{"id":88256,"date":"2024-06-14T13:26:41","date_gmt":"2024-06-14T18:26:41","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=88256"},"modified":"2024-06-14T13:31:38","modified_gmt":"2024-06-14T18:31:38","slug":"o-que-pensam-os-argentinos-sobre-o-uso-da-ia-generativa-no-jornalismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/o-que-pensam-os-argentinos-sobre-o-uso-da-ia-generativa-no-jornalismo\/","title":{"rendered":"O que pensam os argentinos sobre o uso da IA generativa no jornalismo?"},"content":{"rendered":"<p>Um estudo sobre as percep\u00e7\u00f5es das pessoas quanto ao uso de intelig\u00eancia artificial (IA) generativa em not\u00edcias mostrou que a plataforma mais popular na Argentina \u00e9, de longe, o ChatGPT, embora muito poucos o utilizem para obter not\u00edcias. O estudo tamb\u00e9m revelou que mais argentinos confiam nos meios de not\u00edcias para fazer uso respons\u00e1vel da tecnologia do que pessoas de outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>O estudo\u00a0<a href=\"https:\/\/reutersinstitute.politics.ox.ac.uk\/sites\/default\/files\/2024-05\/Fletcher_and_Nielsen_Generative_AI_and_News_Audiences.pdf\"><u>\u201cWhat Does the Public in Six Countries Think of Generative AI in News?\u201d<\/u><\/a> (O que o p\u00fablico de seis pa\u00edses pensa da IA generativa nas not\u00edcias?), conduzido pelo Reuters Institute for the Study of Journalism da Universidade de Oxford, Reino Unido, e publicado em 28 de maio, buscou analisar e documentar as atitudes do p\u00fablico em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 IA generativa, sua aplica\u00e7\u00e3o em v\u00e1rios setores da sociedade e, mais detalhadamente, no jornalismo e na m\u00eddia.<\/p>\n<p>A Argentina foi o \u00fanico pa\u00eds latino-americano e de l\u00edngua espanhola considerado na pesquisa, que tamb\u00e9m incluiu a Dinamarca, a Fran\u00e7a, o Jap\u00e3o, o Reino Unido e os Estados Unidos. O estudo foi realizado por meio de uma pesquisa online com cerca de duas mil pessoas em cada um desses pa\u00edses.<\/p>\n<div id=\"attachment_88212\" style=\"width: 325px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-88212\" class=\"wp-image-88212 \" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reuters-Institute-report.png\" alt=\"Cover of the Reuters Institute report &quot;What does the public in six countries think of generative AI in news?&quot;\" width=\"315\" height=\"449\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reuters-Institute-report.png 974w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reuters-Institute-report-210x300.png 210w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reuters-Institute-report-718x1024.png 718w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reuters-Institute-report-768x1096.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 315px) 100vw, 315px\" \/><p id=\"caption-attachment-88212\" class=\"wp-caption-text\">Relat\u00f3rio traz os resultados de uma pesquisa realizada com pessoas de Argentina, Dinamarca, Fran\u00e7a, Jap\u00e3o, Reino Unido e Estados Unidos. (Captura de tela do site do Instituto Reuters)<\/p><\/div>\n<p dir=\"ltr\">Embora a pesquisa tenha apresentado resultados semelhantes para cada pa\u00eds na maioria das perguntas, algumas descobertas sobre a Argentina diferem um pouco das demais, principalmente quando se trata do n\u00edvel de confian\u00e7a das pessoas no uso de IA por meios de not\u00edcias.