{"id":9202,"date":"2018-11-02T11:22:18","date_gmt":"2018-11-02T16:22:18","guid":{"rendered":"https:\/\/live-lajr.pantheonsite.io\/articles\/apenas-18-dos-casos-de-jornalistas-assassinados-na-america-latina-e-no-caribe-foram-reportados-como-resolvidos-unesco\/"},"modified":"2020-07-23T15:58:19","modified_gmt":"2020-07-23T20:58:19","slug":"apenas-18-dos-casos-de-jornalistas-assassinados-na-america-latina-e-no-caribe-foram-reportados-como-resolvidos-unesco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/latamjournalismreview.org\/pt-br\/articles\/apenas-18-dos-casos-de-jornalistas-assassinados-na-america-latina-e-no-caribe-foram-reportados-como-resolvidos-unesco\/","title":{"rendered":"Apenas 18% dos casos de jornalistas assassinados na Am\u00e9rica Latina e no Caribe foram reportados como resolvidos: UNESCO"},"content":{"rendered":"<p><em>Este post foi atualizado para incluir informa\u00e7\u00f5es sobre o Observat\u00f3rio de Jornalistas Mortos da UNESCO.<\/em><\/p>\n<p>Quando assassinatos de jornalistas n\u00e3o s\u00e3o levados \u00e0 justi\u00e7a em tribunais, o resultado \u00e9 n\u00e3o apenas injusti\u00e7a para os profissionais mortos e suas fam\u00edlias, como tamb\u00e9m uma amea\u00e7a maior para os colegas que eles deixam para tr\u00e1s.<\/p>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina e no Caribe, apenas <a href=\"http:\/\/unesdoc.unesco.org\/images\/0026\/002658\/265828e.pdf\">18% dos casos de jornalistas assassinados, ou 41 dos 226 casos condenados pela UNESCO entre 2006 e 2017<\/a>, foram reportados como resolvidos pelos Estados-Membros, segundo a organiza\u00e7\u00e3o internacional.<\/p>\n<div style=\"width: 400px; font-size: 80%; text-align: left; float: right; padding-left: 10px; padding-right: 10px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"width: 400px;\" src=\"https:\/\/farm2.staticflickr.com\/1938\/45632515832_8cec6d7a4b_o.png\" alt=\"UNESCO\" width=\"1024\" height=\"512\" \/><\/div>\n<p>Enquanto isso, a impunidade persiste em nove entre dez casos em todo o mundo, segundo a organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Neste dia 2 de novembro, a UNESCO e organiza\u00e7\u00f5es de liberdade de imprensa em todo o mundo est\u00e3o chamando aten\u00e7\u00e3o para essas estat\u00edsticas e para a impunidade geral em casos de viol\u00eancia contra profissionais da imprensa, para marcar o Dia Internacional para Acabar com a Impunidade por Crimes contra Jornalistas (IDEI, na sigla em ingl\u00eas).<\/p>\n<p>A Assembleia Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas <a href=\"http:\/\/www.un.org\/en\/ga\/search\/view_doc.asp?symbol=A\/RES\/68\/163\">estabeleceu o IDEI em 2013<\/a> e instou os Estados Membros a prevenir a viol\u00eancia contra os profissionais da imprensa, investigar a viol\u00eancia contra eles e levar os respons\u00e1veis \u00e0 justi\u00e7a. Tamb\u00e9m pediu aos Estados-membros para \u201cpromover um ambiente seguro e prop\u00edcio para os jornalistas realizarem seu trabalho de forma independente e sem interfer\u00eancia indevida\u201d.<\/p>\n<p>Embora a estrutura jur\u00eddica internacional em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 impunidade seja mais forte do que h\u00e1 cinco anos, <a href=\"http:\/\/unesdoc.unesco.org\/images\/0026\/002659\/265962e.pdf\">implementar medidas em n\u00edvel nacional ainda \u00e9 um desafio<\/a>, segundo Audrey Azoulay, diretora-geral da UNESCO. Ela tamb\u00e9m apontou para a necessidade de lidar com as amea\u00e7as \u00e0s mulheres jornalistas, que enfrentam um aumento no n\u00famero de ataques e ass\u00e9dio, especificamente online.<\/p>\n<p>\"\u00c9 nossa responsabilidade garantir que os crimes contra jornalistas n\u00e3o fiquem impunes\", disse Azoulay. \u201cPrecisamos cuidar para que os jornalistas trabalhem em condi\u00e7\u00f5es seguras que permitam uma imprensa livre e pluralista flores\u00e7a. Somente em tal ambiente poderemos criar sociedades justas, pac\u00edficas e verdadeiramente voltadas para o futuro \u201d.