{"id":68709,"date":"2022-10-06T10:15:22","date_gmt":"2022-10-06T15:15:22","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=68709"},"modified":"2022-10-06T10:15:22","modified_gmt":"2022-10-06T15:15:22","slug":"10-recomendacoes-para-narrar-a-realidade-dos-povos-indigenas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/10-recomendacoes-para-narrar-a-realidade-dos-povos-indigenas\/","title":{"rendered":"10 recomenda\u00e7\u00f5es para narrar a realidade dos povos ind\u00edgenas"},"content":{"rendered":"<p><em>*Por Kirvin Larios. <span style=\"font-weight: 400;\">Este artigo foi publicado originalmente no site da <\/span><a href=\"https:\/\/fundaciongabo.org\/es\/noticias\/articulo\/10-recomendaciones-para-narrar-la-realidad-de-los-pueblos-indigenas\"><span style=\"font-weight: 400;\">Fundaci\u00f3n Gab<\/span><\/a><a href=\"https:\/\/fundaciongabo.org\/es\/noticias\/articulo\/10-recomendaciones-para-narrar-la-realidad-de-los-pueblos-indigenas\">o<\/a>.<\/em><\/p>\n<p>As formas de representar os povos ind\u00edgenas est\u00e3o mudando e o jornalismo n\u00e3o pode viver fora dessa realidade. Durante anos, a exist\u00eancia de comunidades ind\u00edgenas foi vista na regi\u00e3o latino-americana como um problema. Segundo a jornalista Edilma Prada, fundadora da <a href=\"https:\/\/agendapropia.co\/\">Agenda Propia<\/a>, existem mais de 800 povos ind\u00edgenas no continente, cada um com uma vis\u00e3o de mundo particular e uma forma de se narrar, de viver sua cultura, sua l\u00edngua e de se relacionar com o mundo. Al\u00e9m disso, seu forte senso de comunidade tem muito a dizer ao \"individualismo\" do Ocidente, e tamb\u00e9m \u00e0 concep\u00e7\u00e3o e ao desenvolvimento do trabalho jornal\u00edstico.<\/p>\n<p>As comunidades ind\u00edgenas t\u00eam sido estigmatizadas pela academia, pelas institui\u00e7\u00f5es e pela m\u00eddia. Como jornalistas podem contar e informar sobre os povos ind\u00edgenas? Quais s\u00e3o as formas de participa\u00e7\u00e3o que especialistas prop\u00f5em para romper os paradigmas que perpetuam os estere\u00f3tipos? Quais s\u00e3o as pr\u00e1ticas que devem ser levadas em conta na cobertura desses temas? E por que \u00e9 necess\u00e1ria a participa\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas no trabalho jornal\u00edstico, assim como no editorial?<\/p>\n<p>Essas e outras quest\u00f5es foram abordadas no encontro \u2018La palabra ind\u00edgena: una conquista de la dignidad, la memoria y la vida\u2019 ('A palavra ind\u00edgena: uma conquista da dignidade, da mem\u00f3ria e da vida'), o terceiro da s\u00e9rie de webinars \u2018Escenarios posibles para un periodismo diverso e inclusivo\u2019 ('Cen\u00e1rios poss\u00edveis para um jornalismo diverso e inclusivo'), organizado pela Funda\u00e7\u00e3o Gabo e pelo cluster EUNIC Col\u00f4mbia (European Union National Institutes for Culture) no \u00e2mbito da iniciativa EULAT 4 Culture. Al\u00e9m de Edilma Prada, participou da conversa o mexicano Juan Manuel Jim\u00e9nez Oca\u00f1a, especialista em interculturalidade e educa\u00e7\u00e3o ind\u00edgena.<\/p>\n<h3>Recomenda\u00e7\u00f5es para narrar a realidade dos povos ind\u00edgenas<\/h3>\n<p><strong>1. Acabar com a vitimiza\u00e7\u00e3o e a criminaliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>\u201cAs hist\u00f3rias jornal\u00edsticas dos povos ind\u00edgenas costumam ser narradas colocando-os ou sua comunidade como v\u00edtimas\u201d, diz Edilma Prada. Desse ponto de vista, eles s\u00e3o vistos como os \u201ccoitadinhos\u201d, os \u201cexclu\u00eddos\u201d; uma representa\u00e7\u00e3o recorrente em manchetes e reportagens na imprensa em