{"id":63737,"date":"2022-08-05T08:52:54","date_gmt":"2022-08-05T13:52:54","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=63737"},"modified":"2022-08-09T08:30:03","modified_gmt":"2022-08-09T13:30:03","slug":"o-jornalismo-deve-ser-uma-ferramenta-de-transformacao-social-5-perguntas-para-a-jornalista-mexicana-laura-castellanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/o-jornalismo-deve-ser-uma-ferramenta-de-transformacao-social-5-perguntas-para-a-jornalista-mexicana-laura-castellanos\/","title":{"rendered":"'O jornalismo deve ser uma ferramenta de transforma\u00e7\u00e3o social': 5 perguntas para a jornalista mexicana Laura Castellanos"},"content":{"rendered":"<p>No dia 21 de julho, a jornalista mexicana Laura Castellanos foi anunciada como<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/laura-castellanos-mexico-e-daniel-matamala-chile-estao-entre-os-vencedores-do-premio-maria-moors-cabot-mencao-honrosa-a-javier-garza-ramos-do-mexico\/\"> uma das ganhadoras da edi\u00e7\u00e3o de 2022 do pr\u00eamio Maria Moors Cabot<\/a>, outorgado pela Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, em Nova York, como reconhecimento a jornalistas e meios de comunica\u00e7\u00e3o \u201cpor sua excel\u00eancia profissional e por fomentar um maior entendimento interamericano\u201d.<\/p>\n<p>Criado em 1938, o Cabot \u00e9 o pr\u00eamio internacional de jornalismo mais antigo do mundo, e destacou Castellanos como \u201cuma das jornalistas independentes mais importantes do M\u00e9xico\u201d, produzindo \u201cconstantemente um excelente trabalho que demonstra seu compromisso com a verdade e seu talento para a reportagem em profundidade\u201d. \u201cO j\u00fari dos [pr\u00eamios] Maria Moors Cabot honra Laura Castellanos como exemplo de rep\u00f3rter valente que continua realizando seu extraordin\u00e1rio trabalho fazendo frente \u00e0 adversidade e viol\u00eancia\u201d, expressou o j\u00fari em seu\u00a0<a href=\"https:\/\/journalism.columbia.edu\/ganadores-de-los-premios-maria-moors-cabot-de-2022\">an\u00fancio oficial<\/a>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-63743 size-full\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Cinco-Perguntas-PT-Laura-Castellanos.png\" alt=\"\" width=\"507\" height=\"340\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Cinco-Perguntas-PT-Laura-Castellanos.png 507w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Cinco-Perguntas-PT-Laura-Castellanos-300x201.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Cinco-Perguntas-PT-Laura-Castellanos-350x234.png 350w\" sizes=\"auto, (max-width: 507px) 100vw, 507px\" \/>A distin\u00e7\u00e3o \u00e9 um marco nos 30 anos de carreira de Castellanos, jornalista feminista dedicada a investiga\u00e7\u00f5es sobre a viol\u00eancia estrutural no M\u00e9xico. Seus trabalhos ampliam o olhar sobre este fen\u00f4meno para al\u00e9m das narrativas sobre narcotr\u00e1fico e implicam tamb\u00e9m o Estado e agentes privados na perpetua\u00e7\u00e3o de viola\u00e7\u00f5es e injusti\u00e7as contra as popula\u00e7\u00f5es mais vulner\u00e1veis do pa\u00eds. Entre suas investiga\u00e7\u00f5es publicadas em livros est\u00e3o \u201cM\u00e9xico Armado 1943-1981\u201d (2007) e \u201cCr\u00f3nica de un pa\u00eds embozado 1994-2018\u201d (2018).<\/p>\n<p>Ela tamb\u00e9m \u00e9 autora de \u201cLa marcha del terremoto feminista: historia ilustrada del patriarcado en M\u00e9xico\u201d (2022) e \u00e9 uma das colaboradoras da colet\u00e2nea \u201cMexicanas en pie de lucha\u201d (2022), duas obras que tratam das lutas das mulheres por dignidade e direitos no pa\u00eds. \u201c\u00c9 transcendental que o jornalismo latino-americano esteja consciente de sua responsabilidade de cobrir com uma perspectiva feminista a crise civilizat\u00f3ria e planet\u00e1ria que dilacera a regi\u00e3o, e as express\u00f5es de protesto que a confrontam\u201d, disse ela em entrevista \u00e0\u00a0<strong>LatAm Journalism Review (LJR)<\/strong>, como parte da s\u00e9rie\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/categoria-pt-br\/5-perguntas\/\">\u201c5 perguntas\u201d<\/a>.