{"id":90956,"date":"2024-09-09T13:00:31","date_gmt":"2024-09-09T18:00:31","guid":{"rendered":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/?p=90956"},"modified":"2024-09-09T13:00:31","modified_gmt":"2024-09-09T18:00:31","slug":"violencia-de-genero-nas-redacoes-estudo-revela-impunidade-e-falta-de-protocolos-na-america-latina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/violencia-de-genero-nas-redacoes-estudo-revela-impunidade-e-falta-de-protocolos-na-america-latina\/","title":{"rendered":"Viol\u00eancia de g\u00eanero nas reda\u00e7\u00f5es: Estudo revela impunidade e falta de protocolos na Am\u00e9rica Latina"},"content":{"rendered":"<p>Na Col\u00f4mbia, a neglig\u00eancia de um grande meio de comunica\u00e7\u00e3o perante\u00a0<a href=\"https:\/\/www.elespectador.com\/genero-y-diversidad\/las-igualadas\/justicia-condenara-al-agresor-sexual-de-la-periodista-vanesa-restrepo\/\"><u>um caso de agress\u00e3o sexual de um editor<\/u><\/a> contra uma jornalista\u00a0<a href=\"https:\/\/www.dejusticia.org\/en-un-fallo-historico-corte-constitucional-condena-la-violencia-de-genero-en-espacios-laborales\/\"><u>levou a Corte Constitucional a estabelecer<\/u><\/a> que empresas p\u00fablicas e privadas s\u00e3o respons\u00e1veis por prevenir e sancionar a violencia de g\u00eanero nos espa\u00e7os de trabalho.<\/p>\n<p>Na Argentina, um coletivo de jornalistas apresentou no Senado um\u00a0<a href=\"https:\/\/lavaca.org\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/PA-Informe-Cultura-del-Acoso-Punto-y-Aparte.pdf\"><u>relat\u00f3rio reunindo den\u00fancias de ass\u00e9dio sexual de 19 mulheres<\/u><\/a> contra um renomado jornalista. Ele inicialmente negou as acusa\u00e7\u00f5es, mas dias depois publicou um v\u00eddeo se responsabilizando e pedindo desculpas \u00e0s mulheres por suas\u00a0<a href=\"https:\/\/www.pagina12.com.ar\/751631-tras-las-denuncias-de-acoso-sexual-pedro-brieger-pidio-discu\"><u>\u201catitudes inapropriadas\u201d<\/u><\/a>.<\/p>\n<p>Os dois casos tiveram repercuss\u00e3o dentro e fora desses dois pa\u00edses e levaram para o debate p\u00fablico uma quest\u00e3o conhecida por mulheres jornalistas na regi\u00e3o: a preval\u00eancia da viol\u00eancia de g\u00eanero em reda\u00e7\u00f5es, coberturas e outros ambientes de trabalho.<\/p>\n<p>Um estudo recente levantou dados para evidenciar esse cen\u00e1rio. Pesquisadoras do estudo\u00a0<a href=\"https:\/\/comunicarigualdad.com.ar\/medios-sin-violencias\/\"><u>#MediosSinViolencias<\/u><\/a>, realizado pela organiza\u00e7\u00e3o argentina\u00a0<a href=\"https:\/\/comunicarigualdad.com.ar\/\"><u>Comunicaci\u00f3n para la Igualdad<\/u><\/a> com apoio da Unesco e publicado integralmente em agosto, ouviram 108 jornalistas e gestores \u2013 mulheres e homens \u2013 de 95 meios de comunica\u00e7\u00e3o em 14 pa\u00edses latino-americanos.<\/p>\n<p>Tr\u00eas quartos (75%) disseram conhecer pelo menos um caso de viol\u00eancia de g\u00eanero contra mulheres jornalistas, tanto online quanto offline. Quase metade (48%) disse que esses casos de viol\u00eancia aconteceram no principal local de trabalho das jornalistas (reda\u00e7\u00e3o ou est\u00fadio de TV ou r\u00e1dio).<\/p>\n<p>Os principais agressores nos ambientes offline foram pessoas em postos de chefia (49%) nos meios em que as v\u00edtimas trabalhavam e colegas do mesmo n\u00edvel hier\u00e1rquico (27%). As formas predominantes de viol\u00eancia de g\u00eanero contra jornalistas, segundo as pessoas ouvidas no estudo, foram as viol\u00eancias psicol\u00f3gica e verbal (65,6%) e ass\u00e9dio sexual (28%).