{"id":26516,"date":"2021-08-18T14:33:24","date_gmt":"2021-08-18T19:33:24","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=26516"},"modified":"2021-08-19T09:32:58","modified_gmt":"2021-08-19T14:32:58","slug":"maioria-dos-meios-brasileiros-usa-whatsapp-de-forma-limitada-e-perde-oportunidade-de-gerar-receita-com-aplicativo-diz-pesquisador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/maioria-dos-meios-brasileiros-usa-whatsapp-de-forma-limitada-e-perde-oportunidade-de-gerar-receita-com-aplicativo-diz-pesquisador\/","title":{"rendered":"Maioria dos meios brasileiros usa WhatsApp de forma limitada e perde oportunidade de gerar receita com aplicativo, diz pesquisador"},"content":{"rendered":"<p>Organiza\u00e7\u00f5es de not\u00edcias no Brasil raramente estimulam o engajamento do seu leitor por meio do WhatsApp, al\u00e9m de usarem pouco conte\u00fado multim\u00eddia, como imagens, v\u00eddeos ou \u00e1udios. Tamb\u00e9m est\u00e3o perdendo uma oportunidade de gerar receita no aplicativo, o que poderia ser feito com an\u00fancios, pedidos de apoio ou assinatura.<\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico \u00e9 do pesquisador brasileiro Giuliander Carpes, doutorando em ci\u00eancias da comunica\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o na Universidade Toulouse III, que acaba de publicar um estudo sobre o assunto, com <a href=\"https:\/\/whatsappening.joltetn.eu\/\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/whatsappening.joltetn.eu\/\">os resultados preliminares<\/a> da sua pesquisa de doutorado. O levantamento foi feito em parceria com o pesquisador espanhol Enric Moreu, da Universidade Dublin City. Os dois fazem parte do <a href=\"http:\/\/joltetn.eu\/\">JOLT<\/a>, um projeto financiado pela Comiss\u00e3o Europeia que estuda como o jornalismo pode fazer o melhor uso poss\u00edvel das tecnologias digitais e de dados.<\/p>\n<p>Para a sua tese, Carpes investiga o uso, por parte das reda\u00e7\u00f5es, de aplicativos de mensagens, e realizou entrevistas qualitativas com 40 editores do Brasil, Chile, Guatemala, M\u00e9xico, Espanha e Fran\u00e7a, sendo que a maioria dos entrevistados, 28, s\u00e3o latino-americanos. A pesquisa tamb\u00e9m aborda o tipo de rela\u00e7\u00e3o \u2013 de depend\u00eancia ou de autonomia\u2013 que os meios de comunica\u00e7\u00e3o t\u00eam com as plataformas de mensagem.<\/p>\n<p>Os resultados preliminares, que focam no cen\u00e1rio brasileiro, v\u00e3o ser publicados em artigo, mas Carpes queria apresentar os dados em um formato \"mais quente\" e amig\u00e1vel, com gr\u00e1ficos interativos, para jornalistas.<\/p>\n<p>\"O site funciona como uma esp\u00e9cie de guia de melhores pr\u00e1ticas, um benchmarking inicial, tanto para quem j\u00e1 tem um canal no WhatsApp e est\u00e1 interessado em saber o que est\u00e1 sendo feito por outros meios, quanto para quem tem interesse em criar um novo canal\", disse.<\/p>\n<p>A<strong> LatAm Journalism Review (LJR) <\/strong>entrevistou Carpes sobre a sua pesquisa. Leia a seguir a entrevista, que foi editada por motivos de clareza e tamanho.