{"id":4519,"date":"2019-11-13T20:13:17","date_gmt":"2019-11-14T01:13:17","guid":{"rendered":"https:\/\/live-lajr.pantheonsite.io\/?p=4519"},"modified":"2020-06-03T21:49:19","modified_gmt":"2020-06-04T02:49:19","slug":"jornais-centenarios-do-brasil-tentam-unir-patrimonio-historico-a-transformacoes-digitais-e-aproximacao-com-leitores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/jornais-centenarios-do-brasil-tentam-unir-patrimonio-historico-a-transformacoes-digitais-e-aproximacao-com-leitores\/","title":{"rendered":"Jornais centen\u00e1rios do Brasil tentam unir patrim\u00f4nio hist\u00f3rico a transforma\u00e7\u00f5es digitais e aproxima\u00e7\u00e3o com leitores"},"content":{"rendered":"<p>\u201cM\u00eddia de legado\u201d \u00e9 a tradu\u00e7\u00e3o literal de uma express\u00e3o em ingl\u00eas que designa os meios de comunica\u00e7\u00e3o estabelecidos antes de a internet revolucionar a circula\u00e7\u00e3o global de informa\u00e7\u00f5es. A express\u00e3o parece particularmente adequada a jornais que ultrapassam um s\u00e9culo de vida e buscam se adaptar \u00e0 era digital construindo novos caminhos no jornalismo sobre as bases do patrim\u00f4nio acumulado em mais de 100 anos de hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>No Brasil, hoje, <a href=\"https:\/\/docs.google.com\/spreadsheets\/d\/1mabLLFMhpFKsg9iPJac6_cELokqlass7A8-QCLMm2QQ\/edit?usp=sharing\">h\u00e1 26 jornais centen\u00e1rios em circula\u00e7\u00e3o<\/a>, segundo apurou o <strong>Centro Knight<\/strong> a partir de <a href=\"https:\/\/www.anj.org.br\/site\/servicos\/menindjornalistica\/109-jornais-no-brasil\/744-jornais-centenarios.html\">levantamento da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Jornais (ANJ)<\/a>. Para se manter relevantes, eles buscam se manter fi\u00e9is \u00e0 sua hist\u00f3ria e conectados aos seus leitores de d\u00e9cadas, enfatizando seu pertencimento \u00e0 comunidade, enquanto tamb\u00e9m se esfor\u00e7am para consolidar sua opera\u00e7\u00e3o online e conquistar leitores jovens, j\u00e1 pouco afeitos ao papel.<\/p>\n<p>H\u00e1 pouco mais de dois anos, a lista da ANJ contava 31 deles. Desde ent\u00e3o, v\u00e1rios sucumbiram perante as transforma\u00e7\u00f5es do jornalismo p\u00f3s-disrup\u00e7\u00e3o digital. E as dificuldades afetam todos, independentemente do porte do jornal ou de a cobertura ser local ou nacional, conforme disse ao <strong>Centro Knight <\/strong>a jornalista e pesquisadora H\u00e9rica Lene, professora da Universidade Federal do Rec\u00f4ncavo da Bahia (UFRB).<\/p>\n<p>Lene coordenou a pesquisa \u201cJornais centen\u00e1rios do Brasil, como e por que sobrevivem em tempos de converg\u00eancia midi\u00e1tica?\u201d e entre 2015 e 2018 entrevistou gestores de 19 jornais que circulam h\u00e1 mais de 100 anos no pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cTodo mundo est\u00e1 na mesma: ningu\u00e9m sabe exatamente para onde ir com a mudan\u00e7a da ind\u00fastria do jornalismo\u201d, disse ela. \u201c\u00c9 um novo modelo que se est\u00e1 buscando, porque \u00e9 uma fala comum deles que a publicidade do impresso, como era, sustentava o neg\u00f3cio. O online sozinho n\u00e3o se sustenta em termos de publicidade, e o impresso est\u00e1 em crise justamente pela concorr\u00eancia do conte\u00fado online. Eles v\u00e3o para a internet, mas a internet por si s\u00f3 n\u00e3o sustenta o neg\u00f3cio.\u201d<\/p>\n<p><strong>Al\u00e9m do capital simb\u00f3lico<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 1em;\">Prestes a completar 111 anos de hist\u00f3ria, o Com\u00e9rcio do Jahu se tornou em maio um dos centen\u00e1rios que recentemente fechou as portas no pa\u00eds.