Leonardo Coelho is a Brazilian journalist. He has written for outlets such as Rest of World, Bellingcat, BBC Brasil, VICE Brasil, Noisey, Correio Braziliense, UOL, Congresso em Foco and Ponte Jornalismo. As a photojournalist, he has collaborated for Estado de Minas, Lenny Letter, Newsweek, OZY magazine and Morgenbladet. Leo can be found on Twitter @leocoelho_jor.
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Leonardo Coelho é um jornalista brasileiro. Escreveu para veículos como Rest of World, Bellingcat, BBC Brasil, VICE Brasil, Noisey, Correio Braziliense, UOL, Congresso em Foco e Ponte Jornalismo. Como fotojornalista, já colaborou para o Estado de Minas, Lenny Letter, Newsweek, OZY magazine e Morgenbladet. Pode ser encontrado no twitter @leocoelho_jor.
As contas de fofocas sobre celebridades do Brasil, com audiências maiores do que os veículos de notícias tradicionais, estão sendo usadas para promover narrativas favoráveis sobre figuras públicas fora do escrutínio jornalístico tradicional.
Uma nova lei que reconhece os “profissionais de multimídia” tem enfrentado oposição dos sindicatos, que alertam que ela pode prejudicar as proteções aos jornalistas em um momento de perda de empregos, automação e aumento da desinformação.
Uma nova geração de contadores de histórias está combinando a ética jornalística ocidental com as tradições narrativas indígenas, remodelando a forma como a floresta Amazônica é vista e ouvida.
Jornalistas afirmam que o histórico sensacionalista e as violações de direitos humanos na cobertura de Datena o tornam incompatível com a missão da EBC, e classificam sua nomeação como interferência política.
Redações independentes em Belém, cidade-sede, e em diferentes regiões do Brasil uniram forças para ampliar a cobertura e colocar no centro as comunidades que já vivem os impactos das mudanças climáticas.
Cansados de serem citados incorretamente e terem seus nomes distorcidos, indígenas jornalistas na COP30 em Belém estão lançando o “Boa Notícia”, um guia para ajudar repórteres a cobrir os povos indígenas de forma precisa e ética.
Um número crescente de jornalistas esportivos brasileiros está transformando o que antes era tabu em oportunidade. Mas críticos dizem que essa tendência pode minar a credibilidade do jornalismo esportivo.
Jornalistas que vivem e trabalham nas favelas do Rio trabalham pelo mantra "nós por nós" (informalmente, Nós, por Nós), criando suas próprias iniciativas de mídia com jornalismo por e para si mesmos. Eles fazem isso para falar sua própria voz ao seu próprio povo, aqueles que a mídia tradicional - e o Estado - geralmente esquece.
"Os jornalistas latino-americanos estão entendendo a necessidade de usar o TikTok como uma forma mais direta de atingir o público jovem que usa o entretenimento como ferramenta de comunicação”, disse Noelia Gonzalez Pereyra à LJR.