toda a Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a narrativa das \u201cfontes oficiais\u201d optou por criminalizar os atos leg\u00edtimos dos grupos ind\u00edgenas, como protestos ou reuni\u00f5es em que exigem o cumprimento de seus direitos. \u201cNa Col\u00f4mbia, durante o auge do conflito armado, eles eram recorrentemente acusados \u200b\u200bde serem guerrilheiros ou de pertencerem a grupos armados ilegais\u201d, diz Prada. A isso se soma a narrativa que quis apont\u00e1-los como traficantes de drogas, sem levar em conta aspectos culturais como o plantio da folha de coca, considerada sagrada para muitos povos ind\u00edgenas.<\/p>\n<p><strong>2. Sair do 'quadro referencial\u2019 ocidental<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 \u201cuma representa\u00e7\u00e3o do ind\u00edgena como algu\u00e9m a quem \u00e9 preciso civilizar, levar cultura e ensinar espanhol para que seja incorporado, integrado e siga em frente\u201d, diz Juan Manuel Jim\u00e9nez. Essa abordagem impediu que as comunidades ind\u00edgenas fossem mostradas com suas pr\u00f3prias formas de interpretar e nomear o mundo. Assim, impusemos o nosso \u201cquadro referencial\u201d, al\u00e9m de uma postura \u201cmessi\u00e2nica\u201d e \u201cuma concha de eurocentrismo\u201d a partir da qual assumimos que podemos dar a eles o que eles \u201cprecisam\u201d.<\/p>\n<p>Diante disso, Jim\u00e9nez considera que outro caminho \u00e9 \"dar-lhes voz\", n\u00e3o em termos condescendentes ou de \"boa vontade\", mas de respeito; reconhecendo que existem outros pensamentos, vozes e pontos de vista al\u00e9m dos predominantes na academia e nas institui\u00e7\u00f5es. \u201c\u00c9 importante ver que existem outras possibilidades epistemol\u00f3gicas e lingu\u00edsticas que n\u00e3o s\u00e3o apenas objeto de estudo e que podem nos ajudar a crescer juntos\u201d, sustenta.<\/p>\n<p><strong>3. N\u00e3o confundir modo de vida com \"pobreza\"<\/strong><\/p>\n<p>Entendendo que para todos os povos ind\u00edgenas deve haver uma garantia de direitos humanos (incluindo o direito a ar puro, \u00e1gua pot\u00e1vel, alimenta\u00e7\u00e3o suficiente, sa\u00fade, seguran\u00e7a, etc), os modos de vida dos povos ind\u00edgenas n\u00e3o devem ser confundidos com \"pobreza\" ou com o que costumamos associar a esse conceito. Esse \u00e9 o caso de certos meios de comunica\u00e7\u00e3o e de jornalistas que visitam comunidades ind\u00edgenas nas florestas. Embora seja verdade que alguns vivem em condi\u00e7\u00f5es de \u201cprecariedade complicada\u201d, observa Prada, \u00e9 preciso levar em conta que algumas condi\u00e7\u00f5es est\u00e3o relacionadas aos modos de vida \u2014como viver em malocas\u2014 ou aos saberes espirituais da comunidade. Muitas vezes existe abund\u00e2ncia de alimentos. Os apelos urgentes que as comunidades fazem aos governos e aos jornalistas apontam para a crise clim\u00e1tica, os conflitos armados, as migra\u00e7\u00f5es e a representa\u00e7\u00e3o respeitosa de seus problemas.<\/p>\n<p><strong>4. Conhec\u00ea-los e valoriz\u00e1-los<\/strong><\/p>\n<p>A discrimina\u00e7\u00e3o contra os povos ind\u00edgenas hoje ainda \u00e9 estrutural. \u201cMuitas vezes vem de institui\u00e7\u00f5es do governo do pa\u00eds, seja por omiss\u00e3o ou enfatizando a impossibilidade de acesso a direitos fundamentais\u201d, diz Juan Manuel. Em vista disso, ele acredita que a interculturalidade dos povos ind\u00edgenas deve ser entendida n\u00e3o apenas como uma quest\u00e3o te\u00f3rica ou acad\u00eamica, mas como uma \"filosofia de vida\". Por isso recomenda relacionar-se a partir do respeito e da valoriza\u00e7\u00e3o do outro, tentando deixar para tr\u00e1s a \u201cignor\u00e2ncia\u201d sobre essas quest\u00f5es, pois \u201cn\u00e3o podemos valorizar o que n\u00e3o conhecemos\u201d.