{"id":8850,"date":"2020-07-16T18:41:37","date_gmt":"2020-07-16T23:41:37","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=8850"},"modified":"2020-10-07T12:12:13","modified_gmt":"2020-10-07T17:12:13","slug":"vejo-meu-trabalho-como-analogo-a-antropologia-forense-diz-fotojornalista-stephen-ferry-vencedor-do-maria-moors-cabot-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/vejo-meu-trabalho-como-analogo-a-antropologia-forense-diz-fotojornalista-stephen-ferry-vencedor-do-maria-moors-cabot-2020\/","title":{"rendered":"\"Vejo meu trabalho como an\u00e1logo \u00e0 antropologia forense\", diz fotojornalista Stephen Ferry, vencedor do Maria Moors Cabot 2020"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">O <\/span><a href=\"http:\/\/stephenferry.com\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">fotojornalista americano Stephen Ferry<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, que vive e trabalha na Col\u00f4mbia, foi um dos ganhadores do <\/span><a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/premio-maria-moors-cabot-2020-reconhece-reporteres-de-brasil-colombia-e-estados-unidos\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">pr\u00eamio Maria Moors Cabot 2020, anunciado em 15 de julho<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. No resumo dos vencedores, Ferry \u00e9 descrito como um fotojornalista com \"a paci\u00eancia de um antrop\u00f3logo e com grande humanidade\", que se dedica h\u00e1 mais de tr\u00eas d\u00e9cadas a projetos que se tornaram \"modelos de fotojornalismo de imers\u00e3o\".<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_8755\" style=\"width: 410px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-8755\" class=\"wp-image-8755\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Photo-by-Romana-Vysatova-300x200.jpg\" alt=\"Stephen Ferry\" width=\"400\" height=\"266\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Photo-by-Romana-Vysatova-300x200.jpg 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Photo-by-Romana-Vysatova-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Photo-by-Romana-Vysatova-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><p id=\"caption-attachment-8755\" class=\"wp-caption-text\">Stephen Ferry (Photo: Romana Vysatova)<\/p><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em entrevista \u00e0 <\/span><strong>LatAm Journalism Review<\/strong><b>, <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Ferry afirma que considera seu trabalho como \"an\u00e1logo \u00e0 antropologia forense\", no sentido de revelar viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos que criminosos buscam esconder. Ele tamb\u00e9m fala sobre o ritmo do seu trabalho, de imers\u00e3o, e formas de encontrar financiamento para esse tipo de projeto. Ferry conta ainda que nota um \"boom criativo\" no meio fotogr\u00e1fico e documental na Am\u00e9rica Latina.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O fotojornalista \u00e9 professor da Fundaci\u00f3n Gabo e seus trabalhos j\u00e1 apareceram em diversas publica\u00e7\u00f5es, como The New Yorker, The New York Times, GEO, TIME, National Geographic e outras.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p><strong>O que o pr\u00eamio Maria Moors Cabot significa para voc\u00ea? Como voc\u00ea se sentiu?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Embora eu n\u00e3o pense muito em pr\u00eamios de jornalismo, sempre considerei o Maria Moors Cabot importante, porque via a qualidade dos colegas que ganhavam. Me lembro de d\u00e9cadas atr\u00e1s, quando Alma Guillermoprieto e Susan Meiselas ganharam esse pr\u00eamio \u2013as duas tiveram uma enorme influ\u00eancia no meu pr\u00f3prio caminho\u2013 e pensando na honra que seria compartilhar essa distin\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m estou feliz pelo reconhecimento como fotojornalista. \u00c9 \u00f3timo que a profiss\u00e3o entenda o valor do nosso trabalho e veja o fotojornalismo como algo t\u00e3o importante quanto outras formas jornal\u00edsticas.