{"id":7587,"date":"2020-02-12T17:29:18","date_gmt":"2020-02-12T22:29:18","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/articles\/reporteres-venezuelanos-se-reinventam-no-exterior-com-empreendimentos-jornalisticos-impressos-e-online\/"},"modified":"2020-06-18T17:30:28","modified_gmt":"2020-06-18T22:30:28","slug":"reporteres-venezuelanos-se-reinventam-no-exterior-com-empreendimentos-jornalisticos-impressos-e-online","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/reporteres-venezuelanos-se-reinventam-no-exterior-com-empreendimentos-jornalisticos-impressos-e-online\/","title":{"rendered":"Rep\u00f3rteres venezuelanos se reinventam no exterior com empreendimentos jornal\u00edsticos impressos e online"},"content":{"rendered":"<p><em>**Esta \u00e9 a segunda mat\u00e9ria de um especial sobre jornalistas venezuelanos que deixaram seu pa\u00eds em busca de trabalho e seguran\u00e7a, e que criaram iniciativas jornal\u00edsticas no exterior.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.acnur.org\/situacion-en-venezuela.html\">Mais de 4,6 milh\u00f5es de pessoas<\/a>\u00a0fugiram da crise humanit\u00e1ria, econ\u00f4mica e pol\u00edtica do regime Nicol\u00e1s Maduro entre 2016 e novembro de 2019. Com a falta de estabilidade financeira, oportunidades de emprego e, \u00e0s vezes, censura e ass\u00e9dio, jornalistas passaram a figurar entre as centenas de profissionais da di\u00e1spora venezuelana.<\/p>\n<p>Enquanto jornalistas migrantes constroem suas novas vidas no exterior, somente alguns deles conseguem trabalhar para a m\u00eddia em seus novos pa\u00edses. Na maioria das vezes, eles se envolvem em outros neg\u00f3cios para se manter. Outros, com compromissos de trabalho alheios ao jornalismo e recursos financeiros limitados, criaram sites e publica\u00e7\u00f5es impressas para atender \u00e0 demanda de informa\u00e7\u00f5es da comunidade venezuelana no exterior.<\/p>\n<p>Muitas das experi\u00eancias abordadas nesta mat\u00e9ria est\u00e3o em sua fase inicial de desenvolvimento e outras, em sua fase experimental. Todas as iniciativas geram conte\u00fado original, principalmente no pa\u00eds em que o site foi lan\u00e7ado, cobrindo informa\u00e7\u00f5es sobre as comunidades venezuelanas estabelecidas nesses locais. O conte\u00fado original tamb\u00e9m \u00e9 produzido por redes de volunt\u00e1rios em todo o mundo, principalmente quando h\u00e1 eventos importantes acontecendo na Venezuela ou na comunidade venezuelana em outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>Todos os entrevistados concordam com a necessidade de definir modelos de neg\u00f3cios para garantir a sustentabilidade do projeto, expandir a produ\u00e7\u00e3o e a dissemina\u00e7\u00e3o de seus empreendimentos, principalmente aqueles com presen\u00e7a na web e complementados com redes sociais. A grande maioria mant\u00e9m suas iniciativas com recursos pr\u00f3prios.<\/p>\n<p>Mesmo com recursos escassos, cada vez mais jornalistas venezuelanos migrantes de todas as gera\u00e7\u00f5es empreendem iniciativas jornal\u00edsticas distintas, pioneiras na Internet, nas redes sociais e at\u00e9 mesmo impressas, para melhorar profissionalmente e oferecer um espa\u00e7o de conflu\u00eancia aos venezuelanos no exterior.