{"id":76271,"date":"2023-06-07T11:41:23","date_gmt":"2023-06-07T16:41:23","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=76271"},"modified":"2023-06-07T14:12:57","modified_gmt":"2023-06-07T19:12:57","slug":"como-jornalistas-de-10-paises-investigaram-crime-organizado-na-amazonia-em-memoria-de-dom-phillips-e-bruno-pereira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/como-jornalistas-de-10-paises-investigaram-crime-organizado-na-amazonia-em-memoria-de-dom-phillips-e-bruno-pereira\/","title":{"rendered":"Como jornalistas de 10 pa\u00edses investigaram o crime organizado na Amaz\u00f4nia em mem\u00f3ria de Dom Phillips e Bruno Pereira"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\">A primeira cena do trailer do\u00a0<a href=\"https:\/\/forbiddenstories.org\/case\/the-bruno-and-dom-project\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Projeto Bruno e Dom<\/u><\/a> mostra o momento em que membros da Uni\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas do Vale do Javari (Univaja) encontram a carteira de imprensa do jornalista brit\u00e2nico Dom Phillips soterrada na lama na beira do rio Itaqua\u00ed, em Atalaia do Norte, no estado brasileiro do Amazonas. A imagem simboliza os esfor\u00e7os dos mais de 50 jornalistas envolvidos no projeto que honra o legado do jornalista e do indigenista brasileiro Bruno Pereira ao expor as atividades ilegais nessa \u00e1rea deflagrada na fronteira entre Brasil, Peru e Col\u00f4mbia,\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ausencia-do-estado-potencializa-riscos-para-jornalistas-em-regiao-amazonica-onde-reporter-britanico-dom-phillips-foi-assassinado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>onde os dois foram assassinados em 5 de junho de 2022<\/u><\/a>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O\u00a0<a href=\"https:\/\/forbiddenstories.org\/case\/the-bruno-and-dom-project\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>projeto<\/u><\/a>, liderado pela organiza\u00e7\u00e3o francesa\u00a0<a href=\"https:\/\/forbiddenstories.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Forbidden Stories<\/u><\/a>, foi ao ar no dia 1<sup>o<\/sup> de junho e contou com 16 meios jornal\u00edsticos em 10 pa\u00edses: Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Amaz\u00f4nia Real, Folha de S.Paulo, Rep\u00f3rter Brasil e TV Globo, do Brasil; Ojo P\u00fablico, do Peru; Der Standard, da \u00c1ustria; Expresso, de Portugal; Le Monde, da Fran\u00e7a; NRC, da Holanda; Organized Crime and Corruption Reporting Project (OCCRP), dos Estados Unidos; Paper Trail Media, da Alemanha; Tamedia, da Su\u00ed\u00e7a; e The Bureau of Investigative Journalism e The Guardian, do Reino Unido.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Jornalistas desses meios investigaram ao longo do \u00faltimo ano o contexto e as circunst\u00e2ncias que culminaram nos assassinatos de Phillips e Pereira, como o fortalecimento do crime organizado, atuante em atividades ilegais diversas como pesca, garimpo e desmatamento na Terra Ind\u00edgena Vale do Javari. Quando foi morto, Phillips acompanhava Pereira, reconhecido especialista dedicado \u00e0 prote\u00e7\u00e3o de ind\u00edgenas isolados, enquanto realizava pesquisas para um livro que estava escrevendo sobre desenvolvimento sustent\u00e1vel na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<div id=\"attachment_76291\" style=\"width: 430px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-76291\" class=\"wp-image-76291\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-19.57.22-1504x855-1-1024x582.webp\" alt=\"aerial image of journalism crew in the amazon\" width=\"420\" height=\"239\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-19.57.22-1504x855-1-1024x582.webp 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-19.57.22-1504x855-1-300x171.webp 