{"id":53964,"date":"2017-02-09T17:21:08","date_gmt":"2017-02-09T22:21:08","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=53964"},"modified":"2022-05-16T17:22:31","modified_gmt":"2022-05-16T22:22:31","slug":"brasil-tenta-tornar-curso-de-jornalismo-mais-pratico-mais-digital-e-menos-teorico-mas-adaptacao-e-lenta-e-dificil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/brasil-tenta-tornar-curso-de-jornalismo-mais-pratico-mais-digital-e-menos-teorico-mas-adaptacao-e-lenta-e-dificil\/","title":{"rendered":"Brasil tenta tornar curso de jornalismo mais pr\u00e1tico, mais digital e menos te\u00f3rico, mas adapta\u00e7\u00e3o \u00e9 lenta e dif\u00edcil"},"content":{"rendered":"<p>Muitas faculdades de jornalismo no Brasil\u00a0ainda\u00a0enfrentam uma s\u00e9rie de problemas para reformular seus curr\u00edculos e, assim, se adaptar \u00e0s novas diretrizes para o curso, aprovadas em setembro de 2013 pelo Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o, ligado ao Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com a\u00a0<a href=\"http:\/\/portal.mec.gov.br\/index.php?option=com_docman&amp;view=download&amp;alias=14242-rces001-13&amp;category_slug=setembro-2013-pdf&amp;Itemid=30192\">resolu\u00e7\u00e3o<\/a>, as universidades tinham dois anos \u2013 at\u00e9 2015 \u2013 para se adequar \u00e0s orienta\u00e7\u00f5es. No entanto, muitas se atrasaram e outras ainda n\u00e3o conseguiram implementar as mudan\u00e7as, que visam tornar o curr\u00edculo mais moderno e pr\u00f3ximo das necessidades contempor\u00e2neas do jornalismo.<\/p>\n<p>Uma das principais altera\u00e7\u00f5es\u00a0das novas diretrizes \u00e9 que o jornalismo deixa de ser uma habilita\u00e7\u00e3o dentro da comunica\u00e7\u00e3o, para ser um bacharelado espec\u00edfico. O texto afirma que o jornalista tem uma \"identidade profissional singular e diferenciada em rela\u00e7\u00e3o ao campo maior da comunica\u00e7\u00e3o social.\" A mudan\u00e7a\u00a0afeta mais profundamente cursos que tinham um ciclo b\u00e1sico, compartilhado entre v\u00e1rias habilita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<div>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Campus da Praia Vermelha da Universidade Federal do Rio de Janeiro (<\/span>By Halley Pacheco de Oliveira (Own work) [CC BY-SA 3.0 (<a title=\"http:\/\/creativecommons.org\/licenses\/by-sa\/3.0\" href=\"http:\/\/creativecommons.org\/licenses\/by-sa\/3.0\">http:\/\/creativecommons.org\/licenses\/by-sa\/3.0<\/a>)], via Wikimedia Commons)<\/p>\n<\/div>\n<p>Al\u00e9m disso, as diretrizes estabelecem que o est\u00e1gio curricular \u00e9 obrigat\u00f3rio, e o aluno deve ser acompanhado no trabalho por jornalistas profissionais e supervisionado por docentes.<\/p>\n<p>Outra novidade \u00e9 que os laborat\u00f3rios devem come\u00e7ar j\u00e1 no primeiro semestre e avan\u00e7ar em n\u00edveis de aprendizado e complexidade at\u00e9 o final da gradua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tais atividades laboratoriais permitem ao aluno aplicar e desenvolver conhecimentos e habilidades do jornalismo. Segundo a resolu\u00e7\u00e3o, os laborat\u00f3rios podem ser de: \"jornal, revista e livro, jornal mural, radiojornal, telejornal, webjornal, ag\u00eancia de not\u00edcias, assessoria de imprensa, entre outros\".<\/p>\n<p>As diretrizes tamb\u00e9m destacaram a import\u00e2ncia de um ensino ligado \u00e0s novas tecnologias e suscitaram o debate sobre a cria\u00e7\u00e3o de novas disciplinas sobre empreendedorismo, jornalismo de dados, jornalismo digital, entre outras.