<\/p>\n<div id=\"attachment_26531\" style=\"width: 361px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-26531\" id=\"longdesc-return-26531\" class=\" wp-image-26531\" tabindex=\"-1\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Giuliander-Carpes-2-225x300.jpeg\" alt=\"Carpes pesquisa o uso do WhatsApp pelos meios latino-americanos\" width=\"351\" height=\"468\" longdesc=\"https:\/\/latamjournalismreview.org?longdesc=26531&amp;referrer=26516\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Giuliander-Carpes-2-225x300.jpeg 225w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Giuliander-Carpes-2-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Giuliander-Carpes-2-1152x1536.jpeg 1152w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Giuliander-Carpes-2-1536x2048.jpeg 1536w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Giuliander-Carpes-2-scaled.jpeg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 351px) 100vw, 351px\" \/><p id=\"caption-attachment-26531\" class=\"wp-caption-text\">Giuliander Carpes, doutorando em ci\u00eancias da comunica\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o na Universidade Toulouse III<\/p><\/div>\n<p><strong>LJR: A sua pesquisa foca no uso de aplicativos de mensagens no Brasil e na Am\u00e9rica Latina pelas reda\u00e7\u00f5es. Por que \u00e9 interessante estudar esse tema nesses pa\u00edses? Eles usam mais esses aplicativos do que outros?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Giuliander Carpes: <\/strong>Sim, segundo o \u00faltimo Digital News Report, do Reuters Institute, as regi\u00f5es que mais utilizam aplicativos de mensagem s\u00e3o Am\u00e9rica Latina, \u00c1frica e \u00c1sia. Para a minha pesquisa, estou fazendo um paralelo [entre Am\u00e9rica Latina] com Espanha e Fran\u00e7a. \u00c9 interessante ver como os editores se comportam na ado\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o dessas ferramentas levando em conta realidades locais diferentes. Os europeus t\u00eam muito mais facilidade de desistir do WhatsApp se ele n\u00e3o est\u00e1 dando o retorno que esperavam do que os brasileiros.<\/p>\n<p><strong>LJR: Quais diferen\u00e7as voc\u00ea tem observado entre os aplicativos e sobre como eles s\u00e3o usados pelas reda\u00e7\u00f5es?<\/strong><\/p>\n<p><strong>GC:<\/strong> WhatsApp \u00e9 o mais difundido e, at\u00e9 por isso, oferece muitas limita\u00e7\u00f5es ao compartilhamento massivo de mensagens como uma forma de tentar frear a desinforma\u00e7\u00e3o. Os ve\u00edculos se interessam por causa da sua popularidade, mas logo se frustram com essas limita\u00e7\u00f5es. Alguns permanecem, outros largam e v\u00e3o para o Telegram, que \u00e9 muito amig\u00e1vel para as organiza\u00e7\u00f5es de not\u00edcias (n\u00e3o s\u00f3 por causa dos canais com n\u00famero de usu\u00e1rios ilimitado, mas tamb\u00e9m porque possibilitam criar chatbots e agendar mensagens). Assim, tem crescido bastante o interesse e uso do Telegram para distribuir not\u00edcias, j\u00e1 que ele \u00e9 mais h\u00edbrido, digamos assim, tendo um car\u00e1ter mais privado de mensageiro, ao mesmo tempo que tem fun\u00e7\u00f5es de rede social aberta, como os canais. Mas n\u00e3o tem ainda uma popularidade compar\u00e1vel [ao WhatsApp]. Messenger fica num meio termo que n\u00e3o atrai muito.<\/p>\n<p><strong>LJR: Quais s\u00e3o as principais conclus\u00f5es dos resultados preliminares?<\/strong><\/p>\n<p><strong>GC: <\/strong>Que, de maneira geral, os meios de comunica\u00e7\u00e3o ainda tentam utilizar o WhatsApp de uma forma muito limitada, com o objetivo principal e, na maioria dos casos, \u00fanico, de distribuir not\u00edcias da forma mais massificada poss\u00edvel, para atingir o maior n\u00famero de leitores que conseguirem. Por\u00e9m, o WhatsApp cada vez mais limita esse tipo de uso: cada lista de transmiss\u00e3o e cada grupo hoje em dia pode ter, no m\u00e1ximo, 256 usu\u00e1rios. Ou seja, a ferramenta tem e fomenta, pelo menos na vers\u00e3o gratuita, uma ess\u00eancia de comunica\u00e7\u00e3o interpessoal, de \"um para um\", mas tamb\u00e9m de discuss\u00e3o em um grupo pequeno. E, em geral, os meios de comunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o levam isso em considera\u00e7\u00e3o ou isso n\u00e3o os interessa.