{"id":40737,"date":"2021-11-08T14:58:32","date_gmt":"2021-11-08T19:58:32","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=40737"},"modified":"2021-11-08T15:06:12","modified_gmt":"2021-11-08T20:06:12","slug":"jornais-comunitarios-preenchem-lacunas-de-informacao-e-lutam-contra-estereotipos-para-produzir-jornalismo-verdadeiramente-local","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/jornais-comunitarios-preenchem-lacunas-de-informacao-e-lutam-contra-estereotipos-para-produzir-jornalismo-verdadeiramente-local\/","title":{"rendered":"Jornais comunit\u00e1rios preenchem lacunas de informa\u00e7\u00e3o e lutam contra estere\u00f3tipos para produzir jornalismo verdadeiramente local"},"content":{"rendered":"<p>As favelas do Rio de Janeiro s\u00e3o uma panela de press\u00e3o, lar de muitas das quest\u00f5es e tens\u00f5es mais urgentes da metr\u00f3pole em rela\u00e7\u00e3o a saneamento, seguran\u00e7a, representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e educa\u00e7\u00e3o. Com <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/translate.google.com\/translate%3Fsl%3Dpt%26tl%3Den%26u%3Dhttps:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/agencia-noticias\/2012-agencia-de-noticias\/noticias\/15700-dados-do-censo-2010-mostram-11-4-milhoes-de-pessoas-vivendo-em-favelas\">22% da popula\u00e7\u00e3o da cidade<\/a>, elas tamb\u00e9m s\u00e3o o cruzamento de ricas culturas e tradi\u00e7\u00f5es que se tornaram marcas registradas da cidade.<\/p>\n<div id=\"attachment_40622\" style=\"width: 460px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-40622\" class=\"wp-image-40623\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Rocinha-300x201.png\" alt=\"A view of Rocinha \" width=\"450\" height=\"302\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Rocinha-300x201.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Rocinha.png 507w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Rocinha-350x234.png 350w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><p id=\"caption-attachment-40622\" class=\"wp-caption-text\">Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro<\/p><\/div>\n<p>No entanto, a m\u00eddia tradicional tende, historicamente, a focar hist\u00f3rias sobre esses locais a partir de conflitos armados entre <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/rioonwatch.org\/%3Fp%3D65697\">pol\u00edcia e traficantes de drogas<\/a>, <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/www.hrw.org\/news\/2021\/08\/15\/rio-cautionary-tale-police-violence\">brutalidade policial e narrativas<\/a> gerais sobre mis\u00e9ria e pobreza.<\/p>\n<p>\u201cDependendo do c\u00f3digo postal, o morador da favela pode ser retratado na m\u00eddia tradicional como empres\u00e1rio ou traficante\u201d, Claudia Santiago, professora do N\u00facleo Piratininga de Comunica\u00e7\u00e3o (NPC), disse \u00e0 <strong>LatAm Journalism Review (LJR). <\/strong>Ela ensinou e ensina alfabetiza\u00e7\u00e3o midi\u00e1tica e li\u00e7\u00f5es sobre comunica\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria para dezenas de jornalistas atuais que s\u00e3o origin\u00e1rios de e cujo trabalho gira em torno de temas de favelas.<\/p>\n<p>Gizele Martins, veterana do jornalismo comunit\u00e1rio no Rio<strong>, <\/strong>acrescenta ainda que essa estigmatiza\u00e7\u00e3o aumenta a <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC5004736\/\">criminaliza\u00e7\u00e3o dos afro-brasileiros<\/a>, que representam 67%dos moradores das favelas. \u201cN\u00f3s tradicionalmente somos mostrados principalmente na se\u00e7\u00e3o policial dos jornais comerciais, sem nome nem sobrenome.\u201d, disse \u00e0 LJR.