<\/p>\n<p>Na Universidade de Bras\u00edlia (UnB) e na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o novo curr\u00edculo entrou em vigor em 2016. Na Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), isso ocorreu no primeiro semestre de 2017. A nova grade do curso de jornalismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ainda est\u00e1 em fase de atualiza\u00e7\u00e3o e deve ser implementada s\u00f3 em 2018.<\/p>\n<p>Em faculdades particulares consultadas pelo\u00a0<strong>Centro Knight<\/strong>, como a C\u00e1sper L\u00edbero, o processo de altera\u00e7\u00e3o da grade est\u00e1 em andamento. Na ESPM e na PUC-RS, por exemplo, o novo curr\u00edculo j\u00e1 foi implementado.<\/p>\n<p><strong>Mudan\u00e7as lentas<\/strong><\/p>\n<p>\"A mudan\u00e7a do projeto pedag\u00f3gico tem um tr\u00e2mite lento. Ent\u00e3o muitas faculdades ainda n\u00e3o alteraram o curr\u00edculo\", disse ao\u00a0<strong>Centro Knight<\/strong>\u00a0a professora de jornalismo da Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia (UFU), Mirna Tonus, que foi presidente do F\u00f3rum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) quando as diretrizes foram aprovadas, em 2013. Na UFU, a reforma do curr\u00edculo j\u00e1 foi conclu\u00edda, segundo a professora.<\/p>\n<p>\"Sabemos que v\u00e1rios cursos est\u00e3o enfrentando dificuldades para fazer a adequa\u00e7\u00e3o. Mas as diretrizes t\u00eam que ser seguidas. Elas n\u00e3o s\u00e3o ideais, mas com certeza v\u00e3o avan\u00e7ar a qualidade no ensino do jornalismo\", afirmou ao\u00a0<strong>Centro Knight<\/strong>\u00a0Valci Zuculoto, diretora da Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e professora de jornalismo na UFSC.<\/p>\n<p>Os entraves para as mudan\u00e7as v\u00e3o desde a dificuldade para contratar novos professores e equipar laborat\u00f3rios, at\u00e9 a lentid\u00e3o de processos burocr\u00e1ticos e embates entre diferentes correntes ideol\u00f3gicas, segundo coordenadores e membros de entidades de jornalismo ouvidos pelo\u00a0<strong>Centro Knight<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Falta de professores<\/strong><\/p>\n<p>Para a coordenadora de jornalismo da UFRJ, Cristiane Costa, uma das maiores dificuldades de implementar as novas diretrizes \u00e9 a falta de professores com o perfil digital ou empreendedor.<\/p>\n<p>\"O curr\u00edculo da UFRJ est\u00e1 muito defasado. A \u00faltima reforma \u00e9 de 2001. Ainda \u00e9 voltado para o impresso, n\u00e3o tem nem m\u00eddia digital obrigat\u00f3ria. N\u00f3s temos feito um refor\u00e7o enorme nas eletivas [<em>para compensar isso]<\/em>. Mas a grande dificuldade \u00e9 conseguir professor, porque os professores que\u00a0temos s\u00e3o voltados para o papel, poucos trabalharam com digital e menos ainda criaram alguma\u00a0uma empresa [<em>para dar aula de empreendedorismo<\/em>]\", afirmou ela ao\u00a0<strong>Centro Knight<\/strong>.<\/p>\n<p>Zuculoto, da FENAJ, concorda que \u00e9 preciso recursos para investir em laborat\u00f3rios e novos professores. \"Sab\u00edamos que as novas diretrizes iam significar mais exig\u00eancias para cada uma das partes envolvidas: os professores teriam que se atualizar e as institui\u00e7\u00f5es teriam que investir. Mas, mesmo sem as novas diretrizes, o jornalismo est\u00e1 mudando e os cursos precisam constantemente evoluir\", diz ela.