<\/p>\n<p>\u00c9 at\u00e9 compreens\u00edvel porque falta bra\u00e7o na imprensa para interagir de forma \"um a um\" com os leitores, mas tem um ou outro ve\u00edculo que foca nisso e o retorno \u00e9 interessante. A participa\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios nesses canais, a intera\u00e7\u00e3o, \u00e9 mais positiva, mais genu\u00edna, porque, por ser privada (entre leitor e editor, por exemplo), n\u00e3o h\u00e1 necessidade de se fazer um coment\u00e1rio bomb\u00e1stico, pol\u00eamico, para chamar aten\u00e7\u00e3o (o que, em redes mais p\u00fablicas, como Facebook e Twitter, e nas pr\u00f3prias caixas de coment\u00e1rios dos sites, fomenta um comportamento troll, bem negativo).<\/p>\n<p><strong>LJR: Teve algo que te surpreendeu nos resultados?<\/strong><\/p>\n<p><strong>GC:<\/strong> Achei muito positivo que alguns casos \u2013 ainda muito poucos, \u00e9 verdade\u2013 tentam incentivar uma certa intera\u00e7\u00e3o, um engajamento com o leitor. A quantidade de mensagens que t\u00eam alguma tentativa nesse sentido dentro da amostra total ainda \u00e9 bem pequena, de 13%, mas alguns meios, como o Aos Fatos e o Correio Sabi\u00e1, fazem isso consistentemente.<\/p>\n<p>E tem alguns casos, como a Tribuna do Paran\u00e1, que est\u00e3o muito bem organizados para lidar com essa intera\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m de segmentarem os grupos deles em regi\u00f5es de Curitiba, do resto do estado, e em times de futebol, o que \u00e9 muito interessante, eles t\u00eam uma pessoa espec\u00edfica da equipe respons\u00e1vel por gerenciar os grupos e responder as mensagens dos leitores que chegam diariamente.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m me surpreendeu positivamente o uso muito difundido de emojis, mostrando que os meios est\u00e3o afim de usar mais a linguagem dos aplicativos de mensagens, s\u00f3 n\u00e3o conseguem mais por limita\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio WhatsApp. Por outro lado, ainda h\u00e1 uma dificuldade muito grande de usar o tipo de comunica\u00e7\u00e3o mais descontra\u00edda que \u00e9 comum nesses aplicativos e est\u00e1 na ess\u00eancia da<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/em-livro-sobre-abundancia-da-informacao-pesquisador-argentino-debate-desvalorizacao-das-noticias-e-revalorizacao-do-entretenimento\/\"> dissemina\u00e7\u00e3o de desinforma\u00e7\u00e3o na plataforma<\/a>.<\/p>\n<p>Acho muito dif\u00edcil lutar contra a desinforma\u00e7\u00e3o quando o conte\u00fado desinformativo, digamos assim, \u00e9 muito mais interessante, divertido e compartilh\u00e1vel que a informa\u00e7\u00e3o de credibilidade. \u00c9 preciso achar uma forma de aliar tudo isso em prol da informa\u00e7\u00e3o de qualidade, sem se preocupar em manter uma pretensa sobriedade. A inova\u00e7\u00e3o das not\u00edcias no WhatsApp \u00e9 muito limitada.<\/p>\n<p><strong>LJR: E qual a import\u00e2ncia de enviar esse tipo de conte\u00fado jornal\u00edstico pelo WhatsApp, uma rede que, principalmente no Brasil, tem sido muito usada para disseminar fake news?<\/strong><\/p>\n<p><strong>GC:<\/strong> Acho bem importante, por\u00e9m reitero que esse conte\u00fado de mais qualidade normalmente vem num formato e linguagem mais s\u00f3brios, por vezes at\u00e9 sisudos, o que, infelizmente, n\u00e3o tem o mesmo impacto de um meme de desinforma\u00e7\u00e3o. Ningu\u00e9m sabe como brigar de igual para igual com isso ainda. E, em parte, acho que \u00e9 porque nem se tenta brigar, sabe? \u00c9 preciso inovar mais, criar ou copiar formatos que usem a linguagem que j\u00e1 faz sucesso no dia a dia dos aplicativos de mensagem.