{"id":7038,"date":"2019-06-04T08:37:13","date_gmt":"2019-06-04T13:37:13","guid":{"rendered":"https:\/\/live-lajr.pantheonsite.io\/?p=7038"},"modified":"2020-06-12T15:40:15","modified_gmt":"2020-06-12T20:40:15","slug":"qual-e-o-papel-da-imprensa-do-mexico-no-combate-ao-crime-e-a-violencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/qual-e-o-papel-da-imprensa-do-mexico-no-combate-ao-crime-e-a-violencia\/","title":{"rendered":"Qual \u00e9 o papel da imprensa do M\u00e9xico no combate ao crime e \u00e0 viol\u00eancia?"},"content":{"rendered":"<p><em>Este texto <a href=\"https:\/\/ethicaljournalismnetwork.org\/resources\/publications\/saving-the-news\/mexico\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/ethicaljournalismnetwork.org\/resources\/publications\/saving-the-news\/mexico\">foi\u00a0publicado originalmente em\u00a0ingl\u00eas\u00a0pela Ethical Journalism Network<\/a> (EJN). Foi republicado aqui com\u00a0autoriza\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p>Por Elva Narcia*<\/p>\n<p dir=\"ltr\">No fim de janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a viol\u00eancia no M\u00e9xico \u00e9 pior do que no Afeganist\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Por meio de seu perfil no Twitter, ele detalhou que os casos de homic\u00eddio no M\u00e9xico aumentaram 33% em 2018 em compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, atingindo um total de 33.341 casos. \u201cEste \u00e9 um fator que contribui para a crise humanit\u00e1ria que ocorre na nossa fronteira sul e se estende por nosso pa\u00eds.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os dados duros parecem respaldar as afirma\u00e7\u00f5es de Trump, pois segundo organiza\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais, entre janeiro e setembro de 2018, o M\u00e9xico registrou quase 90% mais mortes violentas de civis do que o Afeganist\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A este contexto de viol\u00eancia no M\u00e9xico, se soma o n\u00famero de pessoas desaparecidas, as quais chegam a 40.180, segundo divulgou Roberto Cabrera Alfaro, ex-Comiss\u00e1rio Nacional da Busca por Desaparecidos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Para a doutora Carolina Robledo, coordenadora de um grupo de pesquisa em Antropologia Social e Forense, o M\u00e9xico vive m\u00faltiplas viol\u00eancias, n\u00e3o apenas as relacionadas ao crime organizado. Ela fala de uma crise de direitos humanos e do Estado de direito.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cTemos um contexto de graves viola\u00e7\u00f5es dos direitos humano, o que implica que as for\u00e7as p\u00fablicas de seguran\u00e7a, das municipais \u00e0s estaduais, t\u00eam exercido o controle da seguran\u00e7a por meio de abusos e do uso da viol\u00eancia como forma de controlar territ\u00f3rios e popula\u00e7\u00f5es, mas tamb\u00e9m como uma forma de administrar neg\u00f3cios e beneficiar os interesses privados com esse uso ileg\u00edtimo da for\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O M\u00e9xico, afirma Robledo, vive em um contexto de viol\u00eancias institucionais, econ\u00f4micas, patrimoniais, de g\u00eanero. A viol\u00eancia tamb\u00e9m se exerce no \u00e2mbito da informa\u00e7\u00e3o: \u201cexiste um sistema deliberado que busca ocultar a verdade e os crimes, apagar as evid\u00eancias\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Nesse contexto de m\u00faltiplas viol\u00eancias, qual \u00e9 o papel da imprensa? Podem os meios de comunica\u00e7\u00e3o contribuir para criar um ambiente de paz, podem contribuir no combate ao crime e \u00e0 viol\u00eancia? Para buscar respostas, consultamos vinte especialistas, entre advogados, acad\u00eamicos, ativistas, jornalistas e defensores de direitos humanos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">No caso espec\u00edfico dos desaparecimentos for\u00e7ados e das valas comuns clandestinas, a imprensa tem cumprido um papel muito importante ao tornar vis\u00edvel o problema e coloc\u00e1-lo na agenda p\u00fablica. Familiares