{"id":73439,"date":"2023-03-24T08:07:48","date_gmt":"2023-03-24T13:07:48","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=73439"},"modified":"2023-03-24T08:12:43","modified_gmt":"2023-03-24T13:12:43","slug":"maioria-do-publico-quer-menos-sensacionalismo-e-mais-informacao-contra-a-violencia-de-genero-na-cobertura-de-feminicidios-na-argentina-aponta-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/maioria-do-publico-quer-menos-sensacionalismo-e-mais-informacao-contra-a-violencia-de-genero-na-cobertura-de-feminicidios-na-argentina-aponta-pesquisa\/","title":{"rendered":"Maioria do p\u00fablico quer menos sensacionalismo e mais informa\u00e7\u00e3o contra a viol\u00eancia de g\u00eanero na cobertura de feminic\u00eddios na Argentina, aponta pesquisa"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\">A mobiliza\u00e7\u00e3o feminista\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/como-o-movimento-ni-una-menos-foi-um-divisor-de-aguas-na-cobertura-de-questoes-de-genero-na-argentina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>#NiUnaMenos<\/u><\/a> (\u201cNem uma a menos\u201d), que nasceu na Argentina em 2015 e se espalhou pela Am\u00e9rica Latina, vem evidenciando a emerg\u00eancia dos feminic\u00eddios no debate p\u00fablico, nas pol\u00edticas p\u00fablicas e tamb\u00e9m na imprensa. Enquanto a cobertura jornal\u00edstica dos assassinatos de mulheres se concentra nos detalhes dos crimes e os apresenta como \u201ccasos isolados\u201d, a maior parte do p\u00fablico argentino deseja mais foco na preven\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia de g\u00eanero e mais empatia com as v\u00edtimas, segundo aponta um estudo rec\u00e9m-lan\u00e7ado por uma iniciativa das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O estudo\u00a0<a href=\"https:\/\/sinviolenciasdegenero.ar\/produccion\/femicidios-en-los-medios-y-en-la-opinion-publica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>\u201cFemicidios en los medios y en la opini\u00f3n p\u00fablica\u201d<\/u><\/a> (\u201cFeminic\u00eddios nos meios de comunica\u00e7\u00e3o e na opini\u00e3o p\u00fablica\u201d) foi divulgado no \u00faltimo dia 11, quando se celebra na Argentina o\u00a0<a href=\"http:\/\/servicios.infoleg.gob.ar\/infolegInternet\/anexos\/250000-254999\/252699\/norma.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Dia Nacional da Luta contra a Viol\u00eancia de G\u00eanero nos Meios de Comunica\u00e7\u00e3o<\/u><\/a>. O estudo foi realizado pela\u00a0<a href=\"https:\/\/www.spotlightinitiative.org\/es\/argentina\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Iniciativa Spotlight<\/u><\/a>, uma alian\u00e7a global da Uni\u00e3o Europeia e da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) dedicada a eliminar a viol\u00eancia contra mulheres e meninas, que na Argentina se concentra em erradicar os feminic\u00eddios.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Nos dados mais recentes disponibilizados pelo Registro Nacional de Feminic\u00eddios da Justi\u00e7a argentina, no ano de 2021 o pa\u00eds registrou 251 feminic\u00eddios, que s\u00e3o os assassinatos de mulheres e meninas motivados pela discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero e frequentemente precedidos de viol\u00eancia dom\u00e9stica ou viol\u00eancia sexual.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Para avaliar como os meios argentinos t\u00eam realizado a cobertura jornal\u00edstica desse tipo de crime, o estudo analisou 1.352 artigos jornal\u00edsticos publicados entre 1<sup>o<\/sup> de maio de 2020 e 31 de maio de 2021 sobre casos de viol\u00eancia de g\u00eanero e feminic\u00eddios. Entre os 16 meios de comunica\u00e7\u00e3o analisados est\u00e3o a ag\u00eancia estatal de not\u00edcias T\u00e9lam, os jornais impressos e\/ou online de cobertura nacional Clar\u00edn, La Naci\u00f3n, P\u00e1gina\/12 e Infobae, e tamb\u00e9m programas de TV e r\u00e1dio e jornais regionais.