{"id":53876,"date":"2017-02-15T15:24:53","date_gmt":"2017-02-15T20:24:53","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=53876"},"modified":"2022-05-13T15:27:45","modified_gmt":"2022-05-13T20:27:45","slug":"reporter-brasileiro-detido-na-venezuela-disse-que-foi-tratado-como-criminoso-por-fazer-seu-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/reporter-brasileiro-detido-na-venezuela-disse-que-foi-tratado-como-criminoso-por-fazer-seu-trabalho\/","title":{"rendered":"Rep\u00f3rter brasileiro detido na Venezuela disse que foi tratado como criminoso por fazer seu trabalho"},"content":{"rendered":"<p>O jornalista da Rede Record Leandro Stoliar, detido na Venezuela quando fazia reportagens sobre den\u00fancias de corrup\u00e7\u00e3o, disse que foi tratado \"como um prisioneiro, um criminoso\" durante as 30 horas de deten\u00e7\u00e3o. Stoliar disse que a imprensa n\u00e3o \u00e9 livre para trabalhar no pa\u00eds, onde a \"informa\u00e7\u00e3o \u00e9 um crime\".<\/p>\n<p>\"O governante precisa entender que o trabalho da imprensa \u00e9 importante para todos, inclusive para ele. O que acontece na Venezuela \u00e9 uma ditadura militar. O governo n\u00e3o quer ningu\u00e9m falando mal do regime, que mant\u00e9m o povo na pobreza e enriquece os pol\u00edticos. Por isso a informa\u00e7\u00e3o \u00e9 um crime\", disse ele, em entrevista ao <strong>Centro Knight<\/strong>.<\/p>\n<p>Stoliar foi preso em 11 de fevereiro junto com o seu colega, o rep\u00f3rter cinematogr\u00e1fico Gilson Souza, nos arredores da ponte Nigale sobre o Lago Maracaibo, no noroeste do pa\u00eds. Os dois gravavam uma reportagem quando foram abordados por agentes do Servi\u00e7o Bolivariano de Intelig\u00eancia Nacional (Sebin), segundo Stoliar.<\/p>\n<p>Eles foram detidos junto com os venezuelanos Jos\u00e9 Urbina e Mar\u00eda Jos\u00e9 T\u00faa, coordenadores do cap\u00edtulo de Maracaibo da ONG Transpar\u00eancia Venezuela. Ap\u00f3s negocia\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas, os rep\u00f3rteres foram liberados e chegaram ao Brasil em 13 de fevereiro. A dupla estava no pa\u00eds para fazer uma reportagem sobre desvios de verba e obras superfaturadas de empreiteiras brasileiras no exterior, como a Odebrecht.<\/p>\n<p>De acordo com Stoliar, o carro dos jornalistas foi fechado por agentes na sa\u00edda do lago. \"Achamos que era um assalto porque estavam armados e \u00e0 paisana. Eles se identificaram e nos conduziram at\u00e9 a sede do Sebin. N\u00e3o deram explica\u00e7\u00f5es\", afirmou. Os jornalistas seguiram, escoltados, em seu pr\u00f3prio carro.<\/p>\n<p>Stoliar conta que enviou uma mensagem por WhatsApp ao Brasil assim que foram abordados pelos agentes. Em seguida, os jornalistas tiveram c\u00e2mera, computador e celulares confiscados. Os rep\u00f3rteres passaram mais de 30 horas detidos.<\/p>\n<p>\"Ficamos em uma sala fechada, com poltronas e um banheiro sem \u00e1gua\", afirmou Stoliar. O jornalista disse que n\u00e3o foi agredido fisicamente, mas que ficou sob vigil\u00e2ncia constante, at\u00e9 mesmo enquanto usava o banheiro. \"Me senti como um prisioneiro, um criminoso\", lembra. Da sede da Sebin, de noite, os rep\u00f3rteres foram levados at\u00e9 um hotel. Durante todo esse per\u00edodo eles n\u00e3o puderam realizar liga\u00e7\u00f5es telef\u00f4nicas.<\/p>\n<p>\"Os policiais queriam entrar nos quartos com a gente. Ent\u00e3o passamos a noite no lobby acordados\", disse Stoliar.<\/p>\n<p>Os jornalistas foram levados ent\u00e3o para Caracas, em um avi\u00e3o bimotor com homens armados e de toucas ninja, de acordo com relato de Stoliar. Na capital, foram levados para outra sala de interrogat\u00f3rio do Sebin no aeroporto.<\/p>\n<p>Stoliar afirma que, apesar das condi\u00e7\u00f5es dif\u00edceis, o tratamento foi melhor em Maracaibo. Em Caracas, segundo ele, foram xingados e hostilizados. \"Fomos chamados de terroristas da p\u00e1tria. Temi <i>[pela minha vida]<\/i>. Eles amea\u00e7avam nos manter presos pra sempre\".<\/p>\n<p>Apesar do material dos jornalistas ter sido confiscado, a mat\u00e9ria ser\u00e1 exibida como parte de uma s\u00e9rie de reportagens do Jornal da Record sobre obras paradas que foram financiadas pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social) em outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>De acordo com Stoliar, ambos viajaram de avi\u00e3o e se identificaram como jornalistas quando entraram na Venezuela. O rep\u00f3rter afirma que nunca tinha ido ao pa\u00eds a trabalho e que, se quiser voltar, precisa avisar ao consulado da Venezuela no Brasil.