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o e aliados est\u00e3o espalhando a conscientiza\u00e7\u00e3o com a campanha #TruthNeverDies (a verdade nunca morre, em ingl\u00eas). Um microsite especial divulga as hist\u00f3rias de jornalistas que foram assassinados por causa de seu trabalho. Na Am\u00e9rica Latina, eles inclu\u00edram os casos de <a href=\"https:\/\/unesco.exposure.co\/her-name-was-miroslava-breach\">Miroslava Breach<\/a>, que foi morta no M\u00e9xico em 2017; <a href=\"https:\/\/unesco.exposure.co\/his-name-was-paul-rivas\">Paul Rivas<\/a>, morto em 2018 na Col\u00f4mbia; e <a href=\"https:\/\/unesco.exposure.co\/his-name-was-javier-valdez\">Javier Valdez<\/a>, morto no M\u00e9xico em 2017. Os leitores podem acessar as mat\u00e9rias dos jornalistas no site e compartilh\u00e1-las nas m\u00eddias sociais usando as hashtags <a href=\"https:\/\/twitter.com\/search?q=%23truthneverdies&amp;src=typd\">#TruthNeverDies<\/a>, <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/EndImpunity?src=hash\">#EndImpunity<\/a> (acabem com a impunidade) e \u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/search?q=%23journosafe&amp;src=typd\">#Journosafe<\/a> (jornalistas seguros).<\/p>\n<p>A UNESCO tamb\u00e9m lan\u00e7ou o <a href=\"https:\/\/en.unesco.org\/themes\/safety-journalists\/observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Observatory of Killed Journalists,<\/a> um banco de dados online pesquis\u00e1vel com informa\u00e7\u00f5es sobre o status judicial de casos de profissionais da m\u00eddia assassinados. O banco de dados cont\u00e9m cada assassinato que a UNESCO registrou desde 1993 e a informa\u00e7\u00e3o vem dos Estados onde o assassinato aconteceu.<\/p>\n<p>A UNESCO n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica organiza\u00e7\u00e3o que mede a impunidade nos assassinatos de jornalistas para marcar o IDEI.<\/p>\n<div style=\"width: 300px; font-size: 80%; text-align: left; float: left; padding-left: 10px; padding-right: 10px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/farm5.staticflickr.com\/4810\/31809998108_cd54d5af80_o.png\" alt=\"Screenshot\" width=\"940\" height=\"788\" \/><\/div>\n<p>O Comit\u00ea para a Prote\u00e7\u00e3o dos Jornalistas (CPJ) classifica os pa\u00edses de acordo com as taxas de impunidade que prevalecem nos casos de jornalistas assassinados. No \u00edndice deste ano, o M\u00e9xico, a Col\u00f4mbia e o Brasil est\u00e3o entre os <a href=\"https:\/\/knightcenter.utexas.edu\/blog\/00-20285-mexico-colombia-and-brazil-have-highest-rates-impunity-journalists-murders-worldwide\">14 pa\u00edses do mundo que apresentam as taxas mais altas de impunidade<\/a> em casos de jornalistas assassinados. O CPJ calcula o n\u00famero de casos n\u00e3o resolvidos como uma porcentagem da popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O M\u00e9xico e a \u00cdndia t\u00eam o maior n\u00famero de casos recentes de jornalistas assassinados aguardando investiga\u00e7\u00e3o, segundo o Instituto Internacional de Imprensa (IPI, na sigla em ingl\u00eas). Dos 14 jornalistas assassinados no M\u00e9xico em 2017, houve pris\u00f5es em apenas dois casos, segundo o instituto.<\/p>\n<p>\u00c9 importante ressaltar que as organiza\u00e7\u00f5es freq\u00fcentemente t\u00eam estat\u00edsticas diferentes para o n\u00famero de jornalistas mortos e para a impunidade. Isso ocorre porque cada organiza\u00e7\u00e3o tem crit\u00e9rios diferentes para determinar se deve incluir a morte de um jornalista e se os crimes ficaram impunes. Por exemplo, alguns grupos consideram a morte de um jornalista somente se eles foram mortos diretamente por causa de seu trabalho, enquanto outros incluem jornalistas que morreram enquanto estavam no trabalho. Al\u00e9m disso, as organiza\u00e7\u00f5es levam em conta per\u00edodos de tempo diferentes ao realizar c\u00e1lculos.<\/p>\n<h4><strong>Jornalistas e organiza\u00e7\u00f5es que lutam contra a impunidade na Am\u00e9rica Latina<\/strong><\/h4>\n<p>A liberdade de imprensa e as organiza\u00e7\u00f5es de jornalistas, bem como coletivos de jornalistas individuais, est\u00e3o fazendo muito do trabalho coletivo para combater a impunidade.