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/www.scielo.br\/j\/civitas\/a\/r6p9h5GpCRjz4FsrVzd5DkM\/abstract\/%3Flang%3Den\">Essa realidade<\/a> \u00e9 uma das raz\u00f5es pelas quais muitos jornalistas que vivem e trabalham nas favelas do Rio trabalham pelo mantra \u201c<a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/www-geledes-org-br.translate.goog\/o-significado-do-nos-por-nos\/%3F_x_tr_sl%3Dauto%26_x_tr_tl%3Den%26_x_tr_hl%3Dpt-BR%26_x_tr_pto%3Dnui,elem\">n\u00f3s por n\u00f3s<\/a>\u201d, criando suas pr\u00f3prias iniciativas de m\u00eddia com o jornalismo por e para eles. Eles fazem isso para falar sua pr\u00f3pria voz ao seu pr\u00f3prio povo, aquele que a m\u00eddia tradicional - e o Estado - geralmente esquece.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, eles est\u00e3o se adaptando e inovando quando se trata de distribui\u00e7\u00e3o, conex\u00e3o com a comunidade e localiza\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias locais.<\/p>\n<p><strong>Conectando-se pessoalmente e online<\/strong><\/p>\n<p>\u201cCresci lendo jornais que meu pai, zelador, trazia do trabalho para casa\u201d, disse \u00e0 <strong>LJR o <\/strong>jornalista comunit\u00e1rio Michel Silva, que mora na maior favela do Rio, a Rocinha<strong>. <\/strong>Essa experi\u00eancia, junto com sua curiosidade e acesso \u00e0 internet, ensinou-lhe a estrutura de uma reportagem. Em 2013, criou o jornal Fala Ro\u00e7a junto a irm\u00e3 e outros colegas. Para Michel, se n\u00e3o tivessem feito, outros o fariam.<\/p>\n<p>Esses jornais comunit\u00e1rios, que muitas vezes s\u00e3o distribu\u00eddos pessoalmente, fornecem um vislumbre interessante de como a imprensa pode se conectar com seu p\u00fablico local de maneira tang\u00edvel - mesmo na era das <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/reutersinstitute.politics.ox.ac.uk\/risj-review\/statistic-week-how-brazilian-voters-get-their-news\">redes sociais<\/a> e da transi\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/translate.google.com\/translate%3Fsl%3Dauto%26tl%3Den%26u%3Dhttps:\/\/www.meioemensagem.com.br\/home\/opiniao\/2021\/03\/11\/mais-um-impresso-deixa-de-circular-no-brasil.html\">do impresso para o digital<\/a>.<\/p>\n<p>\u201cLogo que a internet se difundiu mais e as pessoas passaram a us\u00e1-la surgiu essa tese de que agora a comunica\u00e7\u00e3o estaria liberta. Mas hoje estamos vendo que n\u00e3o \u00e9 assim, j\u00e1 que logo em seguida vieram os algoritmos e a nossa capacidade de efetivamente se comunicar com os diferentes de voc\u00ea \u00e9 bem limitada. Estamos presos \u00e0s bolhas\u201d, comenta Marcelo Ernandez, professor de Comunica\u00e7\u00e3o Dial\u00f3gica da UERJ (Universidade do Estado do Rio) que estudou <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=http:\/\/revistaalceu.com.puc-rio.br\/index.php\/alceu\/article\/download\/184\/187\/739\">distribui\u00e7\u00e3o de jornais comunit\u00e1rios<\/a>. \u201cEssa discuss\u00e3o est\u00e1, na verdade, mais ligada \u00e0 decis\u00e3o pol\u00edtica e de m\u00e9todo do que necessariamente tecnologia. Voc\u00ea pode ter formas dial\u00f3gicas, de di\u00e1logo, sem necessariamente depender de uma tecnologia moderna.\u201d<\/p>\n<p>Michel Silva v\u00ea esse di\u00e1logo acontecendo todos os dias ao fazer suas tarefas di\u00e1rias ou mesmo enquanto distribui jornais impressos ao lado de outros volunt\u00e1rios.<\/p>\n<p>\u201cA distribui\u00e7\u00e3o porta-a porta \u00e9 chave. Voc\u00ea n\u00e3o v\u00ea os jornais tradicionais fazendo isso, ent\u00e3o os moradores se interessaram rapidamente\u201d, reconhece o jornalista. Por meio dessa intera\u00e7\u00e3o - uma conversa constante entre a comunidade e os jornalistas - os moradores passam ideias para hist\u00f3rias futuras. \u201cAs pessoas s\u00e3o o nosso term\u00f4metro.