<\/p>\n<p><strong>5. Deixar os ind\u00edgenas serem seus pr\u00f3prios contadores de hist\u00f3rias<\/strong><\/p>\n<p>Para Juan Manuel, \u00e9 importante entender que a diversidade dos povos ind\u00edgenas cont\u00e9m vis\u00f5es que precisam ser incorporadas \u00e0s hist\u00f3rias, \u201ce se for poss\u00edvel, que eles sejam seus pr\u00f3prios narradores\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>Sobre isso, Edilma conta que na Agenda Propia abordaram a necessidade de \u201cdescolonizar o jornalismo\u201d e de questionar a \u201cestrutura estabelecida\u201d pelos moldes tradicionais de escrever hist\u00f3rias e informar. \u201c\u00c9 uma estrutura r\u00edgida, claro que importante, mas estamos em um momento onde h\u00e1 flexibilidade e respeito para as diversas narrativas.\u201d<\/p>\n<p><strong>6. Reconhecer que eles s\u00e3o uma \u201cfonte oficial\u201d<\/strong><\/p>\n<p>O que se v\u00ea \u00e9 que a fonte oficial para falar sobre quest\u00f5es ind\u00edgenas s\u00e3o os governos ou os governantes, o comandante ou a pol\u00edcia ou a voz institucional, mas os povos ind\u00edgenas n\u00e3o t\u00eam seu pr\u00f3prio espa\u00e7o de participa\u00e7\u00e3o quando s\u00e3o considerados por outros. \u201cOs povos ind\u00edgenas devem ser valorizados como fonte oficial\u201d, enfatiza Edilma, e afirma que o jornalismo deve ser sempre rigoroso, contrastar as fontes e investigar minuciosamente, mas tamb\u00e9m deve estar aberto \u00e0 diversidade das vozes ind\u00edgenas e sair do esquema tradicional que omitiu inclu\u00ed-las. \u201cQuando fazemos hist\u00f3rias desses povos \u00e9 extremamente fundamental incluir as vozes ind\u00edgenas\u201d, afirma.<\/p>\n<p><strong>7. Vincul\u00e1-los ao processo editorial<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o se trata apenas de nomear ou citar vozes ind\u00edgenas conforme o caso, mas tamb\u00e9m de torn\u00e1-las parte do processo editorial. Para isso, Edilma sugere a cria\u00e7\u00e3o de uma agenda editorial com a participa\u00e7\u00e3o de vozes dos povos ind\u00edgenas, sentando \"os l\u00edderes e as comunidades nas reda\u00e7\u00f5es para que contem o que est\u00e1 acontecendo\" com o objetivo de n\u00e3o continuar criando agendas somente do ponto de vista do editor ou do jornalista.<\/p>\n<p>Nesse sentido, diz, faltam \"editores interculturais\" que tenham sensibilidade para editar hist\u00f3rias narradas por jornalistas ind\u00edgenas. No caso da Agenda Propia, eles se valem de assessores editoriais, em sua maioria mulheres, para incluir o conhecimento de sabedorias ind\u00edgenas com experi\u00eancia em comunica\u00e7\u00e3o. Esse processo editorial ajudaria a aprofundar as quest\u00f5es, apontando quando um trabalho est\u00e1 mal informado ou quando uma comunidade est\u00e1 mal representada, ou se uma quest\u00e3o n\u00e3o foi bem entendida ou se falta incluir uma voz.<\/p>\n<p><strong>8. Deixar que eles contem suas pr\u00f3prias hist\u00f3rias<\/strong><\/p>\n<p>Dada a exist\u00eancia de jornalistas ind\u00edgenas, os trabalhos devem levar em conta suas pr\u00f3prias formas de comunica\u00e7\u00e3o e narrativa de hist\u00f3rias. Os povos ind\u00edgenas t\u00eam \u201cg\u00eaneros pr\u00f3prios relacionados \u00e0 sua cultura, l\u00edngua, m\u00fasica e escuta do territ\u00f3rio\u201d. \u00c9 preciso \"respeitar esse olhar\" ao escrever as hist\u00f3rias.