<\/span><\/p>\n<p>Fundado em 31 de julho de 1908, o jornal cobria os acontecimentos da regi\u00e3o de Ja\u00fa, cidade de 120 mil habitantes no interior do Estado de S\u00e3o Paulo, e foi encerrado em suas vers\u00f5es impressa e online no dia 5 de maio de 2019. <a href=\"http:\/\/www.jornalistasecia.com.br\/files\/ComerciodoJahu.pdf\">A edi\u00e7\u00e3o especial de encerramento<\/a> se dedicou a destacar o patrim\u00f4nio constru\u00eddo pelo Com\u00e9rcio do Jahu em pouco mais de um s\u00e9culo e seus la\u00e7os com a comunidade, que manifestou pesar pelo fim do jornal em depoimentos de leitores, anunciantes, colunistas e rep\u00f3rteres.<\/p>\n<p>\u201cO Com\u00e9rcio sempre acompanhou, ao longo de todos os anos, a vida pol\u00edtica, cultural, social e esportiva da cidade. E se tornou patrim\u00f4nio de Ja\u00fa, refer\u00eancia em informa\u00e7\u00e3o, para o munic\u00edpio e a regi\u00e3o. Como jornal local, com circula\u00e7\u00e3o nas cidades circunvizinhas, era essa a principal cobertura, com an\u00e1lise. A popula\u00e7\u00e3o se viu \u00f3rf\u00e3 do trabalho realizado pelo Com\u00e9rcio\u201d, disse Ana Karina Victor, diretora de reda\u00e7\u00e3o do jornal pelos \u00faltimos 13 anos, ao <strong>Centro Knight<\/strong>.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 1em;\">A decis\u00e3o de encerrar o Com\u00e9rcio se deu ap\u00f3s o jornal passar cerca de quatro anos com dificuldades para se manter, contou ela. V\u00e1rias solu\u00e7\u00f5es foram discutidas entre a reda\u00e7\u00e3o e os propriet\u00e1rios do jornal, como manter as edi\u00e7\u00f5es impressas, por\u00e9m com menor periodicidade, e at\u00e9 acabar com o impresso, mas manter o jornal online. No entanto, os propriet\u00e1rios acabaram decidindo encerrar de vez as atividades do Com\u00e9rcio, disse Victor. (O <\/span><strong style=\"font-family: inherit; font-size: 1em; font-style: inherit;\">Centro Knight<\/strong><span style=\"font-size: 1em;\"> tentou contato com os propriet\u00e1rios do jornal, mas n\u00e3o teve retorno.)<\/span><\/p>\n<p>\u201cA situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 diferente do que ocorre com outros ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o: um n\u00famero menor de pessoas que se disp\u00f5em a comprar o jornal na banca, fazer assinaturas do impresso ou digital. Al\u00e9m do mercado retra\u00eddo de publicidade\u201d, principalmente no interior, disse ela.<\/p>\n<p>\u201cAbre um v\u00e1cuo sempre que um jornal fecha, abre mais um espa\u00e7o no deserto de not\u00edcias. No caso de jornais centen\u00e1rios \u00e9 um abalo muito maior\u201d, disse Marcelo Rech, presidente da ANJ, ao <strong>Centro Knight<\/strong>.<\/p>\n<div style=\"width: 400px; font-size: 80%; text-align: left; float: left; padding-left: 10px; padding-right: 10px;\"><a target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 400px;\" src=\"https:\/\/live.staticflickr.com\/65535\/49061157556_b9c9b1087d_o.jpg\" \/><\/a>Marcelo Rech (Photo: Pedro Fran\u00e7a\/Ag\u00eancia Senado)<\/div>\n<p><span style=\"font-size: 1em;\">Para ele, o grande ativo de qualquer empresa, seja ela jornal\u00edstica ou n\u00e3o, \u00e9 a confian\u00e7a, e essa rela\u00e7\u00e3o \u00e9 algo que os jornais centen\u00e1rios tiveram um bom tempo para construir com seus leitores. \u201cQuando a gente fala de informa\u00e7\u00e3o, ter 100 anos de hist\u00f3ria ou mais \u00e9 um ativo, \u00e9 um patrim\u00f4nio que estabelece uma rela\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a rar\u00edssima\u201d, disse Rech.