<\/p>\n<p><strong>Estrat\u00e9gias de enfrentamento<\/strong><\/p>\n<p>\u201cAs hist\u00f3rias que os jornalistas compartilharam sobre suas experi\u00eancias de vitimiza\u00e7\u00e3o foram chocantes\u201d, disse Iesue. \u201cNo entanto, acho que o que mais se destaca para mim neste estudo s\u00e3o as estrat\u00e9gias de enfrentamento utilizadas por jornalistas e como elas variam a depender do contexto, assim como variam os riscos e os tipos de vitimiza\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>A maioria dos jornalistas entrevistados relatou ter feito ou fazer uso de estrat\u00e9gias adaptativas como sair do emprego para ir para um ambiente de trabalho melhor, mudar de editoria ou praticar autocensura como uma medida de precau\u00e7\u00e3o. Outras estrat\u00e9gias relatadas foram compartilhar experi\u00eancias com colegas para obter apoio emocional, assim como atividades individuais como meditar, fazer exerc\u00edcios f\u00edsicos e escrever poesia.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-25947 size-full\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Meditation.png\" alt=\"Meditation\" width=\"507\" height=\"340\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Meditation.png 507w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Meditation-300x201.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Meditation-350x234.png 350w\" sizes=\"auto, (max-width: 507px) 100vw, 507px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Alguns jornalistas relataram fazer uso de estrat\u00e9gias de enfrentamento coletivas, como trabalhar com organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil, se unir aos colegas para reivindicar melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho e fazer reportagens colaborativas. Profissionais em Minas Gerais e em Puebla foram os que mais relataram estas estrat\u00e9gias coletivas, enquanto jornalistas em Tamaulipas e Acre tenderam a relatar estrat\u00e9gias mais individuais, como buscar treinamento de seguran\u00e7a por conta pr\u00f3pria e se autocensurar para se proteger, evitando cobrir determinados temas, por exemplo.<\/p>\n<p>As autoras do estudo consideram que esta distin\u00e7\u00e3o entre estrat\u00e9gias de enfrentamento mais coletivas e mais individuais talvez seja a descoberta mais pertinente da pesquisa. Tamb\u00e9m chama a aten\u00e7\u00e3o sua varia\u00e7\u00e3o com base na regi\u00e3o em que cada tipo de estrat\u00e9gia foi mais prevalente.<\/p>\n<p>\u201cInfelizmente, n\u00e3o perguntamos aos jornalistas porque eles se envolveram com determinado comportamento de enfrentamento enquanto escolheram n\u00e3o se envolver com outros\u201d, lamentou Iesue.<\/p>\n<p>As autoras suspeitam que \u201cem Tamaulipas, os jornalistas podem ter uma desconfian\u00e7a geral de que a a\u00e7\u00e3o coletiva n\u00e3o ofereceria uma resposta aceit\u00e1vel do governo ou de seus empregadores\u201d,\u00a0<a href=\"http:\/\/www.surlejournalisme.kinghost.net\/rev\/index.php\/slj\/article\/view\/439\">escreveram elas no estudo<\/a>.<\/p>\n<p>Outra possibilidade levantada por elas \u00e9 a desconfian\u00e7a inclusive dos colegas, j\u00e1 que grupos do crime organizado pagam e coagem jornalistas a serem seus informantes sobre o que acontece nas reda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cTalvez porque jornalistas em Puebla n\u00e3o est\u00e3o experimentando os extremos que jornalistas em Tamaulipas enfrentam, eles podem estar mais dispostos a pelo menos ter alguma forma de organiza\u00e7\u00e3o coletiva, mesmo se isso for feito sem usar organiza\u00e7\u00f5es ou institui\u00e7\u00f5es formais\u201d, acredita Iesue.<\/p>\n<p>Quanto a essa distin\u00e7\u00e3o no Brasil, a pesquisadora especula que talvez \u201cos recursos para a a\u00e7\u00e3o coletiva\u201d n\u00e3o estejam dispon\u00edveis no Acre como est\u00e3o em Minas Gerais, onde este tipo de estrat\u00e9gia de enfrentamento foi mais relatada pelos jornalistas.<\/p>\n<p>\u201cPode ser tamb\u00e9m que, com base em onde eles est\u00e3o localizados, eles [jornalistas no Acre] est\u00e3o enfrentando situa\u00e7\u00f5es similares como as vistas em Tamaulipas, o que est\u00e1 resultando em uma falta de confian\u00e7a para se organizar [coletivamente]\u201d, suspeita ela.<\/p>\n<p>Iesue comentou que, a princ\u00edpio, as pesquisadoras pensaram em classificar as estrat\u00e9gias de enfrentamento mais coletivas \u2013 envolvendo organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil e grupos organizados de jornalistas, por exemplo \u2013 como mais adaptativas, e as estrat\u00e9gias de enfrentamento mais individuais \u2013 como a autocensura \u2013 como mal-adaptativas.