<\/p>\n<p><strong>Conex\u00e3o e intera\u00e7\u00e3o com a di\u00e1spora venezuelana em Santo Domingo<\/strong><\/p>\n<p>Em 2016, depois de trabalhar como editor noturno de site para as \u00daltimas Not\u00edcias da Cadena Capriles e em v\u00e1rias esta\u00e7\u00f5es de r\u00e1dio na Venezuela, Jos\u00e9 Rafael Mata decidiu deixar seu pa\u00eds em nome do futuro de sua fam\u00edlia e filha. Dez meses ap\u00f3s sua chegada \u00e0 Rep\u00fablica Dominicana, ele decidiu usar sua experi\u00eancia como jornalista e seu conhecimento em marketing digital. Ele \"correria o risco de fazer algo junto com seus colegas\", contando com seus pr\u00f3prios recursos t\u00e9cnicos e financeiros.<\/p>\n<p>Assim nasceu o Panas Digitales.<\/p>\n<p>\u00c9 um \"projeto colaborativo, ao inv\u00e9s de um meio de comunica\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s do qual os jornalistas venezuelanos podem manter viva a possibilidade de continuar a paix\u00e3o pelo jornalismo\", explicou Mata, cofundador do site e ex-fundador do conhecido site venezuelano Caraota Digital, ao\u00a0<strong>Centro Knight<\/strong>.<\/p>\n<p>Como o pr\u00f3prio nome indica, em novembro de 2016, Mata e quatro \"panas\" (amigos, companheiros) decidiram lan\u00e7ar este site de not\u00edcias sobre a di\u00e1spora venezuelana na Rep\u00fablica Dominicana e em todo o mundo. \"Fomos o primeiro site especializado a reportar sobre a di\u00e1spora\", disse Mata.<\/p>\n<div id=\"attachment_7570\" style=\"width: 292px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7570\" class=\"wp-image-7569\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Jose-Rafael-Mata-193x300.jpg\" alt=\"Jose Rafael Mata\" width=\"282\" height=\"438\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Jose-Rafael-Mata-193x300.jpg 193w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Jose-Rafael-Mata.jpg 444w\" sizes=\"auto, (max-width: 282px) 100vw, 282px\" \/><p id=\"caption-attachment-7570\" class=\"wp-caption-text\">Jose Rafael Mata de Panas Digitales (Cortes\u00eda)<\/p><\/div>\n<p>A Panas Digitales promove o jornalismo colaborativo por meio dos seus pr\u00f3prios fundadores, que se encontram em diversos pa\u00edses. A reda\u00e7\u00e3o digital deste meio digital conta com a participa\u00e7\u00e3o das ex-colegas de trabalho de Mata da Cadena Capriles da Venezuela: Hilda Carmona (Per\u00fa), Desire\u00e9 Lozano (Venezuela), Doris Barrios (It\u00e1lia) e Mar\u00eda Camarillo (Rep\u00fablica Dominicana).<\/p>\n<p>Mata diz que seu projeto deslanchou rapidamente na Rep\u00fablica Dominicana. Naquela \u00e9poca, n\u00e3o havia muitos venezuelanos l\u00e1 e n\u00e3o havia ve\u00edculos de refer\u00eancia para essa comunidade de imigrantes.<\/p>\n<p>O lan\u00e7amento do site publicou uma reportagem exclusiva com um estudo sobre a migra\u00e7\u00e3o venezuelana, realizado pela Universidade Sim\u00f3n Bol\u00edvar de Caracas. Naquele dia, o site registrou 5.000 visitas, disse Mata.<\/p>\n<p>Em junho de 2017, eles tiveram uma oportunidade \u00fanica de praticar o jornalismo colaborativo simultaneamente, com a convoca\u00e7\u00e3o do plebiscito da oposi\u00e7\u00e3o venezuelana. No dia, participaram 54 jornalistas de 28 pa\u00edses que colaboraram com suas reportagens por dois dias seguidos para o Panas Digitales.