O dia 17 de fevereiro foi como qualquer outro para Yohir Akerman até descobrir que havia sido demitido do cargo de colunista do jornal El Colombiano depois de publicar um artigo em que afirmava que “Deus estava equivocado” ao rejeitar a homossexualidade na Bíblia.
Ativistas informaram que grupos criminosos e paramilitares na Colômbia, um dos países mais perigosos para jornalistas na América Latina, fizeram ameaças de morte a jornalistas e defensores de direitos humanos durante os últimos dois meses. Meios de comunicação e representantes do governo pediram investigações para encontrar os responsáveis.
Brasil, Paraguai e México estão na lista dos 20 países mais letais para jornalistas em 2014, de acordo com um relatório especial de fim de ano do Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ).
A impunidade em assassinatos de jornalistas não é novidade na América Latina. Na última década, o Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) relatou 72 casos de jornalistas mortos em virtude de seus trabalhos. Cerca de 78% deles continuam impunes parcial ou totalmente. Mas no México, na Colômbia e no Brasil, os níveis de impunidade ultrapassaram os de outros países de América Latina, segundo o CPJ’s Índice de Impunidade Global de 2014 do CPJ.
Quando se trata de política, os 100 jornalistas colombianos com mais relevância e seguidores no Twitter compartilham abertamente suas opiniões e estão cada vez mais dispostos a incluir links que conduzem a sites além dos próprios veículos onde trabalham. A revelação foi feita por um estudo apresentado pela Universidade do Texas em Austin durante a mais recente conferência anual da Association for Education in Journalism and Mass Media (AEJMC) realizada em Montreal.
A indústria de jornais pode estar em declínio, mas o seu número de seguidores no Twitter, não. Entre os jornais principais da América Latina, publicações venezuelanos e colombianos têm o maior número de seguidores no Twitter, de acordo com a nossa pesquisa recente, que incluiu uma amostra dos principais jornais da região.
O jornalista colombiano Javier Dario Restrepo e a jornalista mexicana Marcela Turati foram anunciados como os vencedores do prêmio Reconhecimento de Excelência Jornalística da Fundação Gabriel García Márquez para o Jornalismo Ibero-americano (FNPI) de 2014.
Los Urabeños e Los Rastrojos, grupos paramilitares na Colômbia, publicaram listas de alvos ameaçando um total de dez jornalistas caso eles não abandonem seus postos e deixem as cidades onde trabalham.
Los Urabeños e Los Rastrojos, grupos paramilitares na Colômbia, publicaram listas de alvos ameaçando um total de dez jornalistas caso eles não abandonem seus postos e deixem as cidades onde trabalham.
A premiada jornalista colombiana María Teresa Ronderos será a nova diretora do programa de jornalismo independente da organização sem fins lucrativos Open Society Foundations (OSF). Cada ano, o programa dirige milhões de dólares para apoiar projetos de jornalismo independente por todo o mundo.
A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) novamente pediu justiça no caso do assassinato do jornalista colombiano Nelson Carvajal, assassinado há 16 anos. A SIP insistiu em exigir das autoridades que investiguem e localizem os culpado pelo crime, um chamado que a organização faz desde que o caso iniciou em 2001.
Repórteres Sem Fronteiras denunciou que a jornalista investigativa colombiana Claudia Julieta Duque continua recebendo ameaças enquanto avança com a ação judicial contra os agentes do Departamento Administrativo de Segurança (DAS) que a submeteram nos últimos 10 anos a perseguições, tortura psicológica e até sequestro.