{"id":83676,"date":"2024-01-17T09:39:37","date_gmt":"2024-01-17T15:39:37","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=83676"},"modified":"2024-01-17T09:39:37","modified_gmt":"2024-01-17T15:39:37","slug":"como-meios-de-comunicacao-de-chile-cuba-e-mexico-tornaram-visivel-a-violencia-obstetrica-na-regiao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/como-meios-de-comunicacao-de-chile-cuba-e-mexico-tornaram-visivel-a-violencia-obstetrica-na-regiao\/","title":{"rendered":"Como meios de comunica\u00e7\u00e3o de Chile, Cuba e M\u00e9xico tornaram vis\u00edvel a viol\u00eancia obst\u00e9trica na regi\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Embora a viol\u00eancia obst\u00e9trica seja um<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> problema<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> difundido <\/span><a href=\"https:\/\/iris.paho.org\/handle\/10665.2\/50724\"><span style=\"font-weight: 400;\">que continua a afetar milhares de mulheres na Am\u00e9rica Latina<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">jornalistas dizem que<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> o tema continua invis\u00edvel na maioria dos meios de comunica\u00e7\u00e3o tradicionais por fatores que v\u00e3o desde a dificuldade de cobertura at\u00e9 a falta de dados oficiais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No entanto, algumas reportagens investigativas recentes na regi\u00e3o t\u00eam se destacado por ajudar a revelar esta realidade oculta. Por meio de dados concretos e de testemunhos chocantes, jornalistas de pa\u00edses como Chile, Cuba e M\u00e9xico reportaram que a viol\u00eancia obst\u00e9trica \u00e9 um problema. Al\u00e9m disso, conseguiram dar visibilidade \u00e0s v\u00edtimas e at\u00e9 gerar rea\u00e7\u00f5es por parte das autoridades de sa\u00fade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A viol\u00eancia obst\u00e9trica \u00e9<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> definida pela OMS como a viol\u00eancia sofrida por mulheres durante a gravidez ou o parto, o que inclui abuso f\u00edsico, humilha\u00e7\u00e3o, abuso verbal e procedimentos m\u00e9dicos n\u00e3o consensuais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os tr\u00eas trabalhos jornal\u00edsticos detalhados abaixo s\u00e3o um exemplo de como o jornalismo na Am\u00e9rica Latina est\u00e1 cobrindo a viol\u00eancia obst\u00e9trica, as abordagens que podem ser adotadas para o problema e as estrat\u00e9gias para se chegar a dados e testemunhos e gerar impacto.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Revelando uma realidade oculta<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O presidente do Chile, Gabriel Boric, expressou um pedido p\u00fablico de desculpas em maio de 2022 a <\/span><a href=\"https:\/\/www.france24.com\/es\/minuto-a-minuto\/20220527-chile-se-disculpa-con-francisca-esterilizada-sin-consentimiento-por-tener-vih\"><span style=\"font-weight: 400;\">uma mulher soropositiva que foi esterilizada sem o seu consentimento ap\u00f3s o parto<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> em um hospital p\u00fablico. Num Acordo de Solu\u00e7\u00e3o Pac\u00edfica promovido pela Comiss\u00e3o Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), o Estado chileno aceitou a sua responsabilidade internacional pela viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos cometida e <\/span><a href=\"https:\/\/cimacnoticias.com.mx\/2021\/08\/03\/indemniza-estado-chileno-a-mujer-por-esterilizacion-forzada-al-ser-vih-positiva\/#gsc.tab=0\"><span style=\"font-weight: 400;\">prometeu reparar os danos<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cQuantas pessoas como voc\u00ea n\u00e3o conhecemos?