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"Embora alguns padr\u00f5es sejam consistentes nos seis pa\u00edses pesquisados, nossos dados sugerem que as pessoas na Argentina s\u00e3o um pouco mais otimistas do que as de outras partes do mundo sobre o impacto que a IA generativa ter\u00e1 na sociedade e em suas pr\u00f3prias vidas\", disse Richard Fletcher, diretor de pesquisa do Reuters Institute e um dos autores do estudo, \u00e0\u00a0<strong>LatAm Journalism Review (LJR)<\/strong>. \"Por exemplo, 44% dos entrevistados na Argentina acham que a IA generativa tornar\u00e1 a sociedade melhor, em compara\u00e7\u00e3o com 30% da m\u00e9dia dos seis pa\u00edses. O mesmo se aplica \u00e0 IA generativa nas not\u00edcias.\"<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Trinta por cento dos argentinos entrevistados disseram estar moderada ou fortemente confiantes de que o setor de not\u00edcias faz uso respons\u00e1vel da IA generativa, enquanto as porcentagens nos outros pa\u00edses variaram de 12 a 23%, com exce\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos, que tamb\u00e9m foi de 30%.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Os resultados s\u00e3o semelhantes para as redes sociais: 30% dos argentinos disseram confiar que as empresas de redes sociais fazem uso respons\u00e1vel da IA generativa, enquanto as porcentagens dos outros pa\u00edses variaram de 9% a 27%.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Da mesma forma, 40% dos argentinos disseram que confiam nos editores humanos dos meios de not\u00edcias para monitorar sempre ou frequentemente os resultados da IA generativa. Esse n\u00famero tamb\u00e9m \u00e9 o mais alto entre os seis pa\u00edses e superior \u00e0 m\u00e9dia de 32%.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O relat\u00f3rio indica que a varia\u00e7\u00e3o entre os pa\u00edses sobre essa quest\u00e3o pode estar relacionada a diferen\u00e7as nos n\u00edveis de confian\u00e7a nas institui\u00e7\u00f5es de cada pa\u00eds. No entanto, embora os n\u00fameros da Argentina sejam um pouco mais altos do que os de outros pa\u00edses, ainda s\u00e3o porcentagens baixas, de modo que os autores n\u00e3o se apressaram em tirar conclus\u00f5es definitivas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"Uma parte significativa do p\u00fablico n\u00e3o tem uma opini\u00e3o forte sobre se confia ou desconfia do uso respons\u00e1vel da IA generativa por diferentes institui\u00e7\u00f5es. Dependendo do setor e do pa\u00eds, entre um quarto e metade dos entrevistados respondem 'nem confiam nem desconfiam' ou 'n\u00e3o sabem'\", diz o relat\u00f3rio. \"H\u00e1 muita incerteza e, muitas vezes, uma experi\u00eancia pessoal limitada [dos entrevistados].\u201d<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Entretanto, jornalistas argentinos consultados pela\u00a0<strong>LJR\u00a0<\/strong>acreditam que os n\u00fameros da pesquisa n\u00e3o refletem necessariamente um alto n\u00edvel de confian\u00e7a do p\u00fablico na m\u00eddia argentina.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Adri\u00e1n Pino, jornalista de dados argentino e diretor executivo da organiza\u00e7\u00e3o antidesinforma\u00e7\u00e3o Proyecto Desconf\u00edo, disse que os dados do estudo podem se dever mais ao baixo n\u00edvel de conhecimento que ainda existe sobre o assunto no pa\u00eds e \u00e0 baixa penetra\u00e7\u00e3o dessa tecnologia no ecossistema de m\u00eddia da Argentina.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"A Argentina sofreu um grande decl\u00ednio na confian\u00e7a na m\u00eddia nos \u00faltimos anos. Embora isso tenha v\u00e1rias causas, o fato de que 3 em cada 10 usu\u00e1rios consideram que a m\u00eddia usa a IA de forma respons\u00e1vel na Argentina pode ter a ver com a baixa conscientiza\u00e7\u00e3o sobre essas quest\u00f5es entre os usu\u00e1rios de not\u00edcias\", disse Pino \u00e0\u00a0<strong>LJR<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-conversation=\"none\">\n<p dir=\"ltr\" lang=\"en\">Most expect <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/generativeAI?