<\/p>\n<p>\u201cConsiderando que a censura pode limitar a habilidade da m\u00eddia de informar o p\u00fablico e portanto ser um obst\u00e1culo para a democracia, eu inicialmente vi a censura como mal-adaptativa \u2013 algo ruim\u201d, disse ela. \u201cNo entanto, se considerarmos o contexto em que estes jornalistas est\u00e3o reportando, a censura \u00e9 essencialmente uma medida de seguran\u00e7a \u2013 portanto uma coisa boa, e provavelmente uma estrat\u00e9gia de enfrentamento adaptativa em prol da sobreviv\u00eancia! Se eles [jornalistas] n\u00e3o censurassem seu trabalho, eles poderiam ser demitidos, ser alvo de mais ass\u00e9dio, ser agredidos fisicamente ou at\u00e9 assassinados, no pior dos casos.\u201d<\/p>\n<p>Iesue afirmou que gostaria que houvesse \u201cmais organiza\u00e7\u00e3o coletiva para jornalistas, e que jornalistas fossem melhor protegidos de uma variedade de atores e experi\u00eancias negativas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEu gostaria especialmente que essas prote\u00e7\u00f5es viessem do Estado. No entanto, o clima pol\u00edtico, como a sociedade v\u00ea e trata jornalistas, e v\u00e1rios outros fatores contextuais acabam determinando se isso \u00e9 poss\u00edvel ou n\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>A pesquisadora, que \u00e9 da \u00e1rea de criminologia e sociologia internacionais, disse que suas colegas e ela pretendem expandir esta pesquisa \u201ccomo for poss\u00edvel\u201d.<\/p>\n<p>\u201cInfelizmente, no meu campo, os riscos, a viol\u00eancia, e as experi\u00eancias cotidianas que os jornalistas enfrentam n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o ativamente discutidas como elas s\u00e3o no campo do jornalismo. Espero poder mudar isso\u201d, disse ela. \u201cNo futuro, espero expandir essa linha de trabalho para estudar a vitimiza\u00e7\u00e3o e as estrat\u00e9gias de enfrentamento de jornalistas na Guatemala e em outros locais da Am\u00e9rica Central.\"<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo publicado recentemente revelou como jornalistas no Brasil e no M\u00e9xico lidam com o estresse resultante de experi\u00eancias de risco na profiss\u00e3o, e como estas viv\u00eancias est\u00e3o conectadas a quest\u00f5es estruturais que afetam o campo de trabalho do jornalismo.<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":25941,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1221],"tags":[1579,1394,1615],"coauthors":[],"class_list":["post-25938","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-violencia-contra-jornalistas-pt-br","tag-assedio-pt-br","tag-mexico-pt-br","tag-violencia-contra-jornalistas-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.3) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Autocensura e a\u00e7\u00e3o coletiva s\u00e3o estrat\u00e9gias de jornalistas no M\u00e9xico e no Brasil para lidar com riscos na profiss\u00e3o, aponta estudo - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Autocensura e a\u00e7\u00e3o coletiva s\u00e3o estrat\u00e9gias de jornalistas no M\u00e9xico e no Brasil para lidar com riscos na profiss\u00e3o, aponta estudo Viol\u00eancia Contra Jornalistas. 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She holds a master's degree in Women\u2019s and Gender Studies from the GEMMA Programme \u2013 Universit\u00e0 di Bologna (Italy) \/ Universiteit Utrecht (The Netherlands) and has worked as an editor at G\u00eanero e N\u00famero, a Brazilian digital magazine focused on data journalism and gender issues. She is especially interested in journalistic initiatives aimed at promoting human rights and gender justice. You can find her on Twitter: @caroldeassis _________ Carolina de Assis es una periodista e investigadora brasile\u00f1a que vive en Juiz de Fora, MG, Brasil . Tiene una maestr\u00eda en Estudios de las Mujeres y de G\u00e9nero del programa GEMMA \u2013 Universit\u00e0 di Bologna (Italia) \/ Universiteit Utrecht (Holanda). Trabaj\u00f3 como editora en la revista digital brasile\u00f1a G\u00eanero e N\u00famero. Le interesan especialmente iniciativas period\u00edsticas que tienen el objetivo de promover los derechos humanos y la justicia de g\u00e9nero. Puedes encontrarla en Twitter: @caroldeassis. _______ Carolina de Assis \u00e9 uma jornalista e pesquisadora brasileira que vive em Juiz de Fora (MG). \u00c9 mestra em Estudos da Mulher e de G\u00eanero pelo programa GEMMA \u2013 Universit\u00e0 di Bologna (It\u00e1lia) \/ Universiteit Utrecht (Holanda). Trabalhou como editora na revista digital G\u00eanero e N\u00famero e se interessa especialmente por iniciativas jornal\u00edsticas que promovam os direitos humanos e a justi\u00e7a de g\u00eanero. 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