<\/p>\n<p>Por exemplo, o Programa Tim Lopes, da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), investiga os casos de jornalistas assassinados no pa\u00eds. Lan\u00e7ado no final de 2017, at\u00e9 agora o projeto investigou dois casos: o do jornalista de r\u00e1dio amea\u00e7ado <a href=\"https:\/\/knightcenter.utexas.edu\/blog\/00-19227-abraji-activates-tim-lopes-program-protect-journalists-investigate-murder-radio-host-b\">Jefferson Pureza Lopes<\/a>, e o de <a href=\"https:\/\/knightcenter.utexas.edu\/blog\/00-20157-abraji%E2%80%99s-tim-lopes-program-investigates-second-murder-journalist-brazil-and-asks-%E2%80%98who-\">Jairo de Sousa<\/a>, baleado ao chegar \u00e0 esta\u00e7\u00e3o de r\u00e1dio onde trabalhava.<\/p>\n<p>Com o projeto de reportagem \u201cFrontera Cautiva\u201d (Fronteira Mort\u00edfera, em portugu\u00eas), <a href=\"https:\/\/knightcenter.utexas.edu\/blog\/00-20274-19-journalists-ecuador-and-colombia-publish-special-report-three-murdered-ecuadorian-j\">19 jornalistas do Equador e da Col\u00f4mbia est\u00e3o analisando o seq\u00fcestro, os assassinatos e os relatos<\/a> de tr\u00eas colegas que foram mortos na fronteira dos dois pa\u00edses no in\u00edcio deste ano. O jornalista Javier Ortega, o fot\u00f3grafo Pa\u00fal Rivas e o motorista Efra\u00edn Segarra foram sequestrados no dia 26 de mar\u00e7o no Equador pelo grupo armado Oliver Freddar Sinisterra e depois mortos.<\/p>\n<div style=\"width: 400px; font-size: 80%; text-align: left; float: right; padding-left: 10px; padding-right: 10px;\"><a href=\"http:\/\/impunidad.ipys.org\/pages\/historias\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"width: 400px;\" src=\"https:\/\/farm5.staticflickr.com\/4892\/43864390970_6e09cb9ac3_o.png\" alt=\"Impunidad\" width=\"1818\" height=\"953\" \/><\/a><\/div>\n<p>O Instituto Imprensa e Sociedade (IPYS, na sigla em espanhol) do Peru e a UNESCO anunciaram a s\u00e9rie investigativa \u201cHist\u00f3rias de crimes contra jornalistas\u201d, que trata dos assassinatos de <a href=\"http:\/\/impunidad.ipys.org\/pages\/historias\/nelson-carvajal\">Nelson Carvajal<\/a> (1998, Col\u00f4mbia), \u00a0<a href=\"http:\/\/impunidad.ipys.org\/pages\/historias\/laurent-castillo-y-alfredo-de-leon\">Laurent Castillo e Alfredo de Le\u00f3n<\/a> (2018, Guatemala), <a href=\"http:\/\/impunidad.ipys.org\/pages\/historias\/david-choquepata\">David Choquepata<\/a> (2016, Peru) e \u00a0<a href=\"http:\/\/impunidad.ipys.org\/pages\/historias\/marcos-guerra\">Marcos Guerra<\/a> (2014, Brasil) e as investiga\u00e7\u00f5es desses casos.<\/p>\n<p>Ocasionalmente, organiza\u00e7\u00f5es est\u00e3o envolvidas em levar esses casos a \u00f3rg\u00e3os internacionais para resolu\u00e7\u00e3o. Por exemplo, a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) e a Robert F. Kennedy Human Rights pediram \u00e0 Comiss\u00e3o Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) que submeta o caso do jornalista colombiano Nelson Carvajal Carvajal, que foi aberto h\u00e1 20 anos, \u00e0 Corte Interamericana. Em junho de 2018, <a href=\"https:\/\/knightcenter.utexas.edu\/blog\/00-19742-inter-american-court-condemns-colombia-1998-murder-journalist-nelson-carvajal-carvajal\">o tribunal condenou o Estado colombiano pelo crime<\/a>.<\/p>\n<p>Estes s\u00e3o apenas alguns exemplos de esfor\u00e7os para obter justi\u00e7a para os profissionais da imprensa mortos por seu trabalho.<\/p>\n<h4><strong>N\u00famero de jornalistas mortos ao redor do mundo<\/strong><\/h4>\n<p>Como parte de seus esfor\u00e7os para combater a impunidade, a UNESCO publicou o <a href=\"http:\/\/unesdoc.unesco.org\/images\/0026\/002658\/265828e.pdf\">Relat\u00f3rio do Diretor Geral sobre a Seguran\u00e7a dos Jornalistas e o Perigo da Impunidade<\/a>, de 2018, no qual pede aos Estados Membros que informem \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o sobre a situa\u00e7\u00e3o das investiga\u00e7\u00f5es judiciais de assassinatos de jornalistas.