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-19.57.22-1504x855-1-768x437.webp 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/WhatsApp-Image-2023-05-31-at-19.57.22-1504x855-1.webp 1504w\" sizes=\"auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><p id=\"caption-attachment-76291\" class=\"wp-caption-text\">Equipe da Amaz\u00f4nia Real com habitantes da Terra Ind\u00edgena Vale do Javari. Foto: Bruno Kelly\/Amaz\u00f4nia Real<\/p><\/div>\n<p dir=\"ltr\">Cada meio produziu e publicou conte\u00fado original com base nas investiga\u00e7\u00f5es realizadas pelos rep\u00f3rteres em campo e nas reda\u00e7\u00f5es e compartilhadas entre os parceiros do projeto. Muitos tamb\u00e9m republicaram as reportagens produzidas pelos colegas, inclusive traduzindo-as para outros idiomas, como fizeram\u00a0<a href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/o-projeto-bruno-e-dom\/o-consorcio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Amaz\u00f4nia Real<\/u><\/a> e\u00a0<a href=\"https:\/\/ojo-publico.com\/4438\/mineria-ilegal-brasil-el-hambre-oro-el-rio-madeira\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Ojo P\u00fablico<\/u><\/a>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Laurent Richard, fundador e diretor-executivo da Forbidden Stories, disse \u00e0\u00a0<strong>LatAm Journalism Review (LJR)<\/strong> que o projeto tomou forma logo ap\u00f3s a confirma\u00e7\u00e3o de que Phillips e Pereira haviam sido mortos, dez dias depois de eles terem desaparecido. A organiza\u00e7\u00e3o se dedica a continuar o trabalho de jornalistas assassinados, explicou ele, porque esses assassinatos sempre acontecem porque os jornalistas estavam investigando hist\u00f3rias importantes.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cNossa miss\u00e3o \u00e9 garantir que a hist\u00f3ria n\u00e3o desapare\u00e7a com o jornalista, informar a opini\u00e3o p\u00fablica e fazer com que se saiba qual era a hist\u00f3ria pela qual o jornalista foi assassinado, qual era a hist\u00f3ria que [assassinos] tentaram silenciar. (...) A longo prazo, queremos dissuadir assassinos e agressores de jornalistas para que n\u00e3o fa\u00e7am mais isso, porque acaba sendo contraproducente\u201d, disse Richard.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">\u2018Jornalismo fez o que a pol\u00edcia n\u00e3o fez\u2019<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">A cena que abre o trailer do projeto foi captada pela equipe de filmagem do document\u00e1rio\u00a0<a href=\"https:\/\/globoplay.globo.com\/v\/11657843\/?s=0s\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>\u201cVale dos Isolados: o assassinato de Bruno e Dom\u201d<\/u><\/a>, dirigido pela jornalista S\u00f4nia Bridi, da TV Globo, e disponibilizado na plataforma Globoplay. Bridi disse \u00e0\u00a0<strong>LJR\u00a0<\/strong>que o momento foi registrado em outubro de 2022, quatro meses depois dos assassinatos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Munidos de um detector de metais, membros da Equipe de Vigil\u00e2ncia da Univaja (EVU) encontraram tamb\u00e9m as carteiras de identidade de Phillips e Pereira, cadernos de anota\u00e7\u00e3o do jornalista e o celular do indigenista, que tem as \u00faltimas fotos dos dois, feitas momentos antes de eles serem assassinados.