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 1em;\">A pesquisadora Lene observou em sua pesquisa que, de fato, esse patrim\u00f4nio dos jornais centen\u00e1rios ajuda a mant\u00ea-los funcionando e os diferencia de outras publica\u00e7\u00f5es. \u201cEsse capital simb\u00f3lico \u00e9 muito importante em termos de valoriza\u00e7\u00e3o do jornalismo enquanto local de checagem, de informa\u00e7\u00e3o; as pessoas confiam nessas marcas, que carregam essa credibilidade\u201d cultivada ao longo de d\u00e9cadas, disse ela.<\/span><\/p>\n<p>No entanto, essa n\u00e3o \u00e9 uma garantia de sobreviv\u00eancia, como demonstra o caso do Com\u00e9rcio do Jahu, pois o que esses jornais enfrentam \u00e9 \u201cuma crise do modelo da ind\u00fastria jornal\u00edstica\u201d, ressaltou a pesquisadora. Segundo ela, um tra\u00e7o em comum aos jornais centen\u00e1rios que ela analisou \u00e9 a dificuldade de manter a edi\u00e7\u00e3o impressa, \u201cpelos custos e pela concorr\u00eancia com o conte\u00fado da internet\u201d, al\u00e9m de equipes reduzidas em reda\u00e7\u00f5es que j\u00e1 foram mais povoadas do que s\u00e3o hoje.<\/p>\n<p>A pesquisa de Lene tamb\u00e9m apontou que a maior parte destes jornais t\u00eam como foco a cobertura local e aposta na proximidade com a comunidade em que est\u00e3o inseridos. \u201cEles tentam dar um enfoque bastante regional [na cobertura], porque o jornalismo online d\u00e1 o nacional e o internacional, e a valoriza\u00e7\u00e3o do regional \u00e9 o que ajuda a sustentar esses jornais\u201d, disse ela.<\/p>\n<p><strong>Tradi\u00e7\u00e3o e fidelidade<\/strong><\/p>\n<p>O centen\u00e1rio <a href=\"https:\/\/www.correiodopovo.com.br\/\">Correio do Povo<\/a>, que tem sede em Porto Alegre e j\u00e1 leva 124 anos como um dos principais jornais do Rio Grande do Sul e do pa\u00eds, \u00e9 um exemplo dessa valoriza\u00e7\u00e3o do regional identificada por Lene em sua pesquisa. No caso, o jornal se dedica com especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0 cobertura do que acontece no Estado e faz a cobertura nacional a partir do ponto de vista ga\u00facho.<\/p>\n<div style=\"width: 400px; font-size: 80%; text-align: left; float: right; padding-left: 10px; padding-right: 10px;\"><a target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 400px;\" src=\"https:\/\/live.staticflickr.com\/65535\/49061041256_9034210205_o.jpg\" \/><\/a>Correio do Povo (Courtesy)<\/div>\n<p>Telmo Flor trabalha no Correio desde 1986, ano em que o jornal voltou a circular ap\u00f3s dois anos sem ser publicado, e \u00e9 hoje seu diretor de reda\u00e7\u00e3o. Ele disse ao <strong>Centro Knight<\/strong> que o Correio \u201c\u00e9 um jornal tradicional\u00edssimo, principalmente no interior do Estado, com uma profunda liga\u00e7\u00e3o com os leitores. A fidelidade aqui \u00e9 enorme.\u201d<\/p>\n<p>Segundo ele, trata-se de uma caracter\u00edstica dos leitores do Correio, e de algo \u201ctamb\u00e9m muito t\u00edpico do Rio Grande do Sul\u201d. \u201cOs ga\u00fachos gostam de honrar seus seus tra\u00e7os culturais, e acho que o Correio faz um pouco parte disso.\u201d<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 1em;\">A tradi\u00e7\u00e3o do Correio \u00e9 lembrada diariamente n\u00e3o s\u00f3 aos leitores, por meio de uma se\u00e7\u00e3o que resgata o que saiu no jornal de 100 anos atr\u00e1s, mas tamb\u00e9m aos colaboradores que trabalham na reda\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>\u201cA gente costuma dizer que o Correio tem uma \u2018constitui\u00e7\u00e3o\u2019. Temos na reda\u00e7\u00e3o um fac-s\u00edmile da primeira p\u00e1gina do primeiro exemplar do jornal, l\u00e1 em 1895, e tem um editorial ali que \u00e9 bastante moderno. \u00c9 muita hist\u00f3ria, mas para n\u00f3s \u00e9 verdade, est\u00e1 ali, dito: n\u00f3s somos apartid\u00e1rios, n\u00f3s somos modernos... \u00c9 uma tradi\u00e7\u00e3o junto com modernidade que \u00e9 boa para o nosso neg\u00f3cio tamb\u00e9m\u201d, disse Flor.