<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores do Brasil afirmou, por meio de nota, que atuou para a libera\u00e7\u00e3o dos jornalistas. \"Desde que foi informado [...] da deten\u00e7\u00e3o dos rep\u00f3rteres, o governo brasileiro, por instru\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio Presidente Michel Temer, atuou junto \u00e0s autoridades venezuelanas no sentido de que fossem prontamente libertados\".<\/p>\n<p>V\u00e1rias organiza\u00e7\u00f5es condenaram a pris\u00e3o dos rep\u00f3rteres, como a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). \"<a href=\"http:\/\/abraji.org.br\/?id=90&amp;id_noticia=3725\">A Abraji considera absurda a deten\u00e7\u00e3o dos jornalistas durante a produ\u00e7\u00e3o de uma reportagem<\/a>, um atentado \u00e0 liberdade de express\u00e3o e de imprensa. [...] A Abraji espera, ainda, que o governo brasileiro cobre explica\u00e7\u00f5es da Venezuela\", disse a organiza\u00e7\u00e3o, por meio de nota.<\/p>\n<p>Outras organiza\u00e7\u00f5es, como o Comit\u00ea para a Prote\u00e7\u00e3o dos Jornalistas (CPJ) disse ao <a href=\"https:\/\/cpj.org\/2017\/02\/cpj-calls-on-venezuela-to-stop-obstructing-the-for.php\">\u201cgoverno do Presidente [Nic\u00f3las] Maduro<\/a> para colocar um fim \u00e0 pr\u00e1tica sistem\u00e1tica de obstru\u00e7\u00e3o da cobertura de not\u00edcias e para parar de interferir no trabalho da imprensa\".<\/p>\n<p>Al\u00e9m da deten\u00e7\u00e3o de Stoliar e Souza, a organiza\u00e7\u00e3o mencionou que Maduro pediu, em uma manifesta\u00e7\u00e3o, a sa\u00edda da\u00a0CNN em Espanhol\u00a0do pa\u00eds. Em 15 de fevereiro, a CNN foi\u00a0expulsa\u00a0da Venezuela\u00a0pela\u00a0Comiss\u00e3o Nacional\u00a0de Telecomunica\u00e7\u00f5es\u00a0(Conatel).<\/p>\n<p>Stoliar e Souza n\u00e3o s\u00e3o os primeiros jornalistas da imprensa internacional a serem detidos no \u00faltimo ano. Correspondentes estrangeiros foram <a href=\"https:\/\/knightcenter.utexas.edu\/blog\/00-17933-spanish-journalist-deported-ahead-protests-venezuela\">impedidos duas vezes de entrar na Venezuela <\/a>antes de grandes protestos em outubro de 2016 e novamente em 23 de janeiro de 2017.<\/p>\n<p><em>Nota do editor: Essa hist\u00f3ria foi publicada originalmente no blog de jornalismo nas Am\u00e9ricas do Centro Knight, o predecessor do LatAm Journalism Review.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O jornalista da Rede Record Leandro Stoliar, detido na Venezuela quando fazia reportagens sobre den\u00fancias de corrup\u00e7\u00e3o, disse que foi tratado \"como um prisioneiro, um criminoso\" durante as 30 horas de deten\u00e7\u00e3o. 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Tambi\u00e9n trabaj\u00f3 como reportera de Radio de las Naciones Unidas en Nueva York y en el diario espa\u00f1ol La Voz de Galicia. Marina tiene una maestr\u00eda en edici\u00f3n period\u00edstica de la Universidad de Coru\u00f1a (Espa\u00f1a) y se gradu\u00f3 en periodismo en la Universidad Federal de R\u00edo de Janeiro. Marina Estarque \u00e9 uma jornalista brasileira que vive em S\u00e3o Paulo. Ela trabalhou para ve\u00edculos como Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Dia e a ag\u00eancia de fact-checking Lupa. Marina foi correspondente no Brasil para a emissora internacional da Alemanha, a Deutsche Welle, e rep\u00f3rter de r\u00e1dio para a DW \u00c1frica na Alemanha. Ela tamb\u00e9m foi rep\u00f3rter da R\u00e1dio das Na\u00e7\u00f5es Unidas em Nova York e do jornal espanhol La Voz de Galicia. 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Tambi\u00e9n trabaj\u00f3 como reportera de Radio de las Naciones Unidas en Nueva York y en el diario espa\u00f1ol La Voz de Galicia. Marina tiene una maestr\u00eda en edici\u00f3n period\u00edstica de la Universidad de Coru\u00f1a (Espa\u00f1a) y se gradu\u00f3 en periodismo en la Universidad Federal de R\u00edo de Janeiro. Marina Estarque \u00e9 uma jornalista brasileira que vive em S\u00e3o Paulo. Ela trabalhou para ve\u00edculos como Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Dia e a ag\u00eancia de fact-checking Lupa. Marina foi correspondente no Brasil para a emissora internacional da Alemanha, a Deutsche Welle, e rep\u00f3rter de r\u00e1dio para a DW \u00c1frica na Alemanha. Ela tamb\u00e9m foi rep\u00f3rter da R\u00e1dio das Na\u00e7\u00f5es Unidas em Nova York e do jornal espanhol La Voz de Galicia. 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