{"id":82054,"date":"2023-11-15T10:12:06","date_gmt":"2023-11-15T16:12:06","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=82054"},"modified":"2023-11-15T10:12:35","modified_gmt":"2023-11-15T16:12:35","slug":"partindo-da-america-latina-narcofiles-une-jornalistas-de-23-paises-para-revelar-novas-redes-globais-do-crime-organizado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/partindo-da-america-latina-narcofiles-une-jornalistas-de-23-paises-para-revelar-novas-redes-globais-do-crime-organizado\/","title":{"rendered":"Partindo da Am\u00e9rica Latina, NarcoFiles une jornalistas de 23 pa\u00edses para revelar novas redes globais do crime organizado"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\">De uma falha de seguran\u00e7a de dados no Minist\u00e9rio P\u00fablico da Col\u00f4mbia surgiu \u201co maior projeto investigativo sobre crime organizado originado na Am\u00e9rica Latina\u201d. O\u00a0<a href=\"https:\/\/www.occrp.org\/es\/narcofiles-the-new-criminal-order\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>NarcoFiles<\/u><\/a>, que estreou no dia 6 de novembro, reuniu mais de 70 jornalistas e 40 meios de comunica\u00e7\u00e3o de 23 pa\u00edses para explorar um vazamento de informa\u00e7\u00f5es que evidenciam as novas estrat\u00e9gias e configura\u00e7\u00f5es globais do tr\u00e1fico de drogas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O projeto \u00e9 liderado pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.occrp.org\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>OCCRP<\/u><\/a> (Projeto de Reportagem sobre Crime Organizado e Corrup\u00e7\u00e3o, na sigla em ingl\u00eas) em parceria com o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.elclip.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>CLIP<\/u><\/a> (Centro Latino-Americano de Investiga\u00e7\u00e3o Jornal\u00edstica, na sigla em espanhol) e conta com meios parceiros em nove pa\u00edses da regi\u00e3o: Brasil, Col\u00f4mbia, Equador, Guatemala, Honduras, M\u00e9xico, Panam\u00e1, Peru e Venezuela. Al\u00e9m dos latino-americanos, meios de Estados Unidos e 13 pa\u00edses europeus tamb\u00e9m fazem parte do cons\u00f3rcio.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A investiga\u00e7\u00e3o partiu do vazamento,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.semana.com\/nacion\/articulo\/periodista-australiano-confirma-el-gran-hackeo-que-sufrio-la-fiscalia-colombiana-se-robaron-5-millones-de-correos\/202214\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>divulgado em outubro de 2022<\/u><\/a>, de mais de cinco terabytes de dados do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal da Col\u00f4mbia. A t\u00edtulo de compara\u00e7\u00e3o, o vazamento no qual se baseou a investiga\u00e7\u00e3o\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/megainvestigacao-colaborativa-pandora-papers-aumenta-a-relevancia-de-meios-pequenos-e-independentes-na-america-latina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Pandora Papers tinha 2,9 terabytes<\/u><\/a>, enquanto o projeto Panama Papers partiu de um\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/96-jornalistas-da-america-latina-colaboram-com-o-panama-papers-um-projeto-de-investigacao-global\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>vazamento de 2,6 terabytes<\/u><\/a> de dados.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O vazamento foi reivindicado pela\u00a0<a href=\"https:\/\/enlacehacktivista.org\/comunicado_guacamaya3.txt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>organiza\u00e7\u00e3o hackativista Guacamaya<\/u><\/a>, que em 2022 tamb\u00e9m hackeou institui\u00e7\u00f5es estatais de Chile, El Salvador,\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/espionagem-de-jornalistas-e-ativistas-mexicanos-foi-feita-a-partir-de-base-militar-secreta-revela-investigacao-exercito-espiao-ongs-pedem-apoio-internacional\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>M\u00e9xico<\/u><\/a> e Peru. A organiza\u00e7\u00e3o teria se aproveitado de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.occrp.org\/en\/narcofiles-the-new-criminal-order\/what-is-narcofiles-the-new-criminal-order-everything-you-need-to-know\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>uma vulnerabilidade no servidor de emails Microsoft Exchange<\/u><\/a> para acessar os dados.