Silvia A. Higuera Flórez is a Colombian journalist interested in covering Latin American issues and human rights, especially the right to freedom of expression, and investigative journalism. She studied Social Communication and Journalism at Universidad Pontificia Bolivariana in Bucaramanga (Colombia), and received her Master's of Arts in Journalism from the University of Texas at Austin in 2015. She worked with the Office of the Special Rapporteur for Freedom of Expression of the Inter-American Commission on Human Rights (IACHR) under the Orlando Sierra fellowship during 2014. She also worked for the Colombian newspaper Vanguardia Liberal and wrote for different magazines about local, economic and public order issues. Her work has also appeared in The Miami Herald and El Nuevo Herald of Miami. Email: silvia.knightcenter@gmail.com
Silvia A. Higuera Flórez es una periodista colombiana con interés periodístico es América Latina y los derechos humanos, particularmente el derecho a la libertad de expresión, así como el periodismo de investigación. Estudió Comunicación Social – Periodismo en la Universidad Pontificia Bolivariana de Bucaramanga (Colombia), y recibió su maestría en Periodismo en la Universidad de Texas, en Austin en 2015. Trabajó para la Relatoría Especial para la Libertad de Expresión de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) en el marco de la beca Orlando Sierra, durante 2014. También hizo parte del diario Vanguardia Liberal y escribió para otras revistas colombianas cubriendo fuentes locales, económicas y judiciales. Algunos de sus trabajos han aparecido en The Miami Herald y El Nuevo Herald de Miami.
Silvia A. Higuera Flórez é uma jornalista colombiana e seu interesse jornalístico é a América Latina e os direitos humanos, nomeadamente o direito à liberdade de expressão. Estudou Comunicação Social – Jornalismo na Universidade Pontifícia Bolivariana de Bucaramanga, na Colômbia e completou seu mestrado em jornalismo na Universidade do Texas em Austin. Silvia trabalhou na Relatoria para a Liberdade de Expressão da CIDH pela bolsa Orlando Sierra, em 2014. Trabalhou para o jornal Vanguardia Liberal e escreveu para outras revistas colombianas cobrindo temas locais, econômicas e judiciárias. Alguns de seus trabalhos apareceram no The Miami Herald e no El Nuevo Herald de Miami.
Esses três jornalistas, da cidade mais afetada pelos terremotos, passaram por perdas e traumas. Mas continuaram trabalhando, determinados a contar ao mundo o que estava acontecendo ao seu redor.
Em Manizales, uma das cidades do país com maior proporção de pessoas com mais de 60 anos, um curso de alfabetização midiática ensina como verificar informações.
A cobertura da Argentina ao México celebra o crescimento das apostas online. Mas dedica menos espaço a examinar uma indústria cujo crescimento acelerado levanta questões sobre vício e saúde pública.
O “Qué digital”, um veículo de mídia hiperlocal de Mar del Plata, utilizou imagens de arquivo, entrevistas e ferramentas de IA para produzir um documentário que enfrenta uma onda crescente de negacionismo.
As medições globais de confiança nas notícias atingiram seus níveis mais baixos desde 2015, com países da América Latina registrando algumas das quedas mais acentuadas, de acordo com o mais recente Relatório de Notícias Digitais do Instituto Reuters.
Herrera, apesar das ameaças, passou duas décadas cobrindo crimes e corrupção perto da fronteira entre a Colômbia e a Venezuela.
O Centro de Jornalismo Investigativo já entrou com mais de 50 ações judiciais e conseguiu obter acesso a arquivos governamentais sobre mortes, pessoas desaparecidas e outros registros públicos.
Pablo Piovano, em um projeto independente, documentou o impacto dos agroquímicos em crianças e trabalhadores na zona rural da Argentina.
A liberdade de imprensa é categorizada como “difícil” ou “muito grave” em metade dos países da região, de acordo com o ranking anual da Repórteres Sem Fronteiras.
Os cientistas defendem a eutanásia enquanto os ativistas dos direitos dos animais se opõem. Como os jornalistas devem equilibrar as evidências científicas com questões sensíveis?