<\/p>\n<p>\u201cEssa experi\u00eancia nos catapultou em 2017. At\u00e9 aquele momento, n\u00e3o tinha havido uma cobertura internacional simult\u00e2nea de mais de 50 jornalistas. At\u00e9 a m\u00eddia venezuelana se somou \u00e0 cobertura ou fez refer\u00eancia ao nosso trabalho. Atingimos 500 mil visitas. At\u00e9 a SembraMedia (uma organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos dedicada a apoiar meios de comunica\u00e7\u00e3o digitais em espanhol) nos convidou a apresentar nosso caso\u201d, afirmou Mata.<\/p>\n<p>J\u00e1 mais integrada em 2017, a reda\u00e7\u00e3o digital colaborativa produziu conte\u00fado para o site e as redes. Esta reda\u00e7\u00e3o \u00e9 composta pelas colegas fundadoras que vivem no Peru, It\u00e1lia e Venezuela. \"Trabalhamos muito 'conte\u00fado frio' que gera tr\u00e1fego, cobertura de informa\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e manifesta\u00e7\u00f5es em diferentes pa\u00edses. Registramos uma m\u00e9dia de 14 mil a 40 mil visitas, dependendo da not\u00edcia\u201d, afirmou Mata.<\/p>\n<p>No entanto, em 2017, as colabora\u00e7\u00f5es di\u00e1rias diminu\u00edram porque a maioria dos jornalistas n\u00e3o pratica jornalismo em tempo integral. Eles precisam se dedicar a outros trabalhos. A equipe tem colaboradores espor\u00e1dicos em 22 pa\u00edses.<\/p>\n<p>Em 2018, o site da Panas Digitales interrompeu temporariamente as opera\u00e7\u00f5es devido \u00e0 falta de fundos. No entanto, eles n\u00e3o negligenciaram as redes. Embora eles n\u00e3o descartem a reativa\u00e7\u00e3o do site, o Panas Digitales quer expandir o conte\u00fado do Facebook e retomar seus jornais no YouTube.<\/p>\n<p>Segundo Mata, o Panas Digitales no Facebook tem 25 mil seguidores e chega a 300 mil por m\u00eas. J\u00e1 no Twitter tem 39.000 seguidores e chegou a ter at\u00e9 1 milh\u00e3o em per\u00edodos de pico. No Instagram, o Panas Digitales tem 6 mil seguidores e atinge uma m\u00e9dia de 20 e 25 mil seguidores por m\u00eas.<\/p>\n<p>\u201cEstamos focados em dar um impulso \u00e0s redes. \u00c9 mais lucrativo do que ter um site com uma baixa margem de intera\u00e7\u00e3o. Nosso p\u00fablico, 60% interage nas redes. Eles n\u00e3o visitavam muito o site quando ele estava ativo\u201d, disse Mata, que busca se consolidar com sua ag\u00eancia de informa\u00e7\u00e3o e marketing em Santo Domingo para reativar o site e aumentar a presen\u00e7a do Panas Digitales nas redes.<\/p>\n<p>O Panas Digitales \u00e9 um coletor de informa\u00e7\u00f5es e aposta na gera\u00e7\u00e3o\u00a0 de conte\u00fado audiovisual exclusivo. Eles n\u00e3o t\u00eam recursos para fazer apura\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias. Atualmente, entre 25% e 30% do conte\u00fado do Panas Digitales \u00e9 original, pr\u00f3prio em todas as redes. O restante \u00e9 compilado semanalmente de v\u00e1rias fontes para produzir e editar um v\u00eddeo de 5 minutos. Eles divulgam seus v\u00eddeos principalmente pelo Facebook e por outras redes, com not\u00edcias para p\u00fablicos segmentados por pa\u00edses. Os conte\u00fados mais vistos s\u00e3o aqueles relacionados ao status migrat\u00f3rio e leis, procedimentos, pol\u00edticas e crimes de mulheres venezuelanas no exterior.<\/p>\n<p>Mata disse que o principal desafio da Digital Panas \u00e9 sobreviver e ter cada vez mais relev\u00e2ncia. \u201cEstamos nos reinventando o tempo todo para permanecer nas redes e gerar c\u00e1psulas de informa\u00e7\u00e3o com nosso p\u00fablico. Tentamos manter a conex\u00e3o e a intera\u00e7\u00e3o com os venezuelanos.