<\/span><\/p>\n<p><strong>O que significa para voc\u00ea ser um fotojornalista na Col\u00f4mbia (e em outros pa\u00edses em que voc\u00ea est\u00e1 trabalhando) e para o tipo de jornalismo que voc\u00ea faz? <\/strong><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">A Col\u00f4mbia \u00e9 um lugar particularmente desafiador para se trabalhar como fotojornalista, porque existem muitas suposi\u00e7\u00f5es por a\u00ed. Para fazer justi\u00e7a \u00e0s complexidades do pa\u00eds e, particularmente, relatar o conflito armado interno da Col\u00f4mbia, voc\u00ea acaba nadando contra a corrente. A suposi\u00e7\u00e3o generalizada \u00e9 de que a raiz da viol\u00eancia social e pol\u00edtica da Col\u00f4mbia \u00e9 o narcotr\u00e1fico. Essa id\u00e9ia simplista provavelmente diz mais sobre as prioridades da pol\u00edtica externa dos EUA do que sobre a realidade. As ra\u00edzes do conflito s\u00e3o mais antigas do que o tr\u00e1fico de drogas e s\u00e3o extremamente complexas. Para lidar com isso, trabalhei para encontrar um vocabul\u00e1rio visual que refletisse essa complexidade e ambiguidade e n\u00e3o dependesse de id\u00e9ias recebidas.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">O mesmo poderia ser dito sobre o meu trabalho em minera\u00e7\u00e3o de ouro. Observadores e partes interessadas costumam usar linguagem escrita e visual para retratar pequenos mineiros de maneira estigmatizante. A minera\u00e7\u00e3o de ouro \u00e9 um tema altamente controverso e leva tempo para ir al\u00e9m de determinadas categorias, como \"minera\u00e7\u00e3o ilegal\", que podem obscurecer mais do que revelar. Uma boa fotografia \u00e9 prestar aten\u00e7\u00e3o aos detalhes, ao inv\u00e9s de ilustrar ideias preconcebidas. Talvez uma das raz\u00f5es pelas quais eu gosto de trabalhar na Col\u00f4mbia seja que isso me desafia a trabalhar contra a corrente.<\/span><\/p>\n<p><strong>Quando voc\u00ea pensa em todas as pessoas que fotografou e em todas as hist\u00f3rias que cobriu, quais voc\u00ea diria que foram as mais interessantes ou com as quais aprendeu mais?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eu vejo o trabalho como um processo colaborativo. Por exemplo, quando cobri a exuma\u00e7\u00e3o do massacre de El Mozote em El Salvador, em 1993, aprendi muito com a ONG Equipo Argentino de Antropolog\u00eda Forense (EAAF), que conduziu as investiga\u00e7\u00f5es. Os antrop\u00f3logos tornam vis\u00edveis as evid\u00eancias que os assassinos esconderam para impedir o conhecimento p\u00fablico dos seus crimes. Quando os ossos s\u00e3o revelados, se torna poss\u00edvel para a sociedade buscar justi\u00e7a, para os membros da fam\u00edlia descobrirem o que aconteceu e viverem o luto por seus mortos, e para o p\u00fablico descobrir a verdade do que aconteceu. Desde ent\u00e3o, vejo meu trabalho como fot\u00f3grafo como an\u00e1logo \u00e0 antropologia forense, pelo menos no que se refere a quest\u00f5es de direitos humanos. O que aprendi trabalhando ao lado da EAAF em El Salvador tem influ\u00eancia no meu trabalho at\u00e9 hoje, especialmente porque a antropologia forense desempenha um papel fundamental no processo de paz na Col\u00f4mbia, como aconteceu em El Salvador.