\u201d<\/p>\n<div id=\"attachment_40613\" style=\"width: 599px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-40613\" class=\"wp-image-40614 size-full\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Imagem1.jpg\" alt=\"Fala Ro\u00e7a Distribution Photo by Kita Pedroza\" width=\"589\" height=\"393\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Imagem1.jpg 589w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Imagem1-300x200.jpg 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Imagem1-350x234.jpg 350w\" sizes=\"auto, (max-width: 589px) 100vw, 589px\" \/><p id=\"caption-attachment-40613\" class=\"wp-caption-text\">Distribui\u00e7\u00e3o do 'Fala Ro\u00e7a (Foto: Kita Pedroza)<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O n\u00famero exato de jornais originados nas favelas do Rio de Janeiro \u00e9 dif\u00edcil de desvendar devido ao seu desenvolvimento informal e \u00e0 falta de pesquisas sobre o assunto. Seu impacto, no entanto, \u00e9 \u00f3bvio, pelo menos no n\u00edvel local. Mas, \u00e0s vezes, vai al\u00e9m da pr\u00f3pria favela.<\/p>\n<p>Michele Silva, irm\u00e3 de Michel e jornalista, lembra do poder do jornalismo local quando lembrou \u00e0 <strong>LJR <\/strong>uma distribui\u00e7\u00e3o normal da publica\u00e7\u00e3o em 2013.<\/p>\n<p>Depois de tirar fotos enquanto distribu\u00eda os jornais, Michele foi procurada algumas semanas depois pela fam\u00edlia de um homem desaparecido que teria aparecido em algumas fotos. <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/www.independent.co.uk\/news\/world\/americas\/where-s-amarildo-how-disappearance-construction-worker-taken-his-home-police-has-sparked-protests-brazil-8745464.html\">O homem era o pedreiro conhecido como Amarildo<\/a>, que foi morto e desaparecido por <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/en\/geral\/noticia\/2016-02\/rio-court-sentences-13-police-over-torture-and-killing-amarildo\">policiais das Unidades de Pol\u00edcia Pacificadora, as UPPs.<\/a><\/p>\n<p>\u201cFoi quando me dei conta de como nosso trabalho poderia se cruzar com o dia a dia dos moradores e como eu n\u00e3o era apenas um local, mas tamb\u00e9m uma jornalista\u201d, lembrou Michele.<\/p>\n<p>A fotografia tirada por circulou pelo mundo e ajudou a contrariar a narrativa oficial inicial de que Amarildo era pr\u00f3ximo aos traficantes. Os policiais at\u00e9 tentaram <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/www.americasquarterly.org\/blog\/police-charged-in-rio-murder-and-disappearance-case\/\">atribuir o assassinato<\/a> a traficantes de drogas, subornando testemunhas.<\/p>\n<p>Hist\u00f3rias como essa, embora importantes, n\u00e3o s\u00e3o os conte\u00fados priorit\u00e1rios desses jornais comunit\u00e1rios.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das not\u00edcias do \u201c<em>hard news<\/em>\u201d, esses ve\u00edculos tamb\u00e9m abordam o <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/rrj.ca\/5-reasons-to-love-service-journalism\/\">jornalismo de servi\u00e7os<\/a>, o que \u00e9 especialmente urgente em uma comunidade com <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/larrlasa.org\/articles\/10.25222\/larr.74\/galley\/28\/download\/\">6.529 empresas comerciais<\/a>, de acordo com o Censo 2010. Esses empreendimentos, muitos deles informais e sem acesso a recursos de marketing, n\u00e3o t\u00eam meios locais e formas de se publicizar dentro da favela.<\/p>\n<p>Essas hist\u00f3rias v\u00e3o desde grandes neg\u00f3cios, <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/falaroca.com\/shopping-rocinha-inaugura\/\">como a inaugura\u00e7\u00e3o de um shopping<\/a>, at\u00e9 <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/falaroca.com\/morador-batidas-rocinha\/\">empreendedores individuais como Johnny Batidas<\/a>, um barman de smoothies que vende seus drinks na Praia de S\u00e3o Conrado.