{"id":75156,"date":"2023-05-04T02:00:56","date_gmt":"2023-05-04T07:00:56","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=75156"},"modified":"2023-05-03T20:52:54","modified_gmt":"2023-05-04T01:52:54","slug":"2022-foi-o-ano-mais-violento-para-a-imprensa-na-america-latina-mostra-relatorio-da-voces-del-sur-reporteres-sem-fronteiras-tambem-aponta-deterioracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/2022-foi-o-ano-mais-violento-para-a-imprensa-na-america-latina-mostra-relatorio-da-voces-del-sur-reporteres-sem-fronteiras-tambem-aponta-deterioracao\/","title":{"rendered":"2022 foi o ano mais violento para a imprensa na Am\u00e9rica Latina, mostra relat\u00f3rio da Voces del Sur; Rep\u00f3rteres Sem Fronteiras tamb\u00e9m aponta deteriora\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">No \u00e2mbito do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, as organiza\u00e7\u00f5es <\/span><a href=\"https:\/\/vocesdelsurunidas.org\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Voces del Sur<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (VDS) e\u00a0 <\/span><a href=\"https:\/\/rsf.org\/es\"><span style=\"font-weight: 400;\">Rep\u00f3rteres Sem Fronteiras<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (RSF) publicaram seus relat\u00f3rios anuais, que incluem informa\u00e7\u00f5es sobre viola\u00e7\u00f5es da liberdade de express\u00e3o, liberdade de imprensa e acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">O ano de 2022 foi o mais violento para a imprensa da regi\u00e3o latino-americana nos \u00faltimos cinco anos, segundo o<a href=\"https:\/\/vocesdelsurunidas.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/2023.05.03-VDS-Informe-Sombra-2022.pdf\"> informe da VDS<\/a>, que \u00e9 focado especificamente na regi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Voces del Sur, uma rede de 17 organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil que monitora, analisa e informa sobre a situa\u00e7\u00e3o da liberdade de express\u00e3o, liberdade de imprensa e direito de acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina, apresentou o relat\u00f3rio comemorativo marcando seus cinco anos de opera\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As organiza\u00e7\u00f5es da rede registraram 31 assassinatos de jornalistas em 2022. Tamb\u00e9m houve 1.953 agress\u00f5es e agress\u00f5es contra jornalistas na regi\u00e3o na forma de ataques, agress\u00f5es f\u00edsicas, ataques \u00e0 infraestrutura, destrui\u00e7\u00e3o de equipamentos, amea\u00e7as de morte, entre outros. Por sua vez, a rede registrou 20 casos sob o novo indicador de viol\u00eancia sexual.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cInfelizmente, o Relat\u00f3rio Sombra (Informe Sombra, no nome original em espanhol) de 2018 em diante t\u00eam se caracterizado mais por suas semelhan\u00e7as ou continuidades do que por suas diferen\u00e7as. Este ano, a \u00eanfase do relat\u00f3rio foi analisar as tend\u00eancias dos padr\u00f5es de viol\u00eancia no n\u00edvel regional. Atrav\u00e9s da an\u00e1lise dos dados que a rede conseguiu consolidar nestes cinco anos de monitoramento, encontramos 10 padr\u00f5es que parecem n\u00e3o s\u00f3 se repetir anualmente, mas que infelizmente parecem piorar ou agravar-se a cada ano\", disse \u00e0 <\/span><b>LatAm Journalism Review (LJR) <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Miguel Antonio G\u00f3mez, encarregado da investiga\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise do estudo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os padr\u00f5es que se agravam ano ap\u00f3s ano e se tornaram tend\u00eancias nos alertas documentados e reportados pela rede s\u00e3o: o ressurgimento da viol\u00eancia, o aumento da viol\u00eancia em meio aos protestos, a estigmatiza\u00e7\u00e3o que incita mais viol\u00eancia, o Estado como principal agressor, a crescente amea\u00e7a do crime organizado, a inadequa\u00e7\u00e3o dos mecanismos de prote\u00e7\u00e3o existentes, o abuso do poder do Estado, as leis e a justi\u00e7a como instrumentos de sil\u00eancio, impunidade e autocensura, e o ex\u00edlio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os dados do relat\u00f3rio Sombra de la Red VDS 2022, conforme diz seu nome completo, refletem claramente um aumento da viol\u00eancia em compara\u00e7\u00e3o a 2021. Tr\u00eas elementos destacam-se: o