<\/p>\n<p>O jornal, que \u00e9 parte do <a href=\"https:\/\/brazil.mom-rsf.org\/br\/proprietarios\/empresas\/detail\/company\/company\/show\/grupo-record\/\">Grupo Record de Comunica\u00e7\u00e3o<\/a> desde 2007, teve circula\u00e7\u00e3o di\u00e1ria m\u00e9dia de 66.950 exemplares impressos (9<sup>o<\/sup> lugar nacional) e 41.326 digitais (8<sup>o<\/sup> lugar) no primeiro semestre de 2019, segundo dados do Instituto Verificador de Circula\u00e7\u00e3o (IVC) disponibilizados ao <strong>Centro Knight<\/strong>.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 1em;\">O Correio tem sua receita \u201ccada vez mais vinculada diretamente ao leitor\u201d, disse Flor, com assinaturas e vendas avulsas igualando a publicidade como fonte de divisas para a publica\u00e7\u00e3o. E tamb\u00e9m aqui a hist\u00f3ria do jornal desempenha um papel.<\/span><\/p>\n<p>\u201cCada vez mais temos consci\u00eancia de que o que podemos oferecer de diferencial no mercado \u00e9 credibilidade, e que n\u00e3o \u00e9 uma credibilidade conquistada ontem ou anteontem com alguma mat\u00e9ria. \u00c9 uma credibilidade de 124 anos e que sim, parece meio anacr\u00f4nico, mas n\u00f3s gostamos disso. Sabemos que as pessoas pagam o jornal por gosto, afinal o sujeito tem por a\u00ed milh\u00f5es de linhas de informa\u00e7\u00e3o todos os dias, de gra\u00e7a, pela internet. Por que ele paga aqui? Porque ele acredita no jornal, porque n\u00f3s oferecemos um jornalismo de qualidade. Tentamos todo dia honestamente fazer isso, e o leitor percebe. Ent\u00e3o n\u00f3s passamos para o leitor essa ideia de que estamos a servi\u00e7o dele e tentando sempre fazer o melhor\u201d, disse ele.<\/p>\n<p>Estar a servi\u00e7o do leitor, para o Correio, significa estar presente n\u00e3o s\u00f3 em Porto Alegre, mas em outras nove cidades do interior do Rio Grande do Sul. O jornal tem correspondentes em Uruguaiana, Pelotas, Santa Cruz do Sul, Caxias do Sul, Santa Rosa, Frederico Westphalen, Novo Hamburgo, Canoas e Santa Maria, \u201cque representam o nosso v\u00ednculo com as comunidades do interior tamb\u00e9m\u201d, disse Flor. Para ele, isso tamb\u00e9m \u00e9 parte do legado de mais de um s\u00e9culo do jornal.<\/p>\n<div style=\"width: 400px; font-size: 80%; text-align: left; float: left; padding-left: 10px; padding-right: 10px;\"><a target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 400px;\" src=\"https:\/\/live.staticflickr.com\/65535\/49061048296_8ef82ec46e_o.jpg\" \/><\/a>Telmo Flor, editorial director of Correio do Povo (Courtesy)<\/div>\n<p>O Correio aposta na tradi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m em sua opera\u00e7\u00e3o online. Segundo seu diretor, o jornal busca preservar no ambiente digital o modo de fazer jornalismo que consolidou o impresso.<\/p>\n<p>\u201cDos jornal\u00f5es, quem sobrevive no meio digital com algum sucesso? O New York Times, o Wall Street Journal, o Zero Hora, o Correio do Povo, O Globo. \u00c9 quem tem hist\u00f3ria para contar, ou seja, tem credibilidade. E n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 porque eles s\u00e3o famosos, \u00e9 porque tamb\u00e9m preservam suas vincula\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias. No nosso caso, acreditamos que temos que preservar nossa vincula\u00e7\u00e3o com o sujeito da outra ponta, que \u00e9 o leitor, e tentamos todo dia fazer isso, imagino que com algum sucesso. A gente se esfor\u00e7a\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p><strong>Em busca da \u201cgera\u00e7\u00e3o entrante\u201d<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 1em;\">Nos centen\u00e1rios que buscam tamb\u00e9m se consolidar online, a aposta \u00e9 na proximidade da rela\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico leitor, por meio de redes sociais, por exemplo, e em produzir conte\u00fado para a internet em diferentes linguagens, constatou a pesquisadora Lene. E para uma publica\u00e7\u00e3o que nasceu e se consolidou em uma era em que jornal era sin\u00f4nimo de impresso, essa transi\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 pouca coisa.