<\/p>\n<div id=\"attachment_76286\" style=\"width: 1034px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-76286\" class=\"size-large wp-image-76286\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/dom1-1024x576.webp\" alt=\"two men sitting in a bank of a river talking\" width=\"1024\" height=\"576\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/dom1-1024x576.webp 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/dom1-300x169.webp 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/dom1-768x432.webp 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/dom1-1536x864.webp 1536w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/dom1-2048x1152.webp 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><p id=\"caption-attachment-76286\" class=\"wp-caption-text\">Uma das \u00faltimas fotos de Dom Phillips (\u00e0 direita), tirada por Bruno Pereira e encontrada no celular recuperado pela EVU. Foto: Bruno Pereira \/ Projeto Bruno e Dom<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O detector de metais foi cedido pela equipe do document\u00e1rio, por solicita\u00e7\u00e3o dos membros da EVU, contou Bridi. Eles queriam encontrar a arma de Pereira, pois temiam que ela fosse encontrada por criminosos da regi\u00e3o e usada para matar algu\u00e9m.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cN\u00f3s perguntamos \u00e0 per\u00edcia da Pol\u00edcia Federal qual seria o detector certo, e o levamos e entregamos para eles. E fomos junto, pois sab\u00edamos que podia acontecer alguma coisa\u201d, disse Bridi.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A arma n\u00e3o foi encontrada, mas o resgate dos pertences pessoais do jornalista e do indigenista foi um momento muito forte para todas as pessoas presentes, contou ela.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cEu tamb\u00e9m sou jornalista que trabalha na Amaz\u00f4nia, eu j\u00e1 encontrei Dom l\u00e1. Quando eu vi a carteirinha de imprensa do Dom [resgatada na lama], o crime fica t\u00e3o gr\u00e1fico, o assassinato de um jornalista\u2026 Todo o momento foi muito triste. Todo mundo estava ali procurando, algu\u00e9m falava \u2018olha, tem tal coisa aqui\u2019, e ficava um sil\u00eancio. Foi um momento triste e respeitoso. Mas, para mim, o momento mais triste foi quando encontraram os cadernos [de Phillips]\u201d, disse Bridi.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Eduardo Nunomura, editor de projetos especiais da Amaz\u00f4nia Real, disse \u00e0\u00a0<strong>LJR\u00a0<\/strong>que considera esse o \u201cgrande furo\u201d do Projeto Bruno e Dom.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cO jornalismo foi capaz de fazer o que a pol\u00edcia n\u00e3o fez\u201d, disse Nunomura, que coordenou a participa\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia Real no projeto. \u201cEles n\u00e3o acharam o celular [de Pereira], quem achou foram os ind\u00edgenas. (...) Quem encontrou foram os ind\u00edgenas porque eles conseguiram um detector de metal com a Globo, que teve espa\u00e7o franqueado para acompanhar essas buscas. Temos o dever de tornar p\u00fablico e transparente o jornalismo. Quanto mais explicarmos o jornalismo para a sociedade, mais vamos conseguir mostrar nossa import\u00e2ncia\u201d, afirmou.<\/p>\n<div id=\"attachment_76299\" style=\"width: 430px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-76299\" class=\"wp-image-76299\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/signal-2023-04-03-235106_022-1504x855-1-1024x582.webp\" alt=\"journalists interviewing indigenous woman\" width=\"420\" height=\"239\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/signal-2023-04-03-235106_022-1504x855-1-1024x582.webp 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/signal-2023-04-03-235106_022-1504x855-1-300x171.webp 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/signal-2023-04-03-235106_022-1504x855-1-768x437.webp 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/signal-2023-04-03-235106_022-1504x855-1.webp 1504w\" sizes=\"auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><p id=\"caption-attachment-76299\" class=\"wp-caption-text\">Equipe da Amaz\u00f4nia Real e jornal Expresso durante reportagem na Terra Ind\u00edgena dos Apurin\u00e3. Foto: Alberto C\u00e9sar Ara\u00fajo\/Amaz\u00f4nia Real<\/p><\/div>\n<p dir=\"ltr\">Apesar da