<\/p>\n<p>Engra\u00e7ado \u00e9 que nos stories do Instagram ou no TikTok, por exemplo, vejo v\u00e1rios meios que tentam inovar, criam filtros, at\u00e9 programas espec\u00edficos com uma linguagem jovem. Por que no WhatsApp os formatos t\u00eam que ser basicamente newsletters ou links, se esses n\u00e3o s\u00e3o necessariamente os formatos mais populares na ferramenta?<\/p>\n<p><strong>LJR: Na sua pesquisa, voc\u00ea relata que poucos ve\u00edculos fazem uso de conte\u00fado multim\u00eddia, como imagens, gifs ou \u00e1udios no WhatsApp. Essa \u00e9 uma estrat\u00e9gia acertada?<\/strong><\/p>\n<p><strong>GC: <\/strong>\u00c9 dif\u00edcil falar de certo ou errado nesse assunto porque cada ve\u00edculo tem uma ideia para o seu pr\u00f3prio canal do WhatsApp. Muitas vezes, essa op\u00e7\u00e3o de n\u00e3o utilizar conte\u00fado multim\u00eddia \u00e9 motivada tamb\u00e9m por uma limita\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria ferramenta. Muitos editores me relataram que quanto mais complexa ou pesada for a mensagem (se tiver v\u00eddeos, fotos, gifs), mais chances de ocorrer uma falha no processo e ela chegar para menos gente. Ent\u00e3o, \u00e9 compreens\u00edvel que muitos ve\u00edculos queiram manter o processo o mais simples poss\u00edvel, apenas com link e\/ou texto. Mas, realmente, n\u00e3o s\u00e3o os casos mais interessantes.<\/p>\n<p>A gente sabe que mensagens em \u00e1udio, em geral, n\u00e3o t\u00eam tantos problemas no WhatsApp. Esse \u00e9 tamb\u00e9m um formato super comum e popular entre os usu\u00e1rios na plataforma e h\u00e1 meios que est\u00e3o apostando nisso e colhendo frutos. Um cl\u00e1ssico \u00e9 o The Telegraph, na Inglaterra, focado em quem est\u00e1 se deslocando para o trabalho, e no Brasil tem o Panorama, uma newsletter di\u00e1ria com foco nacional, e o Matinal, uma newsletter local para Porto Alegre. No caso do Telegraph, eles dizem que um leitor do WhatsApp \u00e9 12 vezes mais propenso a assinar o jornal que um leitor que acompanha o ve\u00edculo s\u00f3 nas outras redes.<\/p>\n<p><strong>LJR: Como voc\u00ea falou, as reda\u00e7\u00f5es brasileiras usam pouco o WhatsApp para mudar a rela\u00e7\u00e3o com o seu p\u00fablico. A sua pesquisa aponta que apenas 12,8% do total de mensagens tinha qualquer tipo de pedido de engajamento. Essa \u00e9 uma estrat\u00e9gia adequada para usar a ferramenta, que \u00e9 marcada por uma comunica\u00e7\u00e3o interpessoal?<\/strong><\/p>\n<p><strong>GC: <\/strong>Acho que, em geral, d\u00e1 para melhorar bastante. O problema \u00e9 que muitos ve\u00edculos n\u00e3o t\u00eam bra\u00e7o suficiente para interagir com os leitores pelo WhatsApp. E suspeito que a maioria n\u00e3o v\u00ea como criar valor nessa rela\u00e7\u00e3o mais pr\u00f3xima com o leitor. Ent\u00e3o se contentam em fazer o que d\u00e1. Pesquisas indicam que mesmo a adapta\u00e7\u00e3o ao Twitter, por exemplo, que \u00e9 uma rede muito mais antiga e consolidada para not\u00edcias, n\u00e3o criou uma nova cultura para a ferramenta, apenas adaptou o modus operandi j\u00e1 existente.<\/p>\n<p><strong>LJR: Voc\u00ea mencionou a falta de equipe para fazer essa intera\u00e7\u00e3o com os leitores. Vale a pena contratar pessoas para isso?