\u201d, disse Boric no evento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao mesmo tempo que o presidente pedia desculpas, uma equipe da divis\u00e3o de investiga\u00e7\u00e3o do canal Meganoticias liderada por Roc\u00edo Larraguibel lutava para obter informa\u00e7\u00f5es oficiais sobre esteriliza\u00e7\u00f5es em hospitais p\u00fablicos no Chile, tanto por meio da Lei de Transpar\u00eancia quanto junto ao Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Durante meses, o canal investigou casos de mulheres estrangeiras que foram esterilizadas sem o seu consentimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Embora o tema tenha sido muito presente na m\u00eddia chilena, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Larraguibel disse que<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade n\u00e3o respondeu ao Meganoticias, e que poucos hospitais responderam aos pedidos de informa\u00e7\u00e3o. Diante desses resultados, a equipe decidiu investigar diretamente com as v\u00edtimas. Bastava ficar do lado de fora de um hospital e perguntar \u00e0s mulheres que compareciam \u00e0 consulta p\u00f3s-parto se haviam sido submetidas a esteriliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o autorizada ou se conheciam algu\u00e9m nessa situa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cA maioria delas conhecia algu\u00e9m que havia passado por isso\u201d, disse Larraguibel \u00e0<\/span><b> LatAm Journalism Review<\/b> <b>(LJR)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. \u201c\u00c9 como uma realidade que \u00e9 evidente mas estava escondida, praticamente era preciso s\u00f3 sair e perguntar o que estava acontecendo\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O resultado dessa investiga\u00e7\u00e3o, que durou mais de seis meses, foi <\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=rQrU08A7sXk\"><span style=\"font-weight: 400;\">a reportagem \u201cForam esterilizadas contra a sua vontade: Mulheres denunciam hospitais p\u00fablicos\u201d<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (<\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=rQrU08A7sXk\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cFueron esterilizadas contra su voluntad: Mujeres denuncian a hospitales p\u00fablicos<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d, em espanhol), transmitida em agosto de 2022. O trabalho <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">relatou que dezenas de mulheres no Chile foram submetidas a <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">procedimentos de esteriliza\u00e7\u00e3o no momento do parto ou em situa\u00e7\u00f5es de muita dor. Muitas delas s\u00e3o imigrantes que n\u00e3o falam espanhol e foram v\u00edtimas de viol\u00eancia obst\u00e9trica<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> supostamente devido ao <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">racismo e \u00e0 xenofobia,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> de acordo com a reportagem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Larraguibel disse que um dos principais motivos pelos quais o tema da viol\u00eancia obst\u00e9trica n\u00e3o est\u00e1 t\u00e3o presente na m\u00eddia tradicional do Chile \u00e9 a dificuldade de cobrir neglig\u00eancias m\u00e9dicas, que normalmente acontecem em espa\u00e7os confidenciais e s\u00e3o dif\u00edceis de comprovar com n\u00fameros oficiais e testemunhos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Contudo, com a reportagem, a equipa do Meganoticias conseguiu apresentar o tema como um problema generalizado que representa uma amea\u00e7a real aos direitos humanos das mulheres e dos seus filhos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cExiste uma esp\u00e9cie de controle de natalidade por meio dessa pr\u00e1tica que n\u00e3o deveria acontecer. \u00c9 errado, \u00e9 imoral. Este tipo de reportagem serve para tornar vis\u00edveis estas realidades que est\u00e3o ocultas. H\u00e1 tantas quest\u00f5es importantes e urgentes, mas para elas [as mulheres afetadas] isto tamb\u00e9m \u00e9 urgente e importante\u201d, disse Larraguibel. \u201cAcho que h\u00e1 a\u00ed um trabalho de imprensa que a m\u00eddia ou os jornalistas independentes podem aproveitar e revelar a partir das suas publica\u00e7\u00f5es\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ap\u00f3s a divulga\u00e7\u00e3o da reportagem, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade <\/span><a href=\"https:\/\/www.meganoticias.cl\/nacional\/385117-mujeres-esterilizadas-sin-consentimiento-investigaciones-minsal-reportaje-mega-02-08-2022.html\"><span style=\"font-weight: 400;\">estabeleceu uma mesa de debate com institui\u00e7\u00f5es para trabalhar em um protocolo mais