<\/span><\/p>\n<p>\u201cO desafio \u00e9 falar com o p\u00fablico mais jovem, porque os mais jovens n\u00e3o leem jornal de papel\u201d, disse Lene. \u201cO grande desafio deles \u00e9 tentar atrair esse p\u00fablico, que l\u00ea pela internet e n\u00e3o tem liga\u00e7\u00e3o afetiva com a marca do jornal nem com o papel. O p\u00fablico desses jornais que gosta de jornal de papel est\u00e1 envelhecendo; como eles atraem os jovens?\u201d<\/p>\n<div style=\"width: 400px; font-size: 80%; text-align: left; float: right; padding-left: 10px; padding-right: 10px;\"><a target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 400px;\" src=\"https:\/\/live.staticflickr.com\/65535\/49061055431_12de5cee07_o.jpg\" \/><\/a>Maria Luiza Borges, director of digital content at Jornal do Commercio System (Photo: Brenda Alc\u00e2ntara\/Jornal do Commercio)<\/div>\n<p>O pernambucano <a href=\"https:\/\/jconline.ne10.uol.com.br\/\">Jornal do Commercio<\/a> (JC), sediado no Recife, tem tentado responder a essa pergunta e seguir se renovando ap\u00f3s 100 anos de hist\u00f3ria, <a href=\"https:\/\/jconline.ne10.uol.com.br\/canal\/mundo\/brasil\/noticia\/2019\/04\/02\/especial-comemora-100-anos-do-jornal-do-commercio--375311.php\">completados em abril desse ano<\/a>.<\/p>\n<p>O Sistema Jornal do Commercio de Comunica\u00e7\u00e3o, conglomerado de m\u00eddia propriet\u00e1rio do jornal, tem tamb\u00e9m uma r\u00e1dio, a R\u00e1dio Jornal, que opera no Recife e em outros cinco munic\u00edpios de Pernambuco; dois canais de TV locais, a TV Jornal Recife e a TV Jornal Caruaru; e o portal online <a href=\"https:\/\/ne10.uol.com.br\/\">NE10<\/a>, onde est\u00e1 hospedado o conte\u00fado de todos os meios da empresa.<\/p>\n<p>\u201cO Jornal do Commercio \u00e9 o principal, \u00e9 a origem de tudo\u201d, disse Maria Luiza Borges, diretora de conte\u00fados digitais do conglomerado, ao <strong>Centro Knight<\/strong>. \u201cEssa marca nos referencia, mas a cada dia a gente est\u00e1 procurando trabalhar de forma totalmente integrada.\u201d<\/p>\n<p>Essa integra\u00e7\u00e3o, que come\u00e7ou em 2016, significou o compartilhamento de conte\u00fado entre todas as plataformas do Sistema, conforme explicou Borges. Os profissionais da reda\u00e7\u00e3o produzem conte\u00fado para todos os meios do conglomerado. \u201cApesar de o jornal ser a grande refer\u00eancia, porque \u00e9 de onde vem a nossa marca, hoje a gente n\u00e3o consegue falar mais, por exemplo, de um rep\u00f3rter do Jornal do Commercio, porque nada que um rep\u00f3rter faz vai ficar restrito ao jornal\u201d, disse ela.<\/p>\n<p>Esse processo levou \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da equipe, com pelo menos dois momentos de demiss\u00f5es de membros da reda\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos dois anos, disse Borges. E, segundo ela, a opera\u00e7\u00e3o do Jornal do Commercio, separada dos outros meios do Sistema, ainda \u00e9 deficit\u00e1ria. A receita do jornal, que se divide quase igualmente entre publicidade e assinaturas, n\u00e3o cobre os custos de produzir \u201cjornalismo com crit\u00e9rio\u201d e sustentar a estrutura necess\u00e1ria para imprimir o jornal em papel, afirmou.