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Jornalistas mulheres em Cuba enfrentam violência estatal sistemática, segundo a Anistia Internacional

“As ativistas e jornalistas cubanas que defendem um país mais livre e justo esbarram em um cenário de ‘repressão, violência estatal e práticas autoritárias’ que, segundo organizações de direitos humanos, coloca suas vidas em risco e busca silenciar suas vozes.

Johanna Cilano, pesquisadora regional da Anistia Internacional para o Caribe, afirmou que há indícios de que essa ‘violência estatal de gênero’ ocorre de forma ‘sistemática’, com o objetivo de ‘calar toda dissidência’.

‘O Estado cubano recorre a detenções arbitrárias, violência e criminalização da manifestação contra todos que levantam a voz, mas existe também uma violência estatal baseada em gênero, uma violência diferenciada com um padrão específico’, explicou Cilano em entrevista à Europa Press.

‘Essa violência institucional contra mulheres ativistas, jornalistas e professoras’, prosseguiu, ‘é usada como mecanismo de pressão para que deixem de defender os direitos humanos’, em um país cujo governo, sob sanções internacionais, ‘continua violando direitos e padrões internacionais dentro de suas próprias fronteiras’.”

Leia a matéria original (em espanhol)