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo a an\u00e1lise, as notas t\u00eam prioritariamente uma abordagem sensacionalista, \u201cque busca impacto sobre as emo\u00e7\u00f5es\u201d. Apesar da presen\u00e7a dos termos \u201cfeminic\u00eddio\u201d e outros relacionados com a tem\u00e1tica da viol\u00eancia de g\u00eanero, os eventos n\u00e3o s\u00e3o abordados jornalisticamente \u201cdesde uma perspectiva de g\u00eanero\u201d, afirma o estudo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os feminic\u00eddios s\u00e3o apresentados como \u201ccasos isolados\u201d em 51% das not\u00edcias analisadas, o que significa que \u201cse dedica maior espa\u00e7o \u00e0 narra\u00e7\u00e3o dos fatos particulares de cada caso, considerados em sua especificidade\u201d. Em 33% das not\u00edcias, \u201cse apela \u00e0 sensibilidade do p\u00fablico mediante detalhes ou tra\u00e7os sensacionalistas com o objetivo de captar a aten\u00e7\u00e3o, enquanto se dedica pouco espa\u00e7o \u00e0 poss\u00edvel exist\u00eancia de alertas precoces que poderiam ter prevenido os delitos\u201d, diz o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Apenas 20% das not\u00edcias incluem informa\u00e7\u00f5es estat\u00edsticas sobre feminic\u00eddios, o que seria uma maneira de contextualizar esse tipo de viol\u00eancia. No entanto, segundo o estudo, \u201cquando isso ocorre, os meios se limitam em geral a estabelecer refer\u00eancias sobre a quantidade de feminic\u00eddios ocorridos em um per\u00edodo de tempo\u201d, como o n\u00famero de casos ocorridos no \u00faltimo m\u00eas ou ano.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Embora a maior parte das not\u00edcias (21%) seja ilustrada por imagens de manifesta\u00e7\u00f5es feministas e protestos contra a viol\u00eancia de g\u00eanero, \u201c\u00e9 elevada a quantidade de notas que apresentam a foto da v\u00edtima (19%), a foto do feminicida (18%) e, em numerosos casos, a imagem de ambos juntos (17%) quando eram um casal\u201d, constatou o estudo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em 91% dos casos as not\u00edcias n\u00e3o desenvolvem um perfil da v\u00edtima de feminic\u00eddio. Apresentam, em lugar disso, dados pessoais como nome, sobrenome e idade e se referem a ela segundo o papel que ocupava em sua fam\u00edlia, com \u201cesposa\u201d e \u201cjovem\u201d como os termos mais usados para caracteriz\u00e1-las.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">As not\u00edcias repetem \u201cde maneira constante a alus\u00e3o ao fato de que o feminicida era parceiro da v\u00edtima\u201d, diz o estudo. \u201cIsso implica que o tratamento dado \u00e0 not\u00edcia pode condicionar a leitura dos fatos se se apresenta a viol\u00eancia de g\u00eanero como um fen\u00f4meno natural e pr\u00f3prio das rela\u00e7\u00f5es de casais, colocando os casos de viol\u00eancia de g\u00eanero no \u00e2mbito do privado\u201d, afirma o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O estudo tamb\u00e9m afirma que s\u00e3o recorrentes nas not\u00edcias as avalia\u00e7\u00f5es negativas sobre a aus\u00eancia ou a m\u00e1 atua\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es estatais que supostamente deveriam intervir para prevenir ou esclarecer os casos de viol\u00eancia, com questionamentos \u00e0s a\u00e7\u00f5es da Justi\u00e7a, da Pol\u00edcia e do Estado em geral. A an\u00e1lise conclui que \u201cem geral, o feminicida \u00e9 apresentado como menos respons\u00e1vel do que as institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas no desenlace fatal da viol\u00eancia de g\u00eanero\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Apenas 11% das not\u00edcias analisadas apresentaram informa\u00e7\u00f5es sobre servi\u00e7os de assist\u00eancia a v\u00edtimas de viol\u00eancia de g\u00eanero, que na Argentina se d\u00e1 por meio da Linha 144. Esse n\u00famero de telefone tem alcance nacional, est\u00e1 dispon\u00edvel 24 horas por dia e oferece aten\u00e7\u00e3o, apoio e aconselhamento sobre casos de viol\u00eancia de g\u00eanero. A\u00a0<a href=\"http:\/\/servicios.infoleg.gob.ar\/infolegInternet\/anexos\/240000-244999\/240242\/norma.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>lei 27.039, promulgada em 2014<\/u><\/a>, estabelece que \u201ctoda informa\u00e7\u00e3o que se emita atrav\u00e9s dos servi\u00e7os de comunica\u00e7\u00e3o audiovisual acerca de epis\u00f3dios de viol\u00eancia de g\u00eanero incluir\u00e1 uma men\u00e7\u00e3o expressa \u00e0 linha telef\u00f4nica gratuita \u2018144\u2019\u201d. No entanto, essa lei nem sempre \u00e9 respeitada e n\u00e3o se aplica a meios impressos ou online.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">Opini\u00e3o p\u00fablica<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">O estudo tamb\u00e9m realizou uma pesquisa de opini\u00e3o p\u00fablica para estabelecer quais s\u00e3o as impress\u00f5es da popula\u00e7\u00e3o argentina sobre casos de feminic\u00eddio e viol\u00eancia de g\u00eanero a partir da cobertura jornal\u00edstica desses crimes. A pesquisa foi realizada por email, a n\u00edvel nacional e com uma amostra de 597 pessoas em setembro de 2021, explica o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ao serem perguntados se leram, viram ou escutaram alguma informa\u00e7\u00e3o sobre feminic\u00eddios\/viol\u00eancia de g\u00eanero naquele ano, 95% responderam ter ficado sabendo de casos de viol\u00eancia contra mulheres ou pessoas LGBT+ que n\u00e3o terminaram em morte, e 91% disseram saber de casos de feminic\u00eddio.