<\/p>\n<p>\u201cSe n\u00e3o estiv\u00e9ssemos vivendo como sistema, a situa\u00e7\u00e3o hoje seria muito mais complicada. A capacidade de visualizar o Sistema Jornal do Commercio como \u00f3rg\u00e3o \u00fanico de gera\u00e7\u00e3o de conte\u00fado foi que nos deu um f\u00f4lego para chegar onde chegamos. N\u00e3o estamos dando lucro, mas pelo menos aqueles anos de vultosos preju\u00edzos ficaram para tr\u00e1s\u201d, disse ela.<\/p>\n<p>Segundo dados do IVC, o Jornal do Commercio teve no primeiro semestre de 2019 m\u00e9dia de circula\u00e7\u00e3o impressa di\u00e1ria de 15.792 exemplares (21<sup>o<\/sup> lugar no ranking nacional de impressos medidos pelo IVC). A circula\u00e7\u00e3o digital teve m\u00e9dia no per\u00edodo de 8.491 exemplares (16<sup>o<\/sup> lugar). O jornal \u00e9 o \u00fanico de Pernambuco a figurar nas listas do IVC.<\/p>\n<p>Borges comentou que tem pessoas \u201ccom 20, 30 anos\u201d de assinatura do Jornal do Commercio, e que o jornal se preocupa em valorizar esses leitores fi\u00e9is. Mas um dos principais esfor\u00e7os no momento \u00e9 \u201ccuidar das novas gera\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 1em;\">\u201cTem um fen\u00f4meno, que \u00e9 muito do nosso tempo, de uma gera\u00e7\u00e3o entrante que tem pouca fidelidade ao jornalismo de qualidade. Ela vai ler o que passar na timeline ou o que o amigo mandar, seja por mensageiro, seja na timeline do amigo, seja no Instagram da prima e por a\u00ed vai. Ent\u00e3o \u00e9 um mega desafio para a gente conversar com esses entrantes, porque daqui a dez anos s\u00e3o eles que teoricamente deveriam estar consumindo jornalismo de qualidade. E se a gente n\u00e3o sensibiliza e n\u00e3o mostra pra eles que \u00e9 duro fazer, produzir e trazer essa informa\u00e7\u00e3o de qualidade, a gente muito provavelmente vai ter o esvaziamento da nossa audi\u00eancia\u201d, analisou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 1em;\">Nesse esfor\u00e7o, o Jornal do Commercio prepara sua renova\u00e7\u00e3o digital e buscou ouvir representantes dessa gera\u00e7\u00e3o em grupos focais reunindo tanto jovens leitores do jornal como \u201cgente que nos l\u00ea acidentalmente, porque um link passou por acaso na timeline deles\u201d, disse Borges. O objetivo foi ouvir desses jovens \u201co que geraria valor para a vida deles, o que podemos entregar que fa\u00e7a sentido para eles\u201d.<\/span><\/p>\n<div style=\"width: 400px; font-size: 80%; text-align: left; float: left; padding-left: 10px; padding-right: 10px;\"><a target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 400px;\" src=\"https:\/\/live.staticflickr.com\/65535\/49061288387_971bf74970_o.jpg\" \/><\/a>Newsroom of Jornal do Commercio in Brazil (Photo: Leo Motta\/Jornal do Commercio)<\/div>\n<p><span style=\"font-size: 1em;\">Al\u00e9m disso, o Jornal do Commercio tem buscado fortalecer sua opera\u00e7\u00e3o online participando de projetos financiados por Google News Initiative (GNI) e Facebook Journalism Project, iniciativas de fomento ao jornalismo por parte das gigantes das plataformas digitais. O Jornal do Commercio \u00e9 parte do <\/span><a style=\"font-size: 1em;\" href=\"https:\/\/projetocomprova.com.br\/\">Comprova<\/a><span style=\"font-size: 1em;\">, projeto que <\/span><a style=\"font-size: 1em;\" href=\"https:\/\/knightcenter.utexas.edu\/pt-br\/blog\/00-19901-projeto-comprova-tera-colaboracao-inedita-entre-24-meios-jornalisticos-brasileiros-con\">re\u00fane 24 ve\u00edculos no combate \u00e0 desinforma\u00e7\u00e3o<\/a><span style=\"font-size: 1em;\">; participou dos aceleradores de produ\u00e7\u00e3o de v\u00eddeo e de <\/span><a style=\"font-size: 1em;\" href=\"https:\/\/knightcenter.utexas.edu\/pt-br\/blog\/00-21096-projeto-do-facebook-convoca-dez-veiculos-do-brasil-para-fomentar-jornalismo-local-e-ch\">not\u00edcias locais do Facebook<\/a><span style=\"font-size: 1em;\">; e acabou de ser selecionado no <\/span><a style=\"font-size: 1em;\" href=\"https:\/\/knightcenter.utexas.edu\/pt-br\/blog\/00-20942-google-vai-financiar-com-ate-us-250-mil-projetos-jornalisticos-digitais-inovadores-na-\">Desafio de Inova\u00e7\u00e3o do GNI<\/a><span style=\"font-size: 1em;\"> com um projeto de verifica\u00e7\u00e3o de fatos.