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/translate.google.com\/translate%3Fsl%3Dauto%26tl%3Den%26u%3Dhttps:\/\/falaroca.com\/historia-do-homem-das-pulseiras-de-borracha-voce-ama-rocinha\/\">Perfis<\/a> de moradores tamb\u00e9m s\u00e3o necess\u00e1rios para retratar a hist\u00f3ria oral da favela, muitas vezes esquecida, iluminando sua rica tape\u00e7aria de cultura, hist\u00f3rias e tradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O Jornal Mar\u00e9 de Not\u00edcias percorre um caminho semelhante ao do Fala Ro\u00e7a. Dentro da Mar\u00e9, um dos maiores complexos de favelas do Rio de Janeiro (agrupando dezesseis comunidades), o jornal comunit\u00e1rio tamb\u00e9m tem uma abordagem local distinta, distribuindo sua vers\u00e3o impressa para 50 mil moradores, gratuitamente e de pessoa a pessoa.<\/p>\n<div id=\"attachment_40625\" style=\"width: 460px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-40625\" class=\"wp-image-40626\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Screen-Shot-2021-11-06-at-10.19.16-AM-300x193.png\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"290\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Screen-Shot-2021-11-06-at-10.19.16-AM-300x193.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Screen-Shot-2021-11-06-at-10.19.16-AM-1024x659.png 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Screen-Shot-2021-11-06-at-10.19.16-AM-768x494.png 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Screen-Shot-2021-11-06-at-10.19.16-AM-1536x988.png 1536w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Screen-Shot-2021-11-06-at-10.19.16-AM-2048x1318.png 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><p id=\"caption-attachment-40625\" class=\"wp-caption-text\">Mar\u00e9 de Not\u00edcias (Captura de tela)<\/p><\/div>\n<p>Dani Moura, cofundadora do ve\u00edculo, disse \u00e0 <strong>LJR <\/strong>que uma pesquisa interna mostrou que seu jornal era a principal fonte de not\u00edcias para v\u00e1rios moradores.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 muitas pessoas que n\u00e3o t\u00eam outra fonte de informa\u00e7\u00e3o fora do nosso jornal\", disse, acrescentando que a idade m\u00e9dia do leitor \u00e9 de cerca de 45 anos.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do Fala Ro\u00e7a, eles t\u00eam o apoio institucional de uma <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/doe.redesdamare.org.br\/\">ONG conhecida<\/a>, a Redes da Mar\u00e9, mas a publica\u00e7\u00e3o ainda tem muitos dos mesmos problemas de outras iniciativas de m\u00eddia comunit\u00e1ria.<\/p>\n<p>Devido \u00e0 hist\u00f3rica falta de financiamento, mesmo jornais de sucesso como o Fala Ro\u00e7a e Mar\u00e9 de Not\u00edcias apresentam lacunas cronol\u00f3gicas na impress\u00e3o das edi\u00e7\u00f5es, alternando entre estar totalmente online e lan\u00e7ar edi\u00e7\u00f5es mensais ou bimestrais para diluir as despesas de impress\u00e3o.<\/p>\n<p>Na realidade, essas publica\u00e7\u00f5es impressas t\u00eam uma raz\u00e3o mais restritiva para existir: o acesso \u00e0 internet, nas favela, n\u00e3o \u00e9 universal e nem barato de se obter. Embora os residentes mais jovens tenham sido notoriamente \"<a href=\"https:\/\/rioonwatch.org\/?p=6847\">superconectados<\/a>\", a conectividade ainda est\u00e1 em uma zona cinzenta. <a href=\"https:\/\/teletime-com-br.translate.goog\/04\/05\/2021\/internet-3g-ou-4g-nao-chega-ou-e-ineficiente-no-lar-de-43-dos-moradores-de-favelas\/?_x_tr_sl=auto&amp;_x_tr_tl=en&amp;_x_tr_hl=pt-BR&amp;_x_tr_pto=nui\">A internet 3G e 4G \u00e9 ineficiente em 43% das casas em favelas,<\/a> segundo o Instituto Locomotiva.<\/p>\n<p>O mesmo instituto, durante uma transmiss\u00e3o ao vivo sobre o tema infraestrutura de telecomunica\u00e7\u00f5es, afirmou por meio de seu presidente, Renato Meirelles, que a qualidade da internet ajuda a diferenciar entre aqueles que s\u00e3o ricos e pobres no Brasil.