{"id":79310,"date":"2023-08-29T18:10:24","date_gmt":"2023-08-29T23:10:24","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=79310"},"modified":"2023-08-29T18:41:44","modified_gmt":"2023-08-29T23:41:44","slug":"na-pioneira-argentina-83-das-editoras-de-genero-ja-foram-alvo-de-violencia-digital-aponta-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/na-pioneira-argentina-83-das-editoras-de-genero-ja-foram-alvo-de-violencia-digital-aponta-pesquisa\/","title":{"rendered":"Na pioneira Argentina, 83% das editoras de g\u00eanero j\u00e1 foram alvo de viol\u00eancia digital, aponta pesquisa"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\">O jornalismo argentino \u00e9 terreno f\u00e9rtil para editoras de g\u00eanero: 13 meios de comunica\u00e7\u00e3o criaram o cargo em suas reda\u00e7\u00f5es nos \u00faltimos quatro anos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">No entanto, essa significativa presen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 o suficiente para proteger essas profissionais da viol\u00eancia online.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em uma pesquisa in\u00e9dita da\u00a0<a href=\"https:\/\/comunicarigualdad.com.ar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Associa\u00e7\u00e3o Civil Comunicaci\u00f3n para la Igualdad<\/u><\/a>, 10 das 12 editoras de g\u00eanero entrevistadas no pa\u00eds disseram que foram v\u00edtimas de ataques realizados por meio de redes sociais ou email.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo 63% delas, os ataques acontecem periodicamente, pelo menos duas vezes ao ano. O mesmo percentual disse que os ataques s\u00e3o coordenados, e t\u00eam origem em perfis antifeministas (87% dos casos) e perfis de lideran\u00e7as partid\u00e1rias, grupos pol\u00edticos ou outros jornalistas (50%).<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>LEIA TAMB\u00c9M: <a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/editoras-de-genero-avancam-cobertura-inclusiva-enfrentam-violencia-online-e-criam-aliancas-na-america-latina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Editoras de g\u00eanero avan\u00e7am cobertura inclusiva, enfrentam viol\u00eancia online e criam alian\u00e7as na Am\u00e9rica Latina<\/a><\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cA viol\u00eancia digital est\u00e1 crescendo muito. As jornalistas e comunicadoras feministas somos as mais atacadas nas redes sociais. Todas n\u00f3s acabamos registrando den\u00fancias sobre as amea\u00e7as e a viol\u00eancia que sofremos. Querem nos silenciar\u201d, disse Mariana Iglesias, editora de g\u00eanero do jornal argentino Clar\u00edn, \u00e0\u00a0<strong>LatAm Journalism Review (LJR)<\/strong>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><a href=\"https:\/\/comunicarigualdad.com.ar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Comunicaci\u00f3n para la Igualdad<\/u><\/a>, associa\u00e7\u00e3o civil argentina que trabalha com comunica\u00e7\u00e3o, g\u00eanero e direitos humanos, adiantou com exclusividade para a\u00a0<strong>LJR<\/strong> alguns dados da segunda edi\u00e7\u00e3o do estudo \u201cEditoras de g\u00eanero em meios de comunica\u00e7\u00e3o na Argentina\u201d. O trabalho foi realizado pela pesquisadora Bel\u00e9n Spinetta e coordenada por Sandra Chaher, e ser\u00e1 publicada integralmente em setembro.<\/p>\n<div id=\"attachment_79351\" style=\"width: 440px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-79351\" class=\"wp-image-79351\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/marcha-feminista-editoras-genero-argentina-1024x683.jpg\" alt=\"woman photographed from behind in feminist march\" width=\"430\" height=\"287\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/marcha-feminista-editoras-genero-argentina-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/marcha-feminista-editoras-genero-argentina-300x200.jpg 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/marcha-feminista-editoras-genero-argentina-768x512.jpg 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/marcha-feminista-editoras-genero-argentina-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/marcha-feminista-editoras-genero-argentina-507x340.jpg 507w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/marcha-feminista-editoras-genero-argentina-350x234.jpg 350w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/marcha-feminista-editoras-genero-argentina.