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#generativeAI<\/a> to have a large impact on every sector in the next 5 years: 51% expect a large impact on parties and 66% on news media and science<\/p>\n<p>But while 1\/2 trust scientists will use AI responsibly, less than 1\/3 trust politicians, news media and social media <a href=\"https:\/\/t.co\/ig70oFB4YF\">pic.twitter.com\/ig70oFB4YF<\/a><\/p>\n<p>\u2014 Reuters Institute (@risj_oxford) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/risj_oxford\/status\/1795353565583782124?ref_src=twsrc%5Etfw\">May 28, 2024<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n<p dir=\"ltr\">O jornalista, cuja organiza\u00e7\u00e3o trabalha com pequenos meios de comunica\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina\u00a0<a href=\"https:\/\/www.desconfio.org\/training\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>para treinar seus jornalistas no uso de ferramentas de IA<\/u><\/a> para o trabalho jornal\u00edstico, acredita que os resultados do estudo podem ter mais a ver com o fato de que a presen\u00e7a da IA generativa ainda n\u00e3o \u00e9 muito difundida nos meios argentinos e as pessoas t\u00eam poucas refer\u00eancias sobre seu uso no jornalismo.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"A Argentina est\u00e1 apenas come\u00e7ando a dar alguns passos interessantes no uso da IA no jornalismo. Essas inova\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o generalizadas e ainda mostram um baixo grau de aplica\u00e7\u00e3o nas rotinas di\u00e1rias\", disse ele.<\/p>\n<h3 id=\"ede669d8ac3c89f984c13547e0f40e482\" dir=\"ltr\">ChatGPT, o mais popular<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">O ChatGPT da OpenAI \u00e9 a plataforma de IA generativa mais conhecida na Argentina, com 41%, seguido pelo My AI do Snapchat (17%), Gemini do Google (15%) e Copilot da Microsoft (15%), de acordo com o estudo, que mostrou n\u00fameros semelhantes para o resto dos pa\u00edses.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Em m\u00e9dia, 24% dos entrevistados nos seis pa\u00edses disseram ter usado a IA generativa para coletar informa\u00e7\u00f5es, enquanto 28% disseram t\u00ea-la usado para gerar algum tipo de conte\u00fado, seja texto, imagens, v\u00eddeo ou som.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Entre os entrevistados que disseram ter usado a IA generativa para obter informa\u00e7\u00f5es, apenas 5%, em m\u00e9dia, disseram que o fizeram para obter not\u00edcias. A porcentagem da Argentina nessa categoria \u00e9 um pouco maior do que a m\u00e9dia, com 6%, atr\u00e1s apenas dos Estados Unidos, que obteve 10%.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O relat\u00f3rio indica que um poss\u00edvel motivo para o baixo uso dessa tecnologia na coleta de not\u00edcias \u00e9 que as vers\u00f5es gratuitas das plataformas de IA generativas foram treinadas com dados para datas espec\u00edficas. A vers\u00e3o 3.5 do ChatGPT, por exemplo, usa dados at\u00e9 setembro de 2021. Outra poss\u00edvel raz\u00e3o, de acordo com o relat\u00f3rio, \u00e9 que cada vez mais ve\u00edculos de not\u00edcias est\u00e3o bloqueando o acesso dessas plataformas ao seu conte\u00fado.