\u201d<\/p>\n<h4><strong>Pelo desenvolvimento integral da comunidade venezuelana<\/strong><\/h4>\n<p><a href=\"https:\/\/el-vinotinto.cl\/\">El Vinotinto<\/a>\u00a0\u00e9 o primeiro impresso mensal venezuelano para migrantes com distribui\u00e7\u00e3o gratuita no territ\u00f3rio chileno e presen\u00e7a on-line. Criado por um grupo de jornalistas venezuelanos, \"El Vinotinto nasceu da imensa necessidade de compartilhar sentimentos e experi\u00eancias no ex\u00edlio, especificamente no Chile\", afirmou o site.<\/p>\n<p>V\u00edctor Higuera, diretor executivo, explicou ao\u00a0<strong>Centro Knight<\/strong>\u00a0que o nome associa simbolicamente o maior produto de exporta\u00e7\u00e3o do Chile \u00e0 camisa cor de vinho tinto da sele\u00e7\u00e3o venezuelana de futebol.<\/p>\n<div id=\"attachment_7576\" style=\"width: 453px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7576\" class=\" wp-image-7575\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Vi\u0301ctor-Higuera-of-El-Vinotinto-Featured-300x201.png\" alt=\"Vi\u0301ctor Higuera of El Vinotinto Featured\" width=\"443\" height=\"297\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Vi\u0301ctor-Higuera-of-El-Vinotinto-Featured-300x201.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Vi\u0301ctor-Higuera-of-El-Vinotinto-Featured.png 507w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Vi\u0301ctor-Higuera-of-El-Vinotinto-Featured-350x234.png 350w\" sizes=\"auto, (max-width: 443px) 100vw, 443px\" \/><p id=\"caption-attachment-7576\" class=\"wp-caption-text\">Vi\u0301ctor Higuera of El Vinotinto Featured<\/p><\/div>\n<p>Ag\u00eancias governamentais como o Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE) estimaram em 2019\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ine.cl\/prensa\/2019\/09\/16\/seg%C3%BAn-estimaciones-la-cantidad-de-personas-extranjeras-residentes-habituales-en-chile-super%C3%B3-los-1-2-millones-al-31-de-diciembre-de-2018\">que no Chile vivem 288.000 venezuelanos<\/a>, aos quais que El Vinotinto informa com uma edi\u00e7\u00e3o impressa mensal e por meio de suas plataformas digitais (web e redes sociais).<\/p>\n<p>Vinotinto foi lan\u00e7ado em novembro de 2016 e, dois meses depois, Higuera come\u00e7ou a dirigir essa m\u00eddia impressa mensal. A publica\u00e7\u00e3o tem 16 p\u00e1ginas e uma circula\u00e7\u00e3o de cinco mil c\u00f3pias distribu\u00eddas gratuitamente em 80 pontos de Santiago, Chile.<\/p>\n<p>Conforme indicado no site, este meio \u00e9 \u201cuma janela informativa criada pelos venezuelanos e para os venezuelanos, que busca promover uma boa migra\u00e7\u00e3o ... Um dos objetivos firmes do El Vinotinto, al\u00e9m de se consolidar como a voz dos venezuelanos no Chile, \u00e9 estimular o crescimento integral do nosso povo\u201d.<\/p>\n<p>Com estagi\u00e1rios e dez colunistas volunt\u00e1rios, El Vinotinto gera suas pr\u00f3prias informa\u00e7\u00f5es sobre a comunidade venezuelana no Chile. Higuera estima que pelo menos 90% do conte\u00fado esteja relacionado aos venezuelanos no pa\u00eds. Pelo menos dez anunciantes geram o investimento necess\u00e1rio para a opera\u00e7\u00e3o da publica\u00e7\u00e3o mensal.