descoberta da equipe do document\u00e1rio, Nunomura disse que logo no come\u00e7o do projeto os jornalistas envolvidos se deram conta de que n\u00e3o se tratava de buscar um furo jornal\u00edstico. Tratava-se, na verdade, de continuar o trabalho de Phillips de contar sobre os problemas da Amaz\u00f4nia e suas poss\u00edveis solu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cToda a cobertura que ele [Phillips] fez do garimpo em terras ind\u00edgenas, por exemplo, era sempre pensando o seguinte: existe o problema, mas como vamos resolver esse problema? Ele falava que n\u00e3o podemos olhar para o garimpeiro como o grande sacana da hist\u00f3ria. S\u00e3o fam\u00edlias tamb\u00e9m. Precisamos compreender, com um olhar mais amplo, por que essa trama econ\u00f4mica, essa l\u00f3gica destrutiva, vinga na Amaz\u00f4nia. N\u00e3o podemos perder de vista que grande parte das pessoas que est\u00e3o l\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o de l\u00e1. Elas chegaram de outras regi\u00f5es e n\u00e3o t\u00eam uma rela\u00e7\u00e3o de pertencimento com a Amaz\u00f4nia como t\u00eam as popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas. Mesmo os ribeirinhos, que s\u00e3o pescadores, t\u00eam uma rela\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria com a Amaz\u00f4nia. E essa \u00e9 uma quest\u00e3o que temos que discutir\u201d, disse Nunomura.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">\u2018Voc\u00ea est\u00e1 buscando sua morte\u2019<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">A Amaz\u00f4nia Real, meio brasileiro que \u00e9 refer\u00eancia na cobertura da regi\u00e3o amaz\u00f4nica, se destacou na cobertura a quente dos assassinatos de Pereira e Phillips por sua rede de contatos entre os ind\u00edgenas, que foram quem lideraram as buscas pelo indigenista e pelo jornalista ap\u00f3s seu desaparecimento. Para o Projeto Bruno e Dom, produziram tr\u00eas reportagens especiais: <a href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/especiais\/medio-javari\/\">\"Os guerreiros do M\u00e9dio Javari\"<\/a>, escrita por Ela\u00edze Farias com fotos de Bruno Kelly; <a href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/especiais\/ouro-rio-madeira\/\">\"A fome pelo ouro do rio Madeira\"<\/a>, escrita por Francisco Costa com fotos de Bruno Kelly; e <a href=\"https:\/\/amazoniareal.com.br\/especiais\/br-319\/\">\"Uma BR-319 no meio do caminho\"<\/a>, escrita por Leanderson Lima com fotos de Alberto C\u00e9sar Ara\u00fajo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ao ser convidada para participar do projeto, Amaz\u00f4nia Real sugeriu chamar o meio peruano Ojo P\u00fablico, que tamb\u00e9m vem se dedicando \u00e0 cobertura da regi\u00e3o onde Pereira e Phillips foram assassinados.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cPara n\u00f3s, foi muito importante [participar do projeto], porque esta zona do Vale do Javari, compartilhada com o Brasil, que tem uma amplitude de territ\u00f3rios protegidos, coincide com o Vale do Javari peruano\u201d, disse Nelly Luna, cofundadora e diretora de Ojo P\u00fablico, \u00e0\u00a0<strong>LJR<\/strong>. \u201cNessa zona, nos \u00faltimos anos, o Peru viu aparecer uma explos\u00e3o de cultivos ilegais de folha de coca, e tamb\u00e9m a presen\u00e7a de grupos armados vinculados ao narcotr\u00e1fico, \u00e0 invas\u00e3o de terras para o cultivo de coca e outros insumos, deixando em seu lugar muitas amea\u00e7as contra os povos ind\u00edgenas que vivem nessa parte da fronteira\u201d, afirmou.