r\u00edgido<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> para que os hospitais p\u00fablicos permitam que as mulheres decidam se querem ou n\u00e3o ter mais filhos. Al\u00e9m do mais,<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> Larraguibel disse que<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> as autoridades sanit\u00e1rias chilenas contataram a Meganoticias para tentar chegar \u00e0s v\u00edtimas de esteriliza\u00e7\u00e3o for\u00e7ada e ao pessoal m\u00e9dico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pela qualidade das entrevistas e por seu levantamento e trabalho com dados, a reportagem \u201c<\/span><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=rQrU08A7sXk\"><span style=\"font-weight: 400;\">Foram esterilizadas contra a sua vontade<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">\u201d recebeu <\/span><a href=\"https:\/\/premiorochedeperiodismo.com\/es\/premio-roche\/edicion\/2023\/trabajos\/periodismo-audiovisual\/fueron-esterilizadas-contra-su-voluntad-mujeres-denuncian-a-hospitales-publicos\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">uma men\u00e7\u00e3o honrosa no Roche Awards 2023<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Al\u00e9m disso, a investiga\u00e7\u00e3o ganhou o <\/span><a href=\"https:\/\/ppe.uahurtado.cl\/conoce-a-los-ganadores-del-premio-periodismo-de-excelencia-2022\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Pr\u00eamio de Excel\u00eancia Audiovisual em Jornalismo da Universidade Alberto Hurtado<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como resultado da reportagem, a Meganoticias recebeu mais depoimentos de mulheres chilenas que<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> disseram ter sido v\u00edtimas de viol\u00eancia obst\u00e9trica, ent\u00e3o<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> a equipe est\u00e1 atualmente preparando uma segunda parte que d\u00ea continuidade \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201c[A viol\u00eancia obst\u00e9trica] \u00e9 a viol\u00eancia de g\u00eanero mais invis\u00edvel que as mulheres sofrem, e \u00e9 essa mesma invisibilidade que tem levado a que se considere natural que o processo de parto tenha que ser doloroso, quando n\u00e3o tem necessariamente que ser assim\u201d disse Larraguibel . \u201cEra isso que quer\u00edamos tornar vis\u00edvel, que as mulheres tamb\u00e9m t\u00eam o direito de serem tratadas como corpos com autonomia, e n\u00e3o simplesmente como um corpo inerte que est\u00e1 ali para dar \u00e0 luz sem ser consultado\u201d.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Os primeiros n\u00fameros de um problema alarmante<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em Cuba, uma equipe de jornalistas realizou um projeto pioneiro de jornalismo colaborativo sobre as experi\u00eancias de parto de centenas de mulheres cubanas nas \u00faltimas d\u00e9cadas, que tamb\u00e9m destacou um problema alarmante de viol\u00eancia obst\u00e9trica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Publicado em junho de 2022, a investiga\u00e7\u00e3o <\/span><a href=\"https:\/\/www.partoscuba.info\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cPartos quebrados\u201d (\u201cPartos Rotos\u201d<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, em espanhol) relata, entre outras coisas, que centenas de m\u00e3es cubanas recordam os partos de seus filhos e filhas como epis\u00f3dios traum\u00e1ticos em que foram violadas e maltratadas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O projeto surgiu a partir de <\/span><a href=\"https:\/\/www.14ymedio.com\/cuba\/cesareas-muertes-materno-infantiles_0_2955904386.html\"><span style=\"font-weight: 400;\">uma reportagem<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> da jornalista Claudia Padr\u00f3n publicada em 2020, sobre <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">suposta m\u00e1s <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">pr\u00e1ticas nos partos de mulheres devido a cortes nos or\u00e7amentos de sa\u00fade em Cuba. Com base na reportagem, centenas de mulheres compartilharam experi\u00eancias semelhantes nas redes sociais, ent\u00e3o Padr\u00f3n viu a oportunidade de expandir sua pesquisa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cA