A Associação Brasileira de Jornalismo Digitar (Ajor) cresceu cinco vezes, reunindo veículos de comunicação das regiões mais desafiadoras do país e se tornando uma voz reconhecida em defesa da liberdade de imprensa.
Poucos jornalistas dedicaram tanto tempo à cobertura do crime organizado quanto Ioan Grillo. Em uma entrevista à LJR, ele reflete sobre os desafios, as lições e as histórias que permaneceram com ele.
O fotojornalista Santiago Arcos relembra como capturou uma imagem que se tornou um símbolo da violência indiscriminada do Estado.
Operação policial que deixou 122 pessoas mortas no Rio de Janeiro foi destaque em um dos mais importantes prêmios de fotojornalismo.
Beraba ocupou cargos de liderança nos quatro maiores jornais do Brasil e foi um dos fundadores da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. Colegas de toda a América Latina o homenagearam por sua generosidade, inquietação e rigor.
Ao longo de mais de 40 livros, o jornalista e escritor argentino Martín Caparrós registrou as contradições que definem nações e indivíduos. Agora, diante de um diagnóstico de uma doença neurodegenerativa, ele se volta para o seu interior, explorando a memória, a identidade e uma vida dedicada à arte de contar histórias.
O pesquisador brasileiro Otávio Daros lançou dois livros sobre a história do jornalismo no Brasil — um analisando como os acadêmicos traçaram sua evolução, desde a construção da identidade nacional até os dias atuais, e outro apresentando sua própria perspectiva.
Clarice Herzog, de 83 anos, lutou por décadas por justiça. Os responsáveis pela tortura e morte do jornalista seguem impunes.
Criado por Ramón Zamora, filho do jornalista preso José Rubén Zamora, o Arquivo Independente de Meios da América Central (Caima) busca garantir que o jornalismo permaneça acessível na América Central apesar de perseguições e censura.
Carreira de mais de 70 anos ficou notória por fotos da ditadura militar, e inclui também importantes registros da vida cultural brasileira
No livro “Historia del Periodismo en Chile. De La Aurora a las Redes Sociales” (“História do jornalismo no Chile. de La Aurora às redes sociais”), o autor Alfredo Sepúlveda relata ao longo de mais 500 páginas como tensões entre os meios de comunicação, os jornalistas e o poder político permeiam toda a história do jornalismo no país. Em entrevista à LJR, ele discute alguns dos temas mais controversos desta história, do colaboracionismo de jornais com a ditadura de Augusto Pinochet à renúncia das regras de objetividade durante o governo de Salvador Allende.