A Suprema Corte de San Martín, no Peru, declarou nula a condenação de um jornalista por difamação, informou o Crónica Viva.
Em uma audiência pública na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) realizada nesta terça-feira, 27 de março, organizações de jornalistas apontaram 2011 como um dos piores anos para a imprensa na Venezuela, com o aumento de agressões a repórteres e aos meios de comunicação, informou a AFP.
O jornal mexicano Diario de Juárez denunciou que tem sido excluído da contratação de publicidade oficial da Secretaria de Segurança Pública federal desde o dia 20 de fevereiro.
Durante uma entrevista n Espanha, o presidente equatoriano, Rafael Correa, questionou a forma de financiamento da organização não governamental Human Rights Watch (HRW), informou o jornal La Hora.
A sete meses da votação que definirá a presidência do país para os próximos seis anos, os ataques à imprensa têm se intensificado na Venezuela, denunciou a organização Repórteres Sem Fronteiras.
Menos de uma semana após a decisão que impediu um jornalista de fazer críticas à administração do governador do Mato Grosso, a Justiça do Pará determinou a uma blogueira que retire de seu site todas as publicações sobre um vereador de Belém, informou a Folha de S. Paulo nesta terça-feira, 20 de março.
A Repórteres Sem Fronteiras (RSF) denunciou a violência policial no Chile contra jornalistas locais e internacionais nos diversos protestos que ocorrem no país, manifestando, ainda, preocupação com a segurança dos profissionais.
O ex-presidente do Panamá Ernesto Pérez Balladares entrou com um processo contra o jornal La Prensa. Ele pede uma indenização de 5,5 milhões de dólares, informou o diário La Estrella.
Em 2011, foram registrados 172 ataques contra a imprensa mexicana, entre eles nove assassinatos - contra 155 casos em 2010, segundo relatório da organização Artigo 19. O documento, intitulado Silêncio Forçado, o Estado cúmplice da violência contra a imprensa, destaca que mais da metade dos ataques foi cometidas por servidores públicos, segundo o revista Proceso.
Em 2011, foram registrados 172 ataques contra a imprensa mexicana, entre eles nove assassinatos - contra 155 casos em 2010, segundo relatório da organização Artigo 19. O documento, intitulado Silêncio Forçado, o Estado cúmplice da violência contra a imprensa, destaca que mais da metade dos ataques foi cometidas por servidores públicos, segundo o revista Proceso.
Um artigo publicado na quarta-feira, 14 de março, no jornal digital salvadorenho El Faro despertou uma tempestade de controvérsias e ameaças contra o jornal e seus repórteres, levando jornalistas e órgãos de imprensa livres ao redor do mundo a expressar preocupação e solidariedade com seus colegas da América Central.
A maioria das agressões contra a imprensa no México provém das forças de segurança e as autoridades atuam como cúmplices do crime organizado ao deixar de investigar e castigar os ataques mais graves contra a liberdade de expressão, adiantaram vários veículos mexicanos sobre o relatório "Silêncio Forçado: o Estado, cúmplice da violência contra a imprensa no México", que será lançado pela organização Artigo 19 na terça-feira, 20 de março, na Cidade do México.