<\/span><\/p>\n<p>\u201cTemos tentado ir al\u00e9m das formas tradicionais de financiamento, temos ido atr\u00e1s de projetos bem espec\u00edficos porque ajudam nessa travessia\u201d, disse Borges, em refer\u00eancia aos desafios simult\u00e2neos da gera\u00e7\u00e3o de receita e da produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado online. \u201cComo diz um amigo meu, s\u00e3o v\u00e1rios pratos rodando e n\u00f3s tentamos dar conta de todos eles. Ou \u00e9 isso ou despenca tudo, n\u00e9\u201d, riu.<\/p>\n<p><strong>O ativo da marca centen\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>Para Rech, da ANJ, jornais s\u00e3o \u201cam\u00e1lgamas da comunidade\u201d e, ao longo de d\u00e9cadas, criam uma \u201cliga de pertencimento\u201d \u00e0 comunidade que acaba transcendendo o produto comercial oferecido. No caso dos centen\u00e1rios voltados ao jornalismo regional, esse aspecto se exponencia, pela extens\u00e3o do tempo e pela concentra\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o da cobertura.<\/p>\n<p>O grande diferencial dos centen\u00e1rios, destacou ele, \u00e9 a \u201cconstru\u00e7\u00e3o gradual, s\u00f3lida, permanente, da credibilidade e da confian\u00e7a\u201d. \u201cDo ponto de vista da informa\u00e7\u00e3o hoje, essa \u00e9 a maior necessidade, a maior demanda e o atributo mais reconhecido\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Destacar a pr\u00f3pria hist\u00f3ria na tentativa de sensibilizar os leitores para a import\u00e2ncia do jornal e seu legado \u201cnem sempre comove\u201d, acredita Rech, que tamb\u00e9m \u00e9 vice-presidente editorial e institucional do Grupo RBS.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 vender a no\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a, de reciprocidade, de que \u2018estamos aqui h\u00e1 muito tempo fazendo jus \u00e0 confian\u00e7a da comunidade e estaremos aqui por muito mais tempo fazendo jus \u00e0 comunidade\u2019, \u00e9 um ativo \u00fanico, relevant\u00edssimo, inigual\u00e1vel. N\u00e3o pode ser comprado na prateleira, n\u00e3o est\u00e1 \u00e0 venda. Uma tecnologia, a capacidade de divulgar informa\u00e7\u00e3o mais r\u00e1pida, isso est\u00e1 na prateleira, eu diria. A confian\u00e7a, a credibilidade, n\u00e3o. Isso n\u00e3o se compra, isso se constr\u00f3i\u201d, disse ele.<\/p>\n<p>E embora as transforma\u00e7\u00f5es no jornalismo e o imperativo do digital assombrem meios impressos de todas as idades, os centen\u00e1rios t\u00eam inclusive uma significativa vantagem nesse cen\u00e1rio, acredita o presidente da ANJ.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s n\u00e3o estamos no ramo da impress\u00e3o de papel. Estamos no ramo da produ\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o confi\u00e1vel, cuja difus\u00e3o se d\u00e1 em diferentes plataformas, entre as quais a impressa. Para n\u00f3s, o que \u00e9 fundamental \u00e9 a marca estabelecida, e os centen\u00e1rios t\u00eam uma vantagem, porque s\u00e3o marcas muito estabelecidas, muito enraizadas. E o reconhecimento da marca \u00e9 o grande ativo da relev\u00e2ncia.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Brasil, hoje, h\u00e1 26 jornais centen\u00e1rios em circula\u00e7\u00e3o. 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