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A reportagem produzida por Ojo P\u00fablico para o projeto trata da\u00a0<a href=\"https:\/\/ojo-publico.com\/especiales\/la-pesca-ilegal-triple-frontera-mafias-impunidad-en-la-amazonia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>\u201ctr\u00edplice fronteira da pesca ilegal\u201d na regi\u00e3o<\/u><\/a>: como o pescado retirado ilegalmente de terras ind\u00edgenas no Brasil atravessa as fronteiras do Peru e da Col\u00f4mbia e entra no mercado formal. Como aponta a reportagem, autoridades do Brasil e do Peru sustentam que o narcotr\u00e1fico est\u00e1 por tr\u00e1s do financiamento da pesca ilegal.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Luna contou que o rep\u00f3rter Rodrigo Pedroso e o fot\u00f3grafo Alex Rufino, que realizaram a reportagem de Ojo P\u00fablico, foram alvo de intimida\u00e7\u00e3o e amea\u00e7as diversas vezes enquanto estavam em campo \u2013 evid\u00eancia de que\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/ausencia-do-estado-potencializa-riscos-para-jornalistas-em-regiao-amazonica-onde-reporter-britanico-dom-phillips-foi-assassinado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>o cen\u00e1rio de inseguran\u00e7a e riscos para jornalistas que atuam na regi\u00e3o<\/u><\/a> pouco mudou desde o assassinato de Phillips e Pereira.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cInicialmente pens\u00e1vamos em fazer um v\u00eddeo da rota da pesca, mas em todo momento houve olhares e amea\u00e7as bastante diretas por conta da c\u00e2mera e dos equipamentos. Ent\u00e3o decidimos n\u00e3o expor a equipe e n\u00e3o gravar naquela situa\u00e7\u00e3o\u201d, disse ela.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cNossa ideia era reconstruir a rota do pescado extra\u00eddo ilegalmente que termina sendo lavado no mercado formal. E quando [o rep\u00f3rter] chegou a um dos containers dessas empresas com c\u00e2maras frigor\u00edficas que est\u00e3o em Let\u00edcia [Col\u00f4mbia] e perguntou se lhe podiam mostrar o pescado, como chegava, uma pessoa diretamente lhe disse que ele estava buscando sua morte\u201d, contou Luna.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo ela, os profissionais trabalhavam sob um protocolo de seguran\u00e7a e logo ap\u00f3s esse epis\u00f3dio decidiu-se que era necess\u00e1rio que encerrassem a viagem e voltassem para Manaus, capital do estado do Amazonas, no Brasil, onde estavam baseados.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">Investiga\u00e7\u00f5es compartilhadas<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Muitos dos meios envolvidos no Projeto Bruno e Dom enviaram rep\u00f3rteres para a Amaz\u00f4nia para realizar investiga\u00e7\u00f5es no terreno. A apura\u00e7\u00e3o em campo e desde as reda\u00e7\u00f5es era compartilhada entre todos e debatida em reuni\u00f5es virtuais realizadas periodicamente ao longo do \u00faltimo ano.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cCompartilhamos datas de viagem, achados das investiga\u00e7\u00f5es, entrevistas\u2026 Todo o material bruto foi compartilhado durante esse tempo com a ideia de que cada meio poderia pegar o que outro tamb\u00e9m estava cobrindo, entrevistando, recolhendo de dados e claro, citando os devidos cr\u00e9ditos nas hist\u00f3rias. Mas, no final, cada meio tinha a liberdade para fazer sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria com base no conte\u00fado compartilhado\u201d, disse Luna.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Richard lembrou que essa disposi\u00e7\u00e3o para o jornalismo colaborativo nem sempre \u00e9 algo natural para rep\u00f3rteres acostumados \u00e0 competi\u00e7\u00e3o pela exclusividade.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201c[Nos projetos da Forbidden Stories] precisamos de pessoas que realmente acreditem no jornalismo colaborativo, o que n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil. Voc\u00ea tem que compartilhar seu trabalho em andamento com seus parceiros. \u00c0s vezes, eles s\u00e3o seus concorrentes h\u00e1 muito tempo e voltar\u00e3o a ser seus concorrentes amanh\u00e3, mas voc\u00ea vai ter que trabalhar em estreita colabora\u00e7\u00e3o com todos os jornalistas [no projeto]\u201d, disse ele.