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A pesquisa tamb\u00e9m perguntou de que aspectos desses casos as pessoas se lembram, e viol\u00eancia f\u00edsica, viol\u00eancia sexual e feminic\u00eddios foram os termos mais mencionados. \u201cEsse dado implica que, da totalidade da informa\u00e7\u00e3o oferecida em geral pelas notas jornal\u00edsticas, a viol\u00eancia, em especial a f\u00edsica e a sexual, constituem os temas que provocam maior impacto\u201d, afirma o estudo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A rea\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica predominante em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s not\u00edcias sobre viol\u00eancia de g\u00eanero foi \u201cindigna\u00e7\u00e3o\u201d, apontada por 70% dos entrevistados, \u00edndice que n\u00e3o variou por n\u00edvel socioecon\u00f4mico ou por lugar de resid\u00eancia. No entanto, ao dividir os respondentes por g\u00eanero, 79% das mulheres se disseram indignadas pelos casos, enquanto entre os homens essa cifra foi de 72%.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Para 80% dos entrevistados, a viol\u00eancia de g\u00eanero \u00e9 um problema que deveria preocupar toda a sociedade, enquanto 77% gostariam que as not\u00edcias sobre esses casos sejam tratadas pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o como um modo de envolver toda a comunidade no problema para que ela participe de sua resolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A maioria das pessoas entrevistadas tamb\u00e9m deseja que os meios ofere\u00e7am informa\u00e7\u00e3o sobre como e onde realizar den\u00fancias de viol\u00eancia de g\u00eanero (81% dos respondentes), informem sobre onde v\u00edtimas de viol\u00eancia podem buscar ajuda (78%) e exponham a realidade da viol\u00eancia contra as mulheres (77%). J\u00e1 73% consideram que os meios de comunica\u00e7\u00e3o deveriam sensibilizar todas as pessoas que possam ajudar a evitar um feminic\u00eddio.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ao serem questionados sobre o que falta \u00e0s not\u00edcias sobre feminic\u00eddios, 66% disseram que os meios de comunica\u00e7\u00e3o devem \u201cbaixar\u201d o tom sensacionalista e 65% disseram que os meios devem se concentrar em difundir quais s\u00e3o os alertas precoces que poderiam ser reconhecidos como parte de uma escalada de viol\u00eancia antes de se chegar a um feminic\u00eddio.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cEm s\u00edntese, a opini\u00e3o p\u00fablica solicita aos meios, em primeiro lugar, eliminar o tom sensacionalista predominante; em segundo lugar, prevenir e ajudar; e, em \u00faltima inst\u00e2ncia, empatizar e proteger a v\u00edtima\u201d, afirma o estudo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto a cobertura dos feminic\u00eddios se concentra nos detalhes dos crimes e os apresenta como \u201ccasos isolados\u201d, a maioria do p\u00fablico argentino deseja mais foco na preven\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia de g\u00eanero e mais empatia com as v\u00edtimas, aponta o estudo \u201cFemicidios en los medios y en la opini\u00f3n p\u00fablica\u201d (\u201cFeminic\u00eddios nos meios de comunica\u00e7\u00e3o e na opini\u00e3o p\u00fablica\u201d).<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":73442,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[1425],"coauthors":[],"class_list":["post-73439","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-nao-categorizado","tag-argentina-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.1.1) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Maioria do p\u00fablico quer menos sensacionalismo e mais informa\u00e7\u00e3o contra a viol\u00eancia de g\u00eanero na cobertura de feminic\u00eddios na Argentina, aponta pesquisa - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Maioria do p\u00fablico quer menos sensacionalismo e mais informa\u00e7\u00e3o contra a viol\u00eancia de g\u00eanero na cobertura de feminic\u00eddios na Argentina, aponta pesquisa . 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