maioria das [mulheres] que ousaram escrever narraram experi\u00eancias bastante negativas. E por isso tive a ideia de fazer um projeto maior onde mostrasse que n\u00e3o se tratava de casos aned\u00f3ticos, mas sim que se tratava de um problema estrutural e sist\u00eamico\", disse Padr\u00f3n \u00e0 <\/span><b>LJR<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A jornalista reuniu um grupo de colegas cubanos que trabalham dentro e fora da ilha para realizar o projeto \u201cPartos Quebrados\u201d. A equipe enfrentou o desafio de investigar um tema delicado que envolvia o sistema de sa\u00fade cubano \u2013 um dos aspectos que o regime mais orgulhosamente promove internacionalmente \u2013 num pa\u00eds onde a pr\u00e1tica do jornalismo independente \u00e9 proibida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os jornalistas desenvolveram um question\u00e1rio online que, embora extenso, foi respondido por 514 mulheres. O question\u00e1rio foi distribu\u00eddo de forma privada \u00e0s mulheres que partilharam o seu testemunho em <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">redes sociais <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">para evitar que as autoridades tomassem conhecimento da investiga\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, recrutaram uma equipe de entrevistadores volunt\u00e1rios em v\u00e1rias partes de Cuba para aplicar o question\u00e1rio aos seus familiares e amigos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Padr\u00f3n e sua equipe escolheram algumas das hist\u00f3rias compartilhadas nos question\u00e1rios para entrevistas em profundidade, a maioria delas realizadas por telefone ou mensagens de \u00e1udio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O resultado foi captado no site partoscuba.info, que inclui seis cap\u00edtulos de jornalismo de dados, depoimentos, hist\u00f3rias ilustradas e uma s\u00e9rie de podcasts. Devido ao seu trabalho meticuloso e ao bom uso de ferramentas jornal\u00edsticas e de ci\u00eancias sociais, a equipe <\/span><a href=\"https:\/\/premiorochedeperiodismo.com\/es\/premio-roche\/edicion\/2023\/trabajos\/periodismo-escrito\/partos-rotos\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">ganhou o Pr\u00eamio Roche 2023 na categoria Jornalismo Escrito<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Al\u00e9m disso, o trabalho foi escolhido como uma das <\/span><a href=\"https:\/\/gijn.org\/es\/articulos\/espanol-investigaciones-periodisticas-2022\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">melhores investiga\u00e7\u00f5es da Am\u00e9rica Latina em 2022 pela Rede Global de Jornalismo Investigativo<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (GIJN, por sua sigla em ingl\u00eas).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Contudo, o impacto mais not\u00e1vel do projeto \u00e9 que conseguiu o que poucos trabalhos jornal\u00edsticos independentes conseguem em Cuba: uma rea\u00e7\u00e3o do Estado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Poucas semanas depois da publica\u00e7\u00e3o de \u201cPartos Quebrados\u201d, o tema foi retomado por alguns meios de comunica\u00e7\u00e3o oficiais cubanos e <\/span><a href=\"https:\/\/www.swissinfo.ch\/spa\/cuba-salud_cuba-despierta-al-parto-respetuoso-tras-denuncias-por-violencia-obst%C3%A9trica\/48254240\"><span style=\"font-weight: 400;\">m\u00e9dicos reconheceram m\u00e1s pr\u00e1ticas<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Em agosto de 2022, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade publicou <\/span><a href=\"https:\/\/cuba.unfpa.org\/sites\/default\/files\/pub-pdf\/guia_actuacion_atencion_parto_respetuoso.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">um guia para pr\u00e1ticas de parto recomendadas<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> para prevenir a viol\u00eancia obst\u00e9trica e <\/span><a href=\"https:\/\/www.ipscuba.net\/salud-y-ciencia\/refuerzan-capacitacion-para-garantizar-parto-respetado-en-cuba\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">anunciou um projeto-piloto para partos respeitosos que seria aplicado em alguns hospitais<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cAs institui\u00e7\u00f5es tiveram que reconhecer que a viol\u00eancia obst\u00e9trica era de fato um problema e que iriam implementar um conjunto de medidas para mudar as pr\u00e1ticas de parto, de modo que as mulheres tivessem melhores experi\u00eancias\u201d, disse Padr\u00f3n.