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Bridi disse acreditar que \u201cjornalismo colaborativo \u00e9 o futuro do jornalismo\u201d. Al\u00e9m do document\u00e1rio, realizado pela Globoplay, ela tamb\u00e9m produziu pela TV Globo uma\u00a0<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/fantastico\/noticia\/2023\/06\/04\/esquema-criminoso-esquenta-madeira-nobre-retirada-ilegalmente-de-terras-indigenas.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>investiga\u00e7\u00e3o sobre a retirada ilegal de madeira de terras ind\u00edgenas<\/u><\/a> em \u00e1rea amaz\u00f4nica no estado brasileiro do Mato Grosso.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cTodos n\u00f3s gostamos de dar furo. Mas jornalismo \u00e9 um neg\u00f3cio caro, que demanda dinheiro e tempo. Ent\u00e3o quando voc\u00ea une for\u00e7as, vis\u00f5es e abordagens diferentes, voc\u00ea tem um processo muito mais rico. E um resultado imensamente mais rico\u201d, disse ela.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">Mem\u00f3ria e impacto<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Tr\u00eas homens est\u00e3o presos pelos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips: Amarildo da Costa de Oliveira e Oseney da Costa de Oliveira, que s\u00e3o irm\u00e3os, e Jefferson da Silva Lima. Eles confessaram o crime dias depois do desaparecimento do indigenista e do jornalista e levaram a pol\u00edcia at\u00e9 onde haviam escondido os corpos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ruben Villar, conhecido como Col\u00f4mbia, \u00e9 apontado como o mandante do crime. Ele foi preso em julho de 2022 por falsidade ideol\u00f3gica e indiciado pelos assassinatos de Pereira e Phillips em maio,\u00a0<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/fantastico\/noticia\/2023\/06\/04\/bruno-e-dom-mais-dois-suspeitos-sao-indiciados-pelos-crimes-de-assassinato-e-ocultacao-de-cadaver.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>segundo reportagem do Fant\u00e1stico, da TV Globo<\/u><\/a>. J\u00e2nio Freitas de Souza tamb\u00e9m foi indiciado por participa\u00e7\u00e3o no crime.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">De acordo com a pol\u00edcia, Villar \u00e9 o l\u00edder de uma organiza\u00e7\u00e3o criminosa que financia a pesca ilegal e os pescadores Amarildo Costa de Oliveira e J\u00e2nio Freitas de Souza est\u00e3o abaixo dele na organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A pol\u00edcia registrou mais de 400 liga\u00e7\u00f5es entre os acusados, inclusive na data do crime, antes e depois da execu\u00e7\u00e3o de Pereira e Phillips. As liga\u00e7\u00f5es seriam evid\u00eancia de que se tratou de um crime premeditado.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><a href=\"https:\/\/exame.com\/brasil\/caso-bruno-e-dom-acusados-de-assassinato-de-indigenista-e-jornalista-britanico-depoem-em-audiencia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>No dia 8 de maio<\/u><\/a>, Amarildo da Costa de Oliveira e Jefferson da Silva Lima apresentaram nova vers\u00e3o para o crime. Durante audi\u00eancia para decidir se eles devem ir a j\u00fari popular pelos assassinatos, eles disseram que Pereira atirou primeiro e que eles atiraram contra Pereira e Phillips em \u201cleg\u00edtima defesa\u201d. A defesa dos acusados tamb\u00e9m divulgou informa\u00e7\u00f5es falsas sobre a exonera\u00e7\u00e3o de Pereira de um cargo da Funda\u00e7\u00e3o Nacional dos Povos Ind\u00edgenas (Funai), que foram\u00a0<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/funai\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2023\/nota-de-esclarecimento-sobre-informacoes-inveridicas-acerca-da-atuacao-do-servidor-bruno-pereira\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>repudiadas