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Diante da divulga\u00e7\u00e3o do vazamento, em novembro de 2022 o Minist\u00e9rio P\u00fablico da Col\u00f4mbia\u00a0<a href=\"https:\/\/www.wradio.com.co\/2022\/11\/04\/fiscalia-sigue-investigando-hackeo-de-informacion-clave-judicial\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>afirmou que havia aberto \u201cuma investiga\u00e7\u00e3o criminal<\/u><\/a> para esclarecer a suposta ocorr\u00eancia do evento de seguran\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Entre os dados vazados do MP colombiano estavam mais de sete milh\u00f5es de emails trocados pelos funcion\u00e1rios do \u00f3rg\u00e3o, al\u00e9m de documentos em PDF, planilhas e clipes de \u00e1udio, entre outros formatos. As informa\u00e7\u00f5es nos emails e documentos diziam respeito a investiga\u00e7\u00f5es do MP da Col\u00f4mbia sobre o crime organizado, inclusive opera\u00e7\u00f5es em parceria com outros pa\u00edses.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cEsse \u00e9 definitivamente um dos maiores vazamentos com o qual j\u00e1 trabalhamos\u201d, disse Paul Radu, cofundador e diretor de inova\u00e7\u00e3o do OCCRP, \u00e0\u00a0<strong>LatAm Journalism Review (LJR)<\/strong>. Desde 2007 a organiza\u00e7\u00e3o realiza e coordena investiga\u00e7\u00f5es colaborativas transnacionais, e segundo ele esse \u00e9 o maior projeto desse tipo originado na Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<div id=\"attachment_82071\" style=\"width: 430px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-82071\" class=\"wp-image-82071\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/PaulRaduOCCRP-1.jpg\" alt=\"white man working on a laptop during an editorial meeting\" width=\"420\" height=\"280\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/PaulRaduOCCRP-1.jpg 600w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/PaulRaduOCCRP-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/PaulRaduOCCRP-1-350x234.jpg 350w\" sizes=\"auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><p id=\"caption-attachment-82071\" class=\"wp-caption-text\">Paul Radu, do OCCRP: \"Trabalhamos com crime organizado h\u00e1 muito tempo e realizamos muitos projetos, mas nunca nessa escala.\" (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o OCCRP)<\/p><\/div>\n<p dir=\"ltr\">\u201cDepois dos Panama Papers e nossas investiga\u00e7\u00f5es sobre as\u00a0<a href=\"https:\/\/www.occrp.org\/en\/laundromats\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>\u2018lavanderias\u2019<\/u><\/a>, todos estavam focados em crimes financeiros: offshores, facilitadores e esse tipo de estrutura financeira que est\u00e1 por tr\u00e1s de grande parte da corrup\u00e7\u00e3o no mundo. Mas n\u00e3o havia investiga\u00e7\u00f5es em grande escala sobre o crime organizado. Trabalhamos com crime organizado h\u00e1 muito tempo e realizamos muitos projetos, mas nunca nessa escala\u201d, disse Radu.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Na ocasi\u00e3o do vazamento, os dados foram compartilhados com o OCCRP e alguns meios colombianos, inclusive\u00a0<a href=\"https:\/\/cerosetenta.uniandes.edu.co\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Cerosetenta<\/u><\/a> e\u00a0<a href=\"https:\/\/voragine.co\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Vor\u00e1gine<\/u><\/a>, que fazem parte do projeto NarcoFiles. Embora alguns meios do pa\u00eds tenham publicado reportagens baseadas nos dados logo em seguida ao vazamento, OCCRP, CLIP, Cerosetenta e Vor\u00e1gine decidiram em conjunto mergulhar nos dados e realizar uma investiga\u00e7\u00e3o colaborativa transnacional a partir das pistas presentes nos documentos vazados.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cNossa vis\u00e3o era de que n\u00e3o poderia ser mais uma hist\u00f3ria sobre coca\u00edna e colombianos e mexicanos, porque j\u00e1 estamos cansados disso\u201d, disse Maria Teresa Ronderos, diretora do CLIP, \u00e0\u00a0<strong>LJR<\/strong>. \u201cT\u00ednhamos que mostrar realmente como opera o crime organizado, n\u00e3o apenas olhando para a origem, como sempre fazem, mas olhando todo o panorama. E como eles [OCCRP] tinham muitos aliados na Europa, sa\u00edram a busc\u00e1-los, porque encontramos que grande parte da coca\u00edna e das rotas iam para l\u00e1.