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O documento indicou que o n\u00famero de 10% de pessoas que usam IA generativa para obter not\u00edcias nos EUA pode ser devido ao fato de as Experi\u00eancias de Pesquisa Generativa (GSE) do Google estarem em fase de testes nos EUA h\u00e1 cerca de um ano. A SGE \u00e9 a\u00a0<a href=\"https:\/\/blog.google\/products\/search\/search-labs-ai-announcement-\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>aplica\u00e7\u00e3o da IA generativa no mecanismo de busca da empresa<\/u><\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-conversation=\"none\">\n<p dir=\"ltr\" lang=\"en\">Our figures suggest most people use ChatGPT almost as much for creating media (28%) as for getting all kinds of information (24%)<\/p>\n<p>Only 5% say they use ChatGPT to get the latest news. Figures vary from 2% in to 10% in <a href=\"https:\/\/t.co\/iml9agvb4H\">pic.twitter.com\/iml9agvb4H<\/a><\/p>\n<p>\u2014 Reuters Institute (@risj_oxford) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/risj_oxford\/status\/1795353538836807928?ref_src=twsrc%5Etfw\">May 28, 2024<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"As pessoas que usam o Google para pesquisar um tema relacionado a not\u00edcias \u2013 algo que 23% dos americanos fazem toda semana \u2013 podem ver algum texto de IA generativa que tenta fornecer uma resposta\", diz o relat\u00f3rio. \"No entanto, [...] o n\u00famero mais alto nos EUA tamb\u00e9m pode ser simplesmente porque a IA generativa \u00e9 mais usada l\u00e1 em geral.\"<\/p>\n<p dir=\"ltr\">As fun\u00e7\u00f5es de SGE est\u00e3o\u00a0<a href=\"https:\/\/blog.google\/intl\/es-419\/actualizaciones-de-producto\/llevando-search-labs-y-las-experiencias-de-ia-generativa-a-america-latina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>dispon\u00edveis em alguns pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina desde este ano<\/u><\/a>, embora em menor escala do que nos EUA. O que existe em alguns pa\u00edses latino-americanos s\u00e3o aplicativos desenvolvidos por ve\u00edculos de not\u00edcias que usam IA para proporcionar melhor navega\u00e7\u00e3o do conte\u00fado jornal\u00edstico, de acordo com Carlos Jornet, presidente do Comit\u00ea de Liberdade de Imprensa da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) e diretor do La Voz del Interior, em C\u00f3rdoba, Argentina.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"O Clar\u00edn tem um aplicativo de intelig\u00eancia artificial que resume os pontos principais de cada not\u00edcia e tamb\u00e9m destaca n\u00fameros e frases. \u00c9 uma esp\u00e9cie de copiloto para ler not\u00edcias\", disse Jornet \u00e0\u00a0<strong>LJR<\/strong>. \"Talvez seja isso que tenha aumentado a porcentagem de alguns dos entrevistados [que disseram usar IA generativa para obter not\u00edcias na Argentina].\"<\/p>\n<h3 id=\"e238cbf2782edecebc59e62983d405bd8\" dir=\"ltr\">Para que os jornalistas est\u00e3o usando a IA generativa?<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">Uma parte significativa dos entrevistados em todos os seis pa\u00edses acredita que a IA generativa ter\u00e1 um impacto nas comunica\u00e7\u00f5es. Setenta e dois por cento acreditam que a tecnologia afetar\u00e1 as plataformas de redes sociais, o setor com a maior porcentagem nessa pergunta. Em seguida, v\u00eam os mecanismos de pesquisa, com 71%, e os meios de not\u00edcias, com 66%.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A pesquisa tamb\u00e9m perguntou se o impacto da IA generativa em cada setor seria positivo ou negativo. Em todos os seis pa\u00edses, o setor de not\u00edcias e jornalismo ficou no lado pessimista, atr\u00e1s apenas da seguran\u00e7a no emprego. A esse respeito, Jornet acredita que, embora a IA tenha o potencial de impactar positivamente o jornalismo na Argentina, ele tamb\u00e9m v\u00ea grandes riscos em seu uso.