No início do ano, o jornalista brasileiro Ricardo Gandour trocou o ambiente frenético das redações pela atmosfera mais serena das universidades. O lado executivo de Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado, deu espaço para o lado acadêmico, o de pesquisador visitante na Columbia Journalism School, nos Estados Unidos. Passados seis meses, o editor vai retornar ao Brasil na próxima semana, onde pretende continuar a unir teoria e prática.
A fragmentação da mídia no ambiente digital traz riscos para o jornalismo e para o cidadão nas sociedades democráticas, alerta o jornalista brasileiro Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado e pesquisador visitante da Columbia Journalism School, dos Estados Unidos.
Uma nova pesquisa que começa a ser divulgada em 24 de maio oferece um panorama dos empreendimentos digitais em jornalismo no Brasil, e mostra que, entre outras características, essas iniciativas têm em comum a ausência de planejamento anterior ao lançamento e a receita ainda bastante ligada à publicidade e à venda de conteúdo.
O confronto que o presidente do Equador, Rafael Correa, mantém com a maioria dos meios de comunicação em seu país não é um segredo. Desde a aprovação da Lei Orgânica de Comunicação (LOC) em 2013, diversas organizações nacionais e internacionais têm denunciado restrições à liberdade de expressão e de imprensa no país.
A equipe de investigação site mexicano Aristegui Noticias levou mais um prêmio. O Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ, na sigla em inglês) anunciou o site como um dos vencedores do 2016 Knight International Journalism Awards.
Com a ajuda do sistema SecureDrop, o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) lançou uma plataforma digital pela qual jornalistas e outras pessoas ao redor do mundo podem ser contatados com segurança para receber informações ou reclamações sobre violações à liberdade de imprensa.
A medida que os ataques cibernéticos contra jornalistas e organizações de notícias ficam mais comuns, também surgem mais cursos sobre segurança cibernética e guias para a proteção digital. Contudo, de acordo com uma pesquisa que analisou o tema, a maioria dos jornalistas não estão tomando as medidas necessárias para se protegerem.
Quase cem jornalistas de 13 países da América Latina, Estados Unidos e Espanha se encontraram no último domingo, 17 de abril, no 9º Colóquio Ibero-americano de Jornalismo Digital, organizado pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, na Universidade do Texas em Austin, graças ao apoio do Google.
Pelo nono ano consecutivo, jornalistas da América Latina, Espanha e Estados Unidos se reuniram após a conclusão do Simpósio Internacional de Jornalismo Online (ISOJ, na sigla em inglês) para discutir as tendências, desafios e histórias de sucesso do jornalismo digital na região no 9o Colóquio Ibero-americano de Jornalismo Digital.
Novos meios nativos digitais proliferam por toda América Latina. Eles têm sido criados por jornalistas que se transformaram em empreendedores, impulsionados por uma necessidade – opressão dos governos, crise nos meios tradicionais, algum tipo de censura – ou porque sentiam um impulso por inovar na internet.
Após o assassinato de um blogueiro no Maranhão, a organização de defesa da liberdade de expressão Artigo 19 instou as autoridades federais y estaduais a “unir esforços para dar uma resposta rápida e contundente à situação de violência contra comunicadores” que está afetando o estado.
Oito grupos de mídia e organizaçoões não-governamentais peruanas se juntaram à atual proliferação de plataformas de vazamento de informação e lançaram um site que permite a cidadãos peruanos enviar informações para jornalistas.