Depois de realizarem por um mês um censo de jornalistas freelancers que trabalham em espanhol na América Latina, pesquisadores descobriram que a maioria está otimista em relação ao futuro do jornalismo.
"Jornalismo Inovador na América Latina", o novo e-book gratuito do Centro Knight, está disponível agora em inglês e português.
Após o chamado do Comitê para Proteção dos Jornalistas (CPJ) para que o Governo do México tome medidas mais severas para acabar com a impunidade na violência contra jornalistas, o presidente do país, Enrique Peña Nieto, se comprometeu a fazer do tema uma das prioridades do restante de sua administração.
O Fiquem Sabendo, site independente de jornalismo de dados fundado pelo jornalista brasileiro Léo Arcoverde, completa em maio dois anos de existência, com centenas de reportagens e mais de mil pedidos de Lei de Acesso à Informação (LAI).
Considerando a concentração histórica da propriedade de meios de comunicação na América Latina - o que ameaça a diversidade e o pluralismo nesse setor - a Unesco recomendou que os países busquem um equilíbrio entre os direitos das emissoras e do público.
A primeira-dama do Brasil, Marcela Temer, desistiu de mover uma ação contra os jornais O Globo e Folha de S. Paulo, segundo informou O Globo. O advogado responsável pelo caso, o subsecretário de assuntos jurídicos da Presidência Gustavo do Vale Rocha, afirmou apenas que não há mais “objeto” do processo.
O SIP Alert, um aplicativo de celular atualmente em fase piloto, é uma iniciativa desenvolvida pelo jornal El Universal e TV Azteca do Grupo Salinas no México, para ser usada por jornalistas dos 1.300 meios de comunicação da América Latina membros da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).
O México é um dos países mais letais para exercer o jornalismo. Esse fato foi repetido nos últimos anos por diferentes organizações defensoras da liberdade de imprensa tanto do país como do exterior.
Os assassinatos de 33 jornalistas e trabalhadores da imprensa nas Américas em 2016 mostram um aumento na censura e na corrupção nesses países, de acordo com o relatório anual do Relator Especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).
De 2001 até o presente, 69 profissionais da imprensa em Honduras morreram em circunstâncias violentas e, em apenas seis desses casos, pessoas foram punidas pelos crimes. Ou seja, 91% das mortes permanecem impunes, segundo um relatório da Comissão Nacional de Direitos Humanos do país (CONADEH).
O ano de 2016 foi crítico para o exercício do jornalismo no mundo, segundo três organizações internacionais promotoras da liberdade de expressão e de imprensa em seus relatórios anuais, divulgados neste semana.
O jornalista venezuelano Yonathan Guédez foi libertado no dia 26 de abril depois de ficar detido por 16 dias em uma das sedes da Guarda Nacional Bolivariana (GNB).