<\/p>\n<p>\u201cEm todos os nossos estudos, ou a falta de tecnologia apareceu como um problema, ou a tecnologia apareceu como uma solu\u00e7\u00e3o. Muitos dos moradores da favela t\u00eam acesso \u00e0 internet quando est\u00e3o na periferia da favela, n\u00e3o quando est\u00e3o em casa. Enquanto os mais ricos t\u00eam computadores em 83% de suas casas, esse n\u00famero cai para menos de 20% entre os moradores da favela. Todo mundo tem smartphones, mas para 86% dos que t\u00eam celular pr\u00e9-pago, o plano termina antes do per\u00edodo programado\u201d, destacou.<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o respaldados empiricamente, j\u00e1 que Dani Moura explicou que realmente existem muitas regi\u00f5es da Mar\u00e9 onde a internet n\u00e3o \u00e9 acess\u00edvel. At\u00e9 mesmo a reda\u00e7\u00e3o do Mar\u00e9 de Not\u00edcias sofria de conex\u00e3o ruim. Para resolver esse problema, eles contrataram um fornecedor com experi\u00eancia em atendimento \u00e0 internet na Rocinha, felizmente com not\u00e1vel sucesso.<\/p>\n<p>Quando a pandemia de COVID-19 come\u00e7ou em 2020, o online e o jornal f\u00edsico tornaram-se ainda mais importantes e, \u00e0s vezes, uma quest\u00e3o de vida ou morte, j\u00e1 que o v\u00edrus <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/rioonwatch.org\/%3Fp%3D63082\">atingiu as favelas com mais for\u00e7a do que em 121 pa\u00edses<\/a>. Para evitar novas confraterniza\u00e7\u00f5es e o contacto estreito entre os residentes e a equipa de distribui\u00e7\u00e3o, a Mar\u00e9 de Not\u00edcias decidiu deixar de utilizar a vers\u00e3o impressa durante alguns meses e, em vez disso, passou a utilizar cartazes informativos para chegar aos residentes, espelhando pinturas de murais.<\/p>\n<div id=\"attachment_40616\" style=\"width: 599px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-40616\" class=\"wp-image-40617 size-full\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Imagem2.jpg\" alt=\"Lambe-lambe, a kind of poster, was used instead of the printed version of the newspaper\" width=\"589\" height=\"393\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Imagem2.jpg 589w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Imagem2-300x200.jpg 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Imagem2-350x234.jpg 350w\" sizes=\"auto, (max-width: 589px) 100vw, 589px\" \/><p id=\"caption-attachment-40616\" class=\"wp-caption-text\">Lambe-lambe nos muros usado como alternativa \u00e0 vers\u00e3o impressa do Mar\u00e9 de Not\u00edcias (Cortesia)<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Outra frente de inova\u00e7\u00e3o \u00e9 a checagem. Em outubro de 2020, a Ag\u00eancia Lupa, uma das ag\u00eancias de verifica\u00e7\u00e3o mais conhecidas do Brasil, fez parceria com a Mar\u00e9 de Not\u00edcias para <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/piaui.folha.uol.com.br\/lupa\/2020\/10\/29\/caiu-na-rede-lupa-mare-de-noticias\/\">ajudar a localizar e impedir a divulga\u00e7\u00e3o de not\u00edcias falsas<\/a>, especialmente durante a crise do COVID-19.<\/p>\n<p>Essa expertise tamb\u00e9m tem sido usada para limpar a desinforma\u00e7\u00e3o a respeito <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/mareonline-com-br.translate.goog\/operacao-policial-em-marcilio-dias\/%3F_x_tr_sl%3Dauto%26_x_tr_tl%3Den%26_x_tr_hl%3Dpt-BR%26_x_tr_pto%3Dnui\">das opera\u00e7\u00f5es policiais<\/a> que florescem nas redes sociais, dando aos moradores da favela e de fora (al\u00e9m dos pr\u00f3prios ve\u00edculos) uma imagem clara do que realmente est\u00e1 acontecendo dentro da localidade.