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A Procuradoria-Geral intensifica a investigação sobre o movimento “Me Too” colombiano na mídia

“O Ministério Público colombiano tomou nesta manhã [24 de março] três decisões que demonstram que sua máxima autoridade, Luz Adriana Camargo, deseja fortalecer a abordagem de gênero do órgão acusatório. Em primeiro lugar, abriu um canal especial para atender às denúncias que, nos últimos dias, se tornaram virais nas redes sociais contra jornalistas de diversos meios de comunicação por violência sexual. De acordo com um comunicado à imprensa, foi habilitado o e-mail denuncia.acoso@fiscalia.gov.co ‘para receber, orientar e coordenar as investigações que se justifiquem com enfoque de gênero’. Em seguida, a procuradora Camargo acrescentou algo mais específico. O comunicado afirma que, no que diz respeito à investigação interna que a Caracol Televisión revelou na última sexta-feira [20 de março] contra seus jornalistas Ricardo Orrego e Jorge Alfredo Vargas por “suposto assédio sexual”, o Ministério Público decidiu abrir uma investigação formal. E, em terceiro lugar, a promotora ordenou que o polêmico processo judicial contra uma cidadã que denunciou Hollman Morris por assédio sexual — o poderoso diretor da empresa de mídia pública RTVC — seja transferido e revisado por um promotor de nível superior. Ela, Lina Castillo, foi acusada de injúria e calúnia por Morris, e a Promotoria já a acusou formalmente perante um juiz.

A Colômbia está no meio de um movimento Me Too na mídia. O movimento começou com o anúncio da Caracol Televisión de ter ativado seus protocolos para proteger as mulheres que denunciaram terem sido vítimas de assédio sexual.

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Enquanto o conglomerado privado começava a receber atenção, várias repórteres ampliaram o foco para denunciar o que também aconteceu com jornalistas da mídia pública. Na semana passada, a justiça realizou uma audiência criminal contra Lina Castillo, processada pelos crimes de injúria e calúnia”.

Leia o artigo original (em espanhol)

Traduzido com IA e revisado por Leonardo Coelho