<\/p>\n<p>Em mais da metade dos casos citados pelos respondentes (54,5%), os agressores n\u00e3o foram sancionados. Menos de um ter\u00e7o (28%) dos casos gerou uma den\u00fancia, seja ela dentro do pr\u00f3prio meio de comunica\u00e7\u00e3o ou na Justi\u00e7a. Em 41,5% dos casos denunciados, houve repres\u00e1lia contras as pessoas que denunciaram, como press\u00f5es no trabalho, amea\u00e7as e demiss\u00f5es.<\/p>\n<p>Esses tr\u00eas \u00faltimos dados formam \u201cum tri\u00e2ngulo que evidencia a impunidade do poder dentro dos meios de comunica\u00e7\u00e3o\u201d, disse Sandra Chaher, coordenadora e editora do estudo, \u00e0\u00a0<strong>LatAm Journalism Review (LJR)<\/strong>.<\/p>\n<div id=\"attachment_90964\" style=\"width: 430px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-90964\" class=\"wp-image-90964\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/SandraChaher-1024x675.jpeg\" alt=\"woman staring at the camera\" width=\"420\" height=\"277\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/SandraChaher-1024x675.jpeg 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/SandraChaher-300x198.jpeg 300w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/SandraChaher-768x506.jpeg 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/SandraChaher-1536x1012.jpeg 1536w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/SandraChaher.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 420px) 100vw, 420px\" \/><p id=\"caption-attachment-90964\" class=\"wp-caption-text\">Sandra Chaher, coordenadora do estudo #MediosSinViolencias e presidenta da associa\u00e7\u00e3o Comunicaci\u00f3n para la Igualdad. (Arquivo pessoal)<\/p><\/div>\n<p>\u201cVoc\u00ea tem a\u00ed uma pir\u00e2mide de poder que diz respeito a empresas onde h\u00e1 impunidade, ou seja, os agressores n\u00e3o s\u00e3o punidos e, em vez disso, as v\u00edtimas s\u00e3o atacadas. Por isso, as v\u00edtimas se retraem\u201d, disse ela. \u201cSe voc\u00ea viu o caso de uma colega que foi denunciar e ou a demitiram, ou a transferiram, ou a amea\u00e7aram, isso n\u00e3o serve de incentivo para que voc\u00ea denuncie. Isso foi o que mais nos surpreendeu, porque revela o quanto est\u00e1 enraizada a viol\u00eancia associada ao poder nos meios de comunica\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o.\u201d<\/p>\n<h3>Protocolos para lidar com a viol\u00eancia<\/h3>\n<p>Al\u00e9m das entrevistas com jornalistas, o estudo tamb\u00e9m fez uma an\u00e1lise de 27 protocolos de aten\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero no trabalho. Desses, 22 est\u00e3o em vigor em meios de comunica\u00e7\u00e3o e cinco foram elaborados por sindicatos de jornalistas da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.dropbox.com\/scl\/fi\/xfn91ddswpn56ps2560nd\/Medios-Sin-Violencia-Final-ISBN-2024-CI.pdf?rlkey=98jhff4llbncwbvhvkcrn969g&amp;e=1&amp;st=7q8uw3uz&amp;dl=0\"><u>estudo<\/u><\/a>, um protocolo \u00e9 \u201cuma ferramenta que padroniza procedimentos de atua\u00e7\u00e3o diante de uma situa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, em um \u00e2mbito determinado\u201d. Em casos de discrimina\u00e7\u00e3o, ass\u00e9dio e viol\u00eancia nos espa\u00e7os de trabalho, o protocolo \u201cpermite lidar com a situa\u00e7\u00e3o apresentada e abord\u00e1-la de forma adequada em todos os aspectos, por meio de uma interven\u00e7\u00e3o integral\u201d, explica o <a href=\"https:\/\/www.dropbox.com\/scl\/fi\/xfn91ddswpn56ps2560nd\/Medios-Sin-Violencia-Final-ISBN-2024-CI.pdf?rlkey=98jhff4llbncwbvhvkcrn969g&amp;e=1&amp;st=7q8uw3uz&amp;dl=0\"><u>estudo<\/u><\/a>.