{"id":54523,"date":"2017-08-20T16:29:43","date_gmt":"2017-08-20T21:29:43","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=54523"},"modified":"2022-05-19T16:30:37","modified_gmt":"2022-05-19T21:30:37","slug":"e-mais-perigoso-investigar-um-assassinato-do-que-cometer-um-jornalistas-enfrentam-violencia-grave-no-mexico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/e-mais-perigoso-investigar-um-assassinato-do-que-cometer-um-jornalistas-enfrentam-violencia-grave-no-mexico\/","title":{"rendered":"\"\u00c9 mais perigoso investigar um assassinato do que cometer um\": jornalistas enfrentam viol\u00eancia grave no M\u00e9xico"},"content":{"rendered":"<p><em>Por Teresa Mioli e Paola Nalvarte<\/em><\/p>\n<p>\"S\u00e3o 17 anos dessa\u00a0'conta\u00a0vermelha' (<em>cuenta\u00a0<\/em><em>roja<\/em>), na qual n\u00e3o paramos de contar o n\u00famero de jornalistas mortos. S\u00e3o 109, e uma boa parte deles nas duas \u00faltimas administra\u00e7\u00f5es\", disse\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/danielapastrana\">Daniela\u00a0Pastrana<\/a>, diretora da organiza\u00e7\u00e3o mexicana de jornalistas<a href=\"http:\/\/www.periodistasdeapie.org.mx\/\">\u00a0Periodistas\u00a0de a Pie<\/a>. \"Mas a contagem come\u00e7ou, paradoxalmente, com o in\u00edcio da transi\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica. Essa \u00e9 uma das coisas que ainda n\u00e3o posso explicar\".<\/p>\n<p>Pastrana, uma dos panelistas do \"Foro\u00a0Urgente: Mexican Journalists Confront Violence Against the Press\" (F\u00f3rum Urgente: Jornalistas Mexicanos Confrontam a Viol\u00eancia\u00a0contra a Imprensa), que ocorreu no dia 13 de setembro, na Universidade do Texas em Austin, acrescentou que 25 jornalistas est\u00e3o desaparecidos no pa\u00eds.<\/p>\n<p>\"Chequei\u00a0para ver em que outro pa\u00eds democr\u00e1tico jornalistas est\u00e3o desaparecidos e n\u00e3o\u00a0h\u00e1\u00a0nenhum,\u00a0ou ainda n\u00e3o encontrei\", disse ela.<\/p>\n<p>Um jornalista foi atacado no M\u00e9xico a\u00a0<a href=\"http:\/\/articulo19.org\/informesemestral2017\/\">cada 15,7 horas<\/a>\u00a0durante os primeiros seis meses de 2017. Em pouco mais da metade desses casos, funcion\u00e1rios p\u00fablicos cometem os ataques, de acordo com a organiza\u00e7\u00e3o da liberdade de express\u00e3o Art\u00edculo\u00a019 M\u00e9xico. Meios de comunica\u00e7\u00e3o reportaram pelo menos 11 assassinatos de jornalistas at\u00e9 agora em 2017, e a impunidade \u00e9 a norma nesses casos.<\/p>\n<p>\"Como um colega costuma dizer, no M\u00e9xico\u00a0\u00e9 mais perigoso investigar um assassinato do que cometer um\", disse Pastrana durante o f\u00f3rum.<\/p>\n<p>\u00c0 luz desta crescente viol\u00eancia, o \u200b<a href=\"http:\/\/liberalarts.utexas.edu\/llilas\/\">Teresa Lozano Long Institute of Latin American Studies<\/a>\u00a0(Instituto Teresa Lozano Long de Estudos Latino-Americanos) chamou o f\u00f3rum de emerg\u00eancia, com o apoio do Centro Knight para o Jornalismo nas Am\u00e9ricas e do\u00a0<a href=\"http:\/\/liberalarts.utexas.edu\/llilas\/centers-and-programs\/mexico\/overview.php\">Mexico Center<\/a>\u00a0(Centro do M\u00e9xico) na Universidade do Texas em Austin.<\/p>\n<p>Entre os panelistas, al\u00e9m de\u00a0Pastrana, estavam\u00a0Alejandro Sicairos, fundador\u00a0do seman\u00e1rio de Sinaloa\u00a0<a href=\"http:\/\/riodoce.mx\/\">R\u00edodoce<\/a>;\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/ajcorchado\">Alfredo\u00a0Corchado<\/a>, correspondente da Cidade do M\u00e9xico para\u00a0<a href=\"https:\/\/www.dallasnews.com\/\">The Dallas Morning News<\/a>; e Ram\u00f3n Cant\u00fa, editor do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.elmanana.com.mx\/\">El\u00a0Ma\u00f1ana<\/a>\u00a0em Nuevo Laredo. Ricardo Ainslie, diretor do Centro Mexicano de LLILAS Benson, foi o moderador.