<\/p>\n<p>Alguns trabalhos elaborados com jornalistas ou narradores ind\u00edgenas na Agenda Propia:<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.agendapropia.co\/voces-amazonia-escucha-la-memoria-habla\/tanimuka-el-pueblo-que-danza-para-cuidar-la-salud-de-la\">Tanimuka, el pueblo que danza para cuidar la salud de la humanidad y de la selva<\/a><\/li>\n<li>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.agendapropia.co\/miradas-a-los-territorios-resistir-para-sanar\/las-amenazas-la-abuela-mar-una-mirada-de-resistencia\">Las amenazas a la abuela Mar: una mirada de resistencia desde el pueblo Gunadule<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=DyH-YNzV8F0\">Voces de la infancia Mapuche Huilliche en Pucatrihue sobre el proceso constituyente en Chile<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>9. Entender a import\u00e2ncia dos idiomas<\/strong><\/p>\n<p>As l\u00ednguas originais ou nativas dos povos ind\u00edgenas correm o risco de desaparecer. Dos 25 milh\u00f5es de mexicanos que se identificam como ind\u00edgenas, 7 milh\u00f5es s\u00e3o falantes de uma l\u00edngua nativa, calcula Juan Manuel Jim\u00e9nez Oca\u00f1a. \"Perder uma l\u00edngua \u00e9 como deixar morrer uma cultura e isso \u00e9 terr\u00edvel\", adverte. Para que isso n\u00e3o continue acontecendo, \u00e9 preciso ir al\u00e9m das meras tradu\u00e7\u00f5es e parar de pensar que o que \u00e9 ind\u00edgena pode ser entendido a partir dos par\u00e2metros do espanhol. Os curr\u00edculos acad\u00eamicos interculturais e bil\u00edngues das universidades, pensados \u200b\u200ba partir da perspectiva ind\u00edgena, de sua cultura, suas paisagens, seus modos de vida e, claro, das l\u00ednguas e das variantes dialetais, desempenham um papel importante no contexto.<\/p>\n<p><strong>10. Aprender com seu senso de comunidade<\/strong><\/p>\n<p>Paralelamente \u00e0s pr\u00e1ticas e recomenda\u00e7\u00f5es aqui mencionadas, \u00e9 importante mergulhar no sentido de comunidade que se aninha nos povos ind\u00edgenas, em suas formas de receber conhecimento e de se relacionar com a natureza, t\u00e3o diferentes daquelas fomentadas pela cultura ocidental e pelo capitalismo. \u201cCrescemos com uma vis\u00e3o individualista. Os ind\u00edgenas t\u00eam um profundo senso do coletivo, da comunidade, eles n\u00e3o existem sem sua comunidade e sua comunidade n\u00e3o existe sem eles\u201d, diz Juan Manuel. Em outras palavras, o jornalismo que pretende narrar e informar sobre os povos ind\u00edgenas n\u00e3o pode existir sem a voz e a participa\u00e7\u00e3o deles em todos os momentos do processo.<\/p>\n<p><em>(Banner: Ind\u00edgenas Kanamari na Terra Ind\u00edgena Vale do Javari no Amazonas, Brasil, em 2018. Foto: Bruno Kelly\/Amaz\u00f4nia Real)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A jornalista colombiana Edilma Prada, fundadora da Agenda Propia, e o mexicano Juan Manuel Jim\u00e9nez Oca\u00f1a, especialista em interculturalidade e educa\u00e7\u00e3o ind\u00edgena, compartilham recomenda\u00e7\u00f5es para representar com dignidade os saberes, os valores e os modos de existir dos povos ind\u00edgenas.<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":68767,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"coauthors":[],"class_list":["post-68709","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-nao-categorizado"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.1.1) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>10 recomenda\u00e7\u00f5es para narrar a realidade dos povos ind\u00edgenas - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"10 recomenda\u00e7\u00f5es para narrar a realidade dos povos ind\u00edgenas . 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