das v\u00edtimas, como Mirna Nereyda Medina Qui\u00f1ones, que lidera a organiza\u00e7\u00e3o Las Rastreadoras de El Fuerte, um grupo de m\u00e3es em busca de seus filhos desaparecidos no Estado de Sinaloa, afirmam que o acompanhamento da imprensa tem sido fundamental no caminho para encontrar a verdade e a justi\u00e7a: \u201cnos ajudaram com a divulga\u00e7\u00e3o, levantando a voz junto com a gente\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Nereyda fundou Las Rastreadoras ap\u00f3s o desaparecimento de seu filho Roberto Corrales Medina. Ele foi sequestrado em 14 de julho de 2014 e seus restos mortais foram encontrados em uma fossa clandestina tr\u00eas anos depois. Ela diz que o trabalho que fazem os meios de comunica\u00e7\u00e3o ajuda grupos como o dela a chegar a governos e institui\u00e7\u00f5es e a documentar as respostas que recebem deles, para que permane\u00e7am como antecedentes e possam ser retomadas quando necess\u00e1rio.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Cristina Avila Cesati, fundadora da Corresponsales de Paz, enfatiza a import\u00e2ncia do exerc\u00edcio de um jornalismo \u00e9tico, j\u00e1 que \u00e0s vezes os jornalistas podem dificultar as investiga\u00e7\u00f5es, incorrer na revitimiza\u00e7\u00e3o, distorcer informa\u00e7\u00f5es ou public\u00e1-las sem permiss\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Outra maneira pela qual a imprensa tem contribu\u00eddo no combate ao crime e \u00e0 viol\u00eancia \u00e9 mediante a coleta de testemunhos, a captura de imagens, grava\u00e7\u00f5es, entrevistas e notas jornal\u00edsticas que t\u00eam servido para resolver casos e levar os perpetradores \u00e0 Justi\u00e7a. Essa \u00e9 a opini\u00e3o de Mar\u00eda del Carmen Alanis, ex-magistrada do Tribunal Eleitoral do Poder Judici\u00e1rio da Federa\u00e7\u00e3o, que usou esse tipo de evid\u00eancia em casos de viol\u00eancia pol\u00edtica em raz\u00e3o de g\u00eanero.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">V\u00e1rios dos jornalistas consultados afirmam que a imprensa n\u00e3o \u00e9 nem a pol\u00edcia nem o Minist\u00e9rio P\u00fablico para combater a viol\u00eancia e o crime. No entanto, concordam que, ao acompanhar as investiga\u00e7\u00f5es para que os casos n\u00e3o se percam na impunidade, al\u00e9m de insistir das autoridades transpar\u00eancia, acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e justi\u00e7a r\u00e1pida e eficiente, \u00e9 uma maneira de contribuir desde o exerc\u00edcio \u00e9tico da profiss\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Para Adela Navarro, diretora-geral da revista semanal Zeta, cuja sede fica na cidade fronteiri\u00e7a de Tijuana, Baja California, o papel da imprensa \u00e9 revelar a informa\u00e7\u00e3o que o governo est\u00e1 ocultando: \u201cfazemos um jornalismo de an\u00e1lise, investiga\u00e7\u00e3o, contestat\u00e1rio: tentamos dizer \u00e0 popula\u00e7\u00e3o quem s\u00e3o as pessoas que nos est\u00e3o prejudicando como sociedade.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cO compromisso deve ser divulgar a informa\u00e7\u00e3o e contribuir para a maturidade de uma sociedade informada para que, no momento de tomar decis\u00f5es, as pessoas considerem essas posi\u00e7\u00f5es. Ent\u00e3o acredito que, nesse sentido, podemos ser parte dessa sociedade que est\u00e1 exigindo mudan\u00e7as, que est\u00e1 exigindo que os governos se comportem \u00e0 altura, investiguem e fa\u00e7am seu trabalho para que saiamos dessa inseguran\u00e7a e dessa viol\u00eancia na qual temos vivido nos \u00faltimos anos.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">No entanto, esse trabalho tem suas consequ\u00eancias, e n\u00e3o tem sido f\u00e1cil para o seman\u00e1rio Zeta. Nos 38 anos desde a sua funda\u00e7\u00e3o, tr\u00eas de seus jornalistas foram assassinados e seu fundador, Jes\u00fas Blancornelas, sobreviveu a um ataque em 1997 quando foi atingido por quatro disparos, embora seu motorista e guarda-costas n\u00e3o tenha tido a mesma sorte.