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">OCCRP e CLIP tamb\u00e9m passaram a convidar seus parceiros na Am\u00e9rica Latina \u2013 meios e jornalistas com os quais as duas organiza\u00e7\u00f5es j\u00e1 tinham trabalhado em outras investiga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cReunimos um grupo bastante grande de jornalistas altamente selecionados na Am\u00e9rica Latina, porque quer\u00edamos pessoas muito s\u00e9rias, investigativas e respons\u00e1veis. Ter acesso [ao vazamento] implicava uma responsabilidade gigantesca, pois havia informa\u00e7\u00f5es muito sens\u00edveis sobre investiga\u00e7\u00f5es em andamento, n\u00fameros de telefone, emails, nomes de investigadores, agentes... S\u00f3 poder\u00edamos trabalhar com as melhores pessoas. H\u00e1 pessoas muito s\u00e9rias no continente, mas, especialmente para isso, escolhemos pessoas que j\u00e1 conhec\u00edamos por sua seriedade\u201d, disse Ronderos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Um desses parceiros foi\u00a0<a href=\"https:\/\/ojo-publico.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Ojo P\u00fablico<\/u><\/a>, cuja equipe dedicada ao projeto foi liderada por Nelly Luna Amancio, diretora jornal\u00edstica do meio peruano. Ela tamb\u00e9m destacou a import\u00e2ncia da confian\u00e7a m\u00fatua entre os parceiros no tratamento dos dados sens\u00edveis presentes no vazamento de informa\u00e7\u00f5es do MP colombiano.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cNem todas as informa\u00e7\u00f5es contidas no vazamento t\u00eam o peso da relev\u00e2ncia p\u00fablica\u201d, disse Amancio \u00e0\u00a0<strong>LJR<\/strong>. \u201cA ideia era trabalhar com parceiros com os quais j\u00e1 havia um certo tipo de confian\u00e7a e, como em muitos outros projetos colaborativos, a confian\u00e7a tamb\u00e9m foi a base do motivo pelo qual compartilhamos informa\u00e7\u00f5es com tantos parceiros e, ao mesmo tempo, a honestidade de abordar os documentos e depois investig\u00e1-los mais a fundo com t\u00e9cnicas de reportagem tradicionais.\u201d<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">\u2018Ponto de entrada\u2019<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Diante desse \u201cvazamento monumental\u201d, como qualificou Ronderos, era imprescind\u00edvel criar uma metodologia para acessar os dados e facilitar a explora\u00e7\u00e3o para os jornalistas envolvidos na investiga\u00e7\u00e3o. Esse trabalho ficou a cargo da equipe da OCCRP, disse ela.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cN\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel entrar em algo assim e pesquisar documento por documento, porque isso te deixaria louca. Portanto, tivemos que sistematizar, classificar, ordenar por assunto, para que fosse mais f\u00e1cil para as pessoas [trabalharem]\u201d, contou Ronderos, que destacou que o vazamento foi apenas \u201ca base\u201d das investiga\u00e7\u00f5es realizadas pelo projeto.<\/p>\n<div id=\"attachment_82074\" style=\"width: 410px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-82074\" class=\"wp-image-82074 size-full\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/mariateresaronderos_clip.jpg\" alt=\"white woman sitting on a chair and smiling in front of a world map wallpaper\" width=\"400\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/mariateresaronderos_clip.jpg 400w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/mariateresaronderos_clip-300x300.jpg 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/mariateresaronderos_clip-150x150.jpg 150w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/mariateresaronderos_clip-24x24.jpg 24w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/mariateresaronderos_clip-48x48.jpg 48w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/mariateresaronderos_clip-96x96.jpg 96w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><p id=\"caption-attachment-82074\" class=\"wp-caption-text\">Maria Teresa Ronderos, do CLIP: \"Reunimos muitas informa\u00e7\u00f5es que v\u00e3o muito al\u00e9m do que estava no vazamento.