{"id":84862,"date":"2024-02-27T20:59:19","date_gmt":"2024-02-28T02:59:19","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=84862"},"modified":"2024-02-27T21:01:45","modified_gmt":"2024-02-28T03:01:45","slug":"longevas-e-de-cara-nova-revistas-continente-e-pernambuco-mostram-potencial-e-desafios-do-jornalismo-com-apoio-publico-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/longevas-e-de-cara-nova-revistas-continente-e-pernambuco-mostram-potencial-e-desafios-do-jornalismo-com-apoio-publico-no-brasil\/","title":{"rendered":"Longevas e de cara nova, revistas Continente e Pernambuco mostram potencial e desafios do jornalismo com apoio p\u00fablico no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em meio a escassez de publica\u00e7\u00f5es jornal\u00edsticas dedicadas \u00e0 cultura no Brasil, duas delas se destacam por sua longevidade e modo de financiamento \u2013 uma editora estadual que achou por bem investir no jornalismo, e, com fundos p\u00fablicos, o faz de modo constante h\u00e1 d\u00e9cadas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Criadas em suas primeiras vers\u00f5es, respectivamente, em 2000 e em 1986, as revistas <\/span><a href=\"https:\/\/revistacontinente.com.br\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Continente<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> e <\/span><a href=\"https:\/\/www.cepe.com.br\/lojacepe\/jornal-literario-pernambuco\"><span style=\"font-weight: 400;\">Pernambuco<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (ex-Suplemento Pernambuco) s\u00e3o publica\u00e7\u00f5es da <\/span><a href=\"https:\/\/www.cepe.com.br\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Cepe (Companhia Editora de Pernambuco)<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, editora que tamb\u00e9m \u00e9 respons\u00e1vel pela publica\u00e7\u00e3o do Di\u00e1rio Oficial do Estado de Pernambuco. Ligado ao governo estadual de Pernambuco, o \u00f3rg\u00e3o tamb\u00e9m publica livros de literatura, arte e ensaio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com alcance nacional e sem paralelo no pa\u00eds, as revistas est\u00e3o de cara nova. Desde junho do ano passado, o jornalista e doutor em antropologia M\u00e1rio H\u00e9lio Gomes, fundador da Continente e que assina como M\u00e1rio H\u00e9lio, assumiu a edi\u00e7\u00e3o das duas publica\u00e7\u00f5es, ap\u00f3s a mudan\u00e7a do governo estadual em janeiro de 2023.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Houve reformas, como a fus\u00e3o das equipes e diminui\u00e7\u00e3o dos funcion\u00e1rios fixos. Al\u00e9m disso, a Pernambuco se tornou uma revista em vez de um suplemento liter\u00e1rio no formato de jornal, e teve sua contagem de edi\u00e7\u00f5es, antes no n\u00famero 213, zerada. Antes com uma linha editorial abertamente de esquerda, agora tem por slogan \u201crevista de literatura, do livro e da leitura\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Continente, por sua vez, deseja alcan\u00e7ar tamb\u00e9m p\u00fablicos internacionais, e tornou-se assim bil\u00edngue, passando a ter periodicidade trimestral. Tamb\u00e9m houve adapta\u00e7\u00f5es na linha editorial, deixando de lidar s\u00f3 com obras culturais e passando a abarcar, segundo seu editor, \u201cuma compreens\u00e3o abrangente de cultura\u201d, incluindo tamb\u00e9m, por exemplo, temas tur\u00edsticos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O objetivo de ambas, segundo M\u00e1rio H\u00e9lio, \u00e9 alcan\u00e7ar p\u00fablicos amplos e plurais.