<\/p>\n<p>Outro exemplo not\u00e1vel de inova\u00e7\u00f5es fornecidas por esses jornais s\u00e3o as investiga\u00e7\u00f5es de dados centradas nas favelas.<\/p>\n<p>A equipe do Fala Ro\u00e7a escreveu uma reportagem sobre <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/falaroca-com.translate.goog\/mulheres-afetadas-pandemia-rocinha\/%3F_x_tr_sl%3Dauto%26_x_tr_tl%3Den%26_x_tr_hl%3Dpt-BR%26_x_tr_pto%3Dnui\">como as mulheres sem renda foram as mais afetadas pela pandemia<\/a> da Rocinha devido ao n\u00famero de empregos informais - <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/migration.bristol.ac.uk\/2020\/10\/27\/domestic-workers-and-covid-19-brazils-legacy-of-slavery-lives-on\/\">principalmente dom\u00e9sticos<\/a>. A hist\u00f3ria foi baseada em dados sobre doa\u00e7\u00f5es feitas \u00e0 comunidade pelo Fala Ro\u00e7a.<\/p>\n<p>Durante a crise do coronav\u00edrus, Michel Silva e seus colegas tamb\u00e9m tiveram a ideia de verificar os n\u00fameros das vacinas na Rocinha, principalmente a taxa de retorno. Eles descobriram que quase metade das pessoas que tomaram a primeira dose <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/falaroca-com.translate.goog\/doses-vacina-covid-19-rocinha\/%3F_x_tr_sl%3Dauto%26_x_tr_tl%3Den%26_x_tr_hl%3Dpt-BR%26_x_tr_pto%3Dnui\">n\u00e3o voltou<\/a> para a segunda.<\/p>\n<p>Este tipo de abordagem baseada em dados, no entanto, n\u00e3o se concentra apenas em hist\u00f3rias sobre a pandemia. Quest\u00f5es estruturais tamb\u00e9m s\u00e3o direcionadas. Michel Silva mapeou todas as lixeiras distribu\u00eddas na estrada principal que liga a Rocinha a seus vizinhos de alta renda. <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/translate.google.com\/translate%3Fsl%3Dauto%26tl%3Den%26u%3Dhttps:\/\/falaroca.com\/lixeira-poste-rocinha\/\">A Rocinha tinha um<\/a>, enquanto as outras tinham dezessete.<\/p>\n<p><strong>Profissionais cada vez mais procurados<\/strong><\/p>\n<p>Jornalistas comunit\u00e1rios que vivem ou trabalham nas favelas do Rio, como Michel ou Dani Moura, andam na linha t\u00eanue ao realizar seu trabalho di\u00e1rio e ao se deparar com suposi\u00e7\u00f5es defendidas tanto por moradores quanto por pessoas de fora da comunidade.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-40629\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Screen-Shot-2021-11-06-at-10.21.11-AM-300x223.png\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"335\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Screen-Shot-2021-11-06-at-10.21.11-AM-300x223.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Screen-Shot-2021-11-06-at-10.21.11-AM-1024x762.png 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Screen-Shot-2021-11-06-at-10.21.11-AM-768x571.png 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Screen-Shot-2021-11-06-at-10.21.11-AM-1536x1142.png 1536w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Screen-Shot-2021-11-06-at-10.21.11-AM-2048x1523.png 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p>\u201cMesmo os moradores ainda n\u00e3o est\u00e3o acostumados a ver jornalistas que moram e trabalham na favela. Ent\u00e3o, demorou um pouco para eles entenderem que eu era. Eles sempre tendem a imaginar algu\u00e9m de ve\u00edculos conhecidos\u201d, disse Michel.<\/p>\n<p>O rep\u00f3rter tamb\u00e9m compara as rea\u00e7\u00f5es de outros moradores da favela \u00e0s de seus colegas.<\/p>\n<p>\u201cEm muitos casos, eles [jornalistas de fora da favela] nos usam apenas para pedir ajuda, sem considerar que tamb\u00e9m somos jornalistas\u201d, disse Michel, acrescentando que muitos n\u00e3o sabem diferenciar a assist\u00eancia pontual da assist\u00eancia real \u00e0 produ\u00e7\u00e3o. \u201cAl\u00e9m disso, eles tendem a n\u00e3o entender que, depois que a hist\u00f3ria deles for publicada, eu ainda estou na Rocinha e eles voltam para casa\u201d.