A crise enfrentada pela mídia local de Oaxaca obrigou a jornalista mexicana Nadia Altamirano a conciliar até cinco empregos em veículos de notícias. Agora ela está colocando essas habilidades em prática no negócio da família.
Repórteres que ganham menos do que o salário mínimo em Oaxaca e Veracruz aceitam pagamentos por matérias, obscurecendo a linha divisória entre o jornalismo e a propaganda paga.
Para Luis Núñez, o jornalismo é amor e serviço à sua comunidade. Ele apresenta dois telejornais no Pacífico colombiano e vende viche, um destilado local, porque sabe que não pode viver apenas do jornalismo.
Johnny Lucas complementa seu trabalho no jornalismo vendendo flores para ganhar um salário mínimo. Seu caso reflete o de muitos jornalistas equatorianos que assumem múltiplos empregos para sobreviver em condições precárias.