<\/p>\n<p>Dentre os protocolos analisados, apenas dois foram elaborados antes de 2015. Esse foi o ano em que surgiu o\u00a0<a href=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/como-o-movimento-ni-una-menos-foi-um-divisor-de-aguas-na-cobertura-de-questoes-de-genero-na-argentina\/\"><u>movimento feminista Ni Una Menos na Argentina<\/u><\/a>, que pautou a viol\u00eancia de g\u00eanero no debate p\u00fablico na Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>\u201cPara n\u00f3s, isso \u00e9 um reflexo do impacto que o movimento Ni Una Menos gerou na Am\u00e9rica Latina: o fato de come\u00e7ar a falar sobre viol\u00eancia e desenvolver algum n\u00edvel de sensibilidade e preocupa\u00e7\u00e3o com esse tema. Assim, as empresas de jornalismo come\u00e7aram a perceber que precisavam fazer algo a respeito\u201d, disse Chaher.<\/p>\n<p>A partir dessa an\u00e1lise e com a colabora\u00e7\u00e3o de pelo menos 30 meios de comunica\u00e7\u00e3o latino-americanos, as respons\u00e1veis pelo estudo elaboraram um\u00a0<a href=\"https:\/\/www.dropbox.com\/scl\/fi\/sl5z4ed9eezlojvrt9il9\/PROTOCOLO-MARCO-FINAL.pdf?rlkey=si5xvc95k0tqp283v8n2lpadf&amp;e=1&amp;st=lgm6mj93&amp;dl=0\"><u>Protocolo Marco de Preven\u00e7\u00e3o e A\u00e7\u00e3o contra a Discrimina\u00e7\u00e3o, o Ass\u00e9dio e a Viol\u00eancia no Trabalho Jornal\u00edstico<\/u><\/a>.<\/p>\n<p>\u201cEntendemos a exist\u00eancia e a aplica\u00e7\u00e3o de protocolos de atendimento \u00e0 viol\u00eancia como uma das estrat\u00e9gias que as organiza\u00e7\u00f5es de not\u00edcias poderiam desenvolver para promover melhores ambientes de trabalho\u201d, afirma o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.dropbox.com\/scl\/fi\/xfn91ddswpn56ps2560nd\/Medios-Sin-Violencia-Final-ISBN-2024-CI.pdf?rlkey=98jhff4llbncwbvhvkcrn969g&amp;e=1&amp;st=7q8uw3uz&amp;dl=0\"><u>estudo<\/u><\/a>. Tamb\u00e9m enfatiza que os protocolos devem ser implementados no contexto de um plano integral de preven\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia que desenvolva outras a\u00e7\u00f5es, e que \u00e9 fundamental o compromisso de gestores e propriet\u00e1rios de meios com tais pol\u00edticas.<\/p>\n<p>\u201cSem um papel ativo das lideran\u00e7as em desativar a viol\u00eancia e criar espa\u00e7os de trabalho inclusivos, a exist\u00eancia do protocolo por si s\u00f3 n\u00e3o ser\u00e1 suficiente\u201d, afirma o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.dropbox.com\/scl\/fi\/xfn91ddswpn56ps2560nd\/Medios-Sin-Violencia-Final-ISBN-2024-CI.pdf?rlkey=98jhff4llbncwbvhvkcrn969g&amp;e=1&amp;st=7q8uw3uz&amp;dl=0\"><u>estudo<\/u><\/a>.<\/p>\n<p>A pesquisa\u00a0<a href=\"https:\/\/comunicarigualdad.com.ar\/medios-sin-violencias\/\"><u>#MediosSinViolencias<\/u><\/a> tamb\u00e9m constatou que mais da metade (57%) dos 95 meios de comunica\u00e7\u00e3o representados na amostra n\u00e3o t\u00eam um protocolo de aten\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero. Cerca de um ter\u00e7o (32%) contam com um protocolo, e em 12% dos casos as pessoas entrevistadas disseram n\u00e3o saber responder.<\/p>\n<p>Chaher destacou que, nos meios onde h\u00e1 uma \u00e1rea especializada no tratamento desse tipo de den\u00fancia, 41% das pessoas disseram avaliar de maneira positiva seu funcionamento. Para ela, esse \u00e9 um incentivo para que organiza\u00e7\u00f5es e empresas adotem protocolos e \u00e1reas especializadas para tratar de viol\u00eancia de g\u00eanero no trabalho.<\/p>\n<p>\u201cMelhora muito o clima laboral, ou seja, as pessoas ficam mais satisfeitas porque sentem que esses temas est\u00e3o sendo abordados\u201d, disse ela. \u201cSe voc\u00ea tem que trabalhar todos os dias em um ambiente violento e n\u00e3o tem muita vontade de ir trabalhar, \u00e9 prov\u00e1vel que a qualidade do seu trabalho seja menor.