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Com 144 jornalistas assassinados desde o ano 2000, o M\u00e9xico \u00e9 o pa\u00eds mais perigoso das Am\u00e9ricas para a profiss\u00e3o. Ana Cristina Ruelas, diretora regional da Artigo 19 para o M\u00e9xico e a Am\u00e9rica Central, afirma que \u201c\u00e9 um pa\u00eds sem uma guerra declarada em que o trabalho jornal\u00edstico precisa constantemente enfrentar agress\u00f5es, assassinatos, desaparecimentos e disparos\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ainda assim, h\u00e1 esfor\u00e7os para exercer um jornalismo de investiga\u00e7\u00e3o, de den\u00fancia, de esperan\u00e7a e de solu\u00e7\u00f5es. Trabalhadores da imprensa no M\u00e9xico tem encontrado mecanismos para se proteger no exerc\u00edcio da profiss\u00e3o, \u00e0s vezes escolhendo abertamente por \u201czonas de sil\u00eancio\u201d - em outras palavras, autocensura para proteger sua seguran\u00e7a e suas vidas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em alguns meios se opta por assinar coletivamente: as reportagens trazem o nome da reda\u00e7\u00e3o do meio, ajudando a resguardar ps rep\u00f3rteres dos holofotes e do perigo. Redes tamb\u00e9m foram criadas para realizar investiga\u00e7\u00f5es colaborativas para gerar uma resist\u00eancia e vencer o medo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Por decis\u00e3o editorial tamb\u00e9m se optou por n\u00e3o reproduzir as mensagens deixadas pelo crime organizado, que s\u00e3o colocadas em notas sobre corpos mutilados, ou naquilo que no M\u00e9xico se conhece como \"narco mantas\", que s\u00e3o penduradas em pontes, muitas vezes ao lado de corpos sem vida.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mas o narcotr\u00e1fico tem encontrado uma maneira de divulgar sua mensagem. O crime organizado se apropriou de meios, faz seus pr\u00f3prios comunicados, envia mensagens e v\u00eddeos em grupos do Whatsapp. \u201cAs redes sociais tornaram-se o canal de alta velocidade e baixo risco para o crime organizado\u201d, explica o jornalista Urbano Barrera, que cobre quest\u00f5es de seguran\u00e7a h\u00e1 25 anos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Barrera diz que o crime organizado se infiltrou em diferentes esferas de poder: s\u00e3o peritos, policiais, est\u00e3o \u00e0 frente de institui\u00e7\u00f5es e assim, quando um jornalista come\u00e7a a investigar, ele \u00e9 imediatamente identificado. \u201cOs meios nacionais podem esconder, at\u00e9 certo ponto, n\u00f3s podemos nos camuflar nos centros urbanos. Mas nas prov\u00edncias, onde todos os nossos colegas s\u00e3o claramente identificados, onde se sabe onde vivem e a que fam\u00edlias pertencem, eles n\u00e3o t\u00eam a op\u00e7\u00e3o de publicar\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mas tornar p\u00fablica a informa\u00e7\u00e3o, abrir espa\u00e7os para esclarecer a verdade sobre graves viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos, desde um jornalismo que implique investiga\u00e7\u00e3o aprofundada, an\u00e1lise contextual, an\u00e1lise de atores, consolidar bases de dados, estabelecer a agenda do debate p\u00fablico e escrever os primeiros rascunhos da hist\u00f3ria \u00e9 uma das principais fun\u00e7\u00f5es da imprensa, especialmente no contexto da viol\u00eancia no M\u00e9xico, segundo os especialistas consultados.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cH\u00e1 formas inteligentes, conciliat\u00f3rias e respons\u00e1veis, nas quais talvez possamos evitar criar mais confrontos\u201d, diz Marcela Turati, fundadora da Red de Periodistas de a Pie e do Quinto Elemento Lab, uma organiza\u00e7\u00e3o que incentiva o jornalismo investigativo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cEntre as coisas que a imprensa pode fazer e pelas quais pode ser responsabilizada \u00e9 que a informa\u00e7\u00e3o tenha contexto, que explique \u00e0s pessoas o que est\u00e1 acontecendo e por que, na medida do poss\u00edvel, porque quando h\u00e1 viol\u00eancia, tudo fica envolto em uma n\u00e9voa.