<\/p>\n<p>Cant\u00fa contou como o assassinato de jornalistas mudou nas \u00faltimas d\u00e9cadas, chamando a aten\u00e7\u00e3o para o assassinato de Roberto Mora Garc\u00eda em 2004, ent\u00e3o diretor editorial do\u00a0El Ma\u00f1ana, que reportou sobre o crescente problema do tr\u00e1fico de drogas na fronteira.<\/p>\n<p>\"Eles n\u00e3o poderiam assassin\u00e1-lo na \u00e9poca, como agora, de forma c\u00ednica... Eles montaram\u00a0todo um espet\u00e1culo, em que fizeram [os suspeitos] testemunharem, com declara\u00e7\u00f5es falsas, sob tortura, e nunca\u00a0conseguimos chegar\u00a0\u00e0 verdade\", disse Cant\u00fa. \"Agora, infelizmente, eles s\u00e3o t\u00e3o c\u00ednicos que te\u00a0amea\u00e7am no telefone, te matam em qualquer lugar, em um bar, etc. Voc\u00ea \u00e9 muito vulner\u00e1vel, nos sentimos muito vulner\u00e1veis\".<\/p>\n<p>Alfredo Corchado, correspondente mexicano-americano do Dallas Morning News, com sede no Texas, teve que fugir do M\u00e9xico em 2007, depois de ter recebido a not\u00edcia de que um ataque realizado\u00a0contra\u00a0um jornalista americano. Ele\u00a0relatou como sua experi\u00eancia diferiu drasticamente da dos jornalistas mexicanos.<\/p>\n<p>\"O que aconteceu comigo de imediato foi que todos os bra\u00e7os do governo mexicano\u00a0ficaram\u00a0interessados no\u00a0meu caso\", explicou Corchado. \"Ao mesmo tempo, eu estava testemunhando o que meus colegas estavam passando em outras partes do pa\u00eds,\u00a0<a href=\"https:\/\/knightcenter.utexas.edu\/blog\/two-mexican-journalists-named-international-knight-fellows-brave-coverage-drug-cartels\">Sandra\u00a0Rodr\u00edguez<\/a>, por exemplo, em Ciudad Ju\u00e1rez, Ram\u00f3n Cant\u00fa, no El Ma\u00f1ana e voc\u00ea v\u00ea a grande diferen\u00e7a\".<\/p>\n<p>Quando o atual presidente, Enrique Pe\u00f1a Nieto,\u00a0assumiu o cargo em 2012, Corchado disse que os correspondentes estrangeiros come\u00e7aram a ampliar o escopo das hist\u00f3rias sobre o M\u00e9xico\u00a0-- al\u00e9m do tr\u00e1fico de drogas e da viol\u00eancia\u00a0-- em parte devido \u00e0 insist\u00eancia da nova administra\u00e7\u00e3o de que as coisas mudariam.<\/p>\n<p>No entanto, depois de ampliar a cobertura de t\u00f3picos como o desenvolvimento da ind\u00fastria, Corchado\u00a0tirou um tempo\u00a0para escrever seu\u00a0segundo livro. H\u00e1\u00a0cerca de um m\u00eas, ele voltou para The Dallas Morning News e o M\u00e9xico para pegar a hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>\"As coisas que mudaram, quer\u00a0dizer, o que voc\u00ea pode perceber, \u00e9 o n\u00edvel de corrup\u00e7\u00e3o, como isso permeia quase tudo e qualquer coisa\", disse ele.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mudan\u00e7a\u00a0nas reportagens\u00a0quando Pe\u00f1a Nieto assumiu o cargo, Corchado disse: \"Eu n\u00e3o me culpo e n\u00e3o culpo outros jornalistas americanos, outros colegas, mas acho que somos um pouco ing\u00eanuos de\u00a0acreditar que talvez mudar a narrativa fosse bom para o pa\u00eds, porque acho que as coisas pioraram desde que Pe\u00f1a Nieto entrou no cargo\".<\/p>\n<p>Pastrana disse que acreditava que, no in\u00edcio da administra\u00e7\u00e3o Pe\u00f1a Nieto, a m\u00eddia assumiu uma estrat\u00e9gia para \"tornar invis\u00edvel o tema da viol\u00eancia, que nunca parou, a qualquer momento\".<\/p>\n<p>Tudo mudou com o desaparecimento de 43 alunos do Ayotzinapa Rural Teacher's College.