<\/p>\n<p>Castellanos tamb\u00e9m \u00e9 uma das co-fundadoras do coletivo de jornalistas\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/jornalistas-mexicanas-denunciam-violencia-contra-comunicadores-em-serie-de-perfis-de-colegas-assassinados-ou-desaparecidos\/\">Reporteras en Guardia<\/a>, que se formou em 2018 e criou o memorial online\u00a0<a href=\"https:\/\/mataranadie.com\/\">Matar a Nadie<\/a> (\u201cMatar ningu\u00e9m\u201d) para honrar a mem\u00f3ria dos jornalistas assassinados ou desaparecidos no M\u00e9xico desde o ano 2000. Em sua avalia\u00e7\u00e3o, \u201co presidente Andr\u00e9s Manuel L\u00f3pez Obrador tem agido com indol\u00eancia diante do aumento de assassinatos de colegas\u201d \u2013\u00a0at\u00e9 o momento em 2022, foram 13 jornalistas assassinados no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Leia a seguir a entrevista completa com Castellanos, que tamb\u00e9m oferece conselhos para jornalistas independentes na regi\u00e3o: \u201cos abra\u00e7os coletivos s\u00e3o a melhor maneira de navegar na tempestade\u201d.<\/p>\n<p><strong>LJR: Por que, 30 anos atr\u00e1s, voc\u00ea escolheu se dedicar ao jornalismo? E por que continua escolhendo o jornalismo, mesmo num contexto de extrema viol\u00eancia contra a categoria no M\u00e9xico?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Laura Castellanos (LC):<\/strong> Escolhi o jornalismo porque me pareceu um desafio formid\u00e1vel aprender a ouvir, investigar e narrar. Estudei Comunica\u00e7\u00e3o Social em uma universidade p\u00fablica no M\u00e9xico, a Universidad Aut\u00f3noma Metropolitana-Unidad Xochimilco (UACM-X), que \u00e9 conhecida por sua linha de pensamento cr\u00edtico. Durante meus estudos, aprendi uma tese que me marcou: o jornalismo deve ser uma ferramenta de transforma\u00e7\u00e3o social. Em 30 anos de trabalho independente, tenho testemunhado a evolu\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia estrutural no pa\u00eds e a import\u00e2ncia de um jornalismo cr\u00edtico que garanta o direito \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e \u00e0 liberdade de express\u00e3o. O pa\u00eds acumula uma carga hist\u00f3rica de impunidade e corrup\u00e7\u00e3o. Hoje vive uma crise humanit\u00e1ria alarmante causada pela estrat\u00e9gia de seguran\u00e7a militarizada, instaurada h\u00e1 15 anos, que provocou uma espiral de mais de 100 mil casos de desaparecimentos e 250 mil mortes violentas. O M\u00e9xico \u00e9 minha casa, me d\u00f3i meu pa\u00eds. Continuo fazendo jornalismo porque assim me junto \u00e0 corrente de jornalistas com pensamento cr\u00edtico que procuramos informar e fornecer \u00e0 sociedade elementos de compreens\u00e3o sobre como chegamos a esta crise humanit\u00e1ria para que ela n\u00e3o continue a se aprofundar.<\/p>\n<p><strong>LJR: Voc\u00ea se declara uma jornalista feminista e tem trabalhos dedicados \u00e0s lutas das mulheres no M\u00e9xico. Quais s\u00e3o o significado e a import\u00e2ncia de se dizer feminista enquanto jornalista?