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_84804\" style=\"width: 517px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-84804\" class=\"wp-image-84804 size-home-featured\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/mario-helio-507x340.png\" alt=\"A portrait of a man wearing a brown shirt and holding a copy a Pernambuco magazine\" width=\"507\" height=\"340\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/mario-helio-507x340.png 507w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/mario-helio-350x234.png 350w\" sizes=\"auto, (max-width: 507px) 100vw, 507px\" \/><p id=\"caption-attachment-84804\" class=\"wp-caption-text\">O jornalista e antrop\u00f3logo M\u00e1rio H\u00e9lio Gomes, o novo editor das revistas Continente e Pernambuco (Foto: Cortesia de Leopoldo Conrado\/Cepe)<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cUma publica\u00e7\u00e3o feita pelo governo tem que ser plural, abrigar muitas formas de pensamento. O mundo virou um Fla-Flu, e por isso \u00e9 ainda mais importante ser realmente plural\u201d, afirmou \u00e0 <\/span><b>LatAm Journalism Review (LJR)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. \u201cO importante \u00e9 que o leitor tenha bom gosto e queira se civilizar. Livros, jornais e revistas s\u00e3o conquistas civilizat\u00f3rias e t\u00eam um papel educativo. N\u00e3o no sentido doutrin\u00e1rio, mas sim de abrir os olhos para uma consci\u00eancia cr\u00edtica\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os projetos, no entanto, n\u00e3o est\u00e3o imunes a cr\u00edticas. Em suas novas encarna\u00e7\u00f5es, as revistas fizeram fortes rupturas com as vers\u00f5es anteriores, e h\u00e1 quem diga quem correm o risco de perder conquistas importantes, como por exemplo seus p\u00fablicos cativos ou a relev\u00e2ncia nacional. O design e a linha editorial da Pernambuco foram considerados tamb\u00e9m mais convencionais, enquanto a Continente, ao mirar em um p\u00fablico internacional, periga assumir um tom publicit\u00e1rio e n\u00e3o jornal\u00edstico. Ademais, h\u00e1 quem tenha trabalhado numa das revistas e advirta sobre influ\u00eancia pol\u00edtica em suas p\u00e1ginas no passado.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Nova Pernambuco<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As mudan\u00e7as da Pernambuco correspondem \u00e0 terceira fase da publica\u00e7\u00e3o, criada originalmente em 1986 com o nome de Suplemento Cultural do Di\u00e1rio Oficial do Estado. Essa \u00e9poca se estendeu at\u00e9 2007, quando nasceu o jornal liter\u00e1rio chamado Suplemento Pernambuco.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Agora com cara de revista, com o pre\u00e7o de R$ 10 por edi\u00e7\u00e3o e periodicidade mensal mantidos, a publica\u00e7\u00e3o tem agora 72 p\u00e1ginas por edi\u00e7\u00e3o, um acr\u00e9scimo significativo em rela\u00e7\u00e3o ao padr\u00e3o de 32 da vers\u00e3o anterior.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A edi\u00e7\u00e3o de relan\u00e7amento, com o <\/span><a href=\"https:\/\/www.cepe.com.br\/lojacepe\/revista-pernambuco-0\"><span style=\"font-weight: 400;\">n\u00famero 0<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, saiu em dezembro do ano passado, e desde ent\u00e3o j\u00e1 houve outros dois n\u00fameros. As capas abordaram temas como o espet\u00e1culo natalino \"<\/span><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Baile_do_Menino_Deus\"><span style=\"font-weight: 400;\">Baile do Menino Deus<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">\", de Ronaldo Correia de Brito, Assis Lima e Antonio Madureira, textos do pintor paraibano radicado em Pernambuco Jo\u00e3o C\u00e2mara e a arte e o of\u00edcio da tradu\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, houve a publica\u00e7\u00e3o de extensos dossi\u00eas sobre Arthur Rimbaud, hip hop e sobre o artista pl\u00e1stico pernambucano falecido em dezembro Jos\u00e9 Cl\u00e1udio.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_84807\" style=\"width: 235px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-84807\" class=\"wp-image-84807 size-medium\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/RevPE1_JAN24_capa-760x1024x3-225x300.jpg\" alt=\"A Pernambuco magazine cover featuring writer and painter Joao C\u00e2mara\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/RevPE1_JAN24_capa-760x1024x3-225x300.jpg 225w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/RevPE1_JAN24_capa-760x1024x3.jpg 760w\" sizes=\"auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><p id=\"caption-attachment-84807\" class=\"wp-caption-text\">A edi\u00e7\u00e3o de janeiro da revista Pernambuco, dedicada aos escritos do pintor Jo\u00e3o