\" (Foto: Arquivo pessoal)<\/p><\/div>\n<p dir=\"ltr\">Radu expressou a mesma ideia. \u201cO vazamento \u00e9 apenas um pretexto para essa colabora\u00e7\u00e3o\u201d, disse ele. \u201cNos deu um ponto de entrada nesse mundo, mas a partir disso usamos muitas mais bases de dados de v\u00e1rios lugares, e isso nos deu acesso a mais hist\u00f3rias.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em quase um ano de trabalho, os jornalistas partiram das informa\u00e7\u00f5es presentes no vazamento e consultaram bases de dados e documentos diversos, entraram com pedidos de acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o em v\u00e1rios pa\u00edses e entrevistaram centenas de pessoas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cEm algumas reportagens, as pessoas foram a dois, tr\u00eas, quatro pa\u00edses, ou seja, houve pessoas que foram a muitos pa\u00edses para documentar bem uma hist\u00f3ria\u201d, contou Ronderos. \u201cInvestigamos, conversamos com especialistas, com a pol\u00edcia, com organiza\u00e7\u00f5es e \u00f3rg\u00e3os de seguran\u00e7a em v\u00e1rios pa\u00edses, em alguns casos at\u00e9 mesmo com alguns dos criminosos (...) Portanto, reunimos muitas informa\u00e7\u00f5es que v\u00e3o muito al\u00e9m do que estava no vazamento.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Desse trabalho resultaram \u201cmais de 50 hist\u00f3rias\u201d, disse Ronderos, que v\u00eam sendo publicadas nos meios parceiros e nos sites do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.occrp.org\/en\/narcofiles-the-new-criminal-order\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>OCCRP<\/u><\/a> e do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.elclip.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>CLIP<\/u><\/a>. As reportagens d\u00e3o conta do movimento da produ\u00e7\u00e3o de coca\u00edna, de Col\u00f4mbia, Peru e Bol\u00edvia para as Am\u00e9ricas Central e do Norte \u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.agenciaocote.com\/blog\/2023\/11\/06\/como-en-guatemala-se-empieza-a-producir-pasta-para-cocaina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Guatemala<\/u><\/a>, Honduras e\u00a0<a href=\"https:\/\/interactivos.eluniversal.com.mx\/2023\/narco-files\/05-reubica-mex.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>M\u00e9xico<\/u><\/a>; novos laborat\u00f3rios de produ\u00e7\u00e3o de coca\u00edna em pa\u00edses como\u00a0<a href=\"https:\/\/ojo-publico.com\/4743\/narcofiles-el-mecanismo-la-nueva-cooperacion-global-entre-narcos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>Holanda<\/u><\/a> e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.knack.be\/nieuws\/belgie\/de-nieuwe-dreiging-cocapasta-in-belgie\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>B\u00e9lgica<\/u><\/a>; a exporta\u00e7\u00e3o da \u201cexpertise\u201d colombiana na produ\u00e7\u00e3o da droga, com o envio de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.prensa.com\/unidad-investigativa\/los-cocineros-trotamundos-de-colombia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>\u201ccozinheiros\u201d de coca colombianos para a Europa<\/u><\/a>, entre dezenas de outros temas que d\u00e3o conta da presen\u00e7a global e articulada do crime organizado.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Para Amancio, as reportagens de NarcoFiles possibilitam \u201ccompreender uma forma de crime organizado urbano, com alta capacidade de adapta\u00e7\u00e3o a novas formas de repress\u00e3o por parte das autoridades e, acima de tudo, com um amplo poder b\u00e9lico e econ\u00f4mico\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201c\u00c9 tamb\u00e9m uma nova maneira de os jornalistas nos ensinarem como podemos incorporar novas metodologias para entender essas organiza\u00e7\u00f5es que s\u00e3o cada vez mais multinacionais e mais sofisticadas em suas a\u00e7\u00f5es. Embora continuem a usar a viol\u00eancia urbana, o assassinato contratado, esses crimes antigos, a estrutura que ampara esses crimes \u00e9 agora muito mais complexa, sofisticada e violenta\u201d, disse ela.