pela pr\u00f3pria ag\u00eancia ind\u00edgena<\/u><\/a>, conforme\u00a0<a href=\"https:\/\/veja.abril.com.br\/coluna\/maquiavel\/funai-repudia-tentativa-de-manchar-a-memoria-de-bruno-pereira\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>reportou a Veja<\/u><\/a>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O\u00a0<a href=\"https:\/\/povosisolados.org\/caso-bruno-e-dom-versoes-dos-reus-expoem-estrategia-de-difamar-as-vitimas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Observat\u00f3rio dos Povos Ind\u00edgenas Isolados (OPI)<\/u><\/a> classificou como \u201cfantasiosa\u201d a nova vers\u00e3o apresentada pelos acusados. \u201cAo alegarem que se defenderam de disparos, os assassinos confessos agora tentam esconder o fato, comprovado pela per\u00edcia, de que Bruno Pereira levou o primeiro tiro pelas costas. Pretendem fazer esquecer que fizeram uma emboscada contra suas v\u00edtimas\u201d,\u00a0<a href=\"https:\/\/povosisolados.org\/caso-bruno-e-dom-versoes-dos-reus-expoem-estrategia-de-difamar-as-vitimas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>afirmou o OPI em comunicado<\/u><\/a>. A organiza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m repudiou o que considera uma tentativa \u201cde manchar a mem\u00f3ria [das v\u00edtimas] como estrat\u00e9gia de defesa\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">S\u00f4nia Bridi disse esperar que seu document\u00e1rio, primeiramente, ajude a \u201cformar um escudo contra essa tentativa de assassinato moral contra as v\u00edtimas\u201d por parte dos acusados pelo crime.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cA segunda coisa \u00e9 manter viva essa mem\u00f3ria. O Brasil tem uma produ\u00e7\u00e3o t\u00e3o grande e t\u00e3o r\u00e1pida de trag\u00e9dias e de crimes que um vai enterrando a mem\u00f3ria do outro. Mas n\u00f3s temos que reavivar a mem\u00f3ria desse crime. Ele n\u00e3o pode ser esquecido. Tamb\u00e9m gostaria que as pessoas entendessem o que est\u00e1 em jogo l\u00e1, entendessem por que Bruno morreu, por que Dom morreu, o que eles estavam fazendo l\u00e1, o que e quem eles estavam defendendo\u201d, disse ela.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Nelly Luna disse desejar que as reportagens do Projeto Bruno e Dom ajudem a promover \u201cmaior conhecimento do estado de abandono em que se encontra essa parte da fronteira\u201d e chamar a aten\u00e7\u00e3o das autoridades de Brasil e Peru, assim como das popula\u00e7\u00f5es dos dois pa\u00edses, para o que est\u00e1 acontecendo naquela regi\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cEmbora a Amaz\u00f4nia esteja se convertendo em um cen\u00e1rio pavoroso do crime organizado, os assassinatos de Dom Phillips e Bruno Pereira devem nos fazer refletir sobre todas as cadeias de responsabilidades em torno disso. O crime organizado \u00e9 um ator violento, mas temos que nos perguntar onde v\u00e3o parar esses produtos que s\u00e3o extra\u00eddos de maneira ilegal. H\u00e1 uma responsabilidade do mercado [formal] tamb\u00e9m na forma em que se est\u00e1 permitindo a lavagem desses produtos, porque parte do peixe acaba alimentando a popula\u00e7\u00e3o local, claro, mas outra parte acaba em restaurantes de luxo e em cadeias de exporta\u00e7\u00e3o\u201d, disse ela.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Projeto Bruno e Dom, liderado pela organiza\u00e7\u00e3o francesa Forbidden Stories, reuniu mais de 50 profissionais de 16 meios jornal\u00edsticos para continuar o trabalho do jornalista brit\u00e2nico Dom Phillips, que acompanhava o indigenista brasileiro Bruno Pereira quando os dois foram assassinados em junho de 2022. 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