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Turati tamb\u00e9m enfatiza a import\u00e2ncia de mostrar a l\u00f3gica por tr\u00e1s da viol\u00eancia, e n\u00e3o apenas publicar hist\u00f3rias de horror, mas tamb\u00e9m tentar encontrar padr\u00f5es, coisas que possam ajudar as pessoas. Outra coisa que pode ser feita, diz ela, \u00e9 publicar hist\u00f3rias que espelhem experi\u00eancias similares \u00e0s que estamos vivendo e que ocorrem em outras cidades, outros Estados e outros pa\u00edses.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cQue nossas investiga\u00e7\u00f5es sejam sobre o poss\u00edvel, do que podemos aspirar para n\u00e3o nos deixar cair no desespero, de modo que nem tudo o que vejamos nas not\u00edcias seja horr\u00edvel e paralise as pessoas. Em vez disso, que lhes ajudem a refletir sobre poss\u00edveis maneiras de interven\u00e7\u00e3o e que as pessoas possam exigir do governo uma mudan\u00e7a de estrat\u00e9gia ou possam fazer escolhas informadas.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Por sua parte, Sergio Aguayo, professor no Col\u00e9gio de M\u00e9xico, colunista, promotor dos direitos humanos e da democracia, concorda com a necessidade de conter os violentos, explicando-os, porque na medida em que entendemos a l\u00f3gica dos violentos podemos dar informa\u00e7\u00e3o \u00e0queles que formulam pol\u00edticas p\u00fablicas ou \u00e0s v\u00edtimas que procuram seus familiares. Tamb\u00e9m \u00e9 importante empoderar os pac\u00edficos, dando-lhes informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Aguayo acredita que h\u00e1 hist\u00f3rias que precisam ser contadas e por enquanto n\u00e3o s\u00e3o suficientemente representadas nos meios de comunica\u00e7\u00e3o. \"Um d\u00e9ficit que tivemos nos meios de comunica\u00e7\u00e3o tem a ver com o fato de que n\u00e3o informamos o suficiente sobre esses processos de paz.\"<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ele acrescenta que mais deve ser reportado sobre experi\u00eancias concretas, sobre o que j\u00e1 est\u00e1 sendo feito.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"Na minha experi\u00eancia, a sociedade mexicana n\u00e3o permaneceu com os bra\u00e7os cruzados, n\u00e3o \u00e9 passiva, fez o que p\u00f4de para se defender, \u00e0s vezes com sucesso, \u00e0s vezes sem sucesso e pagou um enorme custo em vidas. Essas s\u00e3o as hist\u00f3rias que devemos contar tamb\u00e9m.\"<\/p>\n<p dir=\"ltr\">*<a href=\"https:\/\/ethicaljournalismnetwork.org\/who-we-are\/our-people\/elva-narcia\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/ethicaljournalismnetwork.org\/who-we-are\/our-people\/elva-narcia\">Elva Narcia<\/a> \u00e9 fundadora da Glifos Comunicaciones. Trabalhou por 15 anos na BBC em Londres como produtora, editora, correspondente e capacitadora de jornalistas. Seu trabalho mais recente foi para o Internews em Afeganist\u00e3o, Paquist\u00e3o e Sud\u00e3o do Sul. Especializou-se em desenho e gest\u00e3o de projetos de comunica\u00e7\u00e3o para o desenvolvimento e para a mudan\u00e7a social.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Turati tamb\u00e9m enfatiza a import\u00e2ncia de mostrar a l\u00f3gica por tr\u00e1s da viol\u00eancia, e n\u00e3o apenas publicar hist\u00f3rias de horror, mas tamb\u00e9m tentar encontrar padr\u00f5es, coisas que possam ajudar as pessoas.<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":7031,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1221],"tags":[1394,1615],"coauthors":[],"class_list":["post-7038","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-violencia-contra-jornalistas-pt-br","tag-mexico-pt-br","tag-violencia-contra-jornalistas-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.1.1) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Qual \u00e9 o papel da imprensa do M\u00e9xico no combate ao crime e \u00e0 viol\u00eancia? - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Qual \u00e9 o papel da imprensa do M\u00e9xico no combate ao crime e \u00e0 viol\u00eancia? 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