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><p id=\"caption-attachment-79351\" class=\"wp-caption-text\">Manifesta\u00e7\u00e3o feminista em Buenos Aires em novembro de 2018. (Foto: Monk fotograf\u00eda \/ Flickr CC)<\/p><\/div>\n<p dir=\"ltr\">Spinetta ouviu 12 das 13 jornalistas que j\u00e1 trabalharam ou seguem trabalhando como editoras de g\u00eanero na Argentina, assim como colegas delas em quatro meios de comunica\u00e7\u00e3o. A pesquisa apresenta, portanto, o contexto atual no qual atuam essas profissionais no pa\u00eds.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ass\u00e9dio digital (82% dos casos) e ataques \u00e0 reputa\u00e7\u00e3o e \u00e0 credibilidade das jornalistas (54%) foram os tipos de ataques online mais citados. Em 27% dos casos houve amea\u00e7as diretas de viol\u00eancia e em 18% dos casos houve acesso n\u00e3o consentido a perfis das jornalistas e suplanta\u00e7\u00e3o ou roubo de identidade. Ainda assim, 75% delas disseram que os ataques n\u00e3o as fizeram duvidar de sua continuidade no cargo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em rela\u00e7\u00e3o ao trabalho, sete editoras disseram que sua carga hor\u00e1ria aumentou desde que assumiram o cargo, mas apenas seis disseram ter recebido um aumento salarial. Cinco disseram que suas condi\u00e7\u00f5es de trabalho melhoraram desde que assumiram o posto de editora de g\u00eanero. Cinco editoras disseram que o apoio da dire\u00e7\u00e3o do meio em que trabalham \u00e9 \u201cpouco satisfat\u00f3rio\u201d, outras cinco disseram que o apoio \u00e9 \u201csatisfat\u00f3rio\u201d e duas disseram que \u00e9 \u201cmuito satisfat\u00f3rio\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Entre os colegas, a maioria dos entrevistados concordou com a afirma\u00e7\u00e3o de que \u201ca nomea\u00e7\u00e3o de uma Editora de G\u00eanero no meio em que trabalho representou um avan\u00e7o na melhoria da qualidade informativa, na incorpora\u00e7\u00e3o de novos temas e na amplia\u00e7\u00e3o das fontes\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Hoje, nove meios argentinos mant\u00eam editoras de g\u00eanero. Segundo a pesquisa, quatro editoras renunciaram a seus cargos e nunca foram substitu\u00eddas. Isso aconteceu nos meios\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/infobae-se-junta-a-outros-meios-da-america-latina-ao-criar-a-posicao-de-editor-de-genero-na-sua-redacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Infobae<\/u><\/a>, TN e El Trece, Servi\u00e7os de R\u00e1dio e Televis\u00e3o da Universidade Nacional de C\u00f3rdoba e El Tribuno de Jujuy.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">As editoras de g\u00eanero seguem trabalhando em\u00a0<a href=\"https:\/\/www.clarin.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Clar\u00edn<\/u><\/a>;\u00a0<a href=\"https:\/\/www.letrap.com.ar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Letra P<\/u><\/a>;\u00a0<a href=\"https:\/\/www.diariojornada.com.ar\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Diario Jornada<\/u><\/a> e\u00a0<a href=\"https:\/\/cadenatiempo.diariojornada.com.ar\/radio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Cadena Tiempo<\/u><\/a>, da prov\u00edncia de Chubut;\u00a0<a href=\"https:\/\/www.rionegro.com.ar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Diario R\u00edo Negro<\/u><\/a>;\u00a0<a href=\"https:\/\/www.tiempoar.com.ar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Tiempo Argentino<\/u><\/a>;\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unidiversidad.com.ar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Unidiversidad<\/u><\/a>, sistema de meios da Universidade Nacional de Cuyo;\u00a0<a href=\"https:\/\/www.telam.com.ar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>T\u00e9lam<\/u><\/a>;\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciafoco.com.ar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>sistema de meios p\u00fablicos da prov\u00edncia de Chaco<\/u><\/a>; e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.republicadecorrientes.