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A jornalista atribui esta rea\u00e7\u00e3o do Estado ao impacto que o projeto \u201cPartos Quebrados\u201d teve a n\u00edvel internacional e ao fato de a sa\u00fade e a educa\u00e7\u00e3o serem dois dos temas que o regime cubano mais tem interesse em destacar no exterior.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cCuba tem estat\u00edsticas baixas de mortalidade infantil. N\u00e3o h\u00e1 muita transpar\u00eancia, mas pelo menos \u00e9 assim que a sua imagem \u00e9 exportada para o mundo\u201d, afirmou. \u201cEnt\u00e3o, de repente as mulheres come\u00e7aram a contar sobre os erros que haviam vivenciado nas salas de parto, fosse devido \u00e0 atitude dos profissionais ou por falta de recursos. Muitos pequenos problemas foram sendo revelados, que quando voc\u00ea os somava, era poss\u00edvel ver um panorama bastante ca\u00f3tico do sistema de sa\u00fade\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A equipe de \u201cPartos Quebrados\u201d acompanhou a implanta\u00e7\u00e3o do programa-piloto e em nova edi\u00e7\u00e3o da pesquisa, publicada em agosto de 2023, <\/span><a href=\"https:\/\/www.partoscuba.info\/post\/parto-respetado-cuba-derecho-palabras\"><span style=\"font-weight: 400;\">reportou que<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> o plano do governo n\u00e3o estava sendo implementado<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. O <\/span><a href=\"https:\/\/www.cubanet.org\/destacados\/regimen-cubano-bloquea-partos-rotos-sitio-especializado-en-violencia-obstetrica\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">site do projeto foi posteriormente bloqueado<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> para impedir o seu acesso em Cuba.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Embora a amostra populacional que respondeu ao question\u00e1rio \u201cPartos Partidos\u201d n\u00e3o seja representativa, seus autores afirmam que o projeto revelou os primeiros n\u00fameros sobre a viol\u00eancia obst\u00e9trica em Cuba.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cSim, s\u00e3o os primeiros n\u00fameros que existem sobre isso, porque n\u00e3o havia nada\u201d, disse Padr\u00f3n. \u201cEm termos de dados, s\u00f3 h\u00e1 os do Anu\u00e1rio Estat\u00edstico de Sa\u00fade, onde se pode ver o n\u00famero de cesarianas que se realizam no ano, as mortes maternas, as mortes infantis, mas em Cuba n\u00e3o se medem os indicadores de aten\u00e7\u00e3o e a qualidade do atendimento materno-infantil\u201d.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Jornalismo e arte para o parto humanizado<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um dos principais desafios na cobertura da viol\u00eancia obst\u00e9trica, segundo jornalistas que investigaram o tema, \u00e9 fazer uma abordagem adequada \u00e0s v\u00edtimas. As equipes de \u201cElas foram esterilizados contra a vontade\u201d e de \u201cPartos Quebrados\u201d concordam que ter mulheres jornalistas entrevistando mulheres que sofreram viol\u00eancia obst\u00e9trica tende a gerar confian\u00e7a natural.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No entanto, uma reportagem sobre o tema realizada por jornalistas do sexo masculino no M\u00e9xico tamb\u00e9m conseguiu criar essa empatia e gerar impacto social. A reportagem <\/span><a href=\"https:\/\/redespoder.com\/destacadas\/parto-humanizado-en-coahuila\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cParto humanizado: uma necessidade urgente em Coahuila\u201d<\/span><\/a> <a href=\"https:\/\/redespoder.com\/destacadas\/parto-humanizado-en-coahuila\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cParto humanizado: Una necesidad urgente en Coahuila\u201d<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, em espanhol), do ve\u00edculo independente Red Es Poder, conseguiu constatar que os hospitais do estado mexicano de Coahuila excedem em muito o n\u00famero de cesarianas recomendado pela OMS. Al\u00e9m