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>LC:\u00a0<\/strong>Declarei-me abertamente uma jornalista feminista porque n\u00e3o acredito no jornalismo objetivo. Acredito, como uma vez ouvi a jornalista Rosa Rojas dizer, no jornalismo subjetivo, por\u00e9m \u00e9tico. E subjetivamente escolho recolher as vozes das popula\u00e7\u00f5es vulner\u00e1veis (mulheres, crian\u00e7as, jovens, povos ind\u00edgenas, migrantes, pessoas da ampla gama de diversidade sexual e identidade de g\u00eanero), o que n\u00e3o significa que vou fazer delas m\u00e1rtires ou excluir as vozes da ordem social dominante. Vou simplesmente captar as vozes historicamente silenciadas. Ter uma perspectiva feminista esclareceu para mim como funcionam os mecanismos da viol\u00eancia patriarcal e nutriu meu olhar nos processos de investiga\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise.<\/p>\n<p><strong>LJR: Neste sentido, qual voc\u00ea considera ser o papel do jornalismo na luta por justi\u00e7a de g\u00eanero na Am\u00e9rica Latina?<\/strong><\/p>\n<p><strong>LC:\u00a0<\/strong>\u00c9 transcendental que o jornalismo latino-americano esteja consciente de sua responsabilidade de cobrir com uma perspectiva feminista a crise civilizat\u00f3ria e planet\u00e1ria que dilacera a regi\u00e3o, e as express\u00f5es de protesto que a confrontam. Isto tem sido muito evidente no M\u00e9xico, onde o aumento da viol\u00eancia machista durante a pandemia (desemprego, viol\u00eancia dom\u00e9stica, assassinatos, feminic\u00eddios, desaparecimentos, impunidade judicial) desencadeou um movimento insurrecional sem precedentes de jovens mulheres que protestaram em espa\u00e7os p\u00fablicos contra as omiss\u00f5es do aparato estatal e a cobertura jornal\u00edstica sensacionalista. Meios de comunica\u00e7\u00e3o nacionais expuseram imagens brutais de v\u00edtimas de feminic\u00eddio e informa\u00e7\u00f5es ministeriais pessoais de sobreviventes de viol\u00eancia sexual. Em uma ocasi\u00e3o, manifestantes furiosas queimaram um autom\u00f3vel de um jornal nacional. Protestos em espa\u00e7os p\u00fablicos e nas redes sociais sobre tal cobertura levaram a uma maior conscientiza\u00e7\u00e3o nos meios de comunica\u00e7\u00e3o, alguns criaram conselhos editoriais com uma perspectiva feminista e t\u00eam registrado o aprofundamento das injusti\u00e7as de g\u00eanero de uma forma mais emp\u00e1tica e humana. Ainda h\u00e1 algum caminho a percorrer, mas eles t\u00eam feito grandes avan\u00e7os. \u00c9 neste sentido que os meios de comunica\u00e7\u00e3o e a categoria jornal\u00edstica latino-americana devem se encaminhar se quisermos contribuir para uma sociedade na qual as popula\u00e7\u00f5es vulner\u00e1veis vivam livres de viol\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>LJR: Voc\u00ea \u00e9 uma co-fundadoras do coletivo\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/jornalistas-mexicanas-denunciam-violencia-contra-comunicadores-em-serie-de-perfis-de-colegas-assassinados-ou-desaparecidos\/\"><strong>Reporteras en Guardia<\/strong><\/a><strong> e voc\u00eas iniciaram o projeto\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/mataranadie.com\/\"><strong>Matar a Nadie<\/strong><\/a><strong> em 2018, pouco antes de Andr\u00e9s Manuel L\u00f3pez Obrador tomar posse como presidente do M\u00e9xico. Qual \u00e9 a sua avalia\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o dos jornalistas no pa\u00eds nestes \u00faltimos quatro anos?<\/strong><\/p>\n<p><strong>LC:\u00a0<\/strong>O M\u00e9xico \u00e9 hoje o pa\u00eds mais perigoso do mundo para exercer o jornalismo, segundo [a organiza\u00e7\u00e3o] Rep\u00f3rteres sem Fronteiras. O maior risco \u00e9 enfrentado por aqueles que trabalham nos estados e especialmente em pequenos munic\u00edpios castigados pela viol\u00eancia organizada. O presidente Andr\u00e9s Manuel L\u00f3pez Obrador tem agido com indol\u00eancia diante do aumento de assassinatos de colegas. Na primeira metade de 2022, foram registrados 12 casos, incluindo os de tr\u00eas mulheres <span style=\"font-weight: 400;\">[em 5 de agosto, j\u00e1 eram 13 o n\u00famero de jornalistas assassinados no pa\u00eds em 2022]<\/span>. Ele tem estigmatizado a imprensa cr\u00edtica e independente, o que tem criado um clima hostil contra aqueles que n\u00e3o s\u00e3o seus apoiadores e seus riscos aumentaram. Infelizmente, esta atitude polarizadora est\u00e1 sendo replicada por outros governantes dentro do pa\u00eds e na Am\u00e9rica Latina, como acontece com [o presidente salvadorenho] Nayib Bukele, em El Salvador.