Mesmo que o número de jornalistas assassinados globalmente esteja no seu ponto mais baixo em 17 anos, o México continua sendo o segundo país mais mortal do mundo para profissionais da imprensa, de acordo com o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).
A história de Emilio Gutiérrez Soto, jornalista mexicano que chegou aos Estados Unidos há mais de 10 anos para solicitar asilo, mas que pode ser deportado, foi para Alejandra Ibarra o ponto de partida de seu projeto Defensores de la Democracia (Defensores da Democracia), um arquivo digital que busca preservar o trabalho de jornalistas assassinados no México.
México e Brasil são as únicas duas nações latino-americanas entre os 13 países do mundo em que os assassinatos de jornalistas com mais frequência ficam impunes, de acordo com o Índice de Impunidade Global de 2019 publicado pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). “A impunidade que testemunhamos nesses [13] países ano após ano […]
O corpo do jornalista Nevith Condés Jaramillo foi encontrado em uma casa no município de Tejupilco, no Estado do México, na noite de 24 de agosto. Ele sofreu quatro facadas, informou Milenio.
Depois de México e Brasil em 2018, e assim como Uruguai e Bolívia em 2019, a Argentina também tem um projeto colaborativo de fact-checking focado nas eleições gerais deste ano. E com 130 meios participantes, o argentino Reverso se coloca como a mais ampla aliança contra a desinformação já realizada na região.
Jorge Celestino Ruiz Vázquez foi baleado por volta das 9 da noite (hora local) na cidade de Actopan, no Estado de Veracruz, em 2 de agosto, de acordo com a organização Periodistas Desplazados y Riesgo México.
Um jornalista e servidor municipal foi morto na manhã de 2 de agosto em uma praia no Estado mexicano de Guerrero.
Um jornal no estado de Chihuahua, no norte do México, interrompeu temporariamente sua edição impressa após um ataque a suas instalações.
“Tijuana”, uma recente série de televisão da Netflix e da Univision, mergulha nessa realidade para mostrar a uma audiência internacional o que significa praticar jornalismo independente no México.
Jornalistas de Nicarágua, México e Panamá estão entre os 54 profissionais da América Latina no Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês).
Usando a hashtag #NarcoReforma, usuários de redes sociais que apóiam o presidente mexicano Andrés Manuel López Obrador tentaram nos últimos dias vincular o jornal mexicano Reforma e seu diretor editorial Juan Pardinas - que também recebeu ameaças de morte - com o crime organizado. Reforma é um dos maiores e mais importantes jornais do México.
Essa é a pergunta que o jornalista mexicano Javier Garza tentou responder na primeira publicação do blog "Tenemos que Hablar, un blog contra el silencio en México" (“Temos de conversar, um blog contra o silêncio no México”).