fechamento de espa\u00e7os, a autocensura e o ex\u00edlio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2022, registrou-se o fechamento de centenas de ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, principalmente devido a medidas administrativas e judiciais arbitr\u00e1rias. Soma-se a isso o fechamento maci\u00e7o da m\u00eddia ocorrido durante os anos da pandemia e a crise do modelo de neg\u00f3cios de m\u00eddia baseada em publicidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEssas duas situa\u00e7\u00f5es, uma de viol\u00eancia e outra de precariedade, levaram a uma situa\u00e7\u00e3o em que poder\u00edamos afirmar que estamos ficando sem jornalistas e meios de comunica\u00e7\u00e3o. Obviamente \u00e9 um exagero, mas j\u00e1 em pa\u00edses como Cuba, Nicar\u00e1gua e Venezuela \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o que come\u00e7a a preocupar seriamente as organiza\u00e7\u00f5es locais que est\u00e3o vendo o \u00eaxodo em massa de jornalistas e o fechamento em grande escala dos meios de comunica\u00e7\u00e3o\u201d, disse G\u00f3mez.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Perspectiva de g\u00eanero e inclus\u00e3o\u00a0<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Conforme explicado no relat\u00f3rio, a Rede VDS, com base nas recomenda\u00e7\u00f5es metodol\u00f3gicas das Na\u00e7\u00f5es Unidas, incorporou um indicador transversal de g\u00eanero para documentar amea\u00e7as e ataques diferenciados contra mulheres jornalistas ou jornalistas de diversidade sexual.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO 'Alerta de G\u00eanero' \u00e9 emitido quando uma viola\u00e7\u00e3o da liberdade de express\u00e3o cont\u00e9m elementos de discrimina\u00e7\u00e3o com base em g\u00eanero, bem como apar\u00eancia f\u00edsica, sexualidade, express\u00e3o de g\u00eanero, identidade de g\u00eanero ou orienta\u00e7\u00e3o sexual de pessoas jornalistas. Al\u00e9m disso, este ano, a Rede VDS desenhou um novo indicador de 'Viol\u00eancia Sexual' para tornar ainda mais vis\u00edveis as formas diferenciadas de viol\u00eancia sofridas por mulheres jornalistas e jornalistas da diversidade sexual\u201d, diz o relat\u00f3rio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo G\u00f3mez, as organiza\u00e7\u00f5es da rede devem entender e entender melhor como funciona a viol\u00eancia contra mulheres jornalistas e jornalistas da diversidade sexual, j\u00e1 que possuem caracter\u00edsticas especiais que as distinguem da viol\u00eancia contra jornalistas homens. \u201cA principal diferen\u00e7a \u00e9, sem d\u00favida, a conota\u00e7\u00e3o sexual ou sexualizada que muitos desses ataques adquirem. Estamos falando de amea\u00e7as de viol\u00eancia sexual, mas tamb\u00e9m de que as mulheres tendem a ser menos representadas na m\u00eddia, que sofrem coment\u00e1rios machistas ou mis\u00f3ginos que aludem \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o de g\u00eanero. Tamb\u00e9m \u00e9 muito mais comum ver [amea\u00e7as] envolvendo fam\u00edlia ou c\u00edrculo interno, etc\u201d, disse ele.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A investigadora considera tamb\u00e9m que existe seguramente uma subnotifica\u00e7\u00e3o significativa porque a identifica\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia de g\u00eanero nem sempre \u00e9 f\u00e1cil de rastrear e depende fundamentalmente das capacidades das organiza\u00e7\u00f5es que integram a rede para conseguirem detectar estas formas diferenciadas de viol\u00eancia.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">A situa\u00e7\u00e3o alarmante no M\u00e9xico<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo o relat\u00f3rio, os tr\u00eas pa\u00edses mais mort\u00edferos para a imprensa na regi\u00e3o da Am\u00e9rica Latina foram M\u00e9xico, Honduras e Equador. No caso de assassinatos de jornalistas, houve um aumento alarmante no M\u00e9xico, passando de seis casos relatados em 2020 para nove casos em 2021 e 15 em 2022.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em geral, no M\u00e9xico h\u00e1 n\u00edveis muito altos de estigmatiza\u00e7\u00e3o e, ao mesmo tempo, \u00e9 um dos pa\u00edses mais perigosos da regi\u00e3o para o jornalismo junto com Brasil, Venezuela, Col\u00f4mbia e Equador.