<\/p>\n<p>Costa destaca ainda que a contrata\u00e7\u00e3o de professores em uma universidade p\u00fablica \u00e9 mais complicada do que em faculdades privadas, que n\u00e3o precisam de concursos. \"A Reitoria tem que autorizar e ela s\u00f3 autoriza cobrir vagas de um professor que se aposentou, por exemplo. Quando mudar o curr\u00edculo, vai precisar sim de novos professores. Eu n\u00e3o tenho esse perfil de professor de gest\u00e3o em jornalismo [<em>na equipe]<\/em>\", afirma ela.<\/p>\n<p>A coordenadora considera ainda que as diretrizes, com laborat\u00f3rios desde o in\u00edcio do curso, colocam em quest\u00e3o o papel das universidades. \"\u00c9 uma mudan\u00e7a de perspectiva, o professor deixa de dar apenas aulas tradicionais\u00a0para \u00a0ser tamb\u00e9m um orientador, em laborat\u00f3rios. \u00c9 um conhecimento orientado para projetos\", diz.<\/p>\n<p><strong>Teoria e pr\u00e1tica<\/strong><\/p>\n<p>Para muitos coordenadores, as novas diretrizes trazem mais equil\u00edbrio entre o conte\u00fado te\u00f3rico e pr\u00e1tico. \"No curr\u00edculo antigo, o aluno podia passar dois anos sem ter nenhuma pr\u00e1tica jornal\u00edstica. Agora n\u00e3o tem mais essa possibilidade. \u00c9 tamb\u00e9m uma forma de aproximar o curso do mercado, porque quando o aluno for fazer um est\u00e1gio, ele j\u00e1 est\u00e1 mais preparado\", explicou a coordenadora de Jornalismo da ESPM, Maria Elisabete Antonioli, ao\u00a0<strong>Centro Knight<\/strong>. Antonioli tamb\u00e9m pesquisa a forma\u00e7\u00e3o do jornalista e a implementa\u00e7\u00e3o das novas diretrizes curriculares no estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Para Tonus,\u00a0as novas diretrizes focam em uma\u00a0\"forma\u00e7\u00e3o aplicada\"\u00a0e valorizam a profiss\u00e3o de jornalista. \"O termo 'pr\u00e1tica' acaba sendo pejorativo, e ficamos presos nessa dicotomia entre teoria e pr\u00e1tica. Na verdade o jornalismo \u00e9 uma ci\u00eancia social aplicada. A inten\u00e7\u00e3o disso n\u00e3o \u00e9 formar o aluno para se adaptar ao mercado, mas formar profissionais que possam modificar o mercado\", diz\u00a0ela.<\/p>\n<p>As quest\u00f5es sobre teoria e pr\u00e1tica, al\u00e9m do jornalismo ter se tornado um bacharelado espec\u00edfico, geraram muitos embates entre professores e pesquisadores, de correntes ideol\u00f3gicas diferentes. As diverg\u00eancias podem dificultar a cria\u00e7\u00e3o de consenso dentro dos cursos, algo necess\u00e1rio para a reformula\u00e7\u00e3o dos curr\u00edculos.<\/p>\n<p><strong>Preconceitos<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m novos conte\u00fados que enfrentam preconceitos na academia, como \u00e9 o caso de disciplinas ligadas ao empreendedorismo e inova\u00e7\u00e3o. As diretrizes n\u00e3o obrigam as faculdades a adotar nenhuma mat\u00e9ria espec\u00edfica, mas servem como orienta\u00e7\u00e3o para os cursos.<\/p>\n<p>\"Empreendedorismo \u00e9 um tema que enfrenta muita resist\u00eancia, as pessoas acham que voc\u00ea n\u00e3o pode ser jornalista e lidar com isso\", disse ao\u00a0<strong>Centro Knight<\/strong>\u00a0a professora Ana Cec\u00edlia Nunes, que d\u00e1 aula sobre o assunto no curso de jornalismo da PUC-RS.