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"Acredito que a IA, quando aplicada adequadamente ao jornalismo, pode ser uma grande ajuda, mas tamb\u00e9m vejo grandes riscos de gerar not\u00edcias falsas, de us\u00e1-la para estigmatizar, assediar e realizar espionagem cibern\u00e9tica, inclusive por meio de informa\u00e7\u00f5es falsas que est\u00e3o sendo viralizadas por rob\u00f4s de IA\", disse o jornalista. \"Isso em alguns pa\u00edses est\u00e1 come\u00e7ando a ser uma preocupa\u00e7\u00e3o s\u00e9ria, portanto, o papel do jornalismo s\u00e9rio e respons\u00e1vel com marcas tradicionais por tr\u00e1s \u00e9 fundamental para que as pessoas confiem nele ou n\u00e3o.\"<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mais de 40% dos entrevistados em todos os pa\u00edses acreditam que os jornalistas usam IA generativa com frequ\u00eancia ou sempre para tradu\u00e7\u00e3o (43%), verifica\u00e7\u00e3o ortogr\u00e1fica e gramatical (43) e an\u00e1lise de dados (40). Em contraste, as tarefas de gera\u00e7\u00e3o de conte\u00fado \u2013 gera\u00e7\u00e3o de manchetes (29%), gera\u00e7\u00e3o de imagens (28%) e gera\u00e7\u00e3o de artigos completos (27%) \u2013 tiveram a classifica\u00e7\u00e3o mais baixa.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Embora os resultados estejam, em sua maioria, alinhados com o uso atual de IA generativa por jornalistas argentinos, Pino acredita que a tecnologia ainda est\u00e1 em fase experimental no jornalismo de seu pa\u00eds e que levar\u00e1 mais tempo at\u00e9 que seu uso seja consolidado nas reda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"A maior parte dos casos na Argentina se d\u00e1 pelo uso de IA para substituir tarefas mec\u00e2nicas, como a grava\u00e7\u00e3o de entrevistas, ou o uso de ferramentas para identificar nomes ou empresas em grandes volumes de documentos\", disse o jornalista. \"Outro uso frequente que vemos em v\u00e1rias solu\u00e7\u00f5es de IA \u00e9 melhorar o posicionamento SEO de t\u00edtulos de not\u00edcias\".<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-conversation=\"none\">\n<p dir=\"ltr\" lang=\"en\">Audiences are not equally comfortable with journalists using AI for different tasks<\/p>\n<p>Across the countries covered, most people are comfortable with spelling\/grammar (net score of +38 points), translation (+35) and charts (+28) and uncomfortable with AI presenters\/authors (-24) <a href=\"https:\/\/t.co\/aFdPxyLYjY\">pic.twitter.com\/aFdPxyLYjY<\/a><\/p>\n<p>\u2014 Reuters Institute (@risj_oxford) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/risj_oxford\/status\/1795353552568918094?ref_src=twsrc%5Etfw\">May 28, 2024<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Jornet concorda que o uso de IA generativa na m\u00eddia argentina ainda n\u00e3o \u00e9 sistem\u00e1tico, mas experimental. Al\u00e9m disso, ele disse que h\u00e1 uma not\u00f3ria disparidade no n\u00edvel de ado\u00e7\u00e3o dessa tecnologia entre meios grandes e pequenos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"Talvez a crise econ\u00f4mica na Argentina, e na m\u00eddia em particular, tamb\u00e9m esteja impedindo ou atrasando essa ado\u00e7\u00e3o\", disse Jornet. \"Os grandes meios de comunica\u00e7\u00e3o seguiram o caminho dos meios de comunica\u00e7\u00e3o estrangeiros, que n\u00e3o est\u00e3o apenas fazendo laborat\u00f3rios, mas j\u00e1 est\u00e3o realizando aplica\u00e7\u00f5es concretas\".