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A cada 13 horas um jornalista \u00e9 atacado no M\u00e9xico. Segundo Paula Saucedo, oficial do programa de Prote\u00e7\u00e3o e Defesa da<\/span><a href=\"https:\/\/articulo19.org\/\"><span style=\"font-weight: 400;\"> Artigo 19<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, isto se deve a v\u00e1rias raz\u00f5es. \u201cTem a ver com a impunidade dos crimes contra a liberdade de express\u00e3o, que \u00e9 de quase 98%. Quase nenhum crime \u00e9 investigado, e dos que s\u00e3o investigados, quase nunca s\u00e3o encontrados os autores intelectuais dos crimes, nem se sabe ao certo sua motiva\u00e7\u00e3o. N\u00e3o h\u00e1 repara\u00e7\u00e3o por danos \u00e0s v\u00edtimas ou \u00e0 sociedade, e isso permite que mais ataques sejam feitos\", disse Saucedo \u00e0<\/span><b> LJR.<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cAl\u00e9m disso, quem mais ataca a imprensa no M\u00e9xico s\u00e3o servidores p\u00fablicos, e o maior n\u00famero de ataques contra a imprensa est\u00e1 ligado a investiga\u00e7\u00f5es de corrup\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o parece que \u00e9 um c\u00edrculo em que a imprensa \u00e9 atacada para silenci\u00e1-la. \u00c9 um contexto perfeito para atacar a imprensa\u201d, acrescentou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tamb\u00e9m no M\u00e9xico, Honduras, Equador, Bol\u00edvia e Argentina, foi relatado um aumento preocupante das viola\u00e7\u00f5es \u00e0 liberdade de express\u00e3o e de imprensa, provenientes de grupos do crime organizado. \u201cPessoalmente, isso me assusta porque \u00e9 ver como esses grupos est\u00e3o penetrando, se organizando e se consolidando na regi\u00e3o, infelizmente muitas vezes em conluio com as autoridades locais, especialmente em \u00e1reas vulner\u00e1veis, longe das capitais\u201d, disse G\u00f3mez.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEmbora o Estado continue sendo apontado como o principal respons\u00e1vel pelas viola\u00e7\u00f5es \u00e0 liberdade de express\u00e3o, \u00e9 assustador o aumento de alertas que apontam o narcotr\u00e1fico e os grupos armados como respons\u00e1veis \u200b\u200be esses grupos s\u00e3o os principais respons\u00e1veis \u200b\u200bpelos crimes mais atrozes como os assassinatos\u201d , acrescentou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para Saucedo, uma forma de mitigar os riscos \u00e9 criar redes de apoio para prote\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a da imprensa. Al\u00e9m de continuar denunciando a viol\u00eancia. \u201cEmbora \u00e0s vezes seja complicado em contextos t\u00e3o hostis, as redes de apoio entre e para os jornalistas s\u00e3o muito importantes. Vimos que, ao longo da hist\u00f3ria do M\u00e9xico e da Am\u00e9rica Latina, os coletivos impulsionam muitas mudan\u00e7as sociais\u201d.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Rep\u00f3rteres Sem Fronteiras tamb\u00e9m registram deteriora\u00e7\u00e3o<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outro estudo sobre a liberdade de imprensa, o<\/span><a href=\"https:\/\/rsf.org\/en\/2023-world-press-freedom-index-journalism-threatened-fake-content-industry?data_type=general&amp;year=2023\"><span style=\"font-weight: 400;\"> 21\u00ba \u00cdndice Global de Liberdade de Imprensa da Rep\u00f3rteres Sem Fronteiras (RSF)<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">,\u00a0 divulgado nesta quarta-feira, tamb\u00e9m mostra uma deteriora\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es para o exerc\u00edcio do jornalismo na regi\u00e3o. Segundo o estudo, \u201ca polariza\u00e7\u00e3o e a instabilidade institucional que caracterizam v\u00e1rios pa\u00edses da regi\u00e3o t\u00eam fomentado a hostilidade e a desconfian\u00e7a dos meios de comunica\u00e7\u00e3o\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O pa\u00eds que mais perdeu posi\u00e7\u00f5es no ranking da RSF foi o Peru, que caiu 33 posi\u00e7\u00f5es e agora est\u00e1 em 110\u00ba no ranking. O principal motivo da queda foi o uso generalizado da for\u00e7a pelas autoridades ap\u00f3s a mudan\u00e7a de governo em dezembro de 2022, quando, prestes a ser deposto, o ent\u00e3o presidente Pedro Castillo tentou dar um golpe de Estado fracassado.