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">E diante da complexidade, da sofistica\u00e7\u00e3o e da viol\u00eancia do crime organizado, um dos aprendizados nessa colabora\u00e7\u00e3o foi a relev\u00e2ncia do tema da seguran\u00e7a dos jornalistas, destacou Amancio.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cTivemos muitas conversas com a equipe sobre como nos proteger digital e fisicamente, porque estamos falando de organiza\u00e7\u00f5es muito poderosas. Parte do aprendizado tamb\u00e9m, quando se aborda essas quest\u00f5es, \u00e9 cuidar da equipe, cuidar de si mesmo, repensar nossos mecanismos de defesa quando estamos nas ruas, n\u00e3o presumir que, por estarmos publicando juntos, h\u00e1 apenas uma maneira de nos proteger. Nessa incr\u00edvel capacidade de adapta\u00e7\u00e3o que o crime tem, n\u00f3s somos os inimigos na tentativa de exp\u00f4-los\u201d, disse ela.<\/p>\n<h3 dir=\"ltr\">\u2018Esp\u00edrito de colabora\u00e7\u00e3o\u2019<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Assim como em outros projetos transnacionais realizados pelo OCCRP e pelo CLIP, a colabora\u00e7\u00e3o entre jornalistas de diferentes pa\u00edses aconteceu em sua maior parte de maneira remota. Nesse projeto, por\u00e9m, houve um encontro presencial no Panam\u00e1 com cerca de 20 jornalistas, a maioria da Am\u00e9rica Latina, que se reuniram no come\u00e7o do ano para uma esp\u00e9cie de \u201creda\u00e7\u00e3o expressa\u201d dedicada ao NarcoFiles. Nos dias em que passaram reunidos, os jornalistas compartilharam seus achados at\u00e9 aquele momento e forjaram colabora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cFoi quando come\u00e7amos a ver as hist\u00f3rias e, obviamente, quando as pessoas se encontram pessoalmente, se n\u00e3o se conheciam antes, surge a colabora\u00e7\u00e3o. As pessoas come\u00e7aram a colaborar, a trocar hist\u00f3rias e, a partir da\u00ed, surgiram as alian\u00e7as. Voc\u00ea ver\u00e1 que v\u00e1rias das hist\u00f3rias s\u00e3o assinadas por algu\u00e9m do CLIP, algu\u00e9m do OCCRP, algu\u00e9m do Quinto Elemento no M\u00e9xico, algu\u00e9m de n\u00e3o sei onde... Todos n\u00f3s come\u00e7amos a colaborar uns com os outros\u201d, contou Ronderos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Dali seguiu a coordena\u00e7\u00e3o das investiga\u00e7\u00f5es colaborativas, realizada primariamente por OCCRP com apoio do CLIP. Ronderos considera que o primeiro desafio em um projeto dessa grandiosidade \u00e9 justamente a coordena\u00e7\u00e3o: \u201ccoordenar todas essas pessoas para que tenham a liberdade de trabalhar como quiserem, com seus pr\u00f3prios par\u00e2metros de seus editores e seu meio de comunica\u00e7\u00e3o, mas ao mesmo tempo apoi\u00e1-las, ficar de olho nelas, saber como est\u00e3o se saindo e como est\u00e3o progredindo em uma hist\u00f3ria.\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Outro desafio, segundo ela, \u00e9 a comunica\u00e7\u00e3o, atravessada pelas diferen\u00e7as culturais que j\u00e1 s\u00e3o pronunciadas entre latino-americanos de pa\u00edses diversos, e mais ainda entre jornalistas de diferentes continentes. Os coordenadores tamb\u00e9m precisam \u201cn\u00e3o perder ningu\u00e9m de vista, manter todos em seu radar\u201d e fomentar o entusiasmo da equipe com o projeto, disse Ronderos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cHouve pessoas que come\u00e7aram, que estavam entusiasmadas, que participaram no in\u00edcio e depois n\u00e3o continuaram, por raz\u00f5es, imagino, de suas pr\u00f3prias urg\u00eancias e necessidades editoriais (...) \u00c9 dif\u00edcil, porque as pessoas tamb\u00e9m ficam desanimadas, elas se esquecem [da investiga\u00e7\u00e3o]. Em um projeto de longo prazo como esse, \u00e9 preciso manter o projeto vivo e manter as pessoas informadas e entusiasmadas\u201d, disse ela.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O \u00faltimo grande desafio da coordena\u00e7\u00e3o, segundo Ronderos, \u00e9 colocar um ponto final nas investiga\u00e7\u00f5es e nas reportagens.