<\/p>\n<p>Ao todo, 182 jornalistas foram mortos no per\u00edodo de 2016-2017, uma diminui\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com o bi\u00eanio anterior, de acordo com o relat\u00f3rio. No entanto, se observou que a estat\u00edstica ainda \u00e9 elevada em compara\u00e7\u00e3o com per\u00edodos anteriores e que \"n\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o para concluir que isso necessariamente marca uma tend\u00eancia de queda sustent\u00e1vel\".<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o informou que o n\u00famero de mortes registradas de 1\u00ba de janeiro a 9 de outubro de 2018 \u00e9 de 80.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio tamb\u00e9m destacou uma porcentagem crescente de mulheres jornalistas assassinadas, embora a grande maioria do total seja de homens.<\/p>\n<div style=\"width: 300px; font-size: 80%; text-align: left; float: left; padding-left: 10px; padding-right: 10px;\"><a href=\"http:\/\/www.un.org\/es\/events\/journalists\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"width: 300px;\" src=\"https:\/\/farm2.staticflickr.com\/1972\/43852264110_ecf0939e92_o.jpg\" alt=\"Screenshot-2\" width=\"3508\" height=\"4961\" \/><\/a><\/div>\n<p>Em todo o mundo, apenas 11% dos casos foram resolvidos. A organiza\u00e7\u00e3o calcula esse percentual observando os casos condenados pelo Diretor-Geral entre 2006 e 2017.<\/p>\n<p>\u201cA impunidade legal para os perpetradores ainda \u00e9 a norma para a maioria dos assassinatos de jornalistas\u201d, segundo o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Uma porcentagem menor de Estados Membros respondeu a pedidos de informa\u00e7\u00e3o sobre o acompanhamento judicial em casos de assassinato de jornalistas, o que se qualificou como um passo para tr\u00e1s.<\/p>\n<p>\u201cComo os relat\u00f3rios da UNESCO sobre o status dos procedimentos judiciais s\u00e3o baseados em informa\u00e7\u00f5es fornecidas pelos Estados Membros, uma alta taxa de resposta \u00e9 essencial para fornecer uma imagem precisa do acompanhamento judicial dos assassinatos de jornalistas\u201d, afirmou o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>No entanto, 15 Estados-Membros \u2014 incluindo o Brasil, Guatemala, Honduras e M\u00e9xico \u2014 forneceram a\u00e7\u00f5es concretas que estavam tomando para melhorar a seguran\u00e7a dos jornalistas, segundo a UNESCO. Algumas das a\u00e7\u00f5es inclu\u00edram o estabelecimento de mecanismos de monitoramento para ataques a jornalistas (Brasil e Guatemala) e a cria\u00e7\u00e3o de uma linha de chamada de emerg\u00eancia para jornalistas amea\u00e7ados (Guatemala).<\/p>\n<p>\u201cO assassinato de jornalistas, a forma definitiva de censura, \u00e9 apenas a ponta de um iceberg de ataques contra jornalistas, que v\u00e3o desde ataques f\u00edsicos n\u00e3o letais, seq\u00fcestros, deten\u00e7\u00f5es ilegais, amea\u00e7as, ass\u00e9dio offline e online, at\u00e9 retalia\u00e7\u00f5es em membros da fam\u00edlia \u201d, diz o relat\u00f3rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na Am\u00e9rica Latina e no Caribe, apenas 18% dos casos de jornalistas assassinados, ou 41 dos 226 casos condenados pela UNESCO entre 2006 e 2017, foram reportados como resolvidos pelos Estados-Membros, segundo a organiza\u00e7\u00e3o internacional.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":9197,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1221],"tags":[1581,1615],"coauthors":[],"class_list":["post-9202","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-violencia-contra-jornalistas-pt-br","tag-impunidade-pt-br","tag-violencia-contra-jornalistas-pt-br"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v22.6 (Yoast SEO v27.4) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Apenas 18% dos casos de jornalistas assassinados na Am\u00e9rica Latina e no Caribe foram reportados como resolvidos: UNESCO - LatAm Journalism Review by the Knight Center<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Apenas 18% dos casos de jornalistas assassinados na Am\u00e9rica Latina e no Caribe foram reportados como resolvidos: UNESCO Viol\u00eancia Contra Jornalistas. 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