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cDesde a mudan\u00e7a de governo em dezembro de 2022, a pol\u00edcia intensificou o uso de for\u00e7a excessiva contra jornalistas que cobrem pris\u00f5es arbitr\u00e1rias, assassinatos e viol\u00eancia durante os protestos. Nesse contexto, o Ex\u00e9rcito tamb\u00e9m espalhou desinforma\u00e7\u00e3o e perseguiu jornalistas que n\u00e3o seguem a linha do governo. A grande m\u00eddia classificou os participantes dos protestos de dezembro de 2022 como terroristas e os manifestantes, por sua vez, atacaram alguns de seus rep\u00f3rteres. Jornalistas continuam sendo alvo de ataques de ativistas de extrema direita desde 2018, quando foram publicadas investiga\u00e7\u00f5es jornal\u00edsticas sobre o caso de corrup\u00e7\u00e3o da Odebrecht\u201d, escreveu a RSF.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O Haiti caiu 29 posi\u00e7\u00f5es, e aparece em 99\u00ba lugar no ranking. A situa\u00e7\u00e3o securit\u00e1ria \u00e9 o principal motivo. \u201cCada vez mais difamados e vulner\u00e1veis, os jornalistas tamb\u00e9m foram alvo de gangues nos \u00faltimos dois anos: eles foram sequestrados ou assassinados com total impunidade. Em 2022, pelo menos seis jornalistas foram mortos em conex\u00e3o com seu trabalho, tornando o Haiti um dos pa\u00edses mais perigosos da regi\u00e3o para o pessoal da m\u00eddia\u201d, diz a RSF.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">H\u00e1 men\u00e7\u00f5es negativas ainda ao Equador\u00a0 (queda de 12 posi\u00e7\u00f5es, para o 80\u00ba lugar), onde a crescente influ\u00eancia de organiza\u00e7\u00f5es criminosas causou uma deteriora\u00e7\u00e3o significativa das condi\u00e7\u00f5es de trabalho dos jornalistas, e ao M\u00e9xico (uma posi\u00e7\u00e3o a menos, para 128\u00ba), onde \u201ca extrema viol\u00eancia dos cart\u00e9is e seu frequente conluio com autoridades e pol\u00edticos locais continuaram a destrui\u00e7\u00e3o do jornalismo\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, a regi\u00e3o perdeu o seu \u00faltimo membro onde a imprensa tinha uma situa\u00e7\u00e3o considerada positiva: a Costa Rica perdeu 15 posi\u00e7\u00f5es, e passou para o n\u00famero 23 do ranking, com um status considerado regular. Isso se deveu \u00e0 situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica: em 2022, o governo do presidente Rodrigo Chaves \u201csujeitou alguns meios de comunica\u00e7\u00e3o e jornalistas a ataques verbais, e algumas entidades estatais se recusaram a fornecer informa\u00e7\u00f5es de interesse p\u00fablico aos meios de comunica\u00e7\u00e3o\u201d, disse a RSF.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A mudan\u00e7a positiva segundo a organiza\u00e7\u00e3o aconteceu no Brasil. O pa\u00eds subiu 18 posi\u00e7\u00f5es, e agora \u00e9 o 92\u00ba do ranking. O motivo para isso foi a troca de presidente. \u201cA sa\u00edda do presidente Jair Bolsonaro, que atacou sistematicamente jornalistas e meios de comunica\u00e7\u00e3o ao longo do mandato, reacendeu as esperan\u00e7as de um retorno \u00e0 normalidade nas rela\u00e7\u00f5es entre governo e imprensa\u201d, disse a RSF.<\/span><\/p>\n<p><em>(Colaborou Andr\u00e9 Duchiade)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No \u00e2mbito do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, as organiza\u00e7\u00f5es Voces Del Sur e Rep\u00f3rteres Sem Fronteiras apresentam relat\u00f3rios anuais sobre viola\u00e7\u00f5es da liberdade de express\u00e3o, liberdade de imprensa e acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina. 2022 foi um ano violento na regi\u00e3o, com 31 assassinatos e quase 2 mil ataques contra jornalistas.<\/p>\n","protected":false},"author":36,"featured_media":75149,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1221],"tags":[1555,2430],"coauthors":[],"class_list":["post-75156","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-violencia-contra-jornalistas-pt-br","tag-acesso-a-informacao-pt-br","tag-liberdade-de-imprensa"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.4) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>2022 foi o ano mais violento para a imprensa na Am\u00e9rica Latina, mostra relat\u00f3rio da Voces del Sur; Rep\u00f3rteres Sem Fronteiras tamb\u00e9m aponta deteriora\u00e7\u00e3o - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"2022 foi o ano mais violento para a imprensa na Am\u00e9rica Latina, mostra relat\u00f3rio da Voces del Sur; Rep\u00f3rteres Sem Fronteiras tamb\u00e9m aponta deteriora\u00e7\u00e3o Viol\u00eancia contra jornalistas. 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