<\/p>\n<p>\"Tem preconceito sim com empreendedorismo, talvez seja uma quest\u00e3o ideol\u00f3gica. A pessoa encara o jornalista como um profissional que n\u00e3o pode ter o seu neg\u00f3cio\", afirma Tonus. Professor da ESPM, Metodista e C\u00e1sper L\u00edbero na \u00e1rea de neg\u00f3cios, empreendedorismo e gest\u00e3o, o jornalista Jorge Tarquini,\u00a0concorda que h\u00e1 uma resist\u00eancia a esses\u00a0temas.<\/p>\n<p>\"Talvez seja o momento de repensar essa vis\u00e3o rom\u00e2ntica do jornalista que n\u00e3o coloca a m\u00e3o no dinheiro\", disse\u00a0ele ao\u00a0<strong>Centro Knight<\/strong>.<\/p>\n<p>Para Zuculoto, da FENAJ, os embates de correntes dentro das faculdades existem, mas as dificuldades de implementa\u00e7\u00e3o das diretrizes s\u00e3o mais de ordem burocr\u00e1tica. Ela menciona o est\u00e1gio curricular obrigat\u00f3rio como um grande desafio, principalmente para\u00a0faculdades\u00a0em cidades pequenas, no interior do pa\u00eds.<\/p>\n<p>\"Esses cursos podem ter mais dificuldade para conseguir os est\u00e1gios. Em algumas cidades h\u00e1 somente um jornal e uma r\u00e1dio, fica complicado. Ent\u00e3o isso vai depender da realidade de cada curso\", alerta a professora. Apesar da faculdade n\u00e3o ser obrigada a oferecer um est\u00e1gio dentro da institui\u00e7\u00e3o, ela precisa firmar conv\u00eanios com empresas e supervisionar o trabalho dos alunos.<\/p>\n<p>Os cursos que n\u00e3o fizerem as\u00a0reformas\u00a0necess\u00e1rias\u00a0para se adaptar \u00e0s novas diretrizes podem ser mal avaliados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An\u00edsio Teixeira (Inep), uma autarquia federal vinculada ao Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC).<\/p>\n<p>\"De acordo com o que foi estabelecido, as institui\u00e7\u00f5es deveriam promover atualiza\u00e7\u00f5es nos projetos pedag\u00f3gicos de seus cursos de Jornalismo at\u00e9 2015. A adequa\u00e7\u00e3o dos projetos pedag\u00f3gicos \u00e0s novas Diretrizes Curriculares \u00e9 verificada nas avalia\u00e7\u00f5es in loco, realizadas pelas comiss\u00f5es de avaliadores sob a coordena\u00e7\u00e3o do INEP\", afirmou o MEC, por meio de nota.<\/p>\n<p>Segundo o minist\u00e9rio, o INEP deve divulgar uma nova avalia\u00e7\u00e3o dos cursos de jornalismo no pr\u00f3ximo m\u00eas.<\/p>\n<p><em>Nota do editor: Essa hist\u00f3ria foi publicada originalmente no blog de jornalismo nas Am\u00e9ricas do Centro Knight, o predecessor do LatAm Journalism Review.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muitas faculdades de jornalismo no Brasil\u00a0ainda\u00a0enfrentam uma s\u00e9rie de problemas para reformular seus curr\u00edculos e, assim, se adaptar \u00e0s novas diretrizes para o curso, aprovadas em setembro de 2013 pelo Conselho Nacional de Educa\u00e7\u00e3o, ligado ao Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1350],"tags":[1554,1593],"coauthors":[],"class_list":["post-53964","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-journalism-courses-pt-br","tag-ensino-de-jornalismo-pt-br","tag-jornalismo-online-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.3) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Brasil tenta tornar curso de jornalismo mais pr\u00e1tico, mais digital e menos te\u00f3rico, mas adapta\u00e7\u00e3o \u00e9 lenta e dif\u00edcil - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Brasil tenta tornar curso de jornalismo mais pr\u00e1tico, mais digital e menos te\u00f3rico, mas adapta\u00e7\u00e3o \u00e9 lenta e dif\u00edcil Journalism Courses. 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