<\/strong><\/p>\n<p><strong>GC: <\/strong>Depende muito do tamanho do seu ve\u00edculo e do retorno que voc\u00ea espera ter. Eu pesquisei canais muito distintos: tinha ve\u00edculo local pequeno (para o qual o WhatsApp, via de regra, serve para gerar cliques), local maior (que j\u00e1 consegue pensar em criar uma rela\u00e7\u00e3o de mais proximidade com o leitor), ve\u00edculo nacional grande (para o qual o WhatsApp \u00e9 uma fonte de audi\u00eancia bem pequena, que d\u00e1 muito trabalho, ent\u00e3o n\u00e3o recebe muito investimento), meios pequenos como ag\u00eancias de fact-checking (que apostam em v\u00e1rias fontes de audi\u00eancia e precisam fazer o seu conte\u00fado ser compartilhado o m\u00e1ximo poss\u00edvel) e ve\u00edculos praticamente nativos do WhatsApp, como Correio Sabi\u00e1 e Panorama. Ent\u00e3o quanto mais importante for o WhatsApp para um ve\u00edculo, mais vale a pena investir, mas sempre com a ressalva de que ficar muito dependente de uma ferramenta s\u00f3, principalmente uma que n\u00e3o \u00e9 muito afeita ao jornalismo, n\u00e3o \u00e9 uma boa estrat\u00e9gia. Vejo ve\u00edculos locais, ag\u00eancias de fact-checking e esses nativos do WhatsApp como aqueles que mais podem se beneficiar de investir nesse tipo de engajamento. Mas tem que ver caso a caso, como tudo hoje em dia nesse ambiente plataformizado, n\u00e3o existe f\u00f3rmula pronta.<\/p>\n<p>Acho que os ve\u00edculos com canais mais sustent\u00e1veis, digamos assim, s\u00e3o aqueles que agregam valor ao usu\u00e1rio com um servi\u00e7o ou produto importante para ele \u2013 seja uma newsletter 3x ao dia, pela manh\u00e3 ou ao fim do dia, seja um \u00e1udio, seja um apanhado de not\u00edcias s\u00f3 sobre a regi\u00e3o da cidade do leitor ou sobre o seu time de futebol.<\/p>\n<div id=\"attachment_26534\" style=\"width: 385px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-26534\" id=\"longdesc-return-26534\" class=\" wp-image-26534\" tabindex=\"-1\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Giuliander-Carpes-300x225.jpeg\" alt=\"Carpes pesquisa o uso do WhatsApp pelas reda\u00e7\u00f5es latino-americanas\" width=\"375\" height=\"281\" longdesc=\"https:\/\/latamjournalismreview.org?longdesc=26534&amp;referrer=26516\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Giuliander-Carpes-300x225.jpeg 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Giuliander-Carpes-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Giuliander-Carpes-768x576.jpeg 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Giuliander-Carpes-1536x1152.jpeg 1536w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Giuliander-Carpes-2048x1536.jpeg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><p id=\"caption-attachment-26534\" class=\"wp-caption-text\">Carpes pesquisa o uso de plataformas de mensagens, principalmente o WhatsApp, por meios latino-americanos<\/p><\/div>\n<p><strong>LJR: E quais s\u00e3o os benef\u00edcios de investir nesses aplicativos?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>GC: <\/strong>O principal benef\u00edcio que muitos editores t\u00eam relatado \u00e9 o contato direto com o leitor, a mensagem enviada que chega direto na caixa dele e tem uma taxa de leitura maior que um email, porque ele t\u00e1 ali abrindo o aplicativo de mensagens o dia todo \u2013 sem falar que essa mensagem n\u00e3o \u00e9 escolhida por um algoritmo. Os retornos s\u00e3o diversos, dependem muito de cada ve\u00edculo. Aumento de audi\u00eancia acho que s\u00f3 ocorre para ve\u00edculos ainda pequenos, que costumam ter um teto baixo. Os maiores canais hoje em dia no WhatsApp t\u00eam cerca de 20 mil pessoas e no Telegram, quase 200 mil. Ainda \u00e9 pouco perto dos milh\u00f5es do Facebook e Twitter (embora s\u00f3 uma parte bem pequena desses milh\u00f5es realmente veja cada publica\u00e7\u00e3o nessas redes).