Conhecida como Puma, a rede de mais de 90 jornalistas ambientais busca consolidar o trabalho em equipe da Mongabay ao longo de mais de oito anos na região. Há planos de colaboração em desafios comuns, como a crise de financiamento, as ameaças de grupos criminosos e a censura por parte de interesses poderosos.
Veículos de comunicação do Pará, porta de entrada para a Amazônia e estado sede da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, também enfrentam desafios logísticos e expectativas locais.
Trabalhando de forma independente e sem o apoio regular de uma redação, repórteres dizem que são motivados a cobrir esses temas pelo desejo de jogar luz sobre problemas sociais e promover mudanças.
Mapa Vivo da InfoAmazonia identifica dezenas de emissoras transmitindo de comunidades. Apesar de pressões econômicas, elas enfrentam o agronegócio e destacam direitos indígenas e ambientais.
As organizações por trás do projeto Periodismo de lo posible, de produção de podcast sobre lutas comunitárias, estão atualmente realizando uma segunda edição.
O curso online gratuito “Jornalismo de soluções climáticas: Uma abordagem informada pela comunidade e focada na equidade” irá ensinar jornalistas a causarem impactos reais, concentrando-se em soluções práticas para questões climáticas do dia a dia
A LJR conversou com Eloisa Beling Loose, pesquisadora e professora da UFRGS, sobre como o jornalismo pode aprofundar a discussão sobre mudanças climáticas. Ela destacou a importância de abordar não só as consequências, mas também as causas da crise climática, assim como a prevenção de desastres. Loose sugere que jornalistas incorporem o cuidado ambiental na cobertura e valorizem saberes tradicionais sobre o meio ambiente.
A desinformação e os obstáculos ao acesso a informações públicas são alguns dos obstáculos que jornalistas de Bolívia, Colômbia e México têm enfrentado ao cobrir questões relacionadas à água. Os repórteres compartilharam recomendações para melhorar a cobertura da crise hídrica.
A ligação entre a liberdade de imprensa e os desafios enfrentados pelo planeta, incluindo a mudança climática, é o tema do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa deste ano. Sob o lema "Uma imprensa para o planeta: O jornalismo diante da crise ambiental", neste 3 de maio acontecem discussões sobre como garantir o exercício jornalístico de profissionais que cobrem temas socioambientais, assim como estratégias para enfrentar a desinformação e o negacionismo da mudança climática.
Por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que neste ano tem por tema “O jornalismo face à crise climática”, a LJR apresenta um compilado de oportunidades abertas para jornalistas latino-americanos ligadas ao tema ambiental, desde bolsas de reportagens e mentoria até prêmios de diversos níveis.
Para mostrar o impacto da seca na indústria agropecuária argentina, uma equipe de jornalistas do La Nación conversou com mais de nove produtores rurais. Eles também entrevistaram especialistas para entender as perdas de toneladas de cereais, assim como os milhões de dólares que não entraram no mercado.
Durante décadas, o jornal The Tico Times cobriu a Costa Rica e a América Central para um público de língua inglesa. Depois que a ex-editora e redatora Dery Dyer faleceu em 2020, uma ex-funcionária da publicação ajudou a encontrar um novo lar para o arquivo de sua antiga chefe.