disso<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, o trabalho relatou falta de investimento de recursos p\u00fablicos para o combate \u00e0 viol\u00eancia obst\u00e9trica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Jorge Espejel, um dos autores junto com seu colega Gerardo Pineda, disse que eles conseguiram construir pontes de confian\u00e7a com as v\u00edtimas que lhes prestaram depoimentos gra\u00e7as ao fato de terem se capacitado sobre o assunto com especialistas e contado com a orienta\u00e7\u00e3o de Silka Guerrero , ativista e coach de maternidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEvidentemente encontramos logo essa resist\u00eancia, que \u00e9 natural e perfeitamente compreens\u00edvel\u201d, disse Espejel \u00e0 <\/span><b>LJR<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. \u201cNormalmente, da Red Es Poder temos acompanhado quest\u00f5es que t\u00eam a ver com o combate \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero e com a visibilidade dos movimentos que de repente est\u00e3o a tomar forma aqui na regi\u00e3o, e isso tamb\u00e9m ajudou\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como estrat\u00e9gia para ampliar o escopo de sua pesquisa, publicada em fevereiro de 2023, a Red Es Poder organizou uma instala\u00e7\u00e3o art\u00edstica em espa\u00e7o p\u00fablico da cidade de Torre\u00f3n, na qual artistas e mulheres realizaram pinturas alusivas \u00e0 maternidade. Al\u00e9m disso, Espejel e Pineda ofereceram uma palestra sobre sua reportagem, na qual estiveram presentes Guerrero e uma das mulheres que prestaram depoimento para a investiga\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cA ideia de realizar eventos subsequentes com narrativas diferentes \u00e9 para que o tema n\u00e3o morra t\u00e3o cedo e tamb\u00e9m para atingir outro p\u00fablico que pode n\u00e3o estar disposto a ler uma leitura de meia hora\u201d, disse Espejel. \u201cEstamos explorando narrativas novas ou alternativas para que a mensagem chegue a mais pessoas e para encontrar uma forma de transmitir coisas com mais diversidade\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A jornalista disse que tanto a reportagem quanto a instala\u00e7\u00e3o art\u00edstica abriram um canal para que mais mulheres se aproximassem da organiza\u00e7\u00e3o que apoia a gravidez e o parto de Guerrero.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A reportagem tamb\u00e9m descobriu que<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> alguns<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> hospitais privados de Coahuila oferecem pacotes obst\u00e9tricos \u00e0s mulheres desde o in\u00edcio da gravidez que incluem a pr\u00e1tica de cesarianas,\u00a0 e <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">que algumas<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> mulheres de Coahuila optam voluntariamente por uma cesariana para evitar a dor do parto natural, sem saber que a <\/span><a href=\"https:\/\/www.who.int\/es\/publications\/i\/item\/WHO-RHR-15.02#:~:text=La%20ces%C3%A1rea%2C%20cuando%20est%C3%A1%20justificada,quienes%20este%20procedimiento%20resulta%20innecesario.\"><span style=\"font-weight: 400;\">OMS considera a cesariana uma pr\u00e1tica de risco quando n\u00e3o h\u00e1 necessidade cl\u00ednica<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cPor isso acreditamos que \u00e9 importante divulgar esse tipo de informa\u00e7\u00e3o. Porque, no final das contas, quanto mais as m\u00e3es souberem o que \u00e9 uma ces\u00e1rea e o que \u00e9 um parto humanizado, maiores ser\u00e3o as chances de exigirem respeito aos seus direitos \u00e0 sa\u00fade reprodutiva nas institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade p\u00fablicas e privadas\u201d, disse Espejel.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Dicas para cobrir viol\u00eancia obst\u00e9trica<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Larraguibel, Padr\u00f3n e Espejel compartilharam alguns pontos-chave que acreditam que os jornalistas devem considerar ao cobrir quest\u00f5es relacionadas \u00e0 viol\u00eancia obst\u00e9trica na Am\u00e9rica Latina.