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2002, eu comecei a trabalhar em uma mat\u00e9ria sobre as culturas ancestrais da Sierra Nevada de Santa Marta, no norte da Col\u00f4mbia, em miss\u00e3o para a National Geographic. Esse trabalho s\u00f3 foi poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 colabora\u00e7\u00e3o com as organiza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas da montanha quando concordamos que eu compartilharia os resultados do meu trabalho como propriedade coletiva dos povos ind\u00edgenas. Felizmente, mais tarde eu pude ajudar as organiza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas a formar uma equipe de documentaristas ind\u00edgenas, sob a lideran\u00e7a do diretor e fot\u00f3grafo Arhuaco Amado Villafa\u00f1a, e trabalhamos juntos em projetos desde ent\u00e3o. Essa foi uma grande li\u00e7\u00e3o para mim sobre a import\u00e2ncia de reconhecer minha pr\u00f3pria ignor\u00e2ncia e sobre trabalhar de maneira colaborativa, ao inv\u00e9s de tentar simplesmente entrar, tirar algumas fotos ex\u00f3ticas e sair.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Durante mais de dez anos cobrindo o conflito armado interno da Col\u00f4mbia, aprendi v\u00e1rias vezes a import\u00e2ncia de colaborar. Talvez porque os jornalistas colombianos trabalhem em circunst\u00e2ncias t\u00e3o dif\u00edceis, h\u00e1 uma grande solidariedade entre os colegas, o que torna o trabalho infinitamente mais rico e, \u00e9 claro, oferece uma certa prote\u00e7\u00e3o. Nas minhas primeiras visitas \u00e0 Col\u00f4mbia, quando fui convidado para dar oficinas na Funda\u00e7\u00e3o Gabriel Garc\u00eda M\u00e1rquez para o Novo Jornalismo Ibero-Americano (FNPI, por suas iniciais em espanhol), senti esse esp\u00edrito de coopera\u00e7\u00e3o e apoio m\u00fatuo, caracter\u00edstico do jornalismo na Col\u00f4mbia.<\/span><\/p>\n<p><strong>Como professor, como voc\u00ea v\u00ea a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de fotojornalistas? E quais conselhos voc\u00ea costuma dar aos seus alunos?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Eu estou cautelosamente otimista sobre o futuro do fotojornalismo na Am\u00e9rica Latina. Por um lado, a profiss\u00e3o continua sendo majoritariamente 'macho', com muitas barreiras \u00e0 entrada de mulheres. O sexismo ainda \u00e9 galopante em muitos departamentos de fotografia. Por outro lado, muitas mulheres est\u00e3o desafiando essa situa\u00e7\u00e3o, e cada vez mais vemos fot\u00f3grafas sendo reconhecidas por seu valor. Tamb\u00e9m h\u00e1 organiza\u00e7\u00f5es importantes que est\u00e3o trabalhando para aumentar a diversidade de g\u00eanero e ra\u00e7a na \u00e1rea.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A equa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica \u00e9 dif\u00edcil. Assim como nos Estados Unidos, o capital est\u00e1 altamente concentrado no setor de not\u00edcias, e o pagamento aos fot\u00f3grafos, assim como aos rep\u00f3rteres, \u00e9 absurdamente baixo. H\u00e1 menos publica\u00e7\u00f5es do que no passado, e as prioridades dos editores continuam direcionadas para o conte\u00fado que lhes custa pouco ou nada para adquirir. O que mudou para melhor \u00e9 que a m\u00eddia internacional agora est\u00e1 contratando e pagando fot\u00f3grafos locais na mesma propor\u00e7\u00e3o que estrangeiros, e h\u00e1 muito mais latino-americanos trabalhando com publica\u00e7\u00f5es americanas e europ\u00e9ias do que anteriormente.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Atualmente, h\u00e1 um trabalho fotogr\u00e1fico incr\u00edvel sendo realizado em toda a Am\u00e9rica Latina, talvez mais numa veia documental aprofundada do que no fotojornalismo em si. Nesse sentido, a Am\u00e9rica Latina est\u00e1 passando por uma esp\u00e9cie de boom criativo e h\u00e1 um di\u00e1logo entre fot\u00f3grafos de document\u00e1rios, escritores e editores de livros que \u00e9 muito empolgante. Com um grupo de fot\u00f3grafos, ajudei a fundar <\/span><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ojorojofabricavisual\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">OjoRojo, um espa\u00e7o comunit\u00e1rio em Bogot\u00e1 <\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">dedicado a promover uma conversa criativa entre