O jornalista Miguel Ángel López Velasco, especialista em segurança e narcotráfico, foi assassinado junto com sua esposa e filho por um grupo armado que invadiu sua casa no porto de Veracruz, na costa do Golfo do México, informou El Universal. Lopez é o segundo jornalista assassinado em menos de uma semana no país em meio a um recrudescimento da violência contra a imprensa que também inclui o seqüestro de outro repórter há 11 dias.
O concurso Pictures of the Year International (POYi) e a rede latino-americana de fotógrafos Nuestra Mirada premiaram 18 projetos de fotojornalismo no primeiro POYi Internacional América Latina. Os vencedores serão homenageados na Festa da Imagem (Image Party), em Cuenca, no Equador, em julho.
Wagner Florêncio Império é investigado pela polícia de São Paulo sob suspeita de utilizar sua posição de jornalista para obter informações sigilosas de investigações policiais e, depois, repassá-las aos acusados de fraudar a arrecadação de tributos em Taboão da Serra, município da Grande São Paulo, informa a Folha de S. Paulo.
Em resposta às reivindicações da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e de sindicatos da categoria, senadores defenderam nesta quarta-feira, 15 de junho, a votação em Plenário da proposta de emenda à Constituição que restabelece a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão, informa a Agência Senado.
O jornal El Norte, de Ciudad Juárez, na fronteira do México com os Estados Unidos, denunciou que seus repórteres estão sofrendo perseguição de policiais federais recentemente, informou o Centro Nacional de Comunicação Social (CENCOS). A Polícia Federal (PF) é encarregada do combate ao narcotráfico e ao crime organizado. “Esses atos fazem parte do clima generalizado de perseguição e intimidação à imprensa em Ciudad Juárez", afirmou Guadalupe Salcido, chefe do jornal.
Apesar de medidas tomadas por autoridades e veículos de comunicação para aumentar a segurança dos jornalistas, diariamente expostos à violência do narcotráfico, os ataques contra a imprensa continuam no México. Nos últimos meses, os profissionais têm organizado manifestações, na tentativa de conter a violência.
Um escândalo de corrupção envolvendo um alto funcionário da Mães da Praça de Maio, grupo de direitos humanos e a voz mais proeminente do país contra a ditadura argentina (1976-1983), levou meios de comunicação e jornalistas a acusarem uns aos outros de influenciar a cobertura para fins políticos.
A Suprema Corte da Colômbia decidiu, no dia 25 de maio, que o crime de difamação é constitucional, gerando críticas de defensores da liberdade de expressão, informa Artigo 19 via IFEX.
Entidades, especialistas e membros do poder público engrossam o coro dos descontentes com o Palácio do Planalto após indicações de retrocesso no posicionamento da presidente Dilma Rousseff sobre a aprovação do Projeto de Lei de acesso à informação pública.
Rafael Maitín, proprietário de um canal de televisão que foi retirado do ar em maio passado na Venezuela, acusou o prefeito do município de Pedraza, no estado de Barinas, de ser o responsável pela manobra, informou o Instituto Imprensa e Sociedade (IPYS).
O Instituto Federal Eleitoral (IFE) do México analisa um projeto de regulação do direito de resposta durante a campanha eleitoral que, se aprovado, poderia obrigar os meios de comunicação a noticiar gratuitamente esclarecimentos de partidos políticos e candidatos negativamente afetados por matérias jornalísticas, informou o El Universal.
A Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social da Universidade Nacional de La Plata, na Argentina concedeu o prêmio de jornalismo Rodolfo Walsh à presidente da Associação Mães da Praça de Maio, Hebe Pastor de Bonafin, informou o La Nación. Este é o mesmo prêmio que foi dado ao presidente venezuelano Hugo Chávez em março, gerando críticas.