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Rep\u00fablica de Corrientes<\/u><\/a>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">As nove editoras no cargo atualmente s\u00e3o parte da Rede de Editoras de G\u00eanero da Argentina (REG), criada em novembro de 2021 por iniciativa do Fundo de Popula\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (UNFPA) no pa\u00eds.<\/p>\n<h3 id=\"ea0c6f51e43208ddc2ecd7a5540d492a9\" dir=\"ltr\">\u2018Querem nos silenciar\u2019<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">A\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/uma-em-cada-quatro-mulheres-jornalistas-sofreu-ataques-online-de-acordo-com-relatorio-da-unesco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>viol\u00eancia online que afeta tantas mulheres jornalistas ao redor do mundo<\/u><\/a> tem atormentado as editoras de g\u00eanero da regi\u00e3o, que dizem ter constatado um aumento nos ataques nos \u00faltimos anos. Mariana Iglesias, por exemplo, saiu do ent\u00e3o Twitter \u2013 hoje X \u2013 por conta dos ataques recebidos nessa rede social.<\/p>\n<div id=\"attachment_79292\" style=\"width: 440px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-79292\" class=\"wp-image-79292\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/FEATURED-Mariana-Iglesias-Clarin-Editora-de-Genero.png\" alt=\"woman in a newsroom with a white top looking at the camera\" width=\"430\" height=\"288\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/FEATURED-Mariana-Iglesias-Clarin-Editora-de-Genero.png 507w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/FEATURED-Mariana-Iglesias-Clarin-Editora-de-Genero-300x201.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/FEATURED-Mariana-Iglesias-Clarin-Editora-de-Genero-350x234.png 350w\" sizes=\"auto, (max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><p id=\"caption-attachment-79292\" class=\"wp-caption-text\">A jornalista argentina Mariana Iglesias, editora de g\u00eanero do jornal Clar\u00edn. (Foto: Arquivo pessoal)<\/p><\/div>\n<p dir=\"ltr\">Quando\u00a0<a href=\"https:\/\/www.clarin.com\/sociedad\/editora-genero-desigualdades-estereotipos_0_xJz6APt7R.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>ela foi nomeada editora de g\u00eanero no Clar\u00edn, em junho de 2019<\/u><\/a>, ela se tornou a primeira pessoa a ocupar esse cargo no jornal. Tamb\u00e9m foi a primeira editora de g\u00eanero na Argentina e na Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Seu apontamento se deu na esteira do levante contra feminic\u00eddios #NiUnaMenos e da \u201cMar\u00e9 Verde\u201d pela legaliza\u00e7\u00e3o do aborto no pa\u00eds. Essas lutas, a cobertura jornal\u00edstica delas e a viol\u00eancia online subsequente seguem permeando seu trabalho.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cMe amea\u00e7am, me chamam de corrupta, que recebo dinheiro, que sou assassina, porque apoio o aborto legal seguro e gratuito. (...) A viol\u00eancia digital est\u00e1 crescendo muito. As jornalistas e comunicadoras feministas somos as mais atacadas nas redes sociais. Todas n\u00f3s acabamos registrando den\u00fancias sobre as amea\u00e7as e a viol\u00eancia que sofremos. Querem nos silenciar\u201d, disse Iglesias.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Um dos casos mais emblem\u00e1ticos de viol\u00eancia digital no pa\u00eds foi a\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/news\/argentina-academia-nacional-de-jornalismo-manifesta-seu-absoluto-repudio-ao-assedio-contra-a-jornalista-marina-abiuso\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>campanha de difama\u00e7\u00e3o e os ataques online<\/u><\/a> sofridos a partir de janeiro deste ano pela jornalista argentina Marina Abiuso,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.clarin.com\/sociedad\/tn-eltrece-editora-genero_0_bBN03_Gq9.