<\/p>\n<p>Na vers\u00e3o web e nas redes, as informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o atualizadas diariamente e s\u00e3o provenientes da m\u00eddia chilena e venezuelana e de outras fontes de informa\u00e7\u00e3o. \u201cO conte\u00fado do impresso \u00e9 100% original. No site, usamos informa\u00e7\u00f5es de outros portais e tamb\u00e9m geramos nosso pr\u00f3prio conte\u00fado. Eu diria em uma propor\u00e7\u00e3o de 50% a 50%. O mesmo acontece nas redes sociais\u201d, especificou Higuera.<\/p>\n<p>No Instagram, possui quase 70 mil seguidores e seu n\u00edvel de lealdade \u00e9 de 80%.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 temos reputa\u00e7\u00e3o e credibilidade. Agora queremos expans\u00e3o. Chegue a outras regi\u00f5es do Chile com a edi\u00e7\u00e3o impressa mensal. Empregue novas estrat\u00e9gias de neg\u00f3cios na Internet e melhore o conte\u00fado informativo e educacional no Instagram e no YouTube\u201d, conclui Higuera.<\/p>\n<h4><strong>Por uma\u00a0integra\u00e7\u00e3o social respons\u00e1vel\u00a0e bem-sucedida em solo chileno<\/strong><\/h4>\n<p>\u201cO\u00a0<a href=\"http:\/\/codigom.com\/\">C\u00f3digo M<\/a>\u00a0\u00e9 um projeto voltado para a migra\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel ... \u00c9 um sonho que est\u00e1 se materializando. Uma janela onde podemos transmitir o melhor que os migrantes t\u00eam ... sinto que \u00e9 um sonho de quatro pessoas ousadas que acreditam que as coisas s\u00e3o poss\u00edveis\u201d, explicam os cofundadores do C\u00f3digo M (C\u00f3digo Migrante).<\/p>\n<div id=\"attachment_7579\" style=\"width: 567px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7579\" class=\" wp-image-7578\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Codigo-M-300x112.jpg\" alt=\"Codigo M\" width=\"557\" height=\"208\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Codigo-M-300x112.jpg 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Codigo-M-1024x384.jpg 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Codigo-M-768x288.jpg 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Codigo-M-1536x576.jpg 1536w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Codigo-M-2048x768.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 557px) 100vw, 557px\" \/><p id=\"caption-attachment-7579\" class=\"wp-caption-text\">Samantha Media, Marco Gonz\u00e1lez, Yurubi Espinoza y Mar\u00eda Isoliett Iglesias de C\u00f3digo M. (Cortes\u00eda).<\/p><\/div>\n<p>Em setembro de 2019, quatro jornalistas e comunicadores venezuelanos em Santiago do Chile lan\u00e7aram esta iniciativa na internet. Mar\u00eda Isoliett Iglesias, Marco Gonz\u00e1lez, Samantha Medina e Yurubi Espinoza come\u00e7aram a se encontrar inquietos e determinados a propor uma ideia que reunisse seus talentos e experi\u00eancias profissionais para fornecer uma perspectiva otimista, solid\u00e1ria e inclusiva do fen\u00f4meno da imigra\u00e7\u00e3o e da di\u00e1spora venezuelana.<\/p>\n<p>Eles chegaram ao Chile entre o final de 2017 e o in\u00edcio de 2018. \u201cA situa\u00e7\u00e3o j\u00e1 era insuport\u00e1vel\u201d, diz Iglesias, ou Manoa, como seus amigos a conhecem. Mesmo com tr\u00eas empregos, ela n\u00e3o podia sustentar sua m\u00e3e e seu tio.<\/p>\n<p>Assim como seus colegas do C\u00f3digo M, Iglesias decidiu emigrar para melhorar a qualidade de vida e garantir um futuro para seus parentes.