fotojornalistas, fot\u00f3grafos de document\u00e1rios e o p\u00fablico. H\u00e1 v\u00e1rias iniciativas como o OjoRojo na Am\u00e9rica Latina que mostram esse momento criativo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Meu conselho em geral para estudantes de fotojornalismo \u00e9 buscar colabora\u00e7\u00f5es com organiza\u00e7\u00f5es sociais, grupos da sociedade civil, escritores, cientistas, artistas, designers gr\u00e1ficos, etc. Cada vez mais, o fotojornalismo est\u00e1 sendo realizado por freelancers, \u00e0 medida que os or\u00e7amentos s\u00e3o cortados, equipes encolhem e publica\u00e7\u00f5es fecham. Nessas condi\u00e7\u00f5es, muitas vezes \u00e9 muito dif\u00edcil e solit\u00e1rio trabalhar sozinho. Embora haja certamente um papel para projetos altamente individuais, em geral, acho que hoje em dia se rende melhor trabalhando em projetos com outras pessoas. Um \u00f3timo exemplo desse tipo de colabora\u00e7\u00e3o seria El Faro, em El Salvador.<\/span><\/p>\n<p><strong>Em uma \u00e9poca em que tudo parece feito para consumo imediato, inclusive as not\u00edcias, voc\u00ea se dedica a um fotojornalismo de imers\u00e3o. Por que voc\u00ea gosta desse tipo de trabalho e qual \u00e9 a sua import\u00e2ncia?<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Talvez eu seja apenas lento por natureza. Eu certamente respeito os colegas que fazem \u00f3timas not\u00edcias no local e podem enviar os arquivos em campo, usando o celular para editar, escrever legendas e pronto, j\u00e1 foi. Existem muitas abordagens v\u00e1lidas para o trabalho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Geralmente, meu processo \u00e9 come\u00e7ar a trabalhar em uma hist\u00f3ria e, em seguida, ela fica entranhada em mim. Come\u00e7o a procurar novas encomendas ou subs\u00eddios para financiar a volta e fico obcecado com isso. Como leva tempo para encontrar os recursos, o ritmo pode ser frustrante, mas acaba tendo uma vis\u00e3o mais longitudinal do que teria tido de outra maneira. Por exemplo, Violentology: A Manual of the Colombian Conflict (Violentologia: Um Manual do Conflito Colombiano) levou mais de doze anos para ser conclu\u00eddo, mas no final o livro cobre o per\u00edodo desde o \u00e1pice das FARC, a ofensiva paramilitar que quase tomou a Col\u00f4mbia at\u00e9 o in\u00edcio do processo de paz. Da mesma forma, La Batea analisa a minera\u00e7\u00e3o de ouro por um per\u00edodo de cinco anos, e muita coisa aconteceu durante esse per\u00edodo que d\u00e3o nuances ao entendimento da hist\u00f3ria. Enquanto estou construindo um trabalho maior, procuro distribuir e publicar partes dele em forma de ensaio, como forma de financiar o projeto e permanecer atualizado.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ferry \u00e9 descrito como um fotojornalista com \"a paci\u00eancia de um antrop\u00f3logo e com grande humanidade\", que se dedica h\u00e1 mais de tr\u00eas d\u00e9cadas a projetos que se tornaram \"modelos de fotojornalismo de imers\u00e3o\"<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":8767,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1353],"tags":[1396,1598,1559],"coauthors":[],"class_list":["post-8850","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-premios-e-oportunidades-pt-br","tag-colombia-pt-br-2","tag-fotojornalismo-pt-br","tag-premios-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.4) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>&quot;Vejo meu trabalho como an\u00e1logo \u00e0 antropologia forense&quot;, diz fotojornalista Stephen Ferry, vencedor do Maria Moors Cabot 2020 - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"&quot;Vejo meu trabalho como an\u00e1logo \u00e0 antropologia forense&quot;, diz fotojornalista Stephen Ferry, vencedor do Maria Moors Cabot 2020 Pr\u00eamios e Oportunidades. 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