C\u00e2mara<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A ambi\u00e7\u00e3o, segundo M\u00e1rio Helio, \u00e9 ter por enfoque, al\u00e9m da literatura, toda \u201ca cadeia produtiva do mercado editorial e do livro, assim como as pol\u00edticas p\u00fablicas do livro\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cA revista abrange o mundo liter\u00e1rio, do livro, das bibliotecas, das editoras, mas tamb\u00e9m queremos que se consolide como instrumento da pol\u00edtica p\u00fablica, para pensar essa cadeia. Sendo uma revista governamental, penso que temos uma responsabilidade social e cultural\u201d, afirmou. \u201cMas tamb\u00e9m \u00e9 uma revista de literatura por estar aberta \u00e0 cria\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria. Cada dia h\u00e1 menos espa\u00e7o para quem escreve contos ou pequenos ensaios, e oferecemos este espa\u00e7o\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">At\u00e9 aqui, se nota uma preponder\u00e2ncia de artistas consagrados e temas ligados a Pernambuco e ao Recife. \u00c9 evidente a ruptura com a gest\u00e3o anterior, quando o ent\u00e3o suplemento priorizava escritores n\u00e3o can\u00f4nicos e temas contempor\u00e2neos diretamente pol\u00edticos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Schneider Carpegianni, que foi editor do suplemento de 2014 a 2022 e adotou a orienta\u00e7\u00e3o editorial que conferiu \u00e0 publica\u00e7\u00e3o relev\u00e2ncia nacional, chegando a ser distribu\u00edda em 12 capitais, disse \u00e0 <\/span><b>LJR<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> que, em sua gest\u00e3o, ele \u201ctinha liberdade de pauta absoluta para tratar do que estava acontecendo no Brasil na \u00e9poca e se posicionar politicamente\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cAssumi a revista quando ganhavam for\u00e7a a quarta onda do feminismo, os movimentos negros e trans, mas tamb\u00e9m o fascismo\u201d, afirmou. \u201cO suplemento tinha ent\u00e3o essa marca muito pol\u00edtica, com uma posi\u00e7\u00e3o muito de esquerda. Era para ser realmente de esquerda, sou totalmente contra a ideia de que exista objetividade no jornalismo. O jornalismo tem lado sim, e precis\u00e1vamos nos colocar contra o fascismo. O suplemento cumpriu muito bem o seu papel, deu para usar o ve\u00edculo de forma bastante livre\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Seu substituto M\u00e1rio H\u00e9lio classifica a linha editorial que o antecedeu como \u201ccultura woke\u201d.<\/span><\/p>\n<p><b>\u201c<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Havia uma pauta relacionada \u00e0 cultura woke, essa cultura na qual as minorias t\u00eam relev\u00e2ncia especial. Havia pautas relacionadas a feminismo, a identidades de g\u00eanero, \u00e0s vezes com preocupa\u00e7\u00f5es ultraespec\u00edficas. Defendiam os temas de forma quase militante, com uma linha de ativismo\u201d, afirmou M\u00e1rio H\u00e9lio.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cNo meu entendimento, essa pauta \u00e9 t\u00e3o v\u00e1lida quanto qualquer outra. N\u00e3o dizemos agora que vamos tratar do oposto disso, tudo isso continua sendo um assunto. Mas \u00e9 um assunto entre outros, n\u00e3o \u00e9 mais t\u00e3o dominante, t\u00e3o absoluto, quanto foi durante quase uma d\u00e9cada. Entendemos que a literatura \u00e9 muito variada, e envolve muita coisa\u201d.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Nova Continente<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No caso da Continente, segundo M\u00e1rio H\u00e9lio, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que a \u201ccultura seja entendida do modo mais amplo poss\u00edvel\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEntendemos cultura no sentido antropol\u00f3gico, como comportamento, como sentido humano completo e n\u00e3o apenas art\u00edstico\u201d, afirmou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa volta do jornalista \u00e0 publica\u00e7\u00e3o acontece mais de 20 anos ap\u00f3s a sua primeira passagem. Quando fundou a Continente, cuja primeira edi\u00e7\u00e3o saiu em dezembro de 2000, ele ent\u00e3o l\u00e1 ficou durante dois anos e dois meses. O adjetivo \u201cMulticultural\u201d, que fazia parte dos prim\u00f3rdios da publica\u00e7\u00e3o, volta como complemento do nome oficial.