<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O jornalista disse que na m\u00eddia argentina h\u00e1 mais casos not\u00e1veis de uso de modelos de Processamento de Linguagem Natural (PLN) para a an\u00e1lise de grandes volumes de dados do que para tarefas generativas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Esse \u00e9 o caso do \"Genie\", a ferramenta desenvolvida pelo jornal La Naci\u00f3n, que mede o n\u00edvel de representa\u00e7\u00e3o de g\u00eanero no conte\u00fado do meio detectando o g\u00eanero das pessoas mencionadas ou citadas no conte\u00fado. A ferramenta, que tem sido usada internamente pela reda\u00e7\u00e3o do La Naci\u00f3n desde 2023,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.lanacion.com.ar\/sociedad\/la-nacion-es-el-mejor-sitio-de-noticias-de-america-nid12042024\/#:~:text=El%20proyecto%20LN%20X%2C%20la,Noticias%20(WAN%2DIFRA).\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>ganhou o pr\u00eamio WAN-IFRA Digital Media Americas de Melhor Uso de Intelig\u00eancia Artificial em uma Reda\u00e7\u00e3o<\/u><\/a>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Jornet tamb\u00e9m mencionou um caso do jornal que dirige, La Voz del Interior. O jornal analisou um projeto de lei de mais de 600 artigos apresentado pelo governo do presidente Javier Milei em janeiro deste ano. Com o apoio de uma consultoria de comunica\u00e7\u00e3o, a equipe do La Voz del Interior\u00a0<a href=\"https:\/\/www.lavoz.com.ar\/politica\/ley-omnibus-navega-uno-por-uno-los-articulos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><u>aplicou ferramentas de IA para analisar o significado e as poss\u00edveis consequ\u00eancias de cada artigo da lei proposta<\/u><\/a>.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"Em um tempo muito curto, conseguimos fazer uma an\u00e1lise ponto a ponto dessa lei e de um decreto de necessidade e urg\u00eancia que tamb\u00e9m havia sido aprovado naqueles dias\", disse Jornet.<\/p>\n<h3 id=\"e8b873f89a1af5ad09bce74ffde6ac75d\" dir=\"ltr\">A IA ajudar\u00e1 a sustentabilidade da m\u00eddia?<\/h3>\n<p dir=\"ltr\">O estudo perguntou \u00e0s pessoas como elas acham que ser\u00e3o as not\u00edcias produzidas principalmente por IA com alguma supervis\u00e3o humana, em compara\u00e7\u00e3o com as not\u00edcias produzidas inteiramente por humanos, analisando uma lista de qualidades e atributos. Em m\u00e9dia, os entrevistados em todos os seis pa\u00edses esperam que as not\u00edcias produzidas em grande parte por IA sejam menos confi\u00e1veis e menos transparentes, mas mais atualizadas e \u2013 por uma ampla margem \u2013 mais baratas de produzir.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"No momento, o p\u00fablico pode ver como a IA generativa beneficia os meios de not\u00edcias, mas \u00e9 mais dif\u00edcil para eles verem como isso poderia benefici\u00e1-los. \u00c9 por isso que \u00e9 importante que os ve\u00edculos de not\u00edcias comuniquem como o uso da IA generativa aprimora e agrega valor \u00e0 sua cobertura\", disse Fletcher.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A pesquisa perguntou se vale mais ou menos a pena pagar por not\u00edcias que s\u00e3o em grande parte produzidas por IA. Quarenta e um por cento dos entrevistados nos seis pa\u00edses disseram que vale menos a pena pagar pelo conte\u00fado de not\u00edcias geradas por IA, enquanto apenas 8% disseram que as not\u00edcias geradas por IA ser\u00e3o mais valiosas.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">No entanto, a Argentina teve a maior porcentagem de pessoas que acreditam que vale mais a pena pagar por not\u00edcias geradas por IA, com 15%. Trinta e sete por cento dos argentinos acreditam que vale a pena pagar por not\u00edcias geradas por IA tanto quanto por not\u00edcias geradas por humanos, enquanto 31% acreditam que vale menos a pena pagar por not\u00edcias geradas por IA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-conversation=\"none\">\n<p dir=\"ltr\" lang=\"en\">Will news produced mostly by AI be more or less worth paying for?