<\/p>\n<p>Com quatro romances policiais lan\u00e7ados durante sua carreira de 19 anos como jornalista profissional, Iglesias se reuniu com suas meias-irm\u00e3s e parentes e come\u00e7ou a trabalhar em uma funda\u00e7\u00e3o alguns meses ap\u00f3s sua chegada.<\/p>\n<p>Gonz\u00e1lez e Espinoza encontraram no Chile um lugar para apostar em oportunidades de crescimento e bem-estar para sua fam\u00edlia. Especialista em comunica\u00e7\u00e3o digital, Gonz\u00e1lez e Espinoza, engenheiro industrial, acrescentam suas diferentes capacidades no projeto.<\/p>\n<p>Por seu lado, Samantha Medina, a mais nova da equipe, \u00e9 a produtora do C\u00f3digo M e pretende contribuir com o \"visual milenial\" para o conte\u00fado audiovisual e virtual.<\/p>\n<p>Todos eles dedicam mais tempo \u00e0s suas obriga\u00e7\u00f5es trabalhistas para aproveitar ao m\u00e1ximo a plataforma do C\u00f3digo M e faz\u00ea-la transcender fora do Chile. \u201cN\u00f3s diferimos por formato e abordagem positiva. Sempre temos uma mensagem que se soma\u201d.<\/p>\n<p>Em formato de document\u00e1rio, o Code M oferece v\u00eddeos de menos de cinco minutos com hist\u00f3rias de vida de imigrantes venezuelanos no Chile. O v\u00eddeo \u00e9 o conte\u00fado que se destaca. 1.500 visualiza\u00e7\u00f5es s\u00e3o registradas para cada um. \"Tivemos muita receptividade e visibilidade de outros jornalistas venezuelanos e outras m\u00eddias ... Muitas pessoas ajudaram a divulgar o Code M. O jornal El Universal e Publimetro divulgaram nossos v\u00eddeos\", explica Gonz\u00e1lez.<\/p>\n<p>Os v\u00eddeos s\u00e3o publicados semanalmente no blog Code M. No in\u00edcio, o site dedicou seus v\u00eddeos para relatar casos de imigrantes venezuelanos bem-sucedidos, empreendedores e solid\u00e1rios \"para incentivar os imigrantes venezuelanos, resgatar o valor da responsabilidade e gerar empatia com os cidad\u00e3os chilenos porque chegamos a acrescentar corretamente\".<\/p>\n<p>Atualmente, a equipe do Code M publica novos micro document\u00e1rios de sua segunda temporada com hist\u00f3rias de empreendedorismo. \u201cNosso maior desafio \u00e9 converter o M Code em um produtor de conte\u00fado digital, principalmente v\u00eddeos para celular. Ainda temos que amadurecer o formato e procurar fundos. At\u00e9 agora, operamos o C\u00f3digo M com nossos pr\u00f3prios recursos\u201d.<\/p>\n<h4><strong>Contando hist\u00f3rias do ex\u00edlio na Espanha e Europa<\/strong><\/h4>\n<p>Motivados pela crescente di\u00e1spora venezuelana, quatro jornalistas veteranos venezuelanos (V\u00edctor Su\u00e1rez, Omar Pineda, Elizabeth Araujo e Sebasti\u00e1n de la Nuez) lideraram a equipe fundadora de um site sobre \u201cnot\u00edcias sobre os venezuelanos\u201d.\u00a0<a href=\"http:\/\/actualy.es\/\">Actualy.es<\/a>\u00a0foi lan\u00e7ado na internet em 4 de fevereiro de 2017.<\/p>\n<div id=\"attachment_7582\" style=\"width: 455px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7582\" class=\"wp-image-7581\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Actualy.es_-300x225.jpg\" alt=\"Actualy.es\" width=\"445\" height=\"334\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Actualy.es_-300x225.jpg 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Actualy.es_-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Actualy.es_-768x576.jpg 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Actualy.es_-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Actualy.es_-2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 445px) 100vw, 445px\" \/><p id=\"caption-attachment-7582\" class=\"wp-caption-text\">Elizabeth Araujo, V\u00edctor Suarez y Omar Pineda de Actualy.es. (Cortes\u00eda).