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O pianista Amaro Freitas, um dos maiores m\u00fasicos de jazz em atividade no Brasil, estampa a primeira capa, e aparece em uma extensa reportagem sobre m\u00fasica contempor\u00e2nea em Pernambuco, herdeira da antiga se\u00e7\u00e3o \u201cContinente Documento\u201d, que mergulhava fundo em algum tema. H\u00e1 ainda reportagens sobre temas como presen\u00e7a do <\/span><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Canga%C3%A7o\"><span style=\"font-weight: 400;\">canga\u00e7o<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> em obras culturais e a chamada Trilha Hippie que sai da Europa rumo ao Nepal e \u00e0 \u00cdndia.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_84810\" style=\"width: 235px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-84810\" class=\"wp-image-84810 size-medium\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/continente-amaro-225x300.jpeg\" alt=\"A man with beard on the cover of the Continente magazine\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/continente-amaro-225x300.jpeg 225w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/continente-amaro-768x1023.jpeg 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/continente-amaro.jpeg 794w\" sizes=\"auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><p id=\"caption-attachment-84810\" class=\"wp-caption-text\">O pianista de jazz brasileiro Amaro Freitas na capa da \u00fanica edi\u00e7\u00e3o \u00fanica at\u00e9 aqui da nova fase da revista Continente.<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao lado dos temas eminentemente jornal\u00edsticos, h\u00e1 outros de car\u00e1ter mais publicit\u00e1rio ligados ao estado de Pernambuco, como um texto sobre o <\/span><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Porto_de_Suape\"><span style=\"font-weight: 400;\">Complexo Industrial e Portu\u00e1rio de Suape<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> \u2013 o quinto maior porto do pa\u00eds \u2013, e outro sobre a paradis\u00edaca ilha de Fernando de Noronha.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">M\u00e1rio H\u00e9lio n\u00e3o esconde que uma das inten\u00e7\u00f5es \u00e9 vender a imagem de Pernambuco, raz\u00e3o pela qual a revista tamb\u00e9m \u00e9 publicada em ingl\u00eas, fazendo com que tenha 196 p\u00e1ginas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cNo caso da revista impressa, a Cepe est\u00e1 cuidando de parcerias para que revista seja distribu\u00edda em voos, inclusive para estimular a parte mais tur\u00edstica. Vamos continuar fazendo mat\u00e9rias de turismo\u201d, afirmou. \u201cMas tamb\u00e9m continuaremos a vender em bancas e livrarias, no esquema tradicional\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo o jornalista, quando o novo site da publica\u00e7\u00e3o estiver no ar, \u201co projeto vai ficar mais claro\u201d. A inten\u00e7\u00e3o, afirmou, ser\u00e1 atualizar o site semanalmente. H\u00e1 tamb\u00e9m um aplicativo sendo produzido, disse.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em rela\u00e7\u00e3o aos temas abordados nas duas publica\u00e7\u00f5es, apesar da preponder\u00e2ncia de artistas com v\u00ednculo com Pernambuco, o editor nega que as revistas se limitar\u00e3o ao estado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO que digo de forma simples \u00e9 que s\u00e3o os temas que definem as escolhas, e n\u00e3o a geografia\u201d, afirmou. \u201cEvidentemente, como h\u00e1 coisas importantes acontecendo aqui, tamb\u00e9m iremos tratar deles. Pernambuco \u00e9 t\u00e3o nacional quanto S\u00e3o Paulo, mas, devido \u00e0 import\u00e2ncia econ\u00f4mica que a \u00faltima assumiu e a um processo de autocoloniza\u00e7\u00e3o, considera-se o que acontece em S\u00e3o Paulo de relev\u00e2ncia nacional, e o que h\u00e1 em Pernambuco, regional\u201d.<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Volta ao passado?