<\/p>\n<p>An average of 41% across the 6 countries covered say less worth paying for. Only 8% say they think that news made in this way will be more valuable. Even younger audiences share this view <a href=\"https:\/\/t.co\/01tOJj1GGg\">pic.twitter.com\/01tOJj1GGg<\/a><\/p>\n<p>\u2014 Reuters Institute (@risj_oxford) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/risj_oxford\/status\/1795353561309839397?ref_src=twsrc%5Etfw\">May 28, 2024<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n<p dir=\"ltr\">Na opini\u00e3o de Jornet, esses n\u00fameros n\u00e3o indicam necessariamente que mais pessoas na Argentina est\u00e3o dispostas a pagar por not\u00edcias geradas por IA do que em outros pa\u00edses.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"As not\u00edcias enriquecidas com IA podem certamente ser muito mais valiosas, mas tamb\u00e9m acredito, e a experi\u00eancia nos diz, que as not\u00edcias que as pessoas mais valorizam s\u00e3o aquelas que t\u00eam algum desenvolvimento criativo interessante, uma assinatura de autor\", disse ele. \"H\u00e1 novos desenvolvimentos de IA que s\u00e3o realmente impactantes, mas ainda acredito que, no trabalho de cria\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica e art\u00edstica, ainda h\u00e1 uma lacuna em favor do olhar humano.\"<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Por sua vez, Pino acredita que h\u00e1 outros usos da IA que poderiam ter um impacto positivo nos modelos de neg\u00f3cios da m\u00eddia, como a personaliza\u00e7\u00e3o do conte\u00fado ajustado aos interesses de cada usu\u00e1rio ou a automa\u00e7\u00e3o de tarefas. No entanto, ele disse que, at\u00e9 hoje, o principal valor do jornalismo ainda \u00e9 o valor agregado pelos jornalistas de carne e osso.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\"Diante do avan\u00e7o da IA generativa, o jornalismo deve se refugiar em seus princ\u00edpios mais b\u00e1sicos, aqueles capazes de mover e mobilizar a consci\u00eancia dos cidad\u00e3os, apostando no jornalismo investigativo e enfrentando os poderes do dia para expor casos de corrup\u00e7\u00e3o ou desvio de verbas\", disse Pino. \"A IA, nesse aspecto, nada mais \u00e9 do que uma ferramenta que deve facilitar a tarefa do jornalismo comprometido\".<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo do Reuters Institute mostrou que, de longe, a plataforma de IA generativa mais popular na Argentina \u00e9 o ChatGPT, e que pouqu\u00edssimos a utilizam para obter not\u00edcias. Tamb\u00e9m descobriu que os argentinos t\u00eam um pouco mais de confian\u00e7a nos meios de not\u00edcias fazendo uso respons\u00e1vel da tecnologia do que as pessoas em outros pa\u00edses. 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Previamente escribi\u00f3 sobre innovaci\u00f3n en periodismo para la Fundaci\u00f3n Gabo en Colombia y actualmente escribe para la revista digital LatAmJournalism Review del Centro Knight. Originario de la Ciudad de M\u00e9xico, C\u00e9sar se ha convertido en un n\u00f3mada digital que combina la creaci\u00f3n de contenido con su pasi\u00f3n por viajar. _________ C\u00e9sar L\u00f3pez Linares come\u00e7ou sua carreira no jornal mexicano REFORMA como coeditor de entretenimento e m\u00eddia. Ele escreveu para publica\u00e7\u00f5es como TODO Austin, Texas Music Magazine e The Austin Chronicle. C\u00e9sar tem mestrado em jornalismo pela University of Texas em Austin e \u00e9 bacharel em comunica\u00e7\u00e3o pela Universidad Nacional Aut\u00f3noma de M\u00e9xico. Antes disso, ele escreveu sobre inova\u00e7\u00e3o no jornalismo para a Funda\u00e7\u00e3o Gabo na Col\u00f4mbia. Atualmente escreve para a revista digital LatAmJournalism Review do Centro Knight. 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