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>ent\u00e3o editora de g\u00eanero dos canais El Trece e Todo Noticias (mais conhecido como TN)<\/u><\/a>, do grupo Clar\u00edn. Os dois s\u00e3o canais de grande audi\u00eancia na Argentina, e TN foi o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.grupoclarin.com\/notas\/tn-fue-la-senal-de-noticias-mas-vista-del-2022\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>canal de not\u00edcias mais visto no pa\u00eds em 2022<\/u><\/a>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>LEIA TAMB\u00c9M: <a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/editoras-de-genero-avancam-cobertura-inclusiva-enfrentam-violencia-online-e-criam-aliancas-na-america-latina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Editoras de g\u00eanero avan\u00e7am cobertura inclusiva, enfrentam viol\u00eancia online e criam alian\u00e7as na Am\u00e9rica Latina<\/a><\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em posts replicados em diversas redes sociais, Abiuso foi acusada de ser respons\u00e1vel por uma suposta neglig\u00eancia na cobertura feita pelo TN do\u00a0<a href=\"https:\/\/tn.com.ar\/opinion\/2023\/01\/24\/el-aberrante-crimen-de-lucio-dupuy-y-los-debates-pendientes-sobre-la-violencia-contra-los-menores\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>julgamento de Magdalena Esp\u00f3sito Valenti e Abigail P\u00e1ez<\/u><\/a>. Elas foram\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cronista.com\/informacion-gral\/magdalena-esposito-valenti-y-abigail-paez-condenadas-a-prision-perpetua-por-el-asesinato-de-lucio-dupuy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>condenadas \u00e0 pris\u00e3o perp\u00e9tua em fevereiro<\/u><\/a> pelo assassinato do filho de Valenti, um menino de 5 anos de idade, em 2021.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O fato de que Valenti e P\u00e1ez eram um casal e frequentavam manifesta\u00e7\u00f5es feministas foi usado por grupos antifeministas para atacar ativistas dos movimentos de mulheres na Argentina. Abiuso, que sempre se colocou publicamente como jornalista feminista e participou da g\u00eanese do movimento #NiUnaMenos e da campanha pela legaliza\u00e7\u00e3o do aborto na Argentina, se tornou o principal alvo desses grupos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A onda de \u00f3dio contra Abiuso foi repudiada por diversas entidades no pa\u00eds, como a\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/news\/argentina-academia-nacional-de-jornalismo-manifesta-seu-absoluto-repudio-ao-assedio-contra-a-jornalista-marina-abiuso\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Academia Nacional de Jornalismo<\/u><\/a> e o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.fopea.org\/fopea-se-solidariza-con-la-periodista-mariana-abiuso-y-reitera-su-preocupacion-por-el-acoso-del-que-son-victimas-los-periodistas-en-las-redes-sociales-en-particular-las-mujeres\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>F\u00f3rum de Jornalismo Argentino (Fopea)<\/u><\/a>, assim como por suas colegas em outros meios de comunica\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m motivou sua sa\u00edda do Twitter.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cFoi uma situa\u00e7\u00e3o muito grave e envolveu muitas amea\u00e7as\u201d, disse Abiuso \u00e0\u00a0<strong>LJR\u00a0<\/strong>em abril de 2023. \u201cEu j\u00e1 tinha uma den\u00fancia em curso por amea\u00e7as e tive que fazer mais tr\u00eas den\u00fancias. Isso tudo conseguiu me assustar. Eu j\u00e1 havia passado por outras circunst\u00e2ncias que n\u00e3o tiveram esse efeito, mas, dessa vez, fiquei assustada. Foi realmente muito grave, especialmente por causa da massividade. De repente, jornalistas de espet\u00e1culo come\u00e7aram a cobrir isso e o assunto foi discutido em programas de espet\u00e1culo\u201d, contou.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Por estar no ar no canal em que trabalhava e pela cobertura sensacionalista nesses programas, Abiuso se sentiu muito exposta e temeu por sua integridade f\u00edsica.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cSou uma jornalista que anda a p\u00e9, que pega metr\u00f4, ent\u00e3o houve um momento de grande medo. Embora tenha havido circunst\u00e2ncias em que tiraram fotos de mim e disseram onde eu estava, n\u00e3o tenho medo de que venham atr\u00e1s de mim. Tenho mais medo de um encontro casual. Se uma pessoa viu na televis\u00e3o que eu defendo estupradoras de crian\u00e7as e cruza comigo na rua, sinto que pode chegar a acontecer algo\u201d, disse ela.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Abiuso trabalhava no TN desde 2015 e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.clarin.com\/sociedad\/tn-eltrece-editora-genero_0_bBN03_Gq9.