<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As mudan\u00e7as despertam retic\u00eancias em alguns leitores e ex-funcion\u00e1rios. Hoje professor de Comunica\u00e7\u00e3o Social na Universidade Federal de Pernambuco, Eduardo Cesar Maia entrou na Continente em 2003 como estagi\u00e1rio. Ficou l\u00e1 at\u00e9 2011, passando pelos cargos de redator, editor assistente e editor de algumas edi\u00e7\u00f5es. At\u00e9 o ano passado, publicava esporadicamente na revista.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Especialista na rela\u00e7\u00e3o entre cr\u00edtica liter\u00e1ria e jornalismo, Cesar Maia disse temer que o tino e crit\u00e9rios jornal\u00edsticos estejam ficando de lado em ambas as revistas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Continente, h\u00e1 uma tentativa de retomar uma \u00e9poca passada, bem antiga, como 2002 e 2003. H\u00e1 pautas muito abstratas e me parece que n\u00e3o \u00e9 mais um pensamento jornal\u00edstico que est\u00e1 por tr\u00e1s, mas sim um interesse em pensar temas num sentido acad\u00eamico. A sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de que muitos textos n\u00e3o obedecem mais a demandas jornal\u00edsticas\u201d, afirmou \u00e0 <\/span><b>LJR<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Cesar Maia disse ter especial preocupa\u00e7\u00e3o com o texto sobre o porto de Suape, que considera uma propaganda disfar\u00e7ada de jornalismo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cSe voc\u00ea tem uma ordem do governo para fazer mat\u00e9ria sobre Suape, voc\u00ea p\u00f5e como publicidade, e n\u00e3o tenta disfar\u00e7ar como mat\u00e9ria, porque n\u00e3o \u00e9\u201d, afirmou. \u201cParece que \u00e9 uma revista feita para turistas, que quer vender as coisas boas do estado para um p\u00fablico que nem \u00e9 daqui, dizendo \u2018Pernambuco \u00e9 maravilhoso\u2019\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O\u00a0 perigo, acrescentou, \u00e9 que a Continente, que vinha acompanhando de perto a produ\u00e7\u00e3o cultural local e nacional, \u201cacabe se tornando uma revista-cat\u00e1logo de coisas boas de Pernambuco\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201c\u00c9 o oposto do projeto que a Continente vinha construindo, de um projeto de jornalismo cultural cr\u00edtico, que faz um exame da produ\u00e7\u00e3o cultural de um ponto de vista cr\u00edtico, em vez de ser um card\u00e1pio de coisas boas para turistas\u201d, afirmou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 revista Pernambuco, Cesar Maia diz que tinha cr\u00edticas em rela\u00e7\u00e3o ao projeto anterior, que considerava pouco plural e demasiadamente tendencioso em termos pol\u00edticos para um ve\u00edculo p\u00fablico. No entanto, teme que a publica\u00e7\u00e3o perca relev\u00e2ncia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cDo ponto de vista da divulga\u00e7\u00e3o do nome do Suplemento, o trabalho de Schneider [Carpegianni] foi extraordin\u00e1rio, ele conseguiu grandes articulistas, transformou a publica\u00e7\u00e3o em um produto muito atrativo para nossa \u00e9poca, conseguiu que o Suplemento superasse a Continente do ponto de vista do interesse do p\u00fablico\u201d, afirmou. \u201cMas eu acho a orienta\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter prioritariamente pol\u00edtico, seja de esquerda ou de direita, problem\u00e1tica\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Cesar Maia afirmou que, como alguns colaboradores permaneceram, ainda \u00e9 poss\u00edvel encontrar pautas no vi\u00e9s da encarna\u00e7\u00e3o anterior. A cr\u00edtica do pesquisador \u00e0 Pernambuco est\u00e1 em sua uma linguagem visual, que considera ultrapassada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cO design de uma capa me remeteu imediatamente a 2004. Em termos visuais, o sentimento \u00e9 de que a nova administra\u00e7\u00e3o pensou em retomar um projeto antigo.\u00a0 Essa impress\u00e3o foi muito ruim. \u00c9 leg\u00edtimo querer fazer uma coisa diferente, mas n\u00e3o voltar no tempo\u201d.