<\/p>\n<p>\"A quest\u00e3o \u00e9 \"o que fazemos? Como podemos continuar a abordar esses problemas,\u00a0porque de repente a exig\u00eancia\u00a0\u00e9 muito alta\", perguntou Pastrana. \"A quest\u00e3o para mim, e a situa\u00e7\u00e3o complicada, \u00e9 como voc\u00ea diz isso sem que pare\u00e7a que \u00e9 a mesma hist\u00f3ria de ontem e de antes e ontem e de\u00a0dez anos atr\u00e1s\".<\/p>\n<p>O M\u00e9xico teve cerca de 23 mil homic\u00eddios intencionais em 2016, segundo uma lista que classifica os pa\u00edses considerados em \"conflito\u00a0armado\", informou a Reuters.\u00a0<a href=\"http:\/\/articulo19.org\/informesemestral2017\/\">Trinta e nove jornalistas morreram desde o in\u00edcio da presid\u00eancia de Pe\u00f1a Nieto<\/a>\u00a0at\u00e9 o dia 17 de agosto de 2017, de acordo com o Artigo 19 do M\u00e9xico.<\/p>\n<p>Desde que o reconhecido jornalista e co-fundador do R\u00edodoce, Javier Valdez, foi assassinado no dia 17 de maio deste ano,\u00a0<a href=\"http:\/\/knightcenter.utexas.edu\/blog\/00-18814-after-murder-journalist-javier-valdez-mexican-press-sinaloa-self-censoring-seeks-inter\">alguns jornalistas em Sinaloa recorreram\u00a0\u00e0 autocensura<\/a>, de acordo com Alejandro Sicairos.<\/p>\n<p>\"\u00c9 necess\u00e1rio reconhecer que, ap\u00f3s a morte de Javier Valdez, nem jornalismo de den\u00fancia nem jornalismo investigativo tem sido\u00a0feito em Sinaloa\", disse Sicairos no f\u00f3rum. \"Os jornalistas, quando tocam cada tecla do computador, veem\u00a0sinais de morte. Estamos fazendo jornalismo superficial, seguindo o que os meios de comunica\u00e7\u00e3o nacionais publicam, mas as reportagens\u00a0\u00e0s quais\u00a0estamos acostumados\u00a0est\u00e3o desaparecendo\".<\/p>\n<p>Ele disse que h\u00e1 uma\u00a0discord\u00e2ncia\u00a0sobre o tipo de jornalismo que deve ser feito em Sinaloa agora.<\/p>\n<p>\"Alguns de n\u00f3s afirmam que devemos seguir a mesma linha que Javier Valdez seguia, porque, de outra forma, estar\u00edamos dando raz\u00e3o e prop\u00f3sito a esses grupos criminosos que o mataram\". No entanto, ele disse que outros afirmam que \"devemos deixar o jornalismo valente para outros tempos\".<\/p>\n<p>Para Pastrana, este tem sido um ano particularmente dif\u00edcil. \"N\u00f3s percebemos que n\u00e3o h\u00e1 limites, que somos todos muito vulner\u00e1veis\", explicou.<\/p>\n<p>\"Os primeiros seis meses paralisaram muitos de n\u00f3s, o que talvez nos fizesse sentar para pensar, \"o que mais eu posso fazer?\", disse Pastrana. \"N\u00f3s fomos a muitos f\u00f3runs (...) fizemos todo o poss\u00edvel, mas a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o melhora, como tamb\u00e9m\u00a0piora\".<\/p>\n<p>A \u00fanica mulher no painel, ela explicou as dificuldades que as mulheres jornalistas enfrentam no campo. Enquanto os homens enfrentam amea\u00e7as mais diretas, mulheres jornalistas s\u00e3o amea\u00e7adas e atacadas sexualmente, e suas fam\u00edlias tamb\u00e9m s\u00e3o\u00a0alvos\u00a0mais frequentemente, explicou. Isso as leva a viver uma esp\u00e9cie de vida dupla.<\/p>\n<p>Alguns panelistas apelaram para a comunidade internacional para mostrar\u00a0solidariedade e condenar a viol\u00eancia e a\u00a0in\u00e9rcia\u00a0das autoridades para investigar e perseguir os respons\u00e1veis.<\/p>\n<p>A viol\u00eancia contra os jornalistas no M\u00e9xico tornou-se mais um tema no notici\u00e1rio\u00a0internacional desde a\u00a0<a href=\"http:\/\/knightcenter.utexas.edu\/blog\/00-18402-award-winning-mexican-journalist-and-author-who-covered-drug-trafficking-killed-sinalo\">morte de Valdez<\/a>, que tinha\u00a0muitos contatos internacionais e era\u00a0uma refer\u00eancia para correspondentes estrangeiros\u00a0em Sinaloa. Cada vez mais, publica\u00e7\u00f5es como\u00a0<a href=\"https:\/\/www.washingtonpost.com\/opinions\/in-mexico-journalism-is-literally-being-killed-off\/2017\/05\/21\/fd2ef5ae-3ccd-11e7-9e48-c4f199710b69_story.html?utm_term=.e574251fcf5f\">The Washington Post<\/a>,<a href=\"http:\/\/www.bbc.com\/news\/world-latin-america-39436568\">\u00a0BBC News, e Columbia Journalism Review<\/a>\u00a0est\u00e3o observando a epidemia de viol\u00eancia contra a imprensa mexicana.