<\/p>\n<p><strong>LJR: A precariza\u00e7\u00e3o da profiss\u00e3o \u00e9 uma tend\u00eancia na regi\u00e3o, com condi\u00e7\u00f5es de trabalho extremas, longas jornadas e baixos sal\u00e1rios. Como jornalista independente, que conselhos voc\u00ea daria a outros jornalistas para que sejam bem-sucedidos em seu trabalho e consigam se manter financeiramente?<\/strong><\/p>\n<p><strong>LC:\u00a0<\/strong>Estamos vivendo um momento muito agudo de precariedade, especialmente para aqueles de n\u00f3s que s\u00e3o jornalistas independentes. A pandemia agravou a crise que os meios de comunica\u00e7\u00e3o j\u00e1 estavam enfrentando, e temo que ainda n\u00e3o tenhamos testemunhado seu saldo final. Em um mundo conturbado, h\u00e1 uma abund\u00e2ncia de temas interessantes para cobrir, mas o desafio \u00e9 aprender a definir \u00e2ngulos jornal\u00edsticos potentes, a fazer uma boa pr\u00e9-investiga\u00e7\u00e3o antes de prop\u00f4-los, a ter uma estrat\u00e9gia clara de cobertura e um or\u00e7amento bem elaborado. As empresas devem cobrir as despesas de viagem, mas quando isto n\u00e3o for poss\u00edvel, uma alternativa pode ser realizar uma cobertura coletiva a fim de potencializar o tempo e as despesas. A din\u00e2mica da comunica\u00e7\u00e3o virtual devido \u00e0 pandemia tamb\u00e9m nos possibilitou fazer parte do trabalho \u00e0 dist\u00e2ncia quando n\u00e3o podemos faz\u00ea-lo presencialmente. Realisticamente, tamb\u00e9m devemos estar abertos para entrar e sair da profiss\u00e3o quando devemos buscar ou combinar outras formas de renda. E \u00e9 essencial criar redes de solidariedade entre colegas, circular dicas de poss\u00edveis colabora\u00e7\u00f5es, ter protocolos de seguran\u00e7a para nos proteger e nos acompanharmos e nos escutarmos uns aos outros. Os abra\u00e7os coletivos s\u00e3o a melhor maneira de navegar na tempestade.<\/p>\n<p><em>Header: manifestante durante marcha das mulheres em 8 de mar\u00e7o de 2020 na Cidade do M\u00e9xico. Foto de Danielle Lupin \/ Flickr CC.<br \/>\nFoto de Laura Castellanos por Luis Cort\u00e9s.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para a jornalista mexicana Laura Castellanos, \u201c\u00e9 transcendental que o jornalismo latino-americano esteja consciente de sua responsabilidade de cobrir com uma perspectiva feminista a crise civilizat\u00f3ria e planet\u00e1ria que dilacera a regi\u00e3o\u201d. Ela \u00e9 uma das ganhadoras do pr\u00eamio Maria Moors Cabot 2022 e falou sobre seu trabalho cobrindo a viol\u00eancia estrutural em seu pa\u00eds em entrevista \u00e0 LatAm Journalism Review.<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":63743,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[2382],"tags":[1394],"coauthors":[],"class_list":["post-63737","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-5-perguntas","tag-mexico-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.4) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>&#039;O jornalismo deve ser uma ferramenta de transforma\u00e7\u00e3o social&#039;: 5 perguntas para a jornalista mexicana Laura Castellanos - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"&#039;O jornalismo deve ser uma ferramenta de transforma\u00e7\u00e3o social&#039;: 5 perguntas para a jornalista mexicana Laura Castellanos 5 Perguntas. 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