\u201d<\/p>\n<h3>Responsabilidade de Estados e empresas<\/h3>\n<p>O estudo faz refer\u00eancia ao marco legal regional e internacional sobre esse tema, e cita a\u00a0<a href=\"https:\/\/normlex.ilo.org\/dyn\/normlex\/es\/f?p=NORMLEXPUB:12100:0::NO::P12100_ILO_CODE:C190\"><u>Conven\u00e7\u00e3o 190<\/u><\/a> da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT), que trata de viol\u00eancia e ass\u00e9dio no mundo do trabalho.<\/p>\n<p>Segundo a\u00a0<a href=\"https:\/\/normlex.ilo.org\/dyn\/normlex\/es\/f?p=NORMLEXPUB:12100:0::NO::P12100_ILO_CODE:C190\"><u>Conven\u00e7\u00e3o<\/u><\/a>, estabelecida em 2019, \u201cviol\u00eancia e ass\u00e9dio com base no g\u00eanero\u201d s\u00e3o \u201cviol\u00eancia e ass\u00e9dio dirigido \u00e0s pessoas em virtude do seu sexo ou g\u00eanero, ou afetam de forma desproporcionada as pessoas de um determinado sexo ou g\u00eanero, e inclui o ass\u00e9dio sexual\u201d.<\/p>\n<p>A Conven\u00e7\u00e3o 190 determina que os pa\u00edses que a ratifiquem devem adotar as medidas necess\u00e1rias para erradicar a viol\u00eancia e o ass\u00e9dio nos espa\u00e7os de trabalho. At\u00e9 o momento,\u00a0<a href=\"https:\/\/normlex.ilo.org\/dyn\/normlex\/es\/f?p=1000:11300:0::NO:11300:P11300_INSTRUMENT_ID:3999810\"><u>11 pa\u00edses de Am\u00e9rica Latina e Caribe<\/u><\/a> ratificaram a conven\u00e7\u00e3o: Antigua e Barbuda, Argentina, Bahamas, Barbados, Chile, Equador, El Salvador, M\u00e9xico, Panam\u00e1, Peru e Uruguai.<\/p>\n<p>Para Chaher, a Conven\u00e7\u00e3o 190 \u201c\u00e9 um grande avan\u00e7o, justamente porque havia um vazio legal em rela\u00e7\u00e3o a esse tema\u201d.<\/p>\n<p>Embora a Col\u00f4mbia ainda n\u00e3o tenha ratificado a Conven\u00e7\u00e3o 190, a norma foi uma das que informou a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.corteconstitucional.gov.co\/relatoria\/2021\/T-140-21.htm\"><u>senten\u00e7a T140\/21<\/u><\/a> da Corte Constitucional do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A Corte\u00a0<a href=\"https:\/\/www.corteconstitucional.gov.co\/relatoria\/2021\/T-140-21.htm\"><u>estabeleceu que<\/u><\/a> o Estado colombiano e as empresas t\u00eam \u201ca obriga\u00e7\u00e3o de prevenir, investigar, julgar e sancionar os respons\u00e1veis por atos de viol\u00eancia e\/ou discrimina\u00e7\u00e3o contra mulheres jornalistas e aquelas que trabalham na m\u00eddia e, nesse sentido, devem agir de maneira proativa, n\u00e3o neutra e intolerante em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia e\/ou discrimina\u00e7\u00e3o por motivos de g\u00eanero contra mulheres jornalistas\u201d.<\/p>\n<div id=\"attachment_90967\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-90967\" class=\"wp-image-90967\" src=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Cuestion-Publica0371-683x1024.jpg\" alt=\"woman standing with crossed arms smiling at the camera\" width=\"300\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Cuestion-Publica0371-683x1024.jpg 683w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Cuestion-Publica0371-200x300.jpg 200w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Cuestion-Publica0371-768x1152.jpg 768w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Cuestion-Publica0371-1024x1536.jpg 1024w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Cuestion-Publica0371-1365x2048.jpg 1365w, https:\/\/latamjournalismreview.org\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Cuestion-Publica0371-scaled.jpg 1707w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-90967\" class=\"wp-caption-text\">Laura Mart\u00ednez trabalhou no desenvolvimento do protocolo de aten\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero do meio colombiano Cuesti\u00f3n P\u00fablica. (Arquivo pessoal)<\/p><\/div>\n<p>Laura Mart\u00ednez, advogada e l\u00edder de acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o do meio