<\/p>\n<p>O panorama da m\u00eddia comunit\u00e1ria gera um tipo muito particular de jornalista, com um entendimento que o famoso ativista de direitos humanos <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/www.frontlinedefenders.org\/pt\/profile\/raull-santiago\">Raull Santiago,<\/a> denomina \u201cruologia\u201d.<\/p>\n<p>\u201cOs comunicadores de favela circulam a cidade inteira ent\u00e3o eles possuem um modo de compara\u00e7\u00e3o, de entender a din\u00e2mica urbana de forma mais ampla, com base em menos preconceito\u201d, disse \u00e0 <strong>LJR <\/strong>Theresa Williamson, diretora executiva fundadora de uma <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/catcomm.org\/\">ONG<\/a> que publica o site de vigil\u00e2ncia e o servi\u00e7o de not\u00edcias sobre favelas <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/rioonwatch.org\/\">RioOnWatch<\/a>. Para Theresa, jornalistas que trabalham e moram em favelas deveriam ser ainda mais integrados nos meios de comunica\u00e7\u00e3o para ajudar a nortear novas perspectivas e narrativas na m\u00eddia tradicional.<\/p>\n<p>Esse processo, em parte, j\u00e1 vem acontecendo. Dani Moura \u00e9 uma das que buscam impulsionar novos talentos no Mar\u00e9 de Not\u00edcias por meio de workshops e iniciativas jornal\u00edsticas, em parte porque muitos de seus ex-alunos acabam sendo procurados por ve\u00edculos tradicionais.<\/p>\n<p>\u201cDefinitivamente, temos uma escassez de m\u00e3o de obra nesta \u00e1rea. Tenho dificuldade em manter alguns profissionais por mais de 6 a 8 meses\u201d, compartilhou.<\/p>\n<p>Para <a href=\"https:\/\/translate.google.com\/translate?hl=pt-BR&amp;prev=_t&amp;sl=en&amp;tl=pt&amp;u=https:\/\/www.opendemocracy.net\/en\/author\/thais-cavalcante\/\">Tha\u00eds Cavalcante<\/a>, jornalista freelancer com forma\u00e7\u00e3o em jornais comunit\u00e1rios e cujos trabalhos j\u00e1 foram veiculados em ve\u00edculos nacionais e internacionais, a estrutura do jornalismo comunit\u00e1rio a tornou uma profissional melhor.<\/p>\n<p>\u201cMeu trabalho nasceu de um trabalho colaborativo, da luta pela democratiza\u00e7\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o, escrevendo com prop\u00f3sito\u201d, contextualizou, explicando que ela iniciou sua jornada sem dinheiro e sem treinamento. \u201cEu me reconheci como pertencente ao lugar onde nasci e vivi por causa do jornalismo. Aprendi que \u00e9 poss\u00edvel come\u00e7ar a pr\u00e1tica antes da teoria. Eu entendi sobre o outro, sobre o real significado da palavra empatia. Tornei-me mais consciente da realidade, melhor ouvinte e com uma vis\u00e3o mais local, mesmo que o impacto da not\u00edcia seja nacional ou global\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jornalistas que vivem e trabalham nas favelas do Rio trabalham pelo mantra \"n\u00f3s por n\u00f3s\" (informalmente, N\u00f3s, por N\u00f3s), criando suas pr\u00f3prias iniciativas de m\u00eddia com jornalismo por e para si mesmos. Eles fazem isso para falar sua pr\u00f3pria voz ao seu pr\u00f3prio povo, aqueles que a m\u00eddia tradicional - e o Estado - geralmente esquece.\u00a0<\/p>\n","protected":false},"author":34,"featured_media":40620,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"coauthors":[],"class_list":["post-40737","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.3) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Jornais comunit\u00e1rios preenchem lacunas de informa\u00e7\u00e3o e lutam contra estere\u00f3tipos para produzir jornalismo verdadeiramente local - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Jornais comunit\u00e1rios preenchem lacunas de informa\u00e7\u00e3o e lutam contra estere\u00f3tipos para produzir jornalismo verdadeiramente local . 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