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Jornalista venezuelano teve anistia negada: “A crueldade do Estado é insaciável”

"O sistema judicial venezuelano voltou a fechar as portas para a liberdade plena do jornalista e ex-preso político Rory Daniel Branker. Em 6 de abril de 2026, por meio de uma ordem judicial emitida pelo Primeiro Tribunal de Primeira Instância (Jurisdição de Julgamento) com competência em casos de Terrorismo, foi tornada pública a negativa de seu pedido de anistia.

A decisão, assinada pelo juiz José Antonio García Morán, declara o pedido de arquivamento do caso — com base na extinção da responsabilidade penal — como ‘sem mérito’; esse pedido havia sido fundamentado no Artigo 9 da Lei de Anistia para a Convivência Democrática. Branker continua respondendo a processo pelos supostos crimes de terrorismo, associação criminosa, conspiração com um governo estrangeiro e traição.

Ao tomar conhecimento da decisão, Branker denunciou — por meio de suas redes sociais — a persistência do que caracteriza como um sistema ‘bárbaro’. O jornalista afirmou que seus procedimentos judiciais têm sido marcados pela violação sistemática de seus direitos fundamentais."

Leia o artigo original (em espanhol)

Traduzido com o auxílio de IA e revisado por Leonardo Coelho