colombiano\u00a0<a href=\"https:\/\/cuestionpublica.com\/\"><u>Cuesti\u00f3n P\u00fablica<\/u><\/a>, disse \u00e0\u00a0<strong>LJR\u00a0<\/strong>que a partir dessa senten\u00e7a, emitida em maio de 2021, os meios de comunica\u00e7\u00e3o do pa\u00eds passaram a olhar para esse tema com mais aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Neste ano, Cuesti\u00f3n P\u00fablica tamb\u00e9m desenvolveu,\u00a0<a href=\"https:\/\/flip.org.co\/publicaciones\/otras-publicaciones?item=la-flip-acompana-la-creacion-de-protocolos-de-genero-en-medios-de-comunicacion-con-el-apoyo-de-la-embajada-de-canada\"><u>em parceria com a Funda\u00e7\u00e3o para a Liberdade de Imprensa (Flip)<\/u><\/a>, seu pr\u00f3prio protocolo de aten\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero contra jornalistas, disse Mart\u00ednez.<\/p>\n<p>\u201cCuesti\u00f3n P\u00fablica \u00e9 um meio de comunica\u00e7\u00e3o feminista. Ent\u00e3o, h\u00e1 muito tempo, est\u00e1vamos pensando que, se somos um meio de comunica\u00e7\u00e3o feminista a partir de dentro, t\u00ednhamos que ter nossas pr\u00f3prias ferramentas para tamb\u00e9m proteger nossas jornalistas\u201d, disse Mart\u00ednez. \u201cQuer\u00edamos deixar muito claro que existe uma viol\u00eancia direcionada \u00e0s jornalistas simplesmente por serem mulheres.\u201d<\/p>\n<p>Por isso, Cuesti\u00f3n P\u00fablica foi convidado a colaborar na elabora\u00e7\u00e3o do Protocolo Marco do projeto #MediosSinViolencias, contou ela.<\/p>\n<p>\u201cParticipamos de algumas reuni\u00f5es e discutimos sobre o tema. Foi um espa\u00e7o de muito crescimento para n\u00f3s tamb\u00e9m, porque j\u00e1 t\u00ednhamos um conhecimento pr\u00e9vio sobre como era o protocolo e como ele funcionava, mas discutir com outras colegas e conhecer seus pontos de vista foi maravilhoso\u201d, disse Mart\u00ednez.<\/p>\n<p>Ela destacou que um dos pontos do Protocolo Marco que lhe pareceu mais relevante \u00e9 a abordagem integral ao problema da viol\u00eancia de g\u00eanero contra jornalistas. Al\u00e9m de apontar solu\u00e7\u00f5es para casos que venham a acontecer, o protocolo tamb\u00e9m prev\u00ea que as organiza\u00e7\u00f5es avaliem os riscos, detectem potenciais situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia e adotem medidas preventivas. Tamb\u00e9m devem se dedicar a transformar a cultura da organiza\u00e7\u00e3o para garantir ambientes laborais livres de discrimina\u00e7\u00e3o, viol\u00eancia e ass\u00e9dio.<\/p>\n<p>Mart\u00ednez tamb\u00e9m ressaltou que o importante \u00e9 \u201ccome\u00e7ar de uma forma muito b\u00e1sica\u201d.<\/p>\n<p>\u201cQuando voc\u00ea est\u00e1 em uma situa\u00e7\u00e3o de risco, voc\u00ea n\u00e3o precisa de um monte de palavras t\u00e9cnicas. Realmente, \u00e9 importante ter um protocolo que seja muito r\u00e1pido\u201d, disse ela. \u201cIsso foi o que tentamos fazer em Cuesti\u00f3n P\u00fablica. Acho fundamental que, mais do que algo burocr\u00e1tico, seja uma quest\u00e3o de rapidez e agilidade.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadoras ouviram 108 trabalhadores da imprensa em 14 pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e sugerem pol\u00edticas de abordagem e preven\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia de g\u00eanero que organiza\u00e7\u00f5es jornal\u00edsticas podem adotar. <\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":90958,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"coauthors":[2742],"class_list":["post-90956","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-nao-categorizado"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.1.1) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ 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