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>se tornou editora de g\u00eanero em 2021<\/u><\/a>. Ela disse que seu temor ao assumir o posto era \u201cque o cargo envolve muita exposi\u00e7\u00e3o, e [eu temia] n\u00e3o poder fazer um trabalho \u00e0 altura dessa exposi\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cEsse era o meu medo, muito mais do que a viol\u00eancia. Eu j\u00e1 estava sofrendo viol\u00eancia, ent\u00e3o subestimei o quanto a viol\u00eancia poderia crescer. Meu medo era muito mais o fato de o canal ser muito grande. Ele fica no ar 24 horas por dia, ent\u00e3o meu medo era que eu n\u00e3o conseguisse promover uma mudan\u00e7a real e que o cargo acabasse se tornando uma casca vazia\u201d, afirmou.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ela considera que um trabalho importante que realizou enquanto editora de g\u00eanero em TN foi a cria\u00e7\u00e3o de novos bancos de imagens, a serem usadas na cobertura de casos de viol\u00eancia contra mulheres e crian\u00e7as, por exemplo. Abiuso disse que teve muitos aliados nas se\u00e7\u00f5es de arquivo e edi\u00e7\u00e3o de imagens para concluir esse trabalho.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cH\u00e1 muitas imagens que sab\u00edamos que n\u00e3o quer\u00edamos mais usar. Mas este \u00e9 um canal de televis\u00e3o ao vivo 24 horas, portanto, quando voc\u00ea diz a algu\u00e9m que algo n\u00e3o [est\u00e1 bom], voc\u00ea tem que substitu\u00ed-lo por outra coisa, porque eles precisam ter uma imagem para colocar no ar. Agora sabemos que temos essas imagens para usar e que n\u00e3o vamos mais usar as anteriores\u201d, disse ela.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Para Abiuso, o principal desafio para as editoras de g\u00eanero na regi\u00e3o atualmente \u00e9 \u201ca demoniza\u00e7\u00e3o do cargo\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cH\u00e1 um entendimento muito ruim, fora dos meios, sobre o que as editoras de g\u00eanero fazem, e \u00e9 nosso trabalho mudar essa narrativa. Temos que responder fazendo um jornalismo melhor. A resposta \u00e9 sempre mais e melhor jornalismo\u201d, disse ela.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Abiuso conversou com a\u00a0<strong>LJR\u00a0<\/strong>em meados de abril, e em 1<sup>o<\/sup> de maio postou em seu perfil no Instagram que\u00a0<a href=\"https:\/\/www.perfil.com\/noticias\/medios\/marina-abiuso-renuncia-tn.phtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>n\u00e3o mais trabalhava em TN e El Trece<\/u><\/a>. \u201cEstou encerrando um ciclo de oito anos (!) em El Trece e TN. Trabalhei com excelentes companheiras e companheiros. Levo comigo um enorme aprendizado e uma grande experi\u00eancia\u201d,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/Crs4fV7O48I\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>escreveu<\/u><\/a>.<\/p>\n<h3 id=\"e9bc647b1745dc5a24b9a273647e56d37\" dir=\"ltr\">Vanguarda no ativismo e no jornalismo<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Os movimentos de mulheres levaram milhares de pessoas \u00e0s ruas da Argentina contra a viol\u00eancia machista e em prol da legaliza\u00e7\u00e3o do aborto nos \u00faltimos anos. As mobiliza\u00e7\u00f5es conquistaram direitos e transformaram o jornalismo no pa\u00eds, disse Spinetta \u00e0\u00a0<strong>LJR<\/strong>.<\/p>\n<div id=\"attachment_79355\" style=\"width: 390px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-79355\" class=\"wp-image-79355\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/BelenSpinettaArgentina.png\" alt=\"woman smiling looking away from the camera\" width=\"380\" height=\"380\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/BelenSpinettaArgentina.png 400w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/BelenSpinettaArgentina-300x300.png 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/BelenSpinettaArgentina-150x150.png 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><p id=\"caption-attachment-79355\" class=\"wp-caption-text\">A jornalista e pesquisadora argentina Bel\u00e9n Spinetta. (Foto: Arquivo pessoal)<\/p><\/div>\n<p dir=\"ltr\">\u201cEm 2015, tivemos uma mobiliza\u00e7\u00e3o convocada pelas redes com o slogan #NiUnaMenos que se tornou um evento pol\u00edtico de enorme magnitude. (...) E depois houve a luta pelo aborto, que n\u00e3o come\u00e7ou em 2018, porque a campanha come\u00e7ou em 2006. Mas este pa\u00eds nunca tinha visto um milh\u00e3o e meio de mulheres a uma hora da manh\u00e3 esperando o Congresso, escutando o que os deputados estavam discutindo, debatendo tudo o que eles diziam\u201d, afirmou a pesquisadora.