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_84813\" style=\"width: 274px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-84813\" class=\"wp-image-84813 size-home-featured\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/pernambuco-264x340.webp\" alt=\"A photo montage of two men on the cover of Suplemento Pernambuco; it's possible to read ''the anti-fascist life'\" width=\"264\" height=\"340\" \/><p id=\"caption-attachment-84813\" class=\"wp-caption-text\">Uma antiga edi\u00e7\u00e3o do extinto Suplemento Pernambuco com a capa dedicada aos fil\u00f3sofos franceses F\u00e9lix Guattari e Gilles Deleuze<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sobre as cr\u00edticas de suposta aus\u00eancia de crit\u00e9rio jornal\u00edstico, M\u00e1rio H\u00e9lio rebate o argumento e devolve a acusa\u00e7\u00e3o: \u201c\u00c9 \u00f3bvio que a revista no modelo anterior tinha um toque mais acad\u00eamico, mas na verdade era menos jornal\u00edstica do que no modelo novo. Buscamos ter uma abordagem ampla da cultura\u201d, afirmou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo ele, a proposta \u00e9 ter \u201cuma abordagem cultural absolutamente diversificada, e isso mostrar\u00e1 na pr\u00e1tica. Isso significa entender a cultura no s\u00e9culo em que estamos, em toda sua abrang\u00eancia, o que inclui coisas boas e o turismo\u201d.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">M\u00e1rio H\u00e9lio acrescenta que \u201co interesse na cultura se mostra na pr\u00e1tica. Como uma revista que traz Amaro de Freitas na capa se afastou do jornalismo cultural, ou est\u00e1 ultrapassada?\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em rela\u00e7\u00e3o ao design da Pernambuco, afirma que a cr\u00edtica \u00e9 \u201cuma quest\u00e3o de opini\u00e3o. Outros podem ter vis\u00e3o contr\u00e1ria. Ningu\u00e9m pode dizer que uma revista seja menos interessante que um jornal em possibilidades gr\u00e1ficas. O projeto anterior n\u00e3o tinha evolu\u00eddo nada de 2007 para c\u00e1. Falava para um nicho em linguagem dif\u00edcil. O nicho pode n\u00e3o ficar contente, mas nosso esfor\u00e7o \u00e9 falar para uma plateia muito mais ampla\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A tens\u00e3o entre academia e jornalismo \u00e9 um motivo de antiga preocupa\u00e7\u00e3o. O jornalista Homero Fonseca, que trabalhou na Continente de 2001 a 2009, sendo cinco anos como editor, disse que ent\u00e3o s\u00f3 tinha jornalistas e acad\u00eamicos como colaboradores. Essa divis\u00e3o o levou a criar \u201co mais sint\u00e9tico manual de reda\u00e7\u00e3o conhecido: \u20181 \u2013 Jornalistas: escrevam como os acad\u00eamicos. 2 \u2013 Acad\u00eamicos: escrevam como os jornalistas\u2019. Foi uma experi\u00eancia \u00fanica\u201d, afirmou \u00e0 <\/span><b>LJR<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A esse respeito, M\u00e1rio H\u00e9lio afirmou que busca \u201cjornalistas e acad\u00eamicos que n\u00e3o escrevam como acad\u00eamicos. Se edito uma revista para acad\u00eamicos, \u00e9 uma coisa. Mas, se edito para todo o p\u00fablico, a revista n\u00e3o pode ser dura\u201d, afirmou.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A pesquisadora Natalia Francis, que estudou a cr\u00edtica contempor\u00e2nea brasileira em ambientes digitais no doutorado, ressaltou a import\u00e2ncia da presen\u00e7a online dos ve\u00edculos, que ainda n\u00e3o t\u00eam novos sites no ar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cPara esses ve\u00edculos, a internet n\u00e3o serve como uma plataforma de divulga\u00e7\u00e3o, ela serve como uma manuten\u00e7\u00e3o do contato do di\u00e1logo com o p\u00fablico. N\u00e3o faz sentido ter uma separa\u00e7\u00e3o, h\u00e1 uma interpola\u00e7\u00e3o de m\u00eddias. Essas publica\u00e7\u00f5es atualmente operam na l\u00f3gica de criar um circuito\u201d, disse Francis \u00e0 <\/span><b>LJR.