<\/p><\/div>\n<p>A estreia do site coincidiu estrategicamente com a cobertura (textos, fotos e v\u00eddeos) de uma manifesta\u00e7\u00e3o na Puerta del Sol, em Madri, de aposentados e pensionistas venezuelanos exigindo a pagamento de quinze meses de atraso pelo governo de Nicol\u00e1s Maduro. Desde ent\u00e3o, essa d\u00edvida n\u00e3o parou de crescer, sem nenhuma aten\u00e7\u00e3o, m\u00eas ap\u00f3s m\u00eas.<\/p>\n<p>Tanto os respons\u00e1veis \u200b\u200bpelo site quanto os colaboradores trabalham sempre ad honorem, mas com a esperan\u00e7a de obter algum financiamento. A equipe inicial de colaboradores tinha 17 jornalistas estrategicamente localizados na Europa e na Am\u00e9rica.<\/p>\n<p>\u201cNosso objetivo sempre foi comunicar o que acontece no ex\u00edlio: relatar como eles est\u00e3o nos rejeitando ou como estamos nos integrando ... quais s\u00e3o os obst\u00e1culos para os empreendimentos, quais s\u00e3o as hist\u00f3rias de sucesso. Existem muitas hist\u00f3rias espalhadas por todo o mundo que precisam ser contadas com rigor\u201d, explicou o\u00a0<strong>Centro Knight<\/strong>, Victor Su\u00e1rez, presidente-diretor da Actualy.es. Embora Suarez tenha se mudado para Madri no in\u00edcio da d\u00e9cada, seus colegas estavam entre os que mais tarde chegaram \u00e0 Europa.<\/p>\n<p>O financiamento desta iniciativa na Internet \u00e9 o principal desafio para relatar as muitas vozes na di\u00e1spora venezuelana. At\u00e9 agora, eles tentaram patroc\u00ednios, campanhas de crowdfunding e subs\u00eddios de organiza\u00e7\u00f5es internacionais, mas sem sucesso.<\/p>\n<h4><strong>Pioneira na cria\u00e7\u00e3o de uma rede de jornalistas migrantes coordenada do Missouri<\/strong><\/h4>\n<p>Em abril de 2012, Mar\u00eda Jos\u00e9 Ram\u00edrez Braiz teve a ideia de transformar sua coluna \u201cTe Conto\u201d que era publicado no jornal Reporte de la Econom\u00eda de Venezuela em uma p\u00e1gina no Facebook. Sob o nome de\u00a0<a href=\"https:\/\/telocuentonews.com\/site\/\">TelocuentoNews<\/a>, ela come\u00e7ou a escrever em uma cidade perto de Kansas City, nos Estados Unidos, junto com outros cinco jornalistas venezuelanos e colombianos, reportagens e notas de opini\u00e3o sobre a Venezuela.<\/p>\n<p>Havia passado dois anos desde chegar aos Estados Unidos, pedir asilo e trabalhar para a Univisi\u00f3n e o TNT24 na costa leste. O caso desta jornalista \u00e9 particular porque ela deixou a Venezuela antes da recente onda de migra\u00e7\u00e3o, durante o regime de Hugo Ch\u00e1vez. Ele decidiu deixar a Venezuela em 2009 porque, com a reelei\u00e7\u00e3o de Ch\u00e1vez, \u201cera muito improv\u00e1vel recuperar a normalidade no pa\u00eds e (como jornalista) eu teria um espa\u00e7o cada vez mais limitado para exercer minha profiss\u00e3o. Disse a mim mesma \u2018aqui na Venezuela que n\u00e3o h\u00e1 mais nada a fazer\u2019\u201d, explicou Ram\u00edrez Bra\u00edz ao\u00a0<strong>Centro Knight<\/strong>.<\/p>\n<p>Hoje, depois de transformar sua p\u00e1gina do Facebook em um portal de not\u00edcias duas vezes em 2013 e 2016, a TelocuentoNews possui 100% do conte\u00fado original fornecido por 140 colaboradores volunt\u00e1rios, dos quais 118 s\u00e3o jornalistas venezuelanos, dos quais 87 est\u00e3o fora De Venezuela. Em 2017, o TeloCuentoNews transcendeu muito mais quando foram registrados protestos contra o regime Maduro em todo o mundo e, via Facebook, sobre eventos que ocorriam \u00e0 noite, como protestos, panela\u00e7os e pris\u00f5es.<\/p>\n<p>O TeloCuentoNews possui em seu portal web 162 mil usu\u00e1rios por ano, 13.500 usu\u00e1rios e 50 mil visitas por m\u00eas. No Facebook, possui quase 110 mil seguidores (com alcance de 500 mil em setembro passado); Twitter 78.500; Instagram 41.000; Periscope 9.780 e YouTube 44.000.<\/p>\n<p>O desafio do TeloCuentoNews \u00e9 conseguir sua monetiza\u00e7\u00e3o. \u201dEstamos dividindo o conte\u00fado do TelocuentoNews. Estamos criando edi\u00e7\u00f5es da web com redes para EUA, Venezuela e outros pa\u00edses. Essa estrat\u00e9gia nos d\u00e1 mais possibilidades de crescer dessa maneira. A ideia \u00e9 oferecer um produto mais local\u201d, afirmou Ram\u00edrez Braiz.<\/p>\n<p>At\u00e9 hoje, trabalha com recursos de Ram\u00edrez Braiz, que trabalha como educadora de pais e comunidade de imigrantes h\u00e1 sete anos no programa Parents\u2019 Teachers de um distrito escolar no Missouri, al\u00e9m de tradutora para fam\u00edlias de imigrantes com crian\u00e7as com dificuldades de aprendizado, num programa chamado Primeiros Passos.<\/p>\n<p>\"Voc\u00ea n\u00e3o precisa parar de ser jornalista\", disse ela. \"Voc\u00ea n\u00e3o precisa parar de ser o que voc\u00ea \u00e9 ... Voc\u00ea precisa aprender outras especialidades.\"<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>*<a href=\"https:\/\/twitter.com\/Silvinacosta6\"><strong>Silvina Acosta<\/strong><\/a>\u00a0\u00e9 uma jornalista venezuelana com Mestrado em Jornalismo pela Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos, e estudante assistente do\u00a0<strong>Centro Knight<\/strong>\u00a0para o Jornalismo nas Am\u00e9ricas (2002-2004). Especialista em liberdade de informa\u00e7\u00e3o e direitos humanos, com experi\u00eancia em projetos de desenvolvimento, democracia e governan\u00e7a para a Organiza\u00e7\u00e3o dos Estados Americanos (OEA) (2005-2010). Atualmente \u00e9 uma consultora independente.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>**Esta \u00e9 a segunda mat\u00e9ria de um especial sobre jornalistas venezuelanos que deixaram seu pa\u00eds em busca de trabalho e seguran\u00e7a, e que criaram iniciativas jornal\u00edsticas no exterior.<\/p>\n","protected":false},"author":14,"featured_media":7576,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1219],"tags":[1402],"coauthors":[],"class_list":["post-7587","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-liberdade-de-imprensa-pt-br","tag-venezuela-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.1.1) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Rep\u00f3rteres venezuelanos se reinventam no exterior com empreendimentos jornal\u00edsticos impressos e online - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Rep\u00f3rteres venezuelanos se reinventam no exterior com empreendimentos jornal\u00edsticos impressos e online . 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