<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><b> Receba treinamento em direitos reprodutivos<\/b><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A equipe do Meganoticias contou com a orienta\u00e7\u00e3o de uma advogada especializada em direitos reprodutivos para ajud\u00e1-la a compreender a dimens\u00e3o jur\u00eddica da quest\u00e3o e a determinar at\u00e9 que ponto poderiam intervir e investigar.<\/span><\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><b> Abordar a quest\u00e3o numa perspectiva de g\u00eanero<\/b><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Larraguibel disse que assumir uma perspectiva de g\u00eanero <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 quer dizer, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">neste caso<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, investigar tendo em conta as condi\u00e7\u00f5es de desigualdade entre os diferentes g\u00eaneros \u2013 <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">oferece ferramentas que facilitam a conversa com as v\u00edtimas. Isso inclui a maneira correta de conversar com elas e sempre deixar claro que o que vivenciaram n\u00e3o \u00e9 sua culpa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Padr\u00f3n acrescentou que \u00e9 preciso ter em mente que as mulheres que sofreram viol\u00eancia obst\u00e9trica podem sofrer traumas cont\u00ednuos, por isso devem ser tratadas com maior cuidado.<\/span><\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><b> Familiarize-se com os termos m\u00e9dicos<\/b><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Cobrir a viol\u00eancia obst\u00e9trica envolve gerenciar terminologia e conhecimentos m\u00e9dicos altamente especializados. Por isso, Padr\u00f3n aconselha que as pessoas se instruam em aspectos t\u00e9cnicos, para que na hora de contar as hist\u00f3rias, estas sejam precisas e compreens\u00edveis.<\/span><\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li><b> Deixe de lado os preconceitos<\/b><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Espejel disse que \u00e9 importante que os jornalistas que desejam cobrir a viol\u00eancia obst\u00e9trica, especialmente a masculina, deixem de lado todos os preconceitos machistas e de g\u00eanero. Em vez disso, disse Larraguibel, \u00e9 aconselh\u00e1vel tentar se conectar com a dor e o sofrimento das v\u00edtimas para abordar a quest\u00e3o.<\/span><\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li><b> Baseie a pesquisa em dados concretos<\/b><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Embora os depoimentos deem for\u00e7a e sentido \u00e0 narrativa, Espejel disse que \u00e9 importante que, desde o in\u00edcio da investiga\u00e7\u00e3o, seja tra\u00e7ada uma hip\u00f3tese baseada em dados concretos. Dessa forma fica mais f\u00e1cil estruturar a reportagem.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fazendo uso do jornalismo de dados, de t\u00e9cnicas eficazes de entrevista e de estrat\u00e9gias inovadoras de divulga\u00e7\u00e3o, reportagens do Meganoticias, do Chile, e da Red Es Poder, do M\u00e9xico, assim como uma equipe de jornalistas independentes de Cuba, se destacam ao deixar clara a gravidade da viol\u00eancia obst\u00e9trica sofrida por milhares de mulheres na 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He has written for publications such as TODO Austin, Texas Music Magazine and The Austin Chronicle. C\u00e9sar has a Master's degree in Journalism from the University of Texas at Austin and a Bachelors degree in Communication from the National Autonomous University of Mexico. He previously wrote about innovation in journalism for the Gabo Foundation in Colombia and currently reports for the Knight Center's LatAmJournalism Review digital magazine. A native of Mexico City, C\u00e9sar has become a digital nomad combining content creation with his passion for travel. ________ C\u00e9sar L\u00f3pez Linares inici\u00f3 su carrera en el diario mexicano REFORMA como coeditor de entretenimiento y medios. Ha escrito para publicaciones como TODO Austin, Texas Music Magazine y The Austin Chronicle. C\u00e9sar tiene una Maestr\u00eda en Periodismo de la Universidad de Texas en Austin y una Licenciatura en Comunicaci\u00f3n de la Universidad Nacional Aut\u00f3noma de M\u00e9xico. 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