<\/p>\n<p><strong>LJR: A sua pesquisa mostra que apenas alguns ve\u00edculos aproveitam o WhatsApp para aumentar suas fontes de receita, seja pedindo apoio dos leitores, fazendo propaganda an\u00fancios ou pedindo que os leitores fa\u00e7am uma assinatura (apenas O Estado de S. Paulo, Aos Fatos, Panorama, Correio Sabi\u00e1, UOL Economia+ fazem isso com regularidade). Essa \u00e9, na sua opini\u00e3o, uma oportunidade perdida?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>GC: <\/strong>Sim, acho que \u00e9 uma oportunidade perdida, porque n\u00e3o custa nada pedir apoio para o seu programa de membros, oferecer algum pacote de assinatura ou mesmo compartilhar an\u00fancios publicit\u00e1rios ali. Por que n\u00e3o fazer? Quem tem feito tem tido retorno positivo, sim. Claro que as receitas ali n\u00e3o bancam o ve\u00edculo inteiro, mas acrescentam. Em termos de assinatura, ningu\u00e9m faz no Brasil o que o The Telegraph faz (antigamente, eles colocavam uma lista de links, deixavam alguns abertos e outros fechados, hoje fecham todos e incentivam os usu\u00e1rios do WhatsApp a assinar o jornal com uma experimenta\u00e7\u00e3o gratuita de um m\u00eas), mas o Estad\u00e3o e o UOL Economia+ fazem alguma coisa.<\/p>\n<p>Alguns jornais como o Correio e a Gazeta do ES t\u00eam grupos apenas para assinantes. Em programa de membros destaco Aos Fatos, Ag\u00eancia P\u00fablica e Correio Sabi\u00e1. Um jornal local de Santa Catarina, O Munic\u00edpio, veicula an\u00fancios publicit\u00e1rios de comerciantes pequenos e m\u00e9dios na ferramenta, o que \u00e9 bem v\u00e1lido. Estad\u00e3o e GZH t\u00eam patrocinadores para suas newsletters na plataforma.<\/p>\n<p><strong>LJR: Falamos dos benef\u00edcios e oportunidades, mas quais os riscos desses aplicativos?<\/strong><\/p>\n<p><strong>GC: <\/strong>O principal \u00e9 a imprevisibilidade. O que hoje funciona bem para um meio de comunica\u00e7\u00e3o num aplicativo de mensagens pode n\u00e3o funcionar mais amanh\u00e3. O WhatsApp hoje tem um modelo de neg\u00f3cios um pouco mais claro, mas o do Telegram ainda est\u00e1 bem aberto. Uma hora eles v\u00e3o ter que abordar a quest\u00e3o da desinforma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m. O WhatsApp proibiu a automa\u00e7\u00e3o e envio massivo de mensagens, o que prejudicou o funcionamento dos canais de v\u00e1rios ve\u00edculos (principalmente estrangeiros) e limita o potencial de crescimento deles. O Telegram dar\u00e1 um tratamento diferenciado aos ve\u00edculos de not\u00edcias? N\u00e3o sabemos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O diagn\u00f3stico \u00e9 do pesquisador brasileiro Giuliander Carpes, doutorando em ci\u00eancias da comunica\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o na Universidade Toulouse III, que acaba de publicar um estudo sobre o assunto<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":26778,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1224],"tags":[1568,1610],"coauthors":[],"class_list":["post-26516","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-pesquisa-academica-pt-br","tag-desinformacao-pt-br","tag-midias-sociais-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.3) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Maioria dos meios brasileiros usa WhatsApp de forma limitada e perde oportunidade de gerar receita com aplicativo, diz pesquisador - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Maioria dos meios brasileiros usa WhatsApp de forma limitada e perde oportunidade de gerar receita com aplicativo, diz pesquisador Pesquisa Acad\u00eamica. 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