A cobertura da Argentina ao México celebra o crescimento das apostas online. Mas dedica menos espaço a examinar uma indústria cujo crescimento acelerado levanta questões sobre vício e saúde pública.
A estreia de Virginia Fonseca na TV Globo é o mais recente sinal de uma mudança na mídia que, segundo os críticos, está confundindo os limites entre jornalismo e entretenimento.
As medições globais de confiança nas notícias atingiram seus níveis mais baixos desde 2015, com países da América Latina registrando algumas das quedas mais acentuadas, de acordo com o mais recente Relatório de Notícias Digitais do Instituto Reuters.
Veículos de comunicação estão citando plataformas de apostas não regulamentadas ao lado de pesquisas baseadas em levantamentos. Críticos dizem que esses mercados são facilmente manipulados e não refletem de forma confiável o sentimento dos eleitores.
Potencial tratamento para lesões na medula espinhal dá esperança a muitos, mas frenesi da cobertura traz de volta velhos fantasmas.
Meios e criadores de conteúdo recorrem ao “algospeak”, a alteração de palavras ou o uso de eufemismos para manter visibilidade e evitar restrições nas redes sociais.
Depois que a polícia afirmou que um homem matou os dois filhos e se suicidou, alguns veículos brasileiros deram destaque a alegações não comprovadas sobre a mãe — levantando questões sobre viés de gênero, abuso online e se a Justiça deveria mandar retirar o conteúdo.