<\/b><\/p>\n<h3><span style=\"font-weight: 400;\">Apoio p\u00fablico<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ainda dando os primeiros passos em suas novas vers\u00f5es, as duas revistas servem tamb\u00e9m para pensar a utilidade do apoio p\u00fablico ao jornalismo cultural no Brasil. A \u00fanica iniciativa semelhante ainda existente identificada no Brasil \u00e9 o <\/span><a href=\"https:\/\/auniao.pb.gov.br\/servicos\/correio-das-artes\"><span style=\"font-weight: 400;\">Correio das Artes<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, publicado pelo jornal A Uni\u00e3o no estado da Para\u00edba.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">M\u00e1rio H\u00e9lio disse que a longevidade das publica\u00e7\u00f5es pernambucanas s\u00f3 foi poss\u00edvel porque a Cepe, a empresa respons\u00e1vel pela publica\u00e7\u00e3o, \u201csoube se reinventar\u201d. Al\u00e9m do jornalismo, os investimentos da editora na \u00e1rea de literatura tamb\u00e9m trouxeram frutos. <\/span><a href=\"https:\/\/editora.cepe.com.br\/livro\/solo-para-vialejo-#:~:text=Com%20Solo%20para%20vialejo%20(Cepe,no%20Brasil%20e%20no%20exterior.\"><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2020, um livro da editora ganhou o Jabuti, principal pr\u00eamio de fic\u00e7\u00e3o do Brasil.<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cUm governo qualquer poderia acabar com essas revistas com uma canetada, mas isso n\u00e3o ocorreu. Houve um compromisso de Estado ao longo de v\u00e1rios governos, e isso aconteceu porque a imprensa oficial soube se reinventar e mostrar que era importante para a popula\u00e7\u00e3o\u201d, disse M\u00e1rio H\u00e9lio.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Uma d\u00favida que resta \u00e9 sobre a poss\u00edvel influ\u00eancia de pol\u00edticos na revista. A este respeito, Fonseca diz que n\u00e3o lembro \u201cde nenhuma press\u00e3o oficial\u201d, tendo atravessado \u201ctodo\u00a0 mandato do governador Jarbas Vasconcelos e mais dois anos da gest\u00e3o seguinte, de Eduardo Campos (de outro partido pol\u00edtico)\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Cesar Maia tem uma vis\u00e3o diferente, e disse que \u201co ass\u00e9dio acontecia com alguma frequ\u00eancia. A tarefa dos chefes era fundamentalmente tentar proteger o conte\u00fado da revista da interfer\u00eancia de pessoas estranhas ao jornalismo cultural, ligada aos pol\u00edticos, gente que n\u00e3o tem menor relev\u00e2ncia mas \u00e9 amiga do deputado ou do governador e est\u00e1 lan\u00e7ando um livro. Essa blindagem dependia fundamentalmente da capacidade dos editores-chefes de dizer \u2018isso aqui n\u00e3o passa, temos autonomia\u2019\u201d.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">M\u00e1rio H\u00e9lio descartou essa possibilidade, e afirmou que a \u00e9poca \u00e9 de independ\u00eancia e pluralismo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cH\u00e1 zero influ\u00eancia pol\u00edtica, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma. N\u00e3o recebi nenhum telefonema, nem a m\u00ednima insinua\u00e7\u00e3o. N\u00e3o sei se ocorria no passado, mas no presente n\u00e3o h\u00e1 nenhuma\u201d, afirmou. \u201cO objetivo \u00e9 de pluralidade total mesmo. Essa \u00e9 uma das coisas mais dif\u00edceis no jornalismo. \u00c9 bem mais f\u00e1cil falar que se quer dar uma vis\u00e3o ampla do que realmente praticar isso\u201d.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com alcance nacional e sem paralelo no pa\u00eds, as revistas Continente e Pernambuco passaram por reformas recentemente. Financiadas por uma editora que pertence ao governo estadual pernambucano, as publica\u00e7\u00f5es, com 24 e 37 anos de vida, s\u00e3o exemplos bem-sucedidos de um modelo de jornalismo cultural financiado pelo Estado, mas n\u00e3o est\u00e3o isentas de cr\u00edticas.<\/p>\n","protected":false},"author":63,"featured_media":84801,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1210],"tags":[1602],"coauthors":[2740],"class_list":["post-84862","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-modelo-de-negocio-pt-br","tag-midia-publica-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.1.1) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Longevas e de cara nova, revistas Continente e Pernambuco mostram potencial e desafios do jornalismo com apoio p\u00fablico no Brasil - 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