<\/p>\n<p>\"As pessoas no M\u00e9xico, seja a Presid\u00eancia, seja\u00a0o Governo, seja o Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, qualquer pessoa no M\u00e9xico, eles v\u00e3o prestar muito mais aten\u00e7\u00e3o ao que as pessoas aqui est\u00e3o dizendo, ao que as pessoas aqui est\u00e3o pedindo, ao que\u00a0fazem na Avenida Reforma ou\u00a0a\u00a0qualquer outro protesto que realizam\", disse Corchado, acrescentando que pessoas fora do M\u00e9xico podem usar as m\u00eddias sociais para pressionar o governo\u00a0para chamar sua aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Corchado acrescentou: \"Eu n\u00e3o quero simplificar que um tweet vai mudar o M\u00e9xico, mas acredito que fazer mais alian\u00e7as com a imprensa norte-americana ou com grupos estrangeiros \u00e9 muito, muito importante\".\u200b<\/p>\n<p>\"A \u00fanica maneira que este governo, de Enrique Pe\u00f1a Nieto, ou de Sinaloa, prestar\u00a0aten\u00e7\u00e3o \u00e9 depois de receber press\u00e3o internacional\", disse Sicairos. \"Eu queria aproveitar este f\u00f3rum, precisamente, para insistir no que dissemos a\u00a0<a href=\"https:\/\/cpj.org\/\">CPJ<\/a>,<a href=\"https:\/\/rsf.org\/\">\u00a0RSF<\/a>,<a href=\"http:\/\/article19.org\/\">\u00a0Artigo 19<\/a>\u00a0e<a href=\"http:\/\/www.oas.org\/en\/iachr\/\">\u00a0CIDH<\/a>, dissemos \"n\u00e3o nos deixem em paz, n\u00e3o nos abandonem\", porque\u00a0n\u00e3o tememos por\u00a0n\u00f3s, \u00e9 o medo de que [essa situa\u00e7\u00e3o] se espalhar\u00e1 para toda a sociedade, e n\u00e3o apenas para os jornalistas\".<\/p>\n<p><em>Nota do editor: Essa hist\u00f3ria foi publicada originalmente no blog de jornalismo nas Am\u00e9ricas do Centro Knight, o predecessor do LatAm Journalism Review.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\"S\u00e3o 17 anos dessa\u00a0'conta\u00a0vermelha' (cuenta\u00a0roja), na qual n\u00e3o paramos de contar o n\u00famero de jornalistas mortos. S\u00e3o 109, e uma boa parte deles nas duas \u00faltimas administra\u00e7\u00f5es\", disse\u00a0Daniela\u00a0Pastrana, diretora da organiza\u00e7\u00e3o mexicana de jornalistas\u00a0Periodistas\u00a0de a Pie. \"Mas a contagem come\u00e7ou, paradoxalmente, com o in\u00edcio da transi\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica. Essa \u00e9 uma das coisas que ainda n\u00e3o posso explicar\".<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1221],"tags":[1552,1394,1609,1615],"coauthors":[],"class_list":["post-54523","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-violencia-contra-jornalistas-pt-br","tag-assassinatos-de-jornalistas-pt-br","tag-mexico-pt-br","tag-seguranca-e-protecao-pt-br","tag-violencia-contra-jornalistas-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.1.1) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>&quot;\u00c9 mais perigoso investigar um assassinato do que cometer um&quot;: jornalistas enfrentam viol\u00eancia grave no M\u00e9xico - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"&quot;\u00c9 mais perigoso investigar um assassinato do que cometer um&quot;: jornalistas enfrentam viol\u00eancia grave no M\u00e9xico Viol\u00eancia Contra Jornalistas. 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