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os movimentos de mulheres impulsionaram, entre outras, a aprova\u00e7\u00e3o da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.argentina.gob.ar\/iaf\/genero-y-diversidad\/ley-micaela\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>lei Micaela (27.499\/2019)<\/u><\/a>. Nomeada em homenagem a Micaela Garc\u00eda, v\u00edtima de um feminic\u00eddio em 2017, a lei \u201cestabelece a capacita\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria na tem\u00e1tica de g\u00eanero e viol\u00eancia contra as mulheres para todas as pessoas que trabalhem no servi\u00e7o p\u00fablico\u201d. Tamb\u00e9m moveram a aprova\u00e7\u00e3o da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.argentina.gob.ar\/salud\/sexual\/acceso-la-interrupcion-del-embarazo-ive-ile\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>lei de acesso \u00e0 interrup\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria da gesta\u00e7\u00e3o (27.610\/2021)<\/u><\/a>; e da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.argentina.gob.ar\/justicia\/derechofacil\/leysimple\/mujeres-generos-diversidad\/equidad-de-genero-en-servicios-de\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>lei de equidade de g\u00eanero em servi\u00e7os de comunica\u00e7\u00e3o (27.635\/2021)<\/u><\/a>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cDiante dessa realidade avassaladora do movimento feminista que avan\u00e7a, que exige, os meios ou se adaptam ou ficam para tr\u00e1s\u201d, disse ela.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A adapta\u00e7\u00e3o se deu tamb\u00e9m pela cria\u00e7\u00e3o do posto de editora de g\u00eanero. No entanto, como a pesquisa realizada por Spinetta apontou, alguns desses meios n\u00e3o mantiveram o cargo quando as primeiras nomeadas renunciaram, em um poss\u00edvel ind\u00edcio de parco compromisso com a quest\u00e3o.<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><strong>LEIA TAMB\u00c9M: <a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/editoras-de-genero-avancam-cobertura-inclusiva-enfrentam-violencia-online-e-criam-aliancas-na-america-latina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Editoras de g\u00eanero avan\u00e7am cobertura inclusiva, enfrentam viol\u00eancia online e criam alian\u00e7as na Am\u00e9rica Latina<\/a><\/strong><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Al\u00e9m disso, segundo a pesquisadora, agora existe um \u201cnovo cen\u00e1rio\u201d, forjado pelas perdas provocadas pela pandemia, pela profunda crise econ\u00f4mica argentina e por um governo que \u201cn\u00e3o p\u00f4de resolver nenhum dos problemas deste pa\u00eds\u201d, disse ela.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cIsso abre espa\u00e7o para o crescimento dos setores mais de direita, que se prop\u00f5em a ir contra as conquistas trabalhistas. Aqui h\u00e1 candidatos que dizem abertamente que \u2018se eu ganhar, vou fechar o minist\u00e9rio das mulheres\u2019, uma conquista de quatro anos, criada com o atual governo e tamb\u00e9m produto de toda essa luta\u201d, afirmou Spinetta.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">As editoras de g\u00eanero est\u00e3o no meio dessas disputas, acredita Spinetta.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201c[Elas] nasceram com uma for\u00e7a feminista muito grande nas ruas e, agora, n\u00e3o \u00e9 que isso tenha retrocedido, mas n\u00e3o h\u00e1 uma demanda unificada, como houve com o aborto, \u2018vamos todas por essa lei\u2019. Agora, por que estamos lutando? Contra a d\u00edvida, contra o ajuste [fiscal], contra a viol\u00eancia? Isso est\u00e1 mais em discuss\u00e3o\u201d, afirmou.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Um dos objetivos da Rede de Editoras de G\u00eanero da Argentina (REG), impulsionada pela UNFPA, \u00e9 justamente acompanhar essas profissionais ap\u00f3s certa dispers\u00e3o do movimento feminista no pa\u00eds, disse Mariana Isasi, chefe da UNFPA na Argentina, \u00e0\u00a0<strong>LJR<\/strong>.