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cTodo artigo pode ser corrigido 150 mil vezes e melhorado e aperfei\u00e7oado infinitamente. Portanto, voc\u00ea tamb\u00e9m precisa dar um fim a isso e dizer \u2018ser\u00e1 feito at\u00e9 tal dia, vamos encerrar\u2019\u201d, disse ela. Inclusive porque depois de fechar as reportagens, ainda h\u00e1 as etapas de edi\u00e7\u00e3o, revis\u00e3o jur\u00eddica e produ\u00e7\u00e3o de elementos gr\u00e1ficos, por exemplo, lembrou Ronderos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Segundo Radu, o OCCRP tem trabalhado h\u00e1 15 anos no desenvolvimento de \u201ctecnologia para colabora\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cEstou falando de plataformas tecnol\u00f3gicas que ajudam as colabora\u00e7\u00f5es, mas o mais importante s\u00e3o as pessoas. Editores investigativos que sabem como conduzir uma colabora\u00e7\u00e3o e inspirar as pessoas em uma colabora\u00e7\u00e3o\u201d, disse ele, destacando o trabalho da equipe do OCCRP na Am\u00e9rica Latina, liderada pelo jornalista Nathan Jaccard, baseado na Col\u00f4mbia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A coordena\u00e7\u00e3o deve responder a todas as necessidades dos jornalistas envolvidos na colabora\u00e7\u00e3o \u201cmuito rapidamente\u201d, disse Radu.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cDurante o desenvolvimento do projeto, durante a publica\u00e7\u00e3o e depois da publica\u00e7\u00e3o, voc\u00ea se certifica de que os parceiros est\u00e3o seguros e que podem continuar trabalhando. Portanto, n\u00e3o se trata apenas de um evento \u00fanico, de fazer isso e depois deixar todo mundo por conta pr\u00f3pria. Trata-se realmente do esp\u00edrito de colabora\u00e7\u00e3o, em que voc\u00ea cuida da colabora\u00e7\u00e3o mesmo depois de public\u00e1-la. (...) A colabora\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas um jogo \u00fanico. \u00c9 realmente um jogo de longo prazo\u201d, disse ele.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Radu espera que jornalistas investigativos de todo o mundo decidam se dedicar a investigar o crime organizado transnacional desde suas localidades, fazendo as conex\u00f5es com os movimentos globais mapeados pelo NarcoFiles.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os jornalistas tamb\u00e9m esperam que esse esp\u00edrito de colabora\u00e7\u00e3o inspire autoridades de diferentes pa\u00edses a cooperar no combate ao crime organizado em escala regional e global.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cO que o jornalismo est\u00e1 fazendo agora \u00e9 abordar essas quest\u00f5es a partir de uma narrativa latino-americana, de uma perspectiva transfronteiri\u00e7a, porque esses criminosos entenderam muito melhor do que os Estados os fluxos econ\u00f4micos e da opera\u00e7\u00e3o de seus neg\u00f3cios ilegais\u201d, disse Amancio.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cN\u00e3o h\u00e1 um di\u00e1logo real sobre como lidar com a luta contra as drogas no mundo. Ningu\u00e9m quer aceitar que est\u00e1 claro que a estrat\u00e9gia promovida at\u00e9 agora n\u00e3o funcionou. Acho que [NarcoFiles] abre a porta para a necessidade de uma resposta mais regional a organiza\u00e7\u00f5es que s\u00e3o transfronteiri\u00e7as, porque a pol\u00edcia ou os militares, com sua abordagem territorial, n\u00e3o conseguir\u00e3o derrot\u00e1-las, porque elas se movem muito rapidamente e t\u00eam uma capacidade de deslocamento nunca vista antes.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto investigativo partiu de informa\u00e7\u00f5es vazadas do Minist\u00e9rio P\u00fablico colombiano para desvelar novas estrat\u00e9gias e configura\u00e7\u00f5es globais do tr\u00e1fico de drogas. 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Puedes encontrarla en Twitter: @caroldeassis. _______ Carolina de Assis \u00e9 uma jornalista e pesquisadora brasileira que vive em Juiz de Fora (MG). \u00c9 mestra em Estudos da Mulher e de G\u00eanero pelo programa GEMMA \u2013 Universit\u00e0 di Bologna (It\u00e1lia) \/ Universiteit Utrecht (Holanda). Trabalhou como editora na revista digital G\u00eanero e N\u00famero e se interessa especialmente por iniciativas jornal\u00edsticas que promovam os direitos humanos e a justi\u00e7a de g\u00eanero. 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