<\/p>\n<div id=\"attachment_79358\" style=\"width: 440px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-79358\" class=\"wp-image-79358\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/RedEditorasGeneroArgentina2-1024x575.jpg\" alt=\"12 women sitting at a table during a work meeting\" width=\"430\" height=\"242\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/RedEditorasGeneroArgentina2-1024x575.jpg 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/RedEditorasGeneroArgentina2-300x168.jpg 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/RedEditorasGeneroArgentina2-768x431.jpg 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/RedEditorasGeneroArgentina2-1536x863.jpg 1536w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/RedEditorasGeneroArgentina2-2048x1150.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><p id=\"caption-attachment-79358\" class=\"wp-caption-text\">Mariana Isasi (primeira \u00e0 esq.) durante encontro da Rede de Editoras de G\u00eanero da Argentina. (Foto: Clara Campos \/ UNFPA Argentina)<\/p><\/div>\n<p dir=\"ltr\">\u201cNeste momento, um dos desafios tem a ver com o fato de que, tendo avan\u00e7ado em alguns dos direitos que exigimos h\u00e1 muito tempo e que conquistamos, o movimento de mulheres se desarticulou um pouco na Argentina, e essas posi\u00e7\u00f5es ficaram um pouco expostas e sozinhas. \u00c9 por isso que, a partir de nossa posi\u00e7\u00e3o, do que podemos fazer, de uma organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, acompanh\u00e1-las \u00e9 parte do que nos parece necess\u00e1rio para fortalec\u00ea-las, para que possam continuar a desempenhar seu papel\u201d, afirmou.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Para Isasi, um dos principais desafios para as editoras e tamb\u00e9m um caminho para mitigar a viol\u00eancia contra elas \u00e9 esclarecer o que \u00e9 esse cargo, tanto dentro dos meios de comunica\u00e7\u00e3o quanto para o p\u00fablico.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cMuitas vezes, elas s\u00e3o solicitadas a fazer coisas que n\u00e3o t\u00eam nada a ver com sua fun\u00e7\u00e3o e que n\u00e3o t\u00eam o poder de fazer. Elas podem influenciar algumas quest\u00f5es, mas, em \u00faltima an\u00e1lise, o respons\u00e1vel pelo conte\u00fado que aparece em qualquer meio de comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 o pr\u00f3prio meio\u201d, afirmou. \u201cO que aconteceu em alguns casos \u00e9 que elas foram colocadas como referentes e como aquelas que t\u00eam de responder a qualquer quest\u00e3o que apare\u00e7a no meio [em que trabalham]. As editoras de g\u00eanero n\u00e3o s\u00e3o respons\u00e1veis por todo o conte\u00fado que \u00e9 veiculado ou n\u00e3o. Ainda \u00e9 um desafio esclarecer isso e, acima de tudo, fazer com que os meios de comunica\u00e7\u00e3o assumam a responsabilidade pelo que acontece em cada meio.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\"><em>Banner: Manifestante em primeiro protesto do #NiUnaMenos em Buenos Aires, em 3 de junho de 2015. Foto: Leandro Martinez \/ Flickr CC.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde 2019, 13 meios de comunica\u00e7\u00e3o argentinos criaram o posto de editora de g\u00eanero, o que faz do pa\u00eds o terreno mais f\u00e9rtil na Am\u00e9rica Latina para essas profissionais. Uma pesquisa in\u00e9dita ouviu 12 delas e constatou que as editoras s\u00e3o alvo de viol\u00eancia online com assustadora frequ\u00eancia, e que a maioria delas n\u00e3o se intimida perante os ataques.<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":79312,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1221],"tags":[1425],"coauthors":[],"class_list":["post-79310","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-violencia-contra-jornalistas-pt-br","tag-argentina-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.4) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Na pioneira Argentina, 83% das editoras de g\u00eanero j\u00e1 foram alvo de viol\u00eancia digital